Política

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domingo, 14 de setembro de 2014

Eleições: Em 24h, três candidatos a governo barrados na Ficha Limpa renunciam

Em MT e RR, candidatos anunciaram mulheres como substitutas. 

Arruda foi substituído pelo vice na chapa, Jofran Frejat (PR). A mulher do ex-governador, Flávia Peres (PR), foi escolhida a nova vice.

José Roberto Arruda foi condenado pelo Tribunal de Justiça do DF por improbidade administrativa no dia 9 de julho, em segunda instância, pelo suposto envolvimento no esquema de corrupção conhecido por mensalão do DEM. 

Segundo o entendimento do TSE e do TRE, no entanto, a condenação posterior ao pedido de registro também pode ser vista como condição de inelegibilidade.
 
Indeferido pelo TSE, o deputado estadual José Riva (PSD) deu lugar à mulher Janete Riva (PSD) na disputa pelo governo de Mato Grosso

Em Mato Grosso, José Riva teve a candidatura indeferida por ter sido condenado por improbidade administrativa. 

A decisão foi mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite de quinta-feira (11). Nesta sexta, foi anunciada a substituição pela ex-secretária de Cultura de Mato Grosso Janete Riva, mulher de Riva.
 
Neudo Campos foi subsituído pela mulher, Suely Campos, em Roraima 

Em Roraima, Neudo Campos também foi substituído pela mulher, Suely Campos, mas ele ainda aguarda recurso no TSE que deve ser julgado na segunda (15). Paulo César Quartiero (DEM) continua como vice na chapa. 

"Tive de deixar a candidatura e escolhi colocar a minha esposa, pois confio nela e nós seguiremos juntos na disputa eleitoral", sustentou o político ao anunciar a candidatura da mulher. 

Barrados

A um dia do fim do prazo para substituição de candidatos nas chapas nestas eleições, três postulantes a governador renunciaram às candidaturas: José Roberto Arruda (PR), no Distrito Federal; José Riva (PSD), candidato ao governo de Mato Grosso; e Neudo Campos (PP), candidato a governador em Roraima. Os três tiveram os registros barrados pela Lei da Ficha Limpa.

José Roberto Arruda foi condenado pelo Tribunal de Justiça do DF por improbidade administrativa no dia 9 de julho, em segunda instância, pelo suposto envolvimento no esquema de corrupção conhecido por mensalão do DEM.

Na quinta, o TSE rejeitou recursos protocolados pela defesa de Arruda e manteve a decisão de considerar o político inelegível.

A defesa do ex-governador alega que o pedido de registro da candidatura foi feito antes da condenação, quando Arruda ainda era ficha limpa, por isso, o registro não pode ser indeferido.

Segundo o entendimento do TSE e do TRE, no entanto, a condenação posterior ao pedido de registro também pode ser vista como condição de inelegibilidade.

O candidato ainda aguardava manifestação do Supremo Tribunal Federal (STF), mas anunciou a renúncia neste sábado (13), um dia antes do prazo para substituição se encerrar.

Em Mato Grosso, José Riva teve a candidatura indeferida por ter sido condenado por improbidade administrativa. A decisão foi mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite de quinta-feira (11). Nesta sexta, foi anunciada a substituição pela ex-secretária de Cultura de Mato Grosso Janete Riva, mulher de Riva.

O parlamentar já teve quatro condenações colegiadas por crime de improbidade administrativa e, em maio deste ano, chegou a ser preso durante a Operação Ararath por suposto envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro por meio de factorings. Passou três dias no Complexo da Papuda, em Brasília, e depois foi solto.

Janete Riva também já chegou a ser presa. O episódio foi em 2010, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Jurupari, que indiciou 93 pessoas por crimes ambientais na região de floresta amazônica em Mato Grosso.

Em Roraima, Neudo Campos também foi substituído pela mulher, Suely Campos, mas ele ainda aguarda recurso no TSE que deve ser julgado na segunda (15). Paulo César Quartiero (DEM) continua como vice na chapa.

Campos foi condenado poro crime contra a administração pública pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região e teve as contas de seu governo rejeitadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

"Tive de deixar a candidatura e escolhi colocar a minha esposa, pois confio nela e nós seguiremos juntos na disputa eleitoral", sustentou o político ao anunciar a candidatura da mulher.

Fonte: Portal G1em São Paulo / Blog do Ricardo Noblat.

Politica: Lei da Ficha Limpa é explosiva no DF

Em nenhuma unidade da federação, a Lei da Ficha teve tanto impacto como na capital do país.

A regra que tira da política candidatos condenados ou com histórico complicado mexeu com duas eleições ao governo do Distrito Federal.

Em 2010, ano em que a lei foi sancionada, Joaquim Roriz saiu do páreo e deixou a mulher, Weslian Roriz. O vice era o mesmo de José Roberto Arruda, Jofran Frejat.

Agora, quatro anos depois, nas primeiras eleições gerais da Lei da Ficha Limpa, a história se repete.

José Roberto Arruda é atingido pela regra.

Sem saída, precisou abdicar da candidatura. Dessa vez, no entanto, inverteu a chapa.

Frejat é o candidato ao governo e a mulher de Arruda, Flávia Peres, a vice.

Herdeira política de Joaquim Roriz, Jaqueline Roriz (PMN) também trombou com a Lei da Ficha Limpa. A deputada desistiu de recursos no STF e no lugar dela concorrerá o filho, Joaquim Domingos Neto (PMN).

Fonte: Por Ana Maria Campos e Helena Mader - Correio Braziliense.

DF: Ex-diretor é acusado de usar dados do Senado para campanha eleitoral

Agaciel – ele ainda manda no Senado, pelo ocorrido.

O deputado distrital do DF Agaciel Maia saiu do Senado, mas o Senado, pelo visto, não saiu da sua vida.

Apeado do cargo após uma série de escândalos denunciados, o ex-diretor-geral da Casa Alta virou alvo da Polícia Legislativa Federal que já comandou.

A investigação começou esta semana após registro de ocorrência de dois servidores novatos, recém-chegados a Brasília. Eles receberam em suas residências material de campanha impresso de Agaciel, candidato à reeleição para distrital.

A Polícia vai investigar se houve vazamento de dados sigilosos dos funcionários, e se mais servidores foram alvo do mailing. Procurada, a assessoria do Senado não se pronunciou.

SEI DE NADA

Através de sua assessoria, o deputado diz que é ‘sempre favorável às ações de investigação, mesmo convicto de que a atuação das estruturas da sua campanha se dão com observância da legislação.’

Fonte: Por Leandro Mazzini - Coluna Esplanada.

Falcão com os dias contados 'Dilma Rousseff'


O presidente nacional do PT, Rui Falcão, permanece sendo o inimigo N°1 da presidente Dilma Rousseff.

Os dois quando conversam não escondem que se odeiam e há daí a necessidade de ter sempre a presença de um terceiro presente aos encontros para evitar bate-boca e troca de insultos.

Como nem Rui nem Dilma querem recuar em suas opiniões, a presidente da República espera ser reeleita e se livrar no próximo ano de Rui Falcão que deixaria o comando petista e seria alojado numa secretaria do Governo de Fernando Haddad.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Questão de tempo 'Polícia Federal & Polícia Rodoviária Federal'

O Planalto está convencido que dirigentes das entidades sindicais da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal intensificaram operações para criar problemas para o PT e favorecer a candidatura de Marina Silva.

A relação da presidente Dilma Rousseff com os sindicalistas só piora e não há como o ex-presidente Lula resolver essa crise no relacionamento de sua sucessora com os sindicatos. Por isso, o Planalto teme que estoure um escândalo ainda no primeiro turno envolvendo o PT.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Causando náuseas 'Marina Silva'

Vozes das ruas afirmam que o marketing político não vai sobrepor a verdade. Afinal, esta tentativa de desconstruir a imagem da pessebista candidata ao Palácio do Planalto, Marina Silva, começa causar aversão no eleitorado.

Em Brasília os marineiros comemoraram os números da última pesquisa Data Folha, para eles a Capital Federal tem um eleitorado politizado e em grande parte servidores públicos que conhecem bem as táticas de desconstrução, saída justamente das mentes que um dia estiveram lado a lado com a sertanista.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Após ao acidente aéreo....Deram uma pedrada no ninho dos corvos...

 
Eduardo Campos vinha recebendo ameaças veladas de membros da cúpula petista sobre o alto risco de seu nome ser envolvido, de forma comprometedora, nas investigações da Operação Lava Jato, principalmente nos negócios superfaturados envolvendo a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. A queda do avião que matou o presidenciável socialista foi a gota d´água para Paulo Roberto Costa, ex-diretor de abastecimento da Petrobras, decidir contar tudo que sabe na delação premiada aos investigadores da Operação Lava Jato.

Também ameaçados, Paulo Roberto e seus familiares temiam o mesmo destino fatal de Campos. Preso desde março na Polícia Federal no Paraná, Paulo Roberto soube de uma informação assustadora sobre o acidente. Um dia antes da queda mortal em Santos, dois homens fizeram uma manutenção na aeronave. O fato gravíssimo é que a Aeronáutica e a segurança da Infraero no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, não têm a identificação dos dois técnicos.

Ao saber que a estranha ocorrência era investigada pela FAB, indicando que a morte de Eduardo Campos pudesse não ser tão acidental quanto parecia, Paulo Roberto resolveu mudar sua estratégia de defesa e contou tudo que sabia ao Ministério Público Federal e ao juiz Sérgio Fernando Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba. O nome de Eduardo Campos, inclusive, foi um dos citados nos problemas ligados à refinaria Abreu e Lima. Como bem reclamou a alarmada candidata Marina Silva, Paulo Roberto causou uma segunda morte de Eduardo Campos.

O domingão foi de pânico por causa da delação premiada de Paulo Roberto Costa. O ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajou ontem de manhã à Brasília para uma reunião de emergência. Lula se deslocou no jatinho da empreiteira Andrade Gutierrez que costuma usar em seus deslocamentos. O fato coincide com o momento fatal em que a Lava Jato, a partir do que Paulo Roberto delatou, começa a centrar fogo nos negócios das grandes empreiteiras principalmente com a Petrobras. As grandes construtoras, inclusive, passaram o recibo de montar um inédito pool para a uma estratégia comum de defesa já que teriam sido formalmente denunciadas, com provas, sobre pagamentos de propinas milionárias. As construtoras Camargo Corrêa, Odebrecht, OAS e Mendes Júnior, entre outras menos votadas e tradicionais doadoras de campanhas eleitorais, estão na mira do Ministério Público Federal e da Justiça.

O 07 de setembro foi um dia terrível para quem já sabe ter sido dedurado pelo arquivo-vivo Paulo Roberto Costa. Embora não se saiba que tenha sido formalmente citado pelo ex-diretor de abastecimento da Petrobras, Luiz Inácio Lula da Silva ficou tão preocupado quanto irritado, e já deu ordens para o governo adotar uma linha ofensiva de discurso. A missão é quase impossível para Dilma Rousseff que ontem estava abatida porque sabe não ter mais condições políticas de manter sua amiga Maria das Graças Foster na presidência da Petrobras. Dilma deve receber de Graça, o mais urgente possível, o pedido para sair, provavelmente junto com toda a diretoria da estatal de economia mista.

A turma do Palácio do Planalto, que só sabe de tudo quando convém, foi informada de que Paulo Roberto não poupou ninguém. Tanto que sua delação premiada, respaldada na Lei 9.807, de 1999, agora considerada mais uma herança maldita da 'Era FHC', pode render a Paulo Roberto até um inesperado perdão judicial. Se suas informações realmente permitirem a identificação dos membros da organização criminosa e facilitarem a recuperação total ou parcial dos milhões ou bilhões de reais desviados pelo esquema da Lava Jato, Paulo Roberto pode entrar no programa de proteção a testemunhas. Assim, legalmente, mudaria de nome e sairia do Brasil.

O acordo de delação premiada firmado por Paulo Roberto Costa com a Justiça terá de ser homologado pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, que cuida já de três ações ligadas à Lava Jato que envolvem políticos e autoridades com direito a foro privilegiado. A tendência de Teori Zavascki, sem muita alternativa, é pela ratificação do acordo. Em maio, o ministro chegou a conceder um habeas corpus libertando 12 presos na Lava Jato, inclusive Paulo Roberto. Mas foi obrigado a voltar atrás, sob o argumento de que os suspeitos poderiam fugir. Como os investigadores encontraram uma conta corrente de Paulo Roberto na Suíça, o juiz Sérgio Moro teve um argumento legal para fazê-lo retornar à cadeia.

Paulo Roberto Costa afundou o 'PTitanic'. Agora, como diz um amigo, restam duas classes no Brasil, que aguardam os próximos acontecimentos: as armadas e as alarmadas. 

Fonte: Blog Alerta Total - Jorge Serrão.

Celina Leão defende plano de carreira para Agentes de Atividades Complementares do IML

A deputada Celina Leão (PDT) defendeu a reestruturação do plano de carreira dos Agentes de Atividades Complementares do Instituto Médico Legal (IML), que paralisaram as atividades das 7h às 19h desta terça-feira (9). Ao todo, 37 funcionários, dentre os 40 escalados para trabalhar durante o dia, realizaram somente serviços como remoção de corpos nas ruas e exames de crime sexual.

“A luta desses servidores não tem impacto orçamentário, querem a reestruturação do plano de carreira. É legítimo o servidor parar, porque é a única forma do governo ouvi-los, estou indignada com Sr. Wilmar Lacerda, que além de não atender esta categoria, ainda impediu um assessor atendê-los. como falar em Partido dos Trabalhadores? Partido Democrático, de diálogo? O governo prometeu essa reestruturação há um ano e não cumpriu, a categoria vêm tentando uma negociação pacífica e agora param com legitimidade, mas não são atendidos nem pelo assessor do assessor”, lamenta a deputada.

De acordo com os servidores o plano foi prometido pelo GDF no ano passado, pondo fim à paralisação de agosto de 2013, no entanto a promessa não foi cumprida. O plano prevê que apenas funcionários de nível superior ingressem na carreira, que conta hoje com 95 servidores. O texto também limita as atribuições dos funcionários do IML e Instituto de Criminalística. “O IML é uma área sensível, sabemos que em período eleitoral não podemos votar projetos com impacto orçamentário, mas este não tem impacto”, considera Celina.

A parlamentar também criticou a pressão do governo de que tem que voltar para negociar. “Quero que de forma democrática o Sr. Wilmar os atenda, a melhor forma da democracia é o diálogo. Imagina você perder um ente querido e ainda ter o desgaste de um IML parado? Será que o GDF vai ter esta insensibilidade? Que o Sr. Wilmar desça do pedestal e atenda o servidor público”, reivindica.

Fonte: Ascom da candidata a Deputada Distrital Celina Leão por Irene Oliveira.

De Sérgio Prado para Arruda. HÁ ESPERANÇA, AGORA É COM RORIZ!


Amigo Arruda, tenho muito respeito por ti, és um forte aliado e líder, todos sabemos disso. O DF vive o período mais negro de sua história política, o país está sendo governado, monitorado e comandado por um partido que faz o quer, tira e coloca autoridades quando bem entende, cala a mídia à força, ilude o povo, distribui covardemente sonhos que nunca se realizarão. Sou rorizista, nunca neguei, nos unimos, rorizistas e arrudistas em prol de um futuro melhor para nossa capital, gostaria que o senhor continuasse seu trabalho, a maioria do povo também quer, tanto que está em primeiro lugar nas pesquisas. Mas como disse antes, “forças ocultas e politiqueiras” estão usando a “máquina” para barrá-lo. Não me leve a mal, mas note que o senhor está perdendo todas as instâncias na justiça, de nada adiantará nossa luta nas urnas com o senhor sendo condenado pelo STF. Certa vez o senhor disse que somos uma “equipe”, por favor, haja e pense como uma equipe, seja um líder e nos deixe vencer os adversários numa luta que realmente valha a pena. Deixe a emoção de lado e nos ajude a vencê-los!

Fico imaginando, já pensou? O senhor ganha as eleições, o STF o condena, e ai? Como fica a situação do DF? Como ficam os eleitores que confiaram os votos no senhor? Teremos que aturar mais 4 anos de enganação com o mesmo governo? Misericórdia!!!

Arruda amigo, o povo o quer, mas o quer como vencedor! Se somos um grupo, se estamos unidos, que pensemos como um “grupo”. Todos sabemos que Roriz o cacifou para disputar as eleições de 2014, pois quem deveria vir candidato era ele, não veio por questões de saúde. Mas Deus é tão misericordioso, que na reta final, mesmo com a saúde precisando de cuidados, começou a aparecer nas ruas. Milagre? Pode até ser, mas pra mim, isso é providência de Deus, é a vontade Dele, de nos capacitar a utilizar nossa liberdade de escolha, luta, de forma adequada. Acredito e tenho fé, que Deus está alterando a ordem natural das coisas para realizar a Sua vontade, pois para Ele nada é impossível. Acredito nem Ele queira que os atuais que estão comandando nosso DF sejam reeleitos.

Assim como o senhor, Roriz também é querido pelo povo, comprometido e dedicado em melhorar a vida da população do Distrito Federal, guerreiro das causas sociais e uma das maiores lideranças políticas brasileiras. Quem não se lembra daquela fantástica vitória de Roriz nas eleições de 1988? adversários saltitantes, sorridentes, eufóricos, com olhos grávidos de vitória, perdendo de virada? Pois é Arruda, é incrível, mas é assim que eles se sentem hoje, acreditam que devido sua situação na justiça, vão ganhar de qualquer jeito, no tapetão. Para os adversários e para a justiça, nada importa, nem a vontade do povo. Mas existe uma pessoa que pode vencê-los, morrem de medo dele, RORIZ, seu amigo, amigo leal do povo, da cidadania e sem impedimentos na justiça para disputar as eleições de 2014. Certa vez, meu pai, Tomaz Filho, antigo jornalista dos Cobras da Notícia e radialista do Para Ouvir e Amar, me disse: Filho, a vida é um rio, é inútil culpar a água por seguir seu curso, faça o que for possível, que Deus fará o impossível completando sua missão. Deixe-nos tentar com Roriz, mesmo com saúde precisando de cuidados, acredito que seu médico particular, Jesus Cristo, não o deixará sozinho nessa dura caminhada, pois como disse antes, para Ele nada é impossível. Nossa vitória, será sua vitória, não iremos decepcionar.

De seu amigo e candidato a Deputado Distrital pelo PRTB, Sérgio Prado 28042.

Fonte: Ascom do candidato a Deputado Distrital Sérgio Prado.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Enquete: Liliane Roriz é a preferida


No meu perfil do Facebook fiz a seguinte pergunta: Em uma EVENTUAL desistência de Arruda. Qual desses três nomes é o mais forte para substitui-lo? 

1- Flávia Arruda 2 - Gim Argello 3 - Liliane Roriz. Até o fechamento dessa matéria foram 104 comentários. Mas, a nossa equipe quando fez o levantamento o número de comentários eram 94. Veja o resultado.

Liliane Roriz - 25 votos
Flávia Arruda - 21 votos
Gim Argello - 6 votos.
Respondeu a enquete com outros nomes - 41 votos

Pelo menos nessa rápida enquete a preferida dos internautas foi a deputada distrital Liliane Roriz, seguida de Flávia Arruda. Já a maioria dos internautas preferiram indicar outros nomes ou não entenderam o espírito da enquete.

Fonte: Odir Ribeiro.

Sem saída 'Lula & Dilma Rousseff'

Assim como o ex-presidente Lula afirmou que não sabia de nada sobre o mensalão, a presidente Dilma Rousseff vem seguindo a mesma linha em relação aos maus feitos na maior estatal brasileira, a Petrobras.

Acontece que de acordo com Paulo Roberto Costa em sua delação premiada afirma que o tesoureiro nacional do Partido dos Trabalhadores, João Vaccari Neto, estava amealhando recursos para o partido usando o esquema espúrio instalado na Petrobras.

Esses recursos eram das empreiteiras que detinham contratos com a empresa, de negociatas usando fundos de pensão e teve como destino os cofres da legenda e invariavelmente a campanha da presidente Dilma. Sendo assim, desta vez o "eu não sabia”, não vai funcionar.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Coragem no PP 'Ciro Nogueira'

Ciente de que a bronca com Alberto Yousseff se tratava de pessoas do gabinete, o senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, partiu para o ataque declarando num fax enviado ao juiz Sérgio Moro de que renunciaria ao mandato se ficasse comprovado qualquer ligação com o doleiro Alberto Yousseff, preso durante a operação Lava Jato da Polícia Federal.

O senador pediu também que o juiz torne pública todas as informações relativas a ele no processo.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

STJ: Mantida decisão que condenou Arruda e candidato continua ficha suja

Tribunal entendeu que juiz que condenou Arruda não era suspeito para julgar o caso.

Campeão nas pesquisas, Arruda não comparece ao debate promovido pela revista "Veja"
 
Por três votos a um, a Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou nesta terça-feira um recurso do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda e, com isso, manteve a condenação por improbidade administrativa que o tornou ficha suja. Arruda é o líder nas pesquisas de intenção de voto a governador do DF, mas enfrenta uma batalha judicial para liberar sua candidatura, barrada pela Lei da Ficha Limpa. À noite, em outra frente de batalha, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deverá julgar outro recurso que tem por objetivo manter sua candidatura. Arruda chegou a ser preso em 2010 por atrapalhar as investigações da Operação Caixa de Pandora, que desbaratou um esquema de corrupção que ficou conhecido como mensalão do DEM.

A defesa de Arruda pedia que o juiz que o condenou na primeira instância, Alvaro Ciarlini, fosse considerado suspeito para julgá-lo. Se isso ocorresse, a decisão seria derrubada e estaria aberto o caminho para Arruda voltar a ser considerado ficha limpa e ter sua candidatura liberada. Dos quatro ministros, dois - Napoleão Nunes Maia Filho e Sérgio Kukina - entenderam que o recurso apresentado por Arruda era cabível, ou seja, deveria ser julgado. Outros dois ministros - Benedito Gonçalves e Regina Helena Costa - discordaram. Com o empate, o recurso teve que ser julgado, mas nesse caso só Napoleão votou de forma favorável a Arruda.

O advogado Gustavo de Castro Afonso, que defende Arruda, lembrou que Ciarlini foi considerado suspeito pela Primeira Turma para julgar o caso do ex-presidente da Câmara Legislativa do DF Leonardo Prudente, outro envolvido no mensalão do DEM. Assim, ele também deveria ser considerado suspeito para julgar Arruda.

- Essa mesma primeira turma, em caso conexo, já declarou a suspeição do mesmo magistrado. E declarou numa causa conexa à presente, que eu diria ser a causa mãe. E esta é causa filha - disse o advogado. - Se esta egrégia turma declarou o juiz suspeito em causa conexa, o caminho natural é a extensão dos efeitos para o presente caso. Ou o juiz é competente para julgar todas as ações ou não é competente para julgar nenhuma delas.

O Ministério Público defendeu a rejeição do recurso de Arruda, lembrando que a decisão de Ciarlini foi confirmada depois pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). Foi a condenação pelo TJDFT, um órgão colegiado, que permitiu barrar a candidatura de Arruda por meio da Lei da Ficha Limpa.

O presidente da Primeira Turma e relator do caso, o ministro Napoleão Nunes Maia Filho, começou o seu voto dizendo que não iria julgar se Arruda é culpado ou inocente. Depois, ele afirmou entender que faltou isenção a Ciarlini para julgar o caso. Para Napoleão, ele deveria ter suspendido a tramitação do processo ao ter sua suspeição levantada pela defesa.

- Não vamos afirmar aqui que ele é culpado ou inocente. Esse recurso trata somente ou só da alegação de suspeição do magistrado - afirmou Napoleão, que ainda disse:

- Esse processo não tem nenhuma particularidade notável, se não se tratasse de alguém notório e que está em disputa pela governança do DF. Não fosse isso, não teria nenhuma importância. É uma questão trivial de suspeição de juiz.

O ministro do STJ é o mesmo que já concedeu uma liminar suspendendo o julgamento do TJDFT que confirmaria a decisão de Ciarlini e, com isso, viria a tornar Arruda ficha suja. O julgamento só ocorreu porque o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa cassou a liminar de Napoleão.

Os ministros Benedito Gonçalves, Regina Helena Costa e Sérgio Kukina discordaram do colega e entenderam que Ciarlini não deveria ser considerado suspeito.

- O juiz não foi ouvido. Como vou dizer que ele é suspeito se ele não teve oportunidade de falar? Onde está o contraditório? - questionou Regina Helena.

- Ele não demonstrou ter agido, ter tido um comportamento arbitrário - afirmou Kukina.

Fonte: Por Aandré de Souza - O Globo.

O mundo real: No STJ o destino político de Arruda. No STF o destino da delação de Paulo Roberto

Nas mãos de seis ministros de dois tribunais superiores estão o futuro desses dois homens.

José Roberto Arruda: "Joguei o jogo da política brasileira"

Paulo Roberto Costa na luta para sair da cadeia, delata o que pode ser o maior escândalo de corrupção depois do Mensalão do PT. O futuro deste, se encontra na mão do ministro do Teori Zavascki do Supremo Tribunal Federal.

Já no outro caso, tentando a todo custo voltar ao Palácio do Buriti, o ex-governador José Roberto Arruda que tem seu envolvimento comprovado (palavras dele), no que ficou conhecido como Mensalão do DEM, recorreu ao STJ. Ele depende da maioria de um colegiado de cinco votos naquela corte para continuar na sua luta incansável de voltar ao poder.

Paulo Roberto inicia um caminho que será longo, penoso, ganhará com seu gesto o ódio de seus ex-colegas e pseudos amigos. Esse caminho aqui no Distrito Federal já foi percorrido por um outro colaborador do Judiciário, do Ministério Público e da Policia Federal e deu frutos positivos no combate ao assalto dos cofres do GDF.  Falo de Durval Barbosa. Passados cinco anos as informações prestadas pelo colaborador do que ficou conhecido como Operação Caixa de Pandora e politicamente como Mensalão do DEM restou tudo provado, era tudo verdade.

Durval falou que bancou a campanha de José Roberto Arruda em 2006. Foram 45 milhões de Reais, valores da época. Ele apresentou as notas fiscais. A maior parte da campanha foi bancada pelo sócio do conhecido Carlinhos Cachoeira, o Messias. A denuncia de Durval Barbosa esta muito bem documentada. A delação feita por Durval Barbosa é rica em detalhes e foram esses detalhes que levaram a uma empresa de nome Patamar que pagou a AB produções a quantia de R$ 1.250. 000, 00 Reais, e foi um detalhe que levou os investigadores a nota fiscal da produtora que ao errar a nota colocou claramente que o dinheiro era para a campanha do atual candidato José Roberto Arruda. Ao se dá conta, o titular da produtora procura, vai falar com o Durval. Diz que precisa trocar a nota. Eles trocam a nota. Esse detalhe foi importante para confirmar as revelações de Durval. As duas notas fiscais foram apreendidas, a original e a falsa. E um vídeo revelador, dissertativo e conclusivo para se provar os desvios de recursos públicos oriundos da Codeplan que foram feitos para abastecer e prover a candidatura de Arruda em 2006. "Campanha do Fantoche", esse era o termo usado pelo seus antigos apoiadores financeiros de campanha.

Em 2011 Arruda disse que ajudou líderes do DEM a captar dinheiro. "Segundo o ex-governador, o dinheiro da quadrilha que atuava em Brasília alimentou campanhas de ex-colegas como José Agripino Maia e Demóstenes Torres." Em 2014 Paulo Roberto delata e diz que desviou recursos da Petrobras para integrantes da base política do governo federal.

Cinco ministros devem participar da sessão de hoje no colegiado do Superior Tribunal de Justiça: Ari Pargendler, Napoleão Nunes Maia Filho que é relator do processo, Benedito Gonçalves, Sérgio Kukina e Regina Helena Costa. Única mulher da turma, a ministra Regina passou a compor o colegiado há menos de duas semanas. Ontem à noite era dada como certa a ausência na sessão de hoje do ministro Ari Pargendler. Se isso realmente acontecer, poderá estar ai grande trunfo para a vitória de Arruda no dia de hoje.

José Roberto Arruda procura uma saída no STJ para anular a condenação por improbidade administrativa que lhe foi imposta em primeira instância no TJDFT, e com a possível decisão favorável no STJ, que o próprio Arruda já disse ter 90% de chance, no TSE, irá derrubar o resultado negativo imposto pelo órgão no mês passado. Com as decisões lhes sendo positivas, Arruda seguirá na campanha rumo ao Palácio do Buriti.

Só para relembrar, Arruda e a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN) foram condenados em primeira instância por improbidade administrativa, em decisão do juiz Álvaro Ciarlini. O Ministério Público alegou que a parlamentar teria recebido dinheiro de Durval Barbosa a mando de José Roberto Arruda. Em junho deste ano, o TJDFT marcou o julgamento em segunda instância na 2ª Turma Cível. Os advogados recorreram ao STJ e conseguiram suspender a apreciação do caso, alegando a falta de uma decisão definitiva sobre a suposta suspeição do juiz Álvaro Ciarlini. O caso foi parar no STF e o então presidente da Corte, Joaquim Barbosa, derrubou a liminar e determinou a realização do julgamento. Em 9 de julho, a 2ª Turma Cível manteve a condenação do candidato do PR. A esperança agora é derrubar essa decisão.

Na última quinta-feira, o STJ negou um agravo regimental apresentado pelo Ministério Público que questionava a distribuição de uma Medida Cautelar de Arruda para relatoria do ministro Napoleão Nunes Maia Filho. O magistrado já havia relatado um processo de outro réu em uma ação de improbidade por envolvimento na Pandora. Nesse caso, o acusado pediu a suspeição de Ciarlini e obteve êxito, já que a 1ª Turma acatou os argumentos da defesa — com voto favorável do ministro Napoleão. O STJ manteve o ministro na relatoria do recurso de Arruda.

Enquanto isso, preso, Paulo Roberto só quer ver confirmado pelo ministro Teori Zavascki o termo de sua delação premiada. Se o resultado for positivo Paulo Roberto seguirá para casa, ficará ao lado da família.

Faço essas observações por ficar como muitos brasileiros, sem entender, certas coisas da política no Distrito Federal e no resto do Brasil. Parece que apesar de todos os escândalos, nada muda.

Ao ler em reportagem da revista Veja, fragmentos da tentativa de delação premiada do Sr. Paulo Roberto Costa publicados, e que deixou estarrecido o mais analfabeto dos brasileiros, me levou a seguinte conclusão, só nos resta, confiarmos em uma única instituição, o JUDICIÁRIO.

Quando li a reportagem, me veio a lembrança uma entrevista do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda concedida à mesma revista no dia 17/03/2011, nela ao ser indagado pelo repórter se ele ( Arruda) era corrupto? Ele ( Arruda ) responde: "Infelizmente, joguei o jogo da política brasileira. As empresas e os lobistas ajudam nas campanhas para terem retorno, por meio de facilidades na obtenção de contratos com o governo ou outros negócios vantajosos." Passados alguns poucos anos, Arruda parece ter esquecido o que falou e tenta voltar ao Governo do Distrito Federal a todo custo. Para isso tenta anular uma condenação que já foi confirmada pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Tenta que seja julgado suspeito o juiz que o condenou, aliás suspeição que já foi afastada pelo próprio Tribunal de Justiça do Distrito Federal na Segunda instância.

É através do JUDICIÁRIO, que o Sr. Paulo Roberto ao abrir o seu arquivo, começa a revelar o que vivemos cansados de saber. Paulo Roberto delator do esquema, começa a limpar a sua alma. Dos que são acusados, só ouvimos uma resposta: tudo mentira. Se calam.

Arruda solto, soltou o verbo, diferente de Paulo Roberto que vislumbrava pegar mais de 30 anos de cadeia e resolveu abrir a boca.

Paulo Roberto acusa políticos e partidos da base aliada ao governo Federal de terem através dele se locupletado de vultosas quantias desviadas da Petrobras. Sobrou até para o finado Eduardo Campos. Pelo que estamos vendo e lendo os ideais políticos estão sucumbindo a patifaria do enriquecimento pessoal de meia dúzia de marginais que veem na nação uma forma de criarem castas de poder.

Na ocasião que foi entrevistado o ex- governador do DF já falava isso "Ninguém se elege pela força de suas ideias, mas pelo tamanho do bolso. É preciso de muito dinheiro para aparecer bem no programa de TV."

"E as campanhas se reduziram a isso." Palavras de Arruda.

Diante dos dois quadros que aqui retrato me faço uma pergunta, e por que Arruda quer voltar? O que mudou do dia da entrevista concedida por Arruda até os dias de hoje? Quando vemos Paulo Roberto delatar o que parece ser um grande esquema para campanhas políticas.

Pelo jeito que as coisas vão só nos resta o Judiciário. Ou não é? .
 
Entrevista: a revista Veja online

Arruda diz que ajudou líderes do DEM a captar dinheiro

Segundo o ex-governador, dinheiro da quadrilha que atuava em Brasília alimentou campanhas de ex-colegas como José Agripino Maia e Demóstenes Torres

José Roberto Arruda foi expulso do DEM, perdeu o mandato de governador e passou dois meses encarcerado na sede da Polícia Federal (PF), em Brasília, depois de realizada a Operação Caixa de Pandora, que descobriu uma esquema de arrecadação e distribuição de propina na capital do país. Filmado recebendo 50 mil reais de Durval Barbosa, o operador que gravou os vídeos de corrupção, Arruda admite que errou gravemente, mas pondera que nada fez de diferente da maioria dos políticos brasileiros: “Dancei a música que tocava no baile”.

Em entrevista a VEJA, o ex-governador parte para o contra-ataque contra ex-colegas de partido. Acusa-os de receber recursos da quadrilha que atuava no DF. E sugere que o dinheiro era ilegal. Entre os beneficiários estariam o atual presidente do DEM, José Agripino Maia (RN), e o líder da legenda no Senado, Demóstenes Torres (GO). A seguir, os principais trechos da entrevista:  
 
O senhor é corrupto?

Infelizmente, joguei o jogo da política brasileira. As empresas e os lobistas ajudam nas campanhas para terem retorno, por meio de facilidades na obtenção de contratos com o governo ou outros negócios vantajosos. Ninguém se elege pela força de suas ideias, mas pelo tamanho do bolso. É preciso de muito dinheiro para aparecer bem no programa de TV. E as campanhas se reduziram a isso.

O senhor ajudou políticos do seu ex-partido, o DEM?

Assim que veio a público o meu caso, as mesmas pessoas que me bajulavam e recebiam a minha ajuda foram à imprensa dar declarações me enxovalhando. Não quiseram nem me ouvir. Pessoas que se beneficiaram largamente do meu mandato. Grande parte dos que receberam ajuda minha comportaram-se como vestais paridas. Foram desleais comigo.

Como o senhor ajudou o partido?

Eu era o único governador do DEM. Recebia pedidos de todos os estados. Todos os pedidos eu procurei atender. E atendi dos pequenos favores aos financiamentos de campanha. Ajudei todos.

O que senhor quer dizer com “pequenos favores”?

Nomear afilhados políticos, conseguir avião para viagens, pagar programas de TV, receber empresários.

E o financiamento?

Deixo claro: todas as ajudas foram para o partido, com financiamento de campanha ou propaganda de TV. Tudo sempre feito com o aval do deputado Rodrigo Maia (então presidente do DEM).

De que modo o senhor conseguia o dinheiro?

Como governador, tinha um excelente relacionamento com os grandes empresários. Usei essa influência para ajudar meu partido, nunca em proveito próprio. Pedia ajuda a esses empresários: “Dizia: ‘Olha, você sabe que eu nunca pedi propina, mas preciso de tal favor para o partido’”. Eles sempre ajudaram. Fiz o que todas as lideranças políticas fazem. Era minha obrigação como único governador eleito do DEM.

Esse dinheiro era declarado?

Isso somente o presidente do partido pode responder. Se era oficialmente ou não, é um problema do DEM. Eu não entrava em minúcias. Não acompanhava os detalhes, não pegava em dinheiro. Encaminhava à liderança que havia feito o pedido.

Quais líderes do partido foram hipócritas no seu caso?

A maioria. Os senadores Demóstenes Torres e José Agripino Maia, por exemplo, não hesitaram em me esculhambar. Via aquilo na TV e achava engraçado: até outro dia batiam à minha porta pedindo ajuda! Em 2008, o senador Agripino veio à minha casa pedir 150 mil reais para a campanha da sua candidata à prefeitura de Natal, Micarla de Sousa (PV). Eu ajudei, e até a Micarla veio aqui me agradecer depois de eleita. O senador Demóstenes me procurou certa vez, pedindo que eu contratasse no governo uma empresa de cobrança de contas atrasadas. O deputado Ronaldo Caiado, outro que foi implacável comigo, levou-me um empresário do setor de transportes, que queria conseguir linhas em Brasília.

O senhor ajudou mais algum deputado?

O próprio Rodrigo Maia, claro. Consegui recursos para a candidata à prefeita dele e do Cesar Maia no Rio, em 2008. Também obtive doações para a candidatura de ACM Neto à prefeitura de Salvador.

Mais algum?

Foram muitos, não me lembro de cabeça. Os que eu não ajudei, o Kassab (prefeito de São Paulo, também do DEM) ajudou. É assim que funciona. Esse é o problema da lógica financeira das campanhas, que afeta todos os políticos, sejam honestos ou não.

Por exemplo?

Ajudei dois dos políticos mais decentes que conheço. No final de 2009, fui convidado para um jantar na casa do senador Marco Maciel. Estávamos eu, o ex-ministro da Fazenda Gustavo Krause e o Kassab. Krause explicou que, para fazer a pré-campanha de Marco Maciel, era preciso 150 mil reais por mês. Eu e Kassab, portanto, nos comprometemos a conseguir, cada um, 75 mil reais por mês. Alguém duvida da honestidade do Marco Maciel? Claro que não. Mas ele precisa se eleger. O senador Cristovam Buarque, do PDT, que eu conheço há décadas, um dos homens mais honestos do Brasil, saiu de sua campanha presidencial, em 2006, com dívidas enormes. Ele pediu e eu ajudei.

Então o senhor também ajudou políticos de outros partidos?

Claro. Por amizade e laços antigos, como no caso do PSDB, partido no qual fui líder do Congresso no governo FHC, e por conveniências regionais, como no caso do PT de Goiás, que me apoiava no entorno de Brasília. No caso do PSDB, a ajuda também foi nacional. Ajudei o PSDB sempre que o senador Sérgio Guerra, presidente do partido, me pediu. E também por meio de Eduardo Jorge, com quem tenho boas relações. Fazia de coração, com a melhor das intenções.

Fonte: Blog do Edson Sombra, Revista Veja e Correio Braziliense.

Doando fortuna 'Junior do Friboi'


Junior do Friboi desistiu de disputar a cadeira do Palácio das Esmeraldas em Goiás mas a família continua de braços dados com a política.

Ao menos é o que mostra as doações a políticos. Só para se ter uma ideia, verdadeira fortuna foi destinadas aos presidenciáveis, R$ 14,5 milhões para a reeleição da presidente Dilma Rousseff, R$ 6 milhões para Marina Silva e R$ 5 milhões para Aécio Neves.

Isso tudo sem falar os amigos candidatos a governos estaduais e congressistas. Afinal para se conseguir grandes quantias em empréstimos do BNDES é preciso ter amigos certos nos lugares certos.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Incômodo na categoria 'Sérgio Moro'

Chamou a atenção o movimento de alguns poucos parlamentares tentando se organizar para pedir ao juiz Sérgio Moro, responsável pelas as investigações da operação Lava Jato da Polícia Federal e pela delação premiada de Paulo Roberto Costa, para que torne publica toda a Lava Jato e a delação premiada do ex-diretor da Petrobras.

Com tantos parlamentares envolvidos e citados em reportagens já tem político incomodado com o velho ditado que diz: “diga-me com quem andas que te direi que és”.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Briga de gigantes 'Câmeras de monitoramentos no DF'

Corre a boca pequena em Brasília, os bastidores de uma briga de gigantes pelo mercado de câmeras de monitoramentos aqui no DF, com gente de peso entre os candidatos a distritais ligados às empresas querendo morder um naco para sua campanha eleitoral.

Nos próximos dias a empresa vencedora de licitação da Secretaria de Fazenda deverá ser chamada para iniciar a instalação das novas câmeras e o padrinho político virá a tona.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Petrolão: Dilma pode não ter a mesma sorte de Lula, diz revista

Publicação britânica The Economist comparou o mensalão às denúncias do mega esquema de propina na Petrobras. 

Dilma Rousseff durante desfile em comemoração da independência brasileira em Brasília (DF)
 
A presidente Dilma Rousseff (PT) pode não ter a mesma sorte do ex-presidente Lula (PT), que saiu "ileso" do escândalo do mensalão, segundo a revista britânica The Economist, em artigo publicado em sua edição online. A publicação compara o mensalão às denúncias de um esquema de propina na Petrobras e diz que a delação do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa pode afetar o resultado das eleições.

"Lula teve um ano para sacudir a poeira, enquanto desta vez Dilma tem somente um mês até o dia do pleito", afirma a Economist, destacando que vencer Marina Silva (PSB) já era um forte desafio para a petista. O artigo aponta que o nome de Eduardo Campos também foi citado por Costa, mas argumenta que nenhum outro nome ligado ao PSB foi envolvido e que Marina é vista como uma pessoa "ética" pela maioria dos brasileiros.

A revista destaca que a delação de Costa precisará ser "cuidadosamente corroborada". "Mas a questão deve despertar memórias de deslizes do PT que a presidente vem tentando arduamente colocar para trás", diz a publicação. "Não ajuda a presidente o fato de que, se forem verdade, os desvios alegados na Petrobras aconteceram debaixo do seu nariz, primeiro como ministra de Minas e Energia de Lula, depois como presidente do conselho administrativo da companhia."

Segundo a Economist, a campanha eleitoral, que já havia recomeçado do zero após a morte de Eduardo Campos, foi "sacudida" novamente.

Fonte: Revista Veja.

Inquérito: PF investiga vazamento de informações de ex-diretor da Petrobras

A Polícia Federal instaurou no sábado um inquérito para apurar o possível vazamento de informações sigilosas após políticos da base aliada, um ministro e três governadores de Estado serem apontados como beneficiários de um esquema de propina na Petrobras. 

Na sexta-feira, a imprensa divulgou relatos do depoimento do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, que negocia o benefício da delação premiada para entregar detalhes do esquema. A delação ainda não foi homologada, mas promotores e policiais que investigam o caso há uma semana colhem depoimentos de Paulo Roberto.

No sábado, a revista "VEJA" publicou uma lista de autoridades supostamente apontadas pelo ex-diretor como beneficiárias do esquema, entre elas o ministro Edison Lobão (Minas e Energia), a governadora Roseana Sarney (Maranhão) e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo em 13 de agosto. "VEJA" cita, ainda, o tesoureiro do PT, João Vaccari, e os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB), e da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), entre outros. A reportagem não traz detalhes, documentos nem valores sobre o esquema.

Nesta segunda-feira, o Ministério da Justiça solicitou à PF acesso aos depoimentos que atingem importantes personagens da base do governo, mas teve o pedido negado pois o processo corre em sigilo. O ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) recorreu, então, à Procuradoria-Geral da União para que o órgão analise a viabilidade de a Presidência da República obter a documentação.

Segundo Cardozo, o governo quer ter acesso imediato aos depoimentos para "tomar as providências necessárias" em relação a possíveis envolvidos no inquérito que sejam ligados ao Executivo federal.

A decisão de encaminhar ao Procurador-geral da República se deve ao fato de que ele pode fazer o pedido, caso o acate, tanto ao STF como à Justiça no Paraná. "Como noticiado, a delação incluiria autoridades com foro privilegiado. Neste caso, o procurador pode checar com o Supremo se os depoimentos estão nesta instância e solicitar que eles sejam repassados ao governo caso considere o pedido correto", disse Cardozo.

Deixamos claro no pedido que não temos a intenção de prejudicar ou invalidar as investigações, mas ter acesso para que o governo possa tomar as medidas necessárias", afirmou o ministro.

A estatal também pediu acesso aos documentos. Em nota, a companhia diz que está pedindo às empresas citadas em reportagens, como agentes envolvidos em supostos desvios de recursos, sobre a existência de contratos com empresas ligadas ao doleiro Alberto Yousseff, um dos principais alvos da operação Lava Jato.

Fonte: Por Natuza Nery, Fernanda Odilla e Valdo Cruz - Portal UOL.

Esperando a lista 'Paulo Roberto Costa'

Parafraseando o ex-presidente Lula, nunca antes na historia deste País um documento foi tão requisitado. 

Trata-se da delação premiada de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de abastecimento da Petrobras, preso durante a operação lava jato da Polícia Federal que colocou fogo no meio político da república.

A Controladoria Geral da União (CGU), a própria Petrobras, o Palácio do Planalto e as duas comissões parlamentares de inquérito que investigam denúncias contra a Petrobras, o PSB, partido de Eduardo Campos, um dos políticos que teriam sido citados pelo ex-diretor, e o PPS também pediram acesso integral aos depoimentos. 

Pelo visto a lista de políticos envolvidos com toda a falcatrua na maior estatal brasileira vai vazar rapidinho. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Ganhando dos holofotes 'Vital do Rego'

Com índices baixíssimo de intenção de voto para o governo da Paraíba, o senador peemedebista, Vital do Rego (PMDB/PB) vai colocar todas a chances de reação nos holofotes das CPIs que investigam a maior estatal brasileira.

Vital é presidente das CPIs da Petrobras no Congresso Nacional e não perdeu tempo pedindo ao Supremo Tribunal Federal, acesso aos depoimentos do delator Paulo Roberto Costa.

Vale lembrar que vários correligionários de Vital foram citados por Costa na delação e neste momento o senador se torna peça fundamental para a defesa dos companheiros de partido e de parlamentares da base aliada. Pelo andar da carruagem a campanha Vital para o governo da Paraíba vai ser turbinada nos próximos dias.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.