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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Opinião: Companheiros dos escândalos 'CPI da Petrobras'


Usar o legislativo para esconder malfeitorias na Petrobras, nem mesmo a ditadura ousou.

Nunca antes na história deste país, para usar expressão cunhada pelos atuais governantes, a matéria-prima para a mídia em geral foi tão largamente produzida como nos tempos atuais.

Não passa um dia sequer sem que a fábrica de notícias do governo federal forneça material abundante para todo o mundo jornalístico. É verdade que o grosso dessa produção de fatos, para não dizer sua quase totalidade, seja composto basicamente por notícias negativas ou escândalos que vão compondo, 'pari passu', o triste capítulo da arte de desgovernar um país.

Deixando para trás outras páginas que narram episódios inglórios, como o mensalão, por exemplo, surge um novo capítulo no extenso roteiro de desastres que se desenrola há mais de uma década. Desta vez, a nação vai tomando ciência da armação feita entre membros da CPI e da CPMI e figurões da própria Petrobras para “adestrar” os convocados a depor, fornecendo-lhes não só o roteiro das perguntas a serem feitas pela comissão, mas, sobretudo, o roteiro e o modo como deverão responder às perguntas.

O novo episódio, devidamente documentado em vídeo, vem reforçar a desconfiança, já generalizada, de que essas CPIs, obrigadas a trabalharem por força da lei e do Supremo, nada apurariam que pudesse comprometer ainda mais o atual governo. Com mais esse escândalo saído de dentro de Palácio do Planalto, o país vai percebendo que a República, repetidamente desmoralizada, leva consigo para a cova a própria democracia. O Congresso, que tem a função constitucional de fiscalizar os atos do Executivo um dos principais pressupostos de sua existência, fica com mais essa nódoa em sua história. O episódio reforça a convicção de que o modelo brasileiro de coalizão para governar é nefasto para o país, não só por suas implicações políticas, mas principalmente pelos gigantescos prejuízos econômicos trazidos à nação.

Usar o legislativo para esconder malfeitorias na Petrobras, nem mesmo a ditadura ousou.

Fonte: Blog do Ari Cunha.

Reunião no Congresso: José Eduardo Dutra coletou perguntas para armação na CPI

Antes da farsa montada na CPI da Petrobras, ex-presidente e atual diretor da estatal foi ao Senado e se reuniu com assessor do Planalto.

A armação da CPI da Petrobras, revelada por VEJA no sábado, teve capítulos passados dentro do Congresso Nacional.

Agora se sabe que os figurões da companhia receberam de antemão as perguntas feitas pelos senadores e, mais assustador, o gabarito dos questionamentos.

José Eduardo Dutra foi coletá-las pessoalmente.

Dias antes da instalação da CPI, em maio, Dutra esteve no Senado, onde se reuniu com assessores do PT, do PMDB e da liderança do governo no Congresso.

Além da turma de técnicos do Legislativo, estava presente Paulo Argenta, assessor Especial da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, e autor de parte das perguntas que chegaram às mãos dos que deveriam ser os alvos da colegiado.

A pauta, obviamente: a investigação que se iniciaria.

Na ocasião, a portas fechadas, os assessores foram instados a sugerir questionamentos que deveriam ser feitos às figuras que, cedo ou tarde, teriam que prestar depoimento. Assim o fizeram.

Ali começou a se desenhar o teatro. O resto do roteiro, agora, já é mais do que sabido.

Fonte: Blog do Lauro Jardim / Revista Veja.

Reação 'Aloysio Nunes'

Por outro lado, o tucanato no Senado Federal prega a extinção da CPI da Petrobras por causa da suspeição lançada sobre os trabalhos da CPI.

Para o vice na chapa do tucano Aécio Neves ao Palácio do Planalto e líder do PSDB na Casa, Aloysio Nunes, “basta uma farsa. Em razão deste escândalo, o mais correto seria encerrar as atividades da CPI do Senado”, revelou. O líder tucano no Senado defende ainda que todo resultado da CPI está sob suspeição.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Segundo plano 'Jorge Luiz Zelada'

A reunião da CPMI da Petrobras na próxima quarta-feira será para ouvir o ex-diretor da área internacional da Petrobras Jorge Luiz Zelada, mas, o verdadeiro debate será entre oposição e governo sobre denúncias de que perguntas feitas a depoentes na CPI exclusiva do Senado, eram combinadas previamente.

Pelo visto a compra da refinaria de Pasadena no Texas vai ficar em segundo plano.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Voltas que o mundo dá 'Vital do Rego'

Preterido pelo Planalto para ocupar o Ministério da Integração, o senador e presidente das duas CPIs da Petrobras no Congresso Nacional, Vital do Rego, já determinou abertura de investigação sobre a denúncia de combinação de depoimento da CPI da Petrobras no Senado.

O governo agiu rápido e se posicionou para que a crise na CPI da Petrobras fique do outro lado da rua, no Congresso Vital é peça importante nesse xadrez em pleno início de campanha.

Vale lembrar que o presidente das CPIs há bem pouco tempo atrás estava se sentindo abandonado pelo Planalto, mesmo com a intervenção nacional no diretório paraibano para a legenda apoia-lo ao governo do Estado. Agora, corre a boca grande que o empenho petista na Paraíba será turbinado.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Do Alto da Torre - Jornal de Brasília


Tudo pronto para Paulo Octávio ser candidato

Pode até ser que a jogada não dê certo, mas está tudo pronto para o ex-senador Paulo Octávio (foto) assumir uma candidatura a deputado federal. Até amanhã é possível substituir nomes já lançados, o que a seção brasiliense do PP faria gostosamente. Existe já um número disponível, guardado com cuidado, o cobiçado 1111. Espaço privilegiado no Setor Hoteleiro Norte está pronto para abrigar o comitê central da candidatura. Paulo Octávio chegou até a trocar o número do celular. Antes, o número terminava com 2525, número de seu antigo partido, o DEM, e também de candidaturas anteriores. Agora, é 1111. O presidente nacional do partido, senador Ciro Nogueira, defende o lançamento de Paulo Octávio.

Resistências na coligação

O problema está em que o PP aliou-se com o PT para as eleições proporcionais. Assim, o registro de candidatura dependeria de um sinal verde da coligação e, portanto, também da regional petista. Existem resistências. Menos por motivos ideológicos e mais porque, se concorrer, Paulo Octávio poderia muito bem ficar com a vaga de um candidato petista.

Faltam só dois dias

A legislação permite que partidos políticos ou as coligações que tenham candidatos às eleições gerais de 2014 venham a substituí-los em caso de registro indeferido, inclusive por inelegibilidade, cancelado, ou cassado, ou, ainda, por renunciar ou falecer após o final do prazo do registro. Só que, nas eleições proporcionais, como seria o caso, a substituição só será efetivada se o novo pedido for apresentado até 60 dias antes do pleito, ou seja, até a amanhã, 6 de agosto.

Prioridade para igrejas

Compromisso do presidente da Câmara Legislativa, Wasny de Roure: agora que os distritais estão de volta, ou deveriam estar, é prioridade votar a regularização dos imóveis de templos, igrejas e demais entidades religiosas.

Mudança para Recanto das Emas

A propósito, nesta quinta-feira a Câmara pretende lembrar o aniversário do Recanto das Emas, com uma sessão no auditório da Coordenação Regional de Ensino, na Quadra 203 da cidade. Em tempos normais, imagina-se que só apareceria por lá às 9h, irá comemorar o aniversário do Recanto das Emas, por autor do requerimento da solenidade, o deputado Rôney Nemer, que tem base eleitoral no Recanto. Em época eleitoral, porém, é mais do que provável que muitos outros estejam na solenidade.

Com índios de araque

O candidato tucano a governador, Luiz Pitiman, fez uma concessão ao politicamente correto. Esteve na invasão de pretensos índios no setor Noroeste, só para dizer que estranhava o governo federal, que já está no poder há 12 anos, deixar etnia que ocupa uma área a menos de 30 km do Palácio do Planalto, viver em condições piores que de favela. Ex-secretário de Obras, Pitiman sabe muito bem que se trata de um povoado de araque, só há pouco turbinado por quem pretende descolar uma graninha.

Ao lado de Aécio

Hoje e amanhã, para descontar, Pitiman terá companhia mais diferenciada. Estará com o senador Aécio Neves, presidenciável tucano, em dois eventos em Brasília. Na tarde de hoje haverá reunião com profissionais da saúde, para discutir questões como o Mais Médicos. Amanhã será a Inauguração do comitê central da coligação de Pitiman, PSDB-PSDC-PPS, em um edifício do Setor de Indústrias e Abastecimento.

Ele desdenha secretaria

O distrital Chico Leite assumiu um compromisso público. Se eleito, em hipótese alguma aceitará cargo no executivo, como uma secretaria. Chico Leite afirma: quem é eleito deve cumprir o mandato, não cedendo lugar ao suplente. “Se quiser fazer outra coisa”, completa, “que renuncie ao mandato, pois isso é respeito ao eleitor”. É verdade que ninguém convidou Chico Leite para uma secretaria, mas o recado está dado.

Como nos Estados Unidos

A razão para essa postura de Chico Leite é que ele está convencido que o modelo anglo-saxão é o correto. Nos Estados Unidos, ao contrário do que ocorre no Brasil, parlamentar que aceite cargo no Executivo precisa deixar o mandato. Ocorreu inclusive com os dois últimos secretários de estado — cargo que corresponde ao de ministro das Relações Exteriores de lá. A presidenciável Hillary Clinton precisou deixar uma cadeira de senador por Nova York e seu sucessor John Kerry, outra cadeira, por Massachusetts, que detinha por 29 anos.

Fonte: Informações Eduardo Britto, Do Alto da Torre - Jornal de Brasília.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

DE QUEM É A CULPA?


Estamos novamente em período de eleições e "nadando como nunca em mares de lama".

Bom, já é muito antiga esta história de se reclamar dos políticos: coisa do tempo de meu avô. E isto tende a piorar, sejam pelos próprios políticos ou pela inércia da população.

Sim, pela nossa inércia, pois reclamamos, mas ainda não nos conscientizamos que fomos nós que os colocamos onde estão, e somente nós podemos tirá-los de lá, renovando e colocando pessoas com ética e compromisso.

Uma imensa parcela dos brasileiros (84%) acha que os parlamentares trabalham pouco e 52% consideram que não passa de 10% o número de bons deputados e senadores do país. Mais constrangedor do que isso, só os adjetivos que às vezes usamos para classificar os nossos representantes. Pela ordem: desonestos (55%); insensíveis aos interesses da sociedade (52%); e mentirosos (49%)”. “Pesquisa publicada na revista Veja”.

Mas do que adiantam esses números que comprovam a insatisfação da população com seus representantes, se quando temos a chance de mudar, simplesmente continuamos votando nos mesmos, ou seja, reconduzindo-os para nos representar?! Somos nós que elegemos os políticos que estão no poder, desde o vereador ao presidente, e se estamos cansados de não sermos representados de forma digna, está na hora de uma “RENOVAÇÃO” geral, ou seja, tirarmos do poder aqueles que nunca fizeram nada e não tem compromisso com a população brasileira.

Eu fico observando como no geral as pessoas jogam o voto fora; muitos não pesquisam sobre o histórico do candidato e sua plataforma, nem mesmo se lembram em quem votaram, e nem acompanham o que tem feito em seu benefício (em benefício da população). Nós reclamamos, mas não fiscalizamos nossos representantes, não procuramos ver quais as suas propostas e se realmente são viáveis e se podem ser concretizadas.

Mas não vou encher ninguém descrevendo coisas óbvias que todos estão cansados de ver na TV, rádio e jornais. O que tenho a dizer é que ou mudamos esse cenário, ou vamos "parar no buraco de vez", já que, se não tomarmos uma atitude (fizermos uma renovação), acabaremos chegando ao fundo do poço para que as coisas comecem a melhorar. E mais uma vez temos a oportunidade de mudarmos esse cenário, dependendo somente de nós.

Vote certo; Vote consciente; 
Vote BOMBEIRO MELQUÍADES FEDERAL 2393.

Fonte: Ascom do candidato a Deputado Federal Melquíades.

DF: Arruda vai ver o tamanho da "LEIZINHA" esta semana

Em quase 50 anos de jornalismo.

Nunca tinha visto réu condenado desmoralizar a Justiça impunemente. A primeira vez foi no Mensalão do PT, quando Dirceu, Genoíno e outros atacaram seus julgadores de forma inacreditável. 

Mas agora foi pior. Vejo o réu, já condenado diversas vezes, chamado José Roberto Arruda, desafiando escandalosamente a Justiça.

Lembrem-se que ele já definiu as suas condenações como “tapetão”, usando gíria forte do futebol, empregada quando há suspeita de maracutaia para beneficiar algum time.

Arruda acaba de se superar. Correndo o risco de se tornar inelegível por causa da Lei da Ficha Limpa, ele classificou a Lei Complementar 135/2010 assim: “É uma leizinha para pegar esse ou aquele”.

É nesse espírito que José Roberto Arruda deve ter o seu pedido de impugnação julgado esta semana (talvez dia 7), pelo Tribunal Regional Eleitoral do DF.

Vale lembrar que a leizinha tirou o patrono do Arruda, o ex-senador Joaquim Roriz, da eleição de governador em 2010 (a candidata foi Weslian Roriz).

Nas eleições de 2010 e 2012, milhares de políticos foram classificados como inelegíveis por causa da Lei da Ficha Limpa e outros milhares nem tentaram se candidatar, ou foram vetados pelos partidos.

É uma leizinha de grande efeito, que resultou do projeto de Lei 518/2009. Esse projeto popular, aprovado pelo Congresso Nacional, possui vários autores e co-autores. Foi gerado a partir de 44 entidades que apoiaram o movimento pela moralização das eleições no Brasil.

As ações do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) foram determinantes na mobilização popular para as coletas das assinaturas.

O projeto foi apresentado ao Congresso Nacional em 29 de setembro de 2009, por iniciativa popular, com mais de um milhão e seiscentas mil assinaturas (mais de 1% de todos os eleitores do Brasil), sendo sancionado pelo Presidente da República em 04 de junho de 2010, tornando-se a LC 135/2010.

Pela internet, foram coletadas mais de dois milhões de assinaturas, em um período de um ano e cinco meses de campanha.

Na votação do Senado, houve 76 votos a favor e foi mantido o texto aprovado na Câmara dos Deputados. Ocorreu, apenas, uma emenda de redação que não alterou o mérito.

O texto original era mais duro e tornava inelegível quem estivesse condenado por juiz, em primeira instância. A lei em vigor estabelece como condição de inelegibilidade a condenação em segunda instância, feita por colegiado, como aconteceu com José Roberto Arruda no dia 9 de julho.

Se ele for absolvido pelo TRE no dia 7, ficará provado para todo o Brasil que a Lei da 'Ficha Limpa' é mesmo uma leizinha.

Fonte: Blog do Renato Riella.

Imperador Mercadante 'Rui Falcão x Dilma Rousseff'

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, não consegue mais esconder suas mágoas da presidente Dilma Rousseff e muito menos do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

Alega que Mercadante não o auxilia para ajudar no financiamento das campanhas petistas estaduais e se comporta como um príncipe do Planalto, ao dar ordens e querer impor suas vontades.

Falcão diz que para isso já tolera os gritos de Dilma, e não suporta mais nem ouvir falar o nome de Aloizio Mercadante.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Procura um culpado 'Dilma Rousseff'

Se antes a guerra interna na campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff se limitava a luta de vaidades entre os marqueteiros João Santana e Franklin Martins, agora o cenário mudou completamente.

O confronto estabelecido visa definir de quem é a culpa pelo desgaste que vive tanto o PT quanto a presidente Dilma. A direção do partido responsabiliza o Planalto. Os aliados de Dilma culpam a turma da estrela vermelha. E ninguém se entende, e todos se digladiam até mesmo com troca de chumbo grosso em notas plantadas na mídia.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Candidato Sérgio Prado...Feliz Aniversário Roriz!


Hoje é um dia especial, tudo que vivemos tem significado e razão para ter acontecido. Não há como esquecer as pessoas que nos conquistam e que estão sempre presentes em nossos pensamentos.

Não lamentar é a regra básica para se sentir bem e colher de todas as situações o melhor proveito. Tenha certeza na força que reside dentro de si e todas as coisas se encaminharão da melhor maneira possível.

De coração um feliz aniversário, sem se esquecer do quanto você é um grande ser humano capaz de realizar grandes feitos. Sabemos que tudo vai dar certo, porque depende muito de sua força de vontade e do seu real desejo de transformá-lo em realidade.


Feliz Aniversário ao melhor governador que o Distrito Federal teve, Joaquim Domingos Roriz!

Fonte: Ascom do candidato a Deputado Distrital Sérgio Prado Tomaz.

DF: Advogado que deu direito de resposta a Arruda em debate deixará associação

O assessor jurídico da Associação Comercial do DF (ACDF), Dalmo Meireles, vai sair da entidade. Ele passa a responder pela assessoria jurídica de Alberto Fraga, candidato a deputado federal pelo DEM.

A mudança de emprego ocorre depois do desgaste ocorrido pela participação de Dalmo no primeiro debate entre candidatos ao governo do Distrito Federal.

Dalmo foi o pivô de uma cena constrangedora durante o evento. Nas considerações finais, quando o governador Agnelo Queiroz (PT) falava, José Roberto Arruda se sentiu atacado e pediu direito de resposta.

A mediadora consultou Dalmo, que subiu à tribuna e concedeu o direito de resposta a Arruda alegando que a pergunta havia sido feita olho no olho.

Indignado, Agnelo levantou-se na mesma hora e abandonou o debate.

Alberto Fraga confirmou que Dalmo vai assumir a assessoria jurídica de sua campanha. “É o que ficou acertado entre nós”, disse o político. Dalmo já havia trabalhado para Fraga em campanhas anteriores.

O presidente da Associação Comercial, Cléber Pires, elogiou o advogado, disse que o episódio provocou um desgaste, mas não foi definitivo para a saída do assessor.

“Dalmo é um profissional muito competente, teve um vínculo muito forte como a entidade, sofreu um desgastezinho com essa história, mas isso não seria o suficiente para definir a sua saída. É um processo natural. Toda a história tem um começo, um meio e um fim”, afirmou Cléber Pires.

Dalmo não quis confirmar sua saída da ACDF, tampouco a ida para o grupo de Fraga. “Tenho uma amizade de 25 anos com o Cléber. Quanto a Fraga somos só amigos”, afirmou.

Fonte: Por Lilian Tahan - Blog Grande Angular.

Sem munição 'Lula x Fernando Henrique Cardoso'

Impressionado com a queda na imagem de Dilma Rousseff e do PT nos grandes centros urbanos, Lula usou de sua velha matreirice política e cobrou que todos os caciques petistas batam duro no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Isso está sendo feito nacionalmente.

Ocorre, que o presidenciável Aécio Neves, diferente de José Serra não esconde FHC. Ao contrário, desfila com ele em São Paulo e destaca seus feitos.

Lula teme que essa tática já não dê resultados. E ainda não encontrou o antídoto capaz de reverter o ressentimento criado contra o seu partido e a ocupante do Planalto.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Entrando em campo 'Romário'

Romário lidera com folga a corrida eleitoral ao Senado no Rio de Janeiro. Ao saber dessa ampla vantagem, segundo pesquisa divulgada pelo Ibope, o candidato Eduardo Campos telefonou para o ex-jogador e parabenizou-o.

Romário disse que no Rio a situação hoje é confortável e que a presidente Dilma terá dificuldades, pois 43% do eleitorado não quer votar nela. Convidou Eduardo a visitar mais o estado para juntos fazerem uma dobradinha.

É no Rio onde Dilma obtém seu melhor desempenho eleitoral nos estados do Sudeste.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Luta fraticida 'Helder Barbalho x Simão Jatene'

No Pará estas eleições são para os fortes. De um lado o herdeiro de Jader Barbalho, Helder Barbalho (PMDB) com o apoio do Palácio do Planalto enfrenta o tucano Simão Jatene que já teve a caneta de governador nas mãos.

As acusações e golpes a baixo da cintura será de parte a parte, afinal Simão Jatene lembrará sempre os casos de corrupção de Jader a administração de Helder em Ananindeua.

Por outro lado Helder lembrará ao eleitor paraense que Jatene administrou o Estado por longo tempo e o Pará continua no século passado e que ele (Helder) é a chave para o futuro.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Eleições: A Guerra na tevê

ISTOÉ acompanhou os bastidores dos programas eleitorais dos candidatos ao Planalto, que investirão R$ 200 milhões e mobilizarão 400 pessoas para conquistar o voto do eleitor pela televisão a partir do dia 19.

Há pelo menos 15 dias, as equipes dos principais candidatos à Presidência da República se dedicam à produção dos programas de tevê que serão exibidos durante o horário eleitoral gratuito. Na última semana, a reportagem de ISTOÉ acompanhou de perto os preparativos para a confecção do material eletrônico que será exibido a partir do dia 19 para cerca de 190 milhões de brasileiros. Conversou com marqueteiros, produtores, assistentes de estúdio e até maquiadores de Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), que anteciparam qual o tamanho da estrutura montada para dar suporte às gravações, como serão os primeiros programas dos presidenciáveis na tevê, seus jingles e de que maneira eles pretendem se apresentar ao eleitorado.

Para conquistar o voto do eleitor pela televisão, estão sendo investidos mais de R$ 200 milhões e mobilizadas cerca de 400 pessoas – incluindo produtores de conteúdo, assistentes e maquiadores. Embora a internet e as redes sociais tenham assumido um papel relevante para moldar a opinião do eleitorado, especialistas e candidatos consideram que a propaganda na televisão é o marco inicial da guerra eleitoral. Por isso, tudo está sendo minuciosamente preparado pelas equipes tucanas, petistas e socialistas para a primeira semana de propaganda. No programa de estreia de Dilma Rousseff na tevê, o locutor dirá: “Você assistirá agora a um Brasil que mudou para melhor...”. Em seguida, a candidata à reeleição fará uma prestação de contas das realizações dos governos petistas, somando os resultados do seu mandato com os do ex-presidente Lula. Em seu jingle, ao som popular de um xote, a presidenta Dilma será descrita como uma “mulher de mãos limpas” e que “nunca desviou o olhar do sofrimento do povo”. A música da petista também faz referência ao padrinho político da candidata, o ex-presidente Lula.

Tempo não faltará para passar em revista os 12 anos de gestão petista. A candidata terá 11 minutos e 48 segundos em cada bloco de 25 minutos da propaganda no rádio e na televisão. Nos filmetes do PT, programas como o Pronatec, voltado para a capacitação profissional, e o Mais Médicos serão exaltados. Apesar de elencar as conquistas de Lula e Dilma, a intenção é que a campanha carregue um tom propositivo e não fique olhando apenas para o retrovisor.

A candidata à reeleição, Dilma Rousseff, já gravou algumas cenas no próprio Palácio da Alvorada. Nos próximos dias, o marqueteiro do PT, João Santana, irá levar a presidenta para gravar novas inserções no megaestúdio montado em uma casa de 1.200 metros quadrados no bairro do Lago Sul, região nobre de Brasília. Com a frente voltada para o Lago Paranoá, o endereço é tratado com discrição pela equipe do PT. A produção dos programas e tudo o que a envolve custarão ao partido cerca de R$ 90 milhões, dinheiro que vai custear uma equipe de 220 pessoas, sendo 45 diretamente ligadas às filmagens, e o restante com a divulgação pela internet. Aliás, esta será uma das novidades da campanha eletrônica deste ano de todos os candidatos à Presidência. No momento das transmissões dos programas, equipes estarão abastecendo as redes sociais para amplificar a audiência. Também farão, em tempo real, observações críticas sobre os programas dos adversários. Outra novidade é que os candidatos poderão gravar seus pronunciamentos em qualquer lugar e não necessariamente nos estúdios. O material será editado e colocado sobre um cenário digitalizado.

Esse modelo facilita a agenda e permite a gravação em estúdios de menor porte, como o que Aécio Neves (PSDB), principal candidato de oposição, utilizou no Rio de Janeiro na sexta-feira 1º. O tucano tem gravado por cerca de três horas semanais em São Paulo, mas já viajou para pelo menos cinco outras cidades. Na televisão, o tucano terá direito a quatro minutos e 31 segundos em cada bloco. O senador pretende aproveitar esse tempo para fazer críticas incisivas ao atual governo e exibir suas realizações à frente do governo de Minas Gerais. Na telinha, o tucano se apresentará como o mais capacitado a fazer as mudanças desejadas pela população, sobretudo na economia, hoje assombrada pelos fantasmas da inflação e da volta do desemprego. O jingle de Aécio Neves será mais objetivo e curto, usando as sílabas inicias do nome do candidato para ritmar a música. “É ele quem vai mudar o País”, dirá o locutor. A equipe de produção do tucano tem cerca de 30 pessoas, dedicadas a acompanhá-los nas andanças pelo País. Outras 80 ficarão responsáveis pela divulgação na internet. Os custos podem chegar a R­$ 8­5 milhões ou cerca de 30% do teto de gastos informado pelo PSDB ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

CASA-ESTÚDIO

Candidata à reeleição, Dilma Rousseff grava os programas em casa de 1.200 metros quadrados no Lago Sul, área nobre de Brasília

O candidato do PSB, Eduardo Campos, fará a campanha de tevê mais modesta, afinal terá apenas um minuto e 49 segundos no horário eleitoral. O principal desafio dos socialistas, num primeiro momento, será apresentá-lo ao eleitorado, já que Campos ainda é pouco conhecido nacionalmente. Para isso, vai utilizar um modelo de filmagem em que o candidato será entrevistado pelos eleitores. Segundo um dos articulares da campanha de Campos em Pernambuco, a estratégia assemelha-se à utilizada por Barack Obama, na primeira campanha à Presidência dos Estados Unidos. Campos tem filmado em São Paulo sempre acompanhado da vice, Marina Silva, que teve 20 milhões de votos nas últimas eleições presidenciais. A dobradinha com Marina é uma das apostas para os primeiros programas na tevê. Inclusive, o jingle que vai embalar a campanha de Eduardo Campos é o único entre as três que fará referência ao candidato a vice-presidente. Na canção, a dupla é descrita como a “cara” e “as cores” do País. A música ainda sugere “coragem para mudar o Brasil” ao eleitor “que tá na dúvida”.

A equipe do candidato responsável pelo programa eleitoral terá 100 pessoas, sendo 40 envolvidas diretamente com as filmagens. Na expectativa dos tesoureiros da campanha, a produção dos programas não custará mais do que R$ 40 milhões.

Fonte: Por Izabelle Torres - Revista ISTOÉ - Colaborou Alan Rodrigues

Eleições: Os salários que o Sesi paga aos apadrinhados do PT

As remunerações a indicados por Lula e pelo partido chegam a R$ 36 mil – e alguns deles nem precisam aparecer para trabalhar.

Um espectro ronda a casa 787 da Rua José Bonifácio, numa esquina do centro de São Bernardo do Campo, em São Paulo – o espectro do empreguismo. De longe, vê-se apenas uma casa amarela, simples e estreita como as demais da região. De perto, subitamente, tudo o que é sólido se desmancha no ar e – buuu! – sobram somente os fantasmas. Naquele endereço, na cidade paulista onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mora e fez sua carreira, funciona o “escritório de representação”, em São Paulo, do Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria, o Sesi. A casa amarela mal-assombrada fica a 40 metros do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em que Lula se projetou como um dos maiores líderes políticos do Brasil. O sindicato mais famoso do país continua sob o comando de Lula e seus aliados. A casa amarela foi criada por esses aliados no governo de Lula. Quem a banca são as indústrias do país. Todo ano, elas são obrigadas a financiar as atividades do Sesi, cuja principal finalidade é qualificar os trabalhadores das indústrias. A casa amarela é um dos melhores lugares do Brasil para (não) trabalhar. O escritório é modesto, mas os salários são inimagináveis – e as jornadas de trabalho, imaginárias. Difícil é entrar. É preciso ser amigo de petistas poderosos.
 
BUUUU!!! - A filial do Conselho do Sesi em São Bernardo, São Paulo. Os funcionários deveriam trabalhar lá, mas ninguém conseguia vê-los antes da visita dos caça-fantasmas

Na manhã da última quarta-feira, ÉPOCA reuniu coragem para bater à porta da casa amarela. Estava em busca de Marlene Araújo Lula da Silva, uma das noras do ex-presidente Lula. No papel e na conta bancária, ela trabalha ali. A reportagem encontrou apenas dois sindicalistas, além da copeira Maria e da secretária Silvana. Dona Maria parece ser a mais produtiva do lugar. Faz um ótimo café. Talvez por medo, não fala sobre as aparições. Assim que ÉPOCA perguntou pela nora de Lula, a secretária Silvana tratou de alertá-la por telefone. Cerca de 45 minutos depois, Marlene finalmente estacionava seu Hyundai Tucson preto na garagem.

Casada com o quarto filho de Lula, Sandro Luís Lula da Silva, Marlene raramente aparece no serviço, apesar de ter um salário de R$ 13.500 mensais. Diz ser “formada em eventos”. Questionada sobre o que faz no Sesi, onde está empregada desde 2007, Marlene foi vaga. Disse trabalhar em programas do Sesi na capital paulista e na região do ABC. “Trabalho com relações institucionais. Fico muito tempo fora do escritório. Tenho uma jornada flexível. Quem me contratou foi o Jair Meneguelli”, afirmou. Meneguelli é o presidente do Sesi. Sindicalista e amigo de Lula, ocupa o cargo desde que o PT chegou ao Planalto, em 2003. “Mas por que está fazendo essas perguntas? Se você está me procurando, deve ser pela ligação que tenho de sobrenome”, disse.

Marlene é apenas um dos fantasmas vermelhos que, segundo descobriu a Controladoria-Geral da União, a CGU, habitam a casa amarela. No começo do ano, funcionários do Sesi procuraram a CGU para denunciar a existência de fantasmas nos quadros da entidade. Todos indicados por Lula e outros próceres do PT. Os auditores da CGU, como caça-fantasmas, foram a campo. Encontraram apenas ectoplasmas. Estiveram na casa amarela e jamais flagraram a nora de Lula trabalhando. Experimentaram ligar em horários alternados, na tentativa de achá-la na labuta. Nenhum vestígio. Por fim, decidiram perguntar ao Sesi que atividades Marlene exercera nos últimos tempos. A resposta foi evasiva. Agora, a CGU trabalha num relatório sobre a caça aos fantasmas.

A rotina tranquila permitiu que Marlene se lançasse ao mundo corporativo. Em 2009, ela se tornou sócia do marido e de um cunhado, Marcos Luís, numa empresa de tecnologia que se diz especializada na produção de software, a FlexBr. Até hoje a empresa não tem site. Antes escanteada num imóvel da família do advogado Roberto Teixeira, compadre de Lula, em São Bernardo do Campo, a FlexBr mudou-se para um  belo prédio no bairro dos Jardins, em São Paulo. ÉPOCA também esteve lá na semana passada. As atendentes do prédio disseram que a empresa não funciona mais lá há pelo menos um ano.  Nunca viram Marlene ali.

Por que o emprego de Marlene no Sesi nunca veio à tona? Um servidor do Sesi afirmou que se deve à dificuldade de associar o nome de solteira de Marlene ao sobrenome Lula da Silva. Na relação de funcionários do Sesi, o nome dela é Marlene de Araújo. Sobram fantasmas na família Lula. Em 2005, o jornal Folha de S.Paulo revelou que Sandro Luís, o marido de Marlene, tinha sido registrado como funcionário do PT paulista, com salário de R$ 1.500. Sandro nem sequer aparecia no partido.

APARIÇÕES - Marlene (à esq.), nora de Lula, só apareceu no trabalho depois de ÉPOCA perguntar por ela. Márcia (à dir.), mulher do mensaleiro João Paulo Cunha, estava em casa

O assessor Rogério Aurélio Pimentel deveria ser colega de Marlene na casa amarela.  Até há pouco, estava lá apenas em espírito. Aurélio foi contratado no começo de 2011, para ser gerente de serviços sociais. Ganha R$ 10 mil por mês. O emprego no Sesi foi arranjado depois que a presidente Dilma Rousseff chegou ao Planalto e o dispensou. Aurélio, amigo de Lula, trabalhou no gabinete pessoal dele nos oito anos de mandato. No Planalto, dividia sala com Freud Godoy, ex-segurança de Lula. Godoy e Aurélio eram conhecidos no Planalto como “dupla dinâmica”. Freud se consagrou com o escândalo dos Aloprados, na campanha de Lula em 2006. Foi acusado de usar dinheiro sujo para comprar um dossiê fajuto com denúncias contra o tucano José Serra. ÉPOCA encontrou Aurélio na casa amarela. Ele disse não ter sido indicado por Lula. “Trabalho com Marlene assessorando projetos e também ajudo aqui no escritório”, disse. Não quis dar mais explicações. Desde as visitas dos caça-fantasmas da CGU, Aurélio passou a se apresentar no escritório do Sesi com mais regularidade.

O emprego da nora de Lula demorou a ser descoberto porque ela usava o sobrenome de solteira.

Na sede do Sesi, em Brasília, os caça-fantasmas entrevistaram funcionários (de verdade) e vasculharam os computadores dos fantasmas em busca de vestígios de que trabalhavam. Nada. Uma das que não entravam no próprio computador chama-se Márcia Regina Cunha. Ela é casada com o ex-deputado João Paulo Cunha, do PT de São Paulo, condenado no processo do mensalão. Foi Márcia quem buscou os R$ 50 mil, em dinheiro vivo, que João Paulo recebeu de Marcos Valério – ele dizia que ela fora ao banco pagar a conta de TV a cabo. No Sesi, Márcia está empregada como gerente de marketing desde 2003. Recebe R$ 22 mil por mês. Sou gerente de marketing. Trabalho lá (em Brasília) e aqui em São Paulo"

MÁRCIA CUNHA, MULHER DO MENSALEIRO JOÃO PAULO CUNHA, EM SUA CASA

Na tarde da mesma quarta-feira em que procurou Marlene na casinha amarela, ÉPOCA flagrou Márcia a 1.000 quilômetros da sede do Sesi em Brasília, onde ela deveria estar. Márcia estava em sua casa, na cidade de Osasco, região metropolitana de São Paulo. A casa de Márcia e do ex-deputado João Paulo Cunha está em reforma. Márcia parecia acompanhar as obras. ÉPOCA quis saber por que ela não estava em Brasília. “Sou gerente de marketing. Trabalho lá (Brasília) e aqui em São Paulo. Tem uma unidade do Sesi aqui”, disse – e logo desapareceu.

Os caça-fantasmas tiveram dificuldade para encontrar também o advogado e jornalista Douglas Martins de Souza no Sesi em Brasília. Contratado para ser consultor jurídico, ganha R$ 36 mil. Filiado ao PT desde 2000, foi secretário adjunto da Secretaria de Igualdade Racial no início do governo Lula. Marlene disse que Douglas “fica entre Brasília e São Paulo”.

Além de atender a pedido de amigos, Meneguelli, o presidente do Sesi, também emprega os seus. Um deles é o petista Osvaldo Bargas. No período em que Meneguelli presidiu a Central Única dos Trabalhadores (CUT), ligada ao PT, Bargas era seu número dois. No Sesi, recebe salário de R$ 33 mil. A sindicalista Sandra Cabral, amiga do ex-tesoureiro petista Delúbio Soares, também conseguiu emprego lá. Recebe R$ 36 mil por mês.

COMPANHEIROS - Jair Meneguelli e o ex-presidente Lula. Nomeado por Lula, ele está há 11 anos no Sesi e ganha até R$ 60 mil mensais 

Se alguém ganha bem no Sesi, é o próprio Meneguelli. Há meses em que ganha quase R$ 60 mil – somando ao salário uma “verba de representação”. Hoje, ocupa uma sala espaçosa num dos prédios mais luxuosos da capital federal. Meneguelli desfila num impecável Ford Fusion preto, modelo 2014, com motorista. Para não ficar a pé no ABC paulista, deu ordens para que um Toyota Corolla zerinho fosse transportado de Brasília a São Bernardo do Campo. Fica a sua disposição, com motorista. As despesas com esses e outros três bólidos do Sesi somam mais de R$ 150 mil por ano.

Meneguelli tem uma mania incorrigível de confundir o patrimônio do Sesi com o dele. Todos os finais de semana, recebia passagens pagas pelo Sesi para ir a sua casa em São Caetano do Sul, em São Paulo. Isso acabou quando uma auditoria do Tribunal de Contas da União, o TCU, vetou o procedimento. Outra auditoria da CGU também achou estranho que Meneguelli tenha criado uma representação do Sesi em São Bernardo do Campo – e não na capital paulista. Silvana Aguiar, secretária de Meneguelli em São Bernardo, disse que a casa amarela, antes de ser o escritório do Sesi, já abrigava o escritório político de seu patrão.

Por meio de sua assessoria, Meneguelli afirmou que Marlene, Márcia, Aurélio, Sandra e Douglas cumprem suas jornadas de trabalho normalmente, que os cargos são de livre provimento e que os carros usados por ele são compatíveis com “padrão executivo, adotado pela instituição desde antes da atual gestão, e a despeito de quem seja gestor”. Afirmou não enxergar conflito de interesses na contratação do amigo Bargas. Lula não quis comentar.

Fonte: Por Murilo Ramos - Revista Época.

Mosca azul 'Pedro Taques'

O senador Pedro Taques chegou muito bem ao Senado Federal, se destacando em vários projetos de ordem jurídica. Embalado pela boa participação no Congresso, o senador se lançou a disputa pelo governo de Mato Grosso.

Acontece que uma eleição que parecia fácil e uma liderança natural abriu espaço para a famosa mosca azul. Conclusão, Pedro Taques vê nas pesquisas de intenção de votos a preferência do eleitorado migrar para o petista Ludio Cabral.

Pelo visto a campanha no Mato Grosso tem todos os ingredientes para uma reviravolta.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Tranquilidade abalada 'Pedro Taques'

Os escândalos de corrupção, lavagem de dinheiro com repercussão nacional levaram a classe política do Mato Grosso para o olho do furacão. Nessas eleições políticos de renome desistiram do pleito.

Mensagens cifradas em jornais temperam as decisões políticas no Estado. O TRE de Mato Grosso já registrou 14 pedido de renúncia de candidatura entre eles o candidato ao Senado Federal na chapa de Pedro Taques, Jayme Campos.

A reboque das operações da Polícia Federal muita coisa ainda irá vir a tona e candidato que pensa estar munido de proteção pode a qualquer momento ter suas manobras reveladas expondo o lado sujo da política em terras mato-grossenses.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Evitando explicações 'Erasmo Carlos Battistella'

Quem achava que o recesso branco e o esvaziamento do Congresso Nacional, esfriaria o clima na CMPI da Petrobras, ledo engano. Uma história rocambolesca não passou desapercebida.

O líder do PPS na Câmara dos Deputados, Rubens Bueno, há muito vaticinou que Pasadena era apenas a ponta do iceberg e que a compra das indústrias de biocombustíveis no sul do país tem potencial para abafar o caso da refinaria texana.

A Petrobras Biocombustível adquiriu partes da BSBIOS empresa de biodiesel em Marialva (PR) e Passo Fundo (RS) como é de conhecimento público. Agora o que não se sabia é que o presidente da empresa, Erasmo Carlos Battistella, vem deixando seus executivos a beira de um ataque de nervos, na tentativa desesperada de evitar sua convocação na CPMI para definitivamente esclarecer a nebulosa e rocambolesca compra.

O fato é que num curto espaço de tempo a compra arrancou grandes cifras dos cofres já tão combalido da maior estatal brasileira. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Nada mudou 'Arquivo Público'

Mesmo afastado do Arquivo Público do Distrito Federal o ex-superintendente Gustavo Chauvet, continua dando ordens no órgão e para isso conta com a ajuda da Coordenação de Gestão Documental, liderada pela arquivista Rejane Canuto.

Tem também o apoio da cunhada da autoridade parlamentar Sr. Chico Vigilante, Thiciana Maria Damasceno Firminiano, que se solidarizou com o ex-superintende e promoveu um manifesto de repúdio ao afastamento do superintendente. Bom lembrar que o marido da atual servidora, homônimo da autoridade parlamentar, também já passou pelo Arquivo Público.

As ações em prol do retorno de Gustavo Chauvet são perpetradas por pessoas que foram prejudicadas com as novas normas estabelecidas pela Casa Civil, que colocou um ponto final nos desmandos e mordomias que aconteciam dentro do órgão.

O Ministério público continua aguardando manifestação do Governo do Distrito Federal e Casa Civil sobre as denuncias que afastaram o chefe do Arquivo Público do Distrito Federal.

Fonte: Informando e Detonando.

Paulo Octávio vai disputar a eleição


Confirmado: O ex-vice-governador Paulo Octávio (PP) vai disputar as eleições e vai concorrer é deputado federal.

Fonte: Odir Ribeiro.