ACESSOS

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Mão de ferro 'Partido Progressista & Ciro Nogueira'


A maioria do Partido Progressista prepara um ato em desagravo ao presidente nacional do partido, Ciro Nogueira.

Ciro está arcando sozinho o ônus de apoiar a presidente Dilma Rousseff, e sendo acusado de mão de ferro pela dissidência do PP que queria que o partido ficasse livre para seguir as realidades regionais.

Com gritos de vendido e golpista o presidente pepista segurou sozinho o apoio a presidente Dilma cabendo a executiva nacional do PP a palavra final.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Recuperando fôlego 'Dilma Rousseff'


Com a certeza de que as manifestações não vingaram durante a Copa do Mundo e com a confiança de que o Ministro, Gilberto Carvalho, fez o dever de casa costurando acordos com os movimentos sociais, a presidente, Dilma Rousseff, encheu o peito e disparou contra os arautos do caos: "O Brasil não pode se deixar contaminar pelos profetas do caos. Não levou três dias para o caos desaparecer, para que enterrássemos o 'não vai ter Copa'. A Copa está aí, está acontecendo, Brasil está mostrando a sua capacidade".

Pelo visto, a presidente está aos poucos recuperando a confiança a tempo da corrida eleitoral de outubro. Se o Brasil for bem no torneio o Planalto está pronto para capitalizar o resultado.

Afinal, o que é bom tem o dedo o PT e o que for ruim é culpa da FIFA.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Colhendo os frutos 'Ciro Nogueira & Dilma Rousseff'


A atitude do presidente do PP, Ciro Nogueira, fez sua cotação subir muito no Palácio do Planalto e à boca pequena a presidente Dilma Rousseff reconhece que o piauiense entregou o prometido.

Pego de surpresa com a saída do PTB da base aliada era visível o temor do Planalto que Ciro não suportasse a pressão.

Com uma atenção peculiar, a presidente vai anotando todos os protagonistas políticos e quem conhece Dilma sabe que numa eventual reeleição a presidente vai trazer consigo várias novidades.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Eleições: PSB reabriu negociação com o PSDB em Minas

O PSB de Eduardo Campos reabriu em Minas Gerais a negociação com o PSDB de Aécio Neves. Cogita abandonar a ideia de lançar um candidato próprio ao governo mineiro, reativando o acordo que previa o apoio à coligação encabeçada pelo tucano Pimenta da Veiga, ex-ministro das Comunicações de FHC. A decisão deve sair até sexta-feira (28).

Em articulação que traz as digitais de Aécio, o entendimento pode ultrapassar as fronteiras de Minas. Restabelecendo-se as relações, o PSDB pode apoiar a candidatura à reeleição do governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, do PSB. Nessa hipótese, o tucanato interromperia o diálogo com Paulo Hartung, que disputará o governo capixaba pelo PMDB.

A parceria mineira de PSB e PSDB já havia sido acertada entre Aécio e Campos. Combinara-se que um apoiaria o candidato do outro nos seus respectivos Estados. O tucanato cumpriu o combinado, ingressando na canoa de Paulo Câmara, o candidato do PSB ao governo de Pernambuco. Mas Campos, sob influência de sua vice, Marina Silva, optara por desenvolver um projeto próprio na terra de Aécio.

Sobreveio, porém, uma queda de braço entre PSB e Rede. A legenda de Campos queria lançar o deputado federal Julio Delgado. O movimento liderado por Marina preferia o professor e ambientalista Apolo Heringer. Principal liderança do PSB no Estado, o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, não desejava nenhum dos dois.

Eleito e reeleito com o apoio de Aécio, Lacerda sinalizara em privado que não romperia os laços que o unem ao PSDB. Ergueram-se barricadas também na Assembleia Legislativa mineira. Ali, a bancada do PSB integra o bloco de apoio aos governos tucanos desde o primeiro mandato de Aécio, inaugurado em 2003.

Rachado, o PSB de Minas e seus “hóspedes” da Rede realizaram no último sábado uma convenção tumultuada. Que decidiu não decidir. Transferiu-se para as Executiva estadual a tarefa de dissolver a encrenca. Conduz o processo o próprio Julio Delgado, que preside o diretório mineiro do PSB. No momento, discute-se a melhor maneira de reencaixar os candidatos a deputado do PSB na coligação proporcional capitaneada pelo PSDB.

Se vingar, o acordo representará mais uma derrota de Marina Silva. Enrolada na bandeira da “nova política”, a vice de Eduardo Campos defendia a construção de palanques estaduais próprios, num modelo em que a prática se ajustaria ao discurso. A tese de Marina já havia naufragado em São Paulo, onde o PSB se coligou com o tucano Geraldo Alckmin.

Malograra também no Rio, um Estado em que a legenda de Campos esvaziou a opção Miro Teixeira (Pros), para associar-se à candidatura petista de Lindbergh Farias. Fracassara, de resto, em praças como o Paraná, onde o PSB renovou uma antiga aliança firmada com o governador tucano Beto Richa, candidato à reeleição. Por último, a pregação de Marina volta a fazer água em Minas Gerais. Ela já avisou: nos Estados em que as alianças do PSB destoarem dos seus objetivos, a Rede balançará por conta própria.

Fonte: Blog do Josias de Souza.

DF: Decisão de PTB com Aécio passa por palanque de Gim em Brasília

Gim Argello – tudo passa por ele no PTB
 
Longe dos holofotes, a despeito da gritaria do líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes, grãos petistas veem digitais do senador Gim Argello (DF) na decisão de o PTB, até sexta governista, surpreender ao anunciar apoio a Aécio Neves (PSDB) na disputa presidencial.

Apesar de Benito Gama ser hoje o presidente do PTB, quem manda na legenda e controla as bancadas é o senador brasiliense.

Após o PT fazer vistas grossas à sua frustrada indicação para o TCU, Gim decidiu tentar reeleição e fechou com Aécio no DF, por sobrevivência política. O senador compõe chapa de José Roberto Arruda (PR) ao governo, o ex-governador preso pela PF em 2010 no chamado ‘Mensalão do DEM’. O adversário deste grupo político é o atual governador Agnelo Queiroz, do PT – palanque de Dilma no DF.

Fonte: Coluna do Leandro Mazzini.

Eleições: PTB muda para Aécio, mas Collor vai de Dilma

A decisão do PTB de trocar Dilma Rousseff por Aécio Neves não será seguida pelo senador alagoano Fernando Collor de Mello, um dos mais ilustres filiados da legenda. O presidente do impeachment optou por se manter fiel à candidata do PT, partido que mais se empenhou para escorraçá-lo do Planalto, em 1992.

Collor tentará renovar o mandato de senador. Vai às urnas enganchado numa chapa que tem como candidato ao governo de Alagoas o deputado federal Renan Filho (PMDB), herdeiro político da oligarquia chefiada pelo pai, o presidente do Senado, Renan Calheiros.

O PTB aprovou a parceria numa convenção estadual realizada na semana passada. No mesmo encontro, o partido decidiu apoiar no Estado a reeleição de Dilma. Mais: aprovou um par de moções. Numa, o PTB alagoano repudiou o que Collor chamou de “ataques injustos” à presidente. Noutra, aplaudiu a “maneira como ela vem conduzindo o processo administrativo político e eleitoral do Brasil.”

Em texto veiculado no site de Collor, o advogado Eraldo Firmino, que comanda a seção alagoana do PTB, disse que o apoio dado Aécio em âmbito nacional deve ser referendado nesta sexta-feira (27), em Salvador. Mas os diretórios estaduais que divergem estão liberados para fechar os acordos que lhes parecerem mais convenientes nos Estados.

O encontro de Collor com Renan em torno da candidatura de Renanzinho foi precedido de um estreitamento de inimizades. Renan, o pai, fora líder do governo Collor no Senado. Saltara do navio depois que PC Farias, uma espécie de Delúbio Soares da época, ganhara as manchetes na forma de escândalo. Desde então, a dupla não se bicava. O convívio no Senado e a conveniência eleitoral os uniu, sob aplausos de Lula e Dilma.

Collor invoca razões sociais para justificar sua conversão ao projeto nacional do ex-PT: “Temos que lutar pelo desenvolvimento econômico e social e seguir lutando por um país mais justo. Nos governos Lula e Dilma, milhões de brasileiros saíram da linha da pobreza. Queremos mais.”

Fonte: Blog do Josias de Souza.

Dia D 'Supremo Tribunal Federal'


Nesta quarta-feira 25 além do esforço concentrado do Congresso Nacional, os olhos se voltarão mais uma vez para o plenário do Supremo Tribunal Federal, onde foi incluído na pauta a votação dos recursos feito pelas defesa dos presos condenados no mensalão do PT.

Com a saída de Joaquim Barbosa da relatoria das execuções penais dos réus, há quem aposte que o ministro Luís Roberto Barroso vai se posicionar pela permissão de trabalho externo dos réus, entre eles José Dirceu, Barroso vai se basear no relatório do Procurador Geral da República. Rodrigo Janot que é favorável a saída dos presos para trabalhar durante o dia.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Vista grossa 'Aécio Neves & Ciro Nogueira'


O presidente do Partido Progressista, Ciro Nogueira, está perdendo o controle do partido a cada que que se aproxima as eleições.

Mesmo contra a vontade da presidente Dilma Rousseff, a maioria do PP está com o tucano Aécio Neves e essa costura política está se replicando em vários estados.

O que não se sabe é se Ciro realmente está perdendo o controle ou se está deixando o partido bem a vontade.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Força tarefa 'Heloísa Helena & Marina Silva'


Os presidenciáveis Eduardo Campos e Aécio Neves desceram em Alagoas com uma força tarefa para eleger a candidata ao Senado Federal, Heloísa Helena.

Marina Silva fez um pedido a Eduardo Campos para liberar Alexandre Toledo como vice na chapa de Benedito Lira.

Em troca Benedito vai apoiar informalmente a candidatura de Heloísa Helena.

Já Aécio Neves convenceu Agripino Maia a retirar Thomaz Nonô da disputa pela cadeira do Senado Federal, o que facilita a vida de Heloísa Helena.

Agora, toda essa costura pode afetar profundamente a candidatura de Renan Filho ao governo.

O que se vê, são todos contra um.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Problemas internos 'Dilma & Lula'


A presidente Dilma Rousseff teceu grandes elogios ao marqueteiro João Santana pelo trabalho feito na Convenção Nacional do Partido dos Trabalhadores no sábado passado.

O ex-ministro Franklin Martins, pretendia fazer um movimento mais radical, mas Dilma concordou com o marqueteiro que não é hora de fazer onda em cima de marola, é tempo de mar calmo.

Franklin saiu da queda de braço desgastado. Outro presidenciável que também enfrenta problema no marketing é o pessebista Eduardo Campos, que contratou Alon Feuerwerker e já tem arrependimento pelo resultado do trabalho oferecido até agora.

Aécio Neves também enfrenta problema, no núcleo analítico está o braço de Michel Temer, Gustavo Krieger, que anda batendo de frente com o marqueteiro, Paulinho Vasconcelos, vale a pena lembrar que Gustavo Krieger sempre esteve afinado com o Partido dos Trabalhadores.

Por isso para muitos, é de se estranhar o analista político no ninho tucano.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Gilvam Borges será candidato ao Senado no lugar de Sarney, diz Raupp

O presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), disse nesta terça-feira (24) que Gilvam Borges será o candidato do partido neste ano ao Senado Federal, no lugar do senador José Sarney (PMDB/AP), que anunciou sua saída da disputa. A candidatura, segundo Raupp, é bem vista pelo partido.

"O nome de Gilvam é consenso sim, creio que sim. Ele já foi senador, presidente do partido, e estava só aguardando essa decisão do presidente Sarney. E agora com a desistência de Sarney ele passou a ser o candidato natural", declarou Raupp nesta tarde durante entrevista no Senado.

Antigo aliado de Sarney e atual presidente do PMDB no Amapá, Gilvam Borges foi o terceiro mais votado nas eleições em 2010 para o Senado. Em 2011, ele chegou a assumir o mandato de senador depois que João Capiberibe (PSB), o segundo colocado, foi barrado pela Lei da Ficha Limpa.

Em novembro daquele ano, porém, o Supremo Tribunal Federal decidiu que a lei não se aplicava às eleições de 2010 e restituiu o mandato a Capiberibe. Na época, Gilvam estava licenciado e o mandato era cumprido pelo 1º suplente, seu irmão Geovani Borges. 

Segundo o Blog da Cristiana Lôbo, Sarney teria confidenciado a aliados seu receio em não conseguir se reeleger no pleito de outubro deste ano. Raupp, porém, disse que Sarney tem sua "fatia" garantida no eleitorado amapaense e que a última pesquisa no estado indicou que ele tem 50% das intenções de voto. 

O presidente do PMDB confirmou que o motivo da saída de Sarney é a saúde de sua mulher, Dona Marly. "Ele vinha conversando com a família há muito tempo e a questão é a saúde da dona Marli e dele também, que tem tido problema nos últimos dias", afirmou Raupp.

O partido, segundo o dirigente, fica "triste" com a decisão. "A gente fica triste de ele não continuar, mas é uma decisão pessoal que a gente tem que respeitar", declarou. 

Fonte: FOLHA.

Sem digitais 'José Guimarães'


Hoje o Partido dos Trabalhadores deve receber 16 assinaturas de partidos pedindo a renúncia da candidatura do petista cearense José Guimarães ao Senado Federal.

O governador do Ceará, Cid Gomes, está nos bastidores articulando para impedir os projetos de Guimarães.

Cid sonha com uma chapa de Camilo Santana para o governo e Domingos Filho do PROS para o Senado e vai fazer de tudo para desgastar Guimarães sem deixar rastro.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Evitando ciúmes 'Lula'


O clipping produzido pelo marqueteiro João Santana a pedido da presidente Dilma Rousseff, aparece apenas dois petistas falando: o ex-presidente Lula e o governador da Bahia, Jaques Wagner.

A presidente preferiu parar por ai para não criar ciumeira, mas já deixa o ministro Aluísio Mercadante desconfiado com a falta de prestígio.

O que já é fato, é que numa eventual reeleição de Dilma, Jaques Wagner, tem cadeira garantida na Esplanada dos Ministérios.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Sopa de letrinhas 'Eleições 2014'


A incoerência partidária já deu as caras mostrando que vai ser a grande vedete destas eleições. Em todos os partidos existem alianças que mais parecem uma mutação política.

De norte a sul as alianças regionais dão vida a grandes monstrengos políticos, a exemplo de São Paulo, Rio de Janeiro e Piauí onde, PSDB, PSB, PDT e até mesmo o PT se entrelaçam mostrando que importante é a realidade local.

É ai que a porca torce o rabo e o eleitor não entende mais nada, nessa verdadeira sopa de letrinhas. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Militância na rua 'Partido dos Trabalhadores'


Com o slogan "É pra lutar, é pra vencer, ninguém segura a militância do PT", o Partido dos Trabalhadores vai colocar seu exército nas ruas para não deixar o PSDB avançar muito em credibilidade junto à sociedade.

Apitaço, bandeiraços, corpo a corpo em eventos, feiras, shows, eventos religiosos, carros de som, o aparelhamento sindical, e principalmente atuar com força total no Norte e Nordeste do país são as armas que fazem parte da luta para não deixar a peteca cair.

A ordem é: amedrontar os mais humildes com o discurso de que se Aécio Neves for eleito presidente do Brasil, acaba a bolsa família.

E é bom lembrar que o PT é mestre neste tipo de guerrilha eleitoral.

Não foi à toa que Lula encurralou Geraldo Alkimim em 2006 com o discurso de que se o então candidato do PSDB fosse eleito presidente da República estaria pavimentada a estrada para privatização da Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica.

Deu Lula de virada no segundo turno com mais de 60% dos votos válidos.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Ex governador do DF, José Roberto Arruda, está na lista dos possíves pré candidatos ao governo do DF


Ex governador do DF, José Roberto Arruda, está na lista dos possíveis pré candidatos ao governo do DF

Ex governador do DF, José Roberto Arruda, está na lista dos possíveis pré candidatos ao governo do DF Aguardado com atenção por todo o meio político, o julgamento em segunda instância do ex-governador José Roberto Arruda, previsto para esta quarta-feira (25), foi suspenso por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Arruda foi condenado por improbidade administrativa em primeira instância no ano passado e, se os desembargadores confirmassem esse entendimento, o pré-candidato ao governo pelo PR ficaria inelegível.

Os advogados do ex-governador pediram que fosse declarada a suspeição do juiz Álvaro Ciarlini, que condenou Arruda em primeira instância. A argumentação da defesa é que, enquanto não houver uma decisão sobre esse pedido, o processo deve ficar paralisado. O STJ acatou esse entendimento.

“Seria inaceitável um julgamento de segundo grau quando a sentença de primeiro grau pode ser considerada nula. Uma decisão de segundo grau tem efeitos graves, com repercussão eleitoral”, argumenta o advogado de José Roberto Arruda, Edson Smaniotto. 

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Ex governador do DF, José Roberto Arruda, está na lista dos possíves pré candidatos ao governo do DF

    
Jose-Roberto-Arruda-(governador)
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Ex governador do DF, José Roberto Arruda, está na lista dos possíves pré candidatos ao governo do DF Aguardado com atenção por todo o meio político, o julgamento em segunda instância do ex-governador José Roberto Arruda, previsto para esta quarta-feira (25), foi suspenso por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Arruda foi condenado por improbidade administrativa em primeira instância no ano passado e, se os desembargadores confirmassem esse entendimento, o pré-candidato ao governo pelo PR ficaria inelegível.
Os advogados do ex-governador pediram que fosse declarada a suspeição do juiz Álvaro Ciarlini, que condenou Arruda em primeira instância. A argumentação da defesa é que, enquanto não houver uma decisão sobre esse pedido, o processo deve ficar paralisado. O STJ acatou esse entendimento.
“Seria inaceitável um julgamento de segundo grau quando a sentença de primeiro grau pode ser considerada nula. Uma decisão de segundo grau tem efeitos graves, com repercussão eleitoral”, argumenta o advogado de José Roberto Arruda, Edson Smaniotto. 
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Ex governador do DF, José Roberto Arruda, está na lista dos possíves pré candidatos ao governo do DF

    
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Ex governador do DF, José Roberto Arruda, está na lista dos possíves pré candidatos ao governo do DF Aguardado com atenção por todo o meio político, o julgamento em segunda instância do ex-governador José Roberto Arruda, previsto para esta quarta-feira (25), foi suspenso por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Arruda foi condenado por improbidade administrativa em primeira instância no ano passado e, se os desembargadores confirmassem esse entendimento, o pré-candidato ao governo pelo PR ficaria inelegível.
Os advogados do ex-governador pediram que fosse declarada a suspeição do juiz Álvaro Ciarlini, que condenou Arruda em primeira instância. A argumentação da defesa é que, enquanto não houver uma decisão sobre esse pedido, o processo deve ficar paralisado. O STJ acatou esse entendimento.
“Seria inaceitável um julgamento de segundo grau quando a sentença de primeiro grau pode ser considerada nula. Uma decisão de segundo grau tem efeitos graves, com repercussão eleitoral”, argumenta o advogado de José Roberto Arruda, Edson Smaniotto. 
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Ex governador do DF, José Roberto Arruda, está na lista dos possíves pré candidatos ao governo do DF

    
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Ex governador do DF, José Roberto Arruda, está na lista dos possíves pré candidatos ao governo do DF Aguardado com atenção por todo o meio político, o julgamento em segunda instância do ex-governador José Roberto Arruda, previsto para esta quarta-feira (25), foi suspenso por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Arruda foi condenado por improbidade administrativa em primeira instância no ano passado e, se os desembargadores confirmassem esse entendimento, o pré-candidato ao governo pelo PR ficaria inelegível.
Os advogados do ex-governador pediram que fosse declarada a suspeição do juiz Álvaro Ciarlini, que condenou Arruda em primeira instância. A argumentação da defesa é que, enquanto não houver uma decisão sobre esse pedido, o processo deve ficar paralisado. O STJ acatou esse entendimento.
“Seria inaceitável um julgamento de segundo grau quando a sentença de primeiro grau pode ser considerada nula. Uma decisão de segundo grau tem efeitos graves, com repercussão eleitoral”, argumenta o advogado de José Roberto Arruda, Edson Smaniotto. 
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terça-feira, 24 de junho de 2014

Eleições 2014: Agora é Agnelo contra Arruda


Pronto, o mistério chegou ao fim e não haverá mais o dia "D" para o Arruda, uma “carta da manga” que ninguém esperava foi tirada pelos advogados do ex-governador. Pegou o meio político de surpresa. O julgamento que ocorreria nesse dia 25 de junho, foi adiado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). O jogo está praticamente definido. Será verde contra vermelho: Agnelo contra Arruda.

Agora, só resta saber quem serão os aliados do ex-governador. Na tarde desta terça-feira (24), informações davam conta que o vice de Arruda estava mais que escolhido. Só não foi anunciado, ainda, porque o nome sugerido enfrentou uma enorme rejeição à indicação por parte da executiva nacional do seu partido. Que já está sendo “trabalhado”.

As imagens de Arruda recebendo dinheiro ainda pesam bastante. Isso causa uma resistência a nível nacional e tem prejudicado as articulações, mas não deverá ser empecilho para arrebanhar aliados. Ainda mais com os argumentos, como este blog já tomou conhecimento, que serão utilizados por Arruda para justificar o ato.

O adiamento do julgamento caiu como um “balde água fria” no Palácio do Buriti, que já contava com a derrocada de Arruda nos tribunais. Não colou. Quem quiser derrotar o ex-governador vai ter que encarar as urnas e não será fácil. O champanhe e os charutos cubanos continuaram na embalagem. Não serão espocados e nem acesos tão cedo.

Parte da oposição já sinaliza uma composição e as convenções dirão quais partidos irão compor com a chapa arrudista. Lembrando que o ex-governador lidera em todas as pesquisas de intenções de votos, e os números apontam que a sua vitória seria ainda em primeiro turno. O alerta vermelho foi acionado nas hostes petistas.

Zonzo e nas cordas

Outro que levou “uma bordoada” com a praticamente decidida candidatura de Arruda, foi o pré-candidato PSDB, Luiz Pitiman, que está cada vez mais isolado, já que a maioria dos partidos de oposição já decidiu quem apoiar. Um exemplo é o Solidariedade, de Augusto Carvalho, que já está nos braços do PSB, de Rollemberg. O PSD de Rosso deve ir no mesmo caminho com a possibilidade de indicar o vice de Rollemberg. O que restaria ao Pitiman seria um chapa “puro sangue”, o que prejudicaria os tucanos em cheio. Portanto, Luiz Pitiman está mais que ilhado. Este blog soube que ele, após tomar conhecimento da decisão à favor de Arruda, ficou igual lutador atingido, literalmente, “nas cordas”.

Mais, atenção

A sucessão ao Palácio do Buriti ainda não está indefinida. O cenário atual é que teremos um embate entre o verde e o vermelho. O ex-governador, José Roberto Arruda (PR) terá muito trabalho pela frente. O governador Agnelo Queiroz terá muito trabalho para “segurar” Arruda, e a sua caneta vai ter que despejar mais tinta que nunca. Que comecem as eleições 2014.

Fonte: Por Odir Ribeiro.

STJ suspende julgamento que poderia tornar Arruda inelegível

José Roberto Arruda 
 
O ministro Napoleão Nunes Maia Filho, da 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), suspendeu nesta terça-feira julgamento de segunda instância que poderia tornar inelegível o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (PR). Candidato favorito na disputa pelo Palácio do Buriti, Arruda foi condenado em fevereiro pelo crime de improbidade administrativa por participação no esquema conhecido como mensalão do DEM no Distrito Federal. 
 
O Tribunal de Justiça do DF havia agendado para esta quarta o julgamento do recurso de Arruda contra a condenação. Se os desembargadores confirmassem o veredicto da 2ª Vara da Fazenda Pública do DF, o ex-governador ficaria inelegível, deixando o caminho aberto para a reeleição do petista Agnelo Queiroz. Para interromper o julgamento, os advogados do ex-governador pediram a suspeição do juiz Álvaro Ciarlini, que já condenou o político em primeira instância. Como não houve decisão sobre esse pedido, o ministro do STJ considerou que o julgamento previamente agendado para esta quarta não poderia ocorrer. 
 
“Neste caso, a cautela se volta, essencialmente, para resguardar o eventual préstimo ou utilidade do próprio [recurso contra a condenação por improbidade]. A suspensão se mostra de todo recomendável, dadas as notáveis peculiaridades deste caso”, disse o ministro. “Deve o trâmite da ação de improbidade (...) ser pronta e imediatamente paralisado, na fase processual em que atualmente se encontra, sustando-se o julgamento do recurso apelatório”, completou ele. 
 
Em 2010, quando era governador, José Roberto Arruda foi preso e teve o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal por infidelidade partidária – ele deixou o DEM no auge do escândalo. 
 
Fonte: VEJA - Laryssa Borges de Brasília.

Mandado de segurança parlamentar pode barrar LUOS 'Celina Leão'

 
O polêmico projeto de Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS) pode ser barrado pela deputada Celina Leão (PDT), por meio de um mandado de segurança parlamentar. A Comissão de Assuntos Fundiários (CAF) convocou uma reunião extraordinária na última semana e aprovou o projeto a toque de caixa.  “Foram apresentadas 178 emendas parlamentares e 112 foram aprovadas pela CAF, embora eu faça parte da comissão, me abstive de votar porque sei o risco de inconstitucionalidade que a LUOS corre com este número de emendas, que não tivemos tempo hábil para analisar”, avalia Celina.

A LUOS é a lei que define toda a ocupação do solo no Distrito Federal com exceção do Plano Piloto, Cruzeiro e Candangolândia, é a legislação que vai regular o que é residência, o que é comércio, o que é serviço e entidades assistenciais, além de definir a altura das construções, o tamanho das edificações dentro do terreno, os estacionamentos, o afastamento de uma construção para outra, a permeabilidade do solo a destinação de novas áreas para postos de combustíveis  e áreas para indústria e agricultura.

“Não sou contra a LUOS, que é uma legislação necessária, por exemplo, para a concessão de alvarás, hoje emperrados por falta de regulamentação, mas é uma legislação que muda e influencia a vida de todos os moradores do DF, por isso o cuidado para que não haja vício de iniciativa, à exemplo do PDOT, aprovado às pressas e posteriormente julgado inconstitucional.  Com a pressa o governo vai dar uma sensação de segurança jurídica que é temporária, temos que dar segurança de verdade analisando emenda por emenda, por isso estou debruçada há 15 dias nos textos, mapas e projetos contidos nas mais de mil páginas de anexos da LUOS, uma matéria que não pode ser votada de qualquer jeito e a reveria de análise do Conplan”, ressalta a deputada.

Os parlamentares dispõem de um instrumento preventivo de controle de inconstitucionalidade, que é o mandado de segurança parlamentar, que impede a votação de um projeto que viole a Lei orgânica do DF. “Se a Comissão de Constituição e Justiça declarar a LUOS constitucional, da forma que está, por uma pressão do governo, vou entrar com o mandado de segurança parlamentar para barrar a votação”, declara Celina. 

Fonte: Ascom da Deputada Distrital Celina Leão por Irene Oliveira.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Arruda processa juiz na véspera de ser julgado


Às vésperas do julgamento de um dos seus recursos, no Tribunal de Justiça do DF, nesta quarta (25), o ex-governador José Roberto Arruda adotou uma estratégia arriscada para quem está prestes a se tornar inelegível pelos rigores da Lei Ficha Limpa: processar juízes. Ele interpôs várias ações, interpretadas como maneira de protelar as ações em que é réu. Ou tentar desqualificar aqueles que o têm condenado.

O principal alvo de Arruda é o juiz da 2ª Vara da Fazenda, em Brasília, Álvaro Ciarlini. Como foi condenado, quer afastar o juiz dos processos.

Álvaro Ciarlini negou provimento a três tentativas da defesa de Arruda de empurrar ações com a barriga, o que irritou o ex-governador.

O prazo para registro das candidatura começa em 5 de julho, por isso, se condenado antes desse prazo, Arruda ficará inelegível.

Fonte: Informações Diário do Poder.

Eleições: Aliados se distanciam do PT nos Estados



Os principais partidos que prometem apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff estarão em palanques opostos aos do PT na maioria das disputas estaduais deste ano.

A FOLHA levantou as pré-candidaturas já anunciadas para governador, vice-governador e senador de PMDB, PSD, PP, PR, PDT e PTB, aliados do Palácio do Planalto com as maiores bancadas na Câmara dos Deputados.

Em todas essas legendas, a quantidade de candidatos que disputarão votos contra um petista supera a de nomes que deverão compor chapa com a sigla.

O PMDB lidera em número de candidaturas contrárias ao PT. No cenário atual, em 16 Estados há um peemedebista em uma chapa majoritária oposta à chapa petista.

É o que ocorre em Estados de peso eleitoral como São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Em oito Estados, além de disputar contra o PT local, o aliado apoiará um dos prováveis adversários de Dilma.

No Acre e na Bahia, peemedebistas estarão em coligação que dará palanque para Aécio Neves, que concorre à Presidência pelo PSDB.

Em Pernambuco, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul, o partido dará palanque para Eduardo Campos, pré-candidato pelo PSB.

No Piauí e em Roraima, o PMDB integra alianças tanto com PSDB quanto com PSB.

Maior partido da base governista, o PMDB confirmou neste mês, com 59% dos votos na convenção, o apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff.

O PDT já confirmou em convenção nacional o apoio a Dilma, mas terá candidatos disputando contra petistas em sete Estados e estará no mesmo palanque em três.

No Distrito Federal, o deputado Reguffe (PDT) será candidato a senador na chapa de Rodrigo Rollemberg (PSB), que dará palanque para Eduardo Campos.

Entre os dirigentes de partidos, a lógica do "cada um por si" nos Estados é justificada pelas especificidades locais. O apoio a outro presidenciável é visto como natural, sobretudo quando o aliado encabeça a chapa contra um petista.

É o caso do PMDB, de Nelsinho Trad (MS), e do PP, de Ana Amélia Lemos (RS).

"Respeitamos as alianças regionais, mesmo que elas sejam com partidos de oposição. Mas o partido está com Dilma", diz Mário Negromonte, vice-presidente do PP.

O PDT é a exceção, pois defende apoio a Dilma mesmo em casos de aliança com partidos de oposição.

O presidente do PDT, Carlos Lupi, critica a intenção de Reguffe de apoiar Campos. "Ele não vai fazer campanha para ninguém para presidente. No máximo, que faça a campanha dele. Nacionalmente, estamos com o PT."

O PSD, que tem lançado dúvidas sobre o apoio prometido a Dilma, disputará contra o PT em ao menos dez Estados e estará junto em dois.

O PP compõe duas chapas com o PT e está contra em 12. Deverá dar palanque para Aécio Neves em cinco Estados. Em Pernambuco, a sigla está com Campos.

Já o PR estará com o PT em três Estados e será seu adversário em cinco.

Além disso, deve dar palanque para Aécio Neves no Acre e para Eduardo Campos no Rio Grande do Norte.

DESERÇÃO

O PTB, que havia prometido apoio a Dilma mas deve trocá-la por Aécio Neves, já dava sinais de fragilidade na aliança e deve compor palanques com os petistas somente em Pernambuco e no Piauí.

Os maiores problemas entre os dois partidos estão em Minas Gerais, Estado de Aécio Neves, e no Pará, onde Duciomar Costa (PTB) caminha para fechar aliança com o PSB e pedirá votos a Eduardo Campos.

Na Paraíba, Wilson Santiago (PTB) avança em acordo para sair candidato ao Senado na chapa tucana. Afirma, porém, apoiar Dilma.

Fonte: Por Patrícia Britto e João Pedro Pitombo - Portal UOL.

DF: Disputa assombra os eleitores

O ex-governador do Distrito Federal deixa a Superintendência da Polícia Federal em abril de 2010. 
 
Eleição no Distrito Federal tem governador impopular, candidatos com longas fichas corridas conhecidas e uma terceira via que não consegue se viabilizar.

A quatro meses das eleições, a grande maioria dos eleitores brasilienses não definiu seu candidato para a sucessão do governo do Distrito Federal. O desencanto captado pelas pesquisas não causa estranheza aos analistas políticos. De um lado da disputa está o governador Agnelo Queiroz, do PT, com um dos piores índices de aprovação do País. De outro, a oposição articula-se em torno do ex-governador José Roberto Arruda, preso em 2010 após ser flagrado em vídeo recebendo propina de Durval Barbosa, delator e um dos operadores do “mensalão do DEM”, esquema de corrupção com distribuição de mesadas a parlamentares.

À candidatura de Arruda, juntaram-se os ex-senadores Luiz Estevão e Joaquim Roriz, velhos conhecidos das páginas policiais. E os concorrentes da “terceira via” ainda penam para vencer a barreira dos dois dígitos nas intenções de voto.

Na mais recente pesquisa registrada na Justiça Eleitoral, o Instituto Veritás consultou 2.227 eleitores do Distrito Federal entre 3 e 6 de junho. Nas respostas espontâneas, 63,4% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar. Outros 11,3% indicaram voto branco ou nulo. Somente no cenário estimulado, com a apresentação dos prováveis candidatos, Arruda lidera a corrida eleitoral com 24,5% das intenções de voto, seguido por Queiroz, com 13%. Entre os nomes da “terceira via”, o melhor posicionado é o senador Rodrigo Rollemberg, do PSB, com 9,8%.

“Esse cenário não chega a surpreender. Na ausência de lideranças alternativas consolidadas, o eleitor vê-se obrigado a escolher entre os políticos tradicionais, por mais nebuloso que seja o passado deles”, avalia o cientista político Claudio Couto, da Fundação Getúlio Vargas. “Surpreendente é ver Brasília, a capital da República, atolada num panorama político tão desolador.”

A ficha corrida dos principais atores da política brasiliense é singular. Antes de entrar para a história do País como o primeiro governador preso no exercício do mandato, Arruda viu-se forçado a renunciar ao mandato de senador em 2001, após admitir ter violado o painel de votação do Senado no ano anterior. Temia ter o mesmo destino que seu atual aliado, Luiz Estevão, primeiro senador da República a ter o mandato cassado, em 2000, por desvios na obra do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo. Acabou condenado a 31 anos de prisão, mas recorre da sentença.

Com longa trajetória de processos na Justiça, Joaquim Roriz acabou barrado pela Ficha Limpa em 2010, quando tentava o quinto mandato no governo, por ter renunciado ao mandato no Senado em 2007. À época, foi acusado de negociar uma partilha irregular de 2,2 milhões de reais com o presidente do Banco Regional de Brasília (BRB). De última hora, abdicou da candidatura em favor da mulher Weslian Roriz, que chegou a disputar o segundo turno contra Agnelo Queiroz. Inexperiente, a mulher deu vexame nos debates e facilitou a vitória do petista.

Para as eleições de 2014, Roriz decidiu escalar a filha Liliane Roriz, deputada distrital pelo PRTB. Depois, anunciou apoio a Arruda, com a filha como vice na chapa. Liliane desistiu, porém, das pretensões ao Palácio do Buriti. Disputará a reeleição na Assembleia Legislativa, embora mantenha o apoio a Arruda.

Mesmo diante da fragilidade dos adversários, Queiroz terá enorme dificuldade para reeleger-se. No fim de 2013, seu governo era avaliado positivamente por apenas 9% da população, segundo o Ibope. Além disso, sua administração não é exatamente um exemplo de lisura. Recentemente, a primeira-dama do Distrito Federal, Ilza Queiroz, foi flagrada em grampo telefônico pedindo a um administrador regional, investigado pela Polícia Civil por fraudar alvarás, que “agilizasse” o processo de uma clínica. “Dona Ilza, pode dormir sabendo que amanhã a licença está na mão deles”, respondeu o funcionário, nomeado pelo governador.

Pesam ainda numerosas denúncias de superfaturamento em contratos públicos firmados durante a administração petista, a começar pela reforma do Estádio Nacional de Brasília, o mais caro da Copa, bancado integralmente pelos cofres públicos. Em março, uma auditoria do Tribunal de Contas da União apontou indícios de superfaturamento de 431 milhões de reais na execução da obra. O governador nega todas as acusações, e culpa a oposição pela sanha persecutória. Mas algumas histórias são realmente difíceis de engolir, como o gasto de 5,5 milhões de reais para a compra de 17 mil capas de chuva para a Polícia Militar, tendo em vista a realização da Copa das Confederações e a Copa do Mundo. Como se sabe, no período dos eventos esportivos, a capital federal passa por um período de seca.

O que intriga os especialistas é a incapacidade de renovação política. “É assustador ver essa turma liderando a disputa eleitoral”, afirma o cientista político João Paulo Peixoto, da UnB. A atual crise de representatividade, afirma o professor, pode ter relação com o excesso de poder da capital federal. Embora seja uma unidade federativa diferenciada dos demais estados, o Brasília tem direitos semelhantes: elege oito deputados e três senadores. Mas dispõe de regalias, como o repasse de recursos da União para bancar a segurança pública. O orçamento é de fazer inveja a muitos estados brasileiros: 35 bilhões de reais previstos para 2014. O valor é 60% superior ao orçamento do vizinho estado de Goiás, que dispõe de uma população 2,3 vezes maior.

“É muito poder para grupos dispostos a parasitar”, afirma Peixoto. “Todos os gastos da capital dos Estados Unidos precisam ser aprovados pelo Congresso americano. E Washington DC não tem direito a eleger senadores. Ottawa, a capital do Canadá, é uma cidade como outra qualquer, sem nenhuma regalia especial.”

Além disso, no Distrito Federal, não há municípios autônomos. O governador nomeia todos os 31 administradores regionais das “cidades-satélites”, lembra Claudio Couto, da FGV. “Essa centralização dificulta o surgimento de novas lideranças”.

Fonte: Por Rodrigo Martins - Revista CartaCapital.