ACESSOS

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

DE VOLTA 'QUE HORROR'

O Administrador da Fercal, nova região administrativa criada recentemente com ajuda do deputado distrital Dr. Michel PSL/DF (foto), deverá ser Alexandre Yanes (foto).


Segundo uma fonte da coluna, o nome de uma liderança na região, Sálvio, tem sido ventilada nos corredores do Buriti, mas Alexandre é quem deverá ficar na administração.


O curioso é que Alexandre Yanes (foto) é ex-administrador de Sobradinho no Governo Arruda, indicação, na época, do ex-deputado Raimundo Ribeiro (PSDB).

Fonte:

EX-RORIZISTAS...'OPORTUNISTAS'

Welington Luiz, Washington Mesquita e Olair Francisco aparecem na lista de deputados distritais que foram eleitos pelo grupo rorizista em 2010, mas  abandonaram o barco e se renderam aos encantos do governo do Novo Caminho em 2011.

O governo de Agnelo Queiroz tem 22 deputados na base de apoio na Câmara Legislativa.

Fonte:

POSSE DE NEGREIROS NA CÂMARA AINDA NÃO FOI MARCADA

Ainda não foi marcada a posse de Robério Bandeira de Negreiros Filho no cargo de deputado distrital, pelo PMDB, em substituição a Benício Tavares, que teve a perda do mandato decretada esta semana, em decorrência de decisão judicial.

Robério Negreiros é o primeiro suplente da coligação que elegeu Benício, e obteve 9.256 votos nas eleições de 2010, sendo esta a primeira vez que ocupa uma cadeira na Câmara Legislativa. É brasiliense, tem 33 anos e é bacharel em Ciências Jurídicas.

Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br com agências

SAÍDA EM MASSA

Marinor e assessores deixaram o Senado para dar lugar à turma do Jader

Nada menos que 31 assessores de Marinor Brito foram exonerados hoje do gabinete que ela ocupava no Senado.

Entre os que deixaram, para dar lugar à turma de Jader Barbalho, está José Nery, o ex-senador do PSOL que arranjou uma boquinha com a companheira de partido (Leia mais em A boquinha de José Nery).

Fonte: Por Lauro Jardim - VEJA

SEM PARTIDOS DE ALUGUEL

 
Na tentativa de impedir a criação de partidos meramente eleitoreiros, os chamados "partidos de aluguel", o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) apresentou no Senado o projeto de lei (PLS 671/2011) estabelecendo um prazo mínimo entre o registro de partido político no Tribunal Superior Eleitoral e o lançamento de candidaturas sob esta sigla.

O projeto inclui mais um artigo na Lei 9.096/1995, que disciplina a criação e o funcionamento dos partidos políticos. O novo artigo estabelece que a nova legenda somente poderá lançar candidatos às eleições depois de cinco anos de seu registro na Justiça Eleitoral.

Atualmente, a lei não impõe prazos neste quesito e um partido pode se registrar às vésperas das eleições que deseja disputar.

Fonte: Eduardo Brito/ Coluna do Alto da Torre/ Jornal de Brasília 
Blog Rádio Corredor por Odir Ribeiro

FIM DO PROBLEMA 'SÓ ASSIM MESMO'


Com a volta à Câmara Legislativa dada como certa, a deputada distrital Arlete Sampaio (PT), atualmente secretária de Desenvolvimento Social do DF, resolverá de vez um arrependimento que amargou no início do ano passado.

É que na época, com sua ida para a Sedest, chegou a ser publicado no Diário Oficial da Câmara Legislativa que Arlete receberia apenas como secretária, e não mais como deputada.

Porém, dias depois, ato da Mesa Diretora desfez a história e Arlete voltou a receber como parlamentar. A CLDF acabou pagando 25 deputados em 2011 e não 24. E Arlete, ficou com os benefícios do Legislativo, afinal, que secretário conseguiria receber 14º e 15º na conta bancária?

Fonte: Coluna Ons e OFFs/ Lívio Dí Araújo/ Jornal Alô
Blog Rádio Corredor por Odir Ribeiro 

REINO VERMELHO, ONDE TUDO PODE 'NA CAPITAL DO DESGOVERNO'

Li com muita atenção um brilhante texto do jornalista Chico Sant"anna. Nele continha dados assustadores sobre a  previsão de gastos do GDF para 2012.  Uma coisa inacreditável na capital do País. Pasmem: o Estádio Mané Garrincha ou Nacional receberá 13% a mais de verba do que a área da saúde e 39% comparado com a educação.
O governo que propôs um "novo caminho" deu um tapa sem luva na cara da sociedade de Brasília. Para o governo Agnelo, estádio de futebol é prioridade. Pobre de quem precisa da saúde e educação pública de qualidade.

O pior de tudo nessa questão é que os ditos "ativistas" e o meio político vivem um estado de letargia; não se manifestam. Braços cruzados e reclamações tímidas. Nem cobram uma explicação do atual governador Agnelo Queiroz, do Partido dos Trabalhadores.

Não tenho dúvidas: se fosse na época de algum governante da chamada direita, já teriam até explodido o Palácio do Buriti. Que fique bem claro que não defendemos nem Chico e muito menos Francisco.

Péssimo precedente. Parece que, em Brasília, quando a cor é vermelha, pode-se tudo: Clima policialesco, investimentos malfeitos, licitações duvidosas, contratos emergenciais, calotes a empresários... Traduzindo quem anunciar que é “vermelho”, pode fazer o que bem entender com a sociedade, pois ninguém irá gritar.

Certa vez, um amigo jornalista me falou e demorei acreditar: que não se fazem mais ativistas como antigamente. Coisas do novo tempo. O pior de toda essa história é que, muitas vezes, aparecem os ditos jornalistas ativistas. Vai entender os ativistas do novo milênio...

Fonte: Blog Rádio Corredor por Odir Ribeiro

O TEMPO NÃO PARA 'E A BANDIDAGEM CONTINUA'

A cada ano fico mais velho, meu carro também, as ‘ites’ por excesso de uso vão aparecendo: gastrite, tendinite, bursite, etc., além de outras mazelinhas por conta de alguns exageros de consumo.

Não sei pra vocês, mas pra mim o tempo não parou ainda.

Rapaz! O Agnelo que fazer o tempo parar e não quer nem combinar com os ‘russos’, que no caso somos nós.  Fez um festão para sua entourage com direito a sala vip e queima de fogos e tá vendendo 2012 como se fosse 2011, ou seja: seu primeiro ano de governo.

Que é que isso governador! 2011 existiu sim, e o senhor esteve a frente do GDF, num governo cuja única transparência foi a translucidez cristalina de um vazio de ações em todas as áreas. 

Governador, o Metrô continua uma greve que começou em 2011.

Se o senhor quer esquecer 2011, nós gostaríamos de esquecer 2010, ano de sua eleição, entretanto, infelizmente, como diz Cazuza, ‘O Tempo não pára’.

Fonte: Blog Rádio Corredor por Odir Ribeiro

POLÍCIA FEDERAL CRIA DELEGACIA CONTRA DESVIOS DE RECURSOS

Agentes que atuam na área serão deslocados

A Polícia Federal terá, pela primeira vez, delegacias especializadas em combater os desvios de recursos públicos.

 
Portaria publicada anteontem no "Diário Oficial" cria, em Brasília, o SRDP (Serviço de Repressão a Desvios de Recursos Públicos), unidade subordinada à diretoria de investigação e combate ao crime organizado.

 
Até agora, os policiais que atuam na área também tinham outras atribuições.

 
O SRDP terá delegacias em 16 Estados e no Distrito Federal. Elas terão um delegado no posto de chefia, recebendo gratificação extra, e contarão com, pelo menos, dois agentes e um escrivão.

 
Mesmo assim, nenhuma vaga nova foi aberta. O que irá ocorrer é apenas um deslocamento de pessoal.

 
"Com a especialização, teremos uma otimização de resultados e ganho de eficiência", diz o delegado Oslain Santana, diretor de combate ao crime organizado.

 
Para a Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal, a mudança é um avanço incompleto.

 
"Só foram criadas 17 unidades. [...] Não há aumento de estrutura, o que significa que teremos que fazer mais com menos", afirma Marcos Leôncio, diretor da entidade.

 
Como a Folha revelou anteontem, operações da PF flagraram desvio de R$ 3,2 bilhões de recursos públicos em 2011.

 
Por Fernando Mello
 
Fonte: Jornal Folha de São Paulo
Blog do Edson Sombra

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

AGNELO: O GOVERNADOR ABANTESMA

 
As últimas pesquisas de popularidade realizadas no Distrito Federal indicam que a população rejeita o governo do ex-comunista e atual petista Agnelo dos Santos Queiroz Filho. Além das enquetes, que sempre sofrerão a acusação de terem sido manipuladas, o contato com as pessoas nas ruas revela o alto índice de rejeição que fulmina a desastrosa gestão do ainda petista.
 
O Distrito Federal parece ter sido imerso em um filme de terror, daqueles em que acontecem assustadoras cenas sobrenaturais, normalmente seguidas da aparição de personagens vindos dos infernos. Abantesma é uma das denominações que essas imagens fantasmagóricas podem receber.
 
A palavra é pouco comum, por isso, vale uma olhadinha no dicionário, onde encontraremos as seguintes definições: : “imagem fantasmagórica, sobrenatural, assombração, espectro”. Em sentido figurado, ensina o “pai dos burros”, a palavra designapessoa que causa má impressão pelo aspecto estranho ou que provoca repulsa”.

Muitos dizem que o ainda Governador do Distrito Federal está sendo assombrado pelos fantasmas, pelos abantesmas do passado. Creio que tais pessoas estão equivocadas. O ocupante da cadeira mor do Executivo local é o próprio fantasma, o abantesma em pessoa, que assombra a Capital da República.
 
Não é Agnelo Queiroz que está sendo assombrado pelo passado na ANVISA, no Ministério dos Esportes, pelas denuncias de suposto  enriquecimento meteórico de seus familiares, pelo fato dos seus aliados estarem comprando times de futebol e por tantos outros escândalos que surgiram nos últimos meses. A população do Distrito Federal é que esta sendo assombrada, aterrorizada pela ineficiência gerencial do Governador abantesma.
 
Enquanto o governador insiste em nos escandalizar com tantos fatos estranhos e não explicados de seu desconhecido passado, vivemos em um filme de terror, em que os hospitais não tratam dos doentes, a polícia não nos protege, o soldado dá ordens ao coronel, a empresa energética não nos fornece luz, as escolas não ensinam nossas crianças e os maus e desonestos são exaltados. Tudo do avesso, no filme de terror protagonizado pelo alto, magro, pálido, desengonçado e de fala desarticulada o abantesma distrital.

O filme de terror prosseguirá por mais alguns meses? Até que o bem triunfe sobre o mal? Até que os maus estejam desalojados de suas confortáveis cadeiras e não possam mais assustar suas vítimas? Brasília não merece continuar protagonizando um espetáculo de terror de 13ª categoria. É chegada a hora de conjurar, de exorcizar o abantesma que tanto nos assombrou em 2011.
 
É chegada a hora de todos unirem forças e varrer do Distrito Federal mais um ser descompromissado  e que pensa ser dono de nossas vidas.

Fonte: Blog do Edson Sombra

'Invasão política' deixa MP de olho no futebol do DF

Pessoas ligadas ao PT resolvem entrar de cabeça no negócio e investimento em área pouco rentável gera desconfiança
 
 

Em 2012, dos dez participantes do Campeonato Brasiliense, cinco pertencem a figuras ligadas à política. Segundo a revista “Veja”, os investimentos no esporte do Distrito Federal – onde a bola está longe de dar lucros – despertaram a desconfiança do Ministério Público, que já apura a movimentação no mercado futebolístico local.

A “
Veja” relata que o investimento mais recente foi do advogado Luis Carlos Alcoforado, um dos fiéis escudeiros do governador Agnelo Queiroz, do PT. A aquisição foi o Brasília, rebaixado na bola para a Série B distrital, mas que conseguiu na Justiça Desportiva a manutenção na elite do Candango, já que o Atlético Ceilandense foi punido por escalação irregular. Segundo o MP, Alcoforado precisou desembolsar R$ 3 milhões para se transformar em um cartola.

Além do Brasília, o Sobradinho também trocou de mãos e foi parar no domínio da família de Paulo Tadeu, secretário de Governo do DF.


O pessoal ligado ao PT ainda comanda o Botafogo-DF, na pessoa do empresário Walter Teodoro, que – segundo a “Veja” – chegou a fazer campanha para Agnelo Queiroz.


Estrela vermelha

 
O primeiro alvo dos petistas no Distrito Federal foi o Ceilândia. Seguindo o exemplo do ex-senador Luiz Estevão no Brasiliense, Ari de Almeida, ex-membro do diretório do PT, é há anos o manda-chuva do clube. Curiosamente, o Ceilândia chegou a ostentar uma estrela vermelha em seu escudo.

Concessão de arena em jogo


Uma das razões para o interesse ainda inexplicado de homens de relações com a política no futebol seria o destino do Estádio Nacional de Brasília, arena que está sendo construída na capital federal para a Copa–2014.


O governo federal deve decidir a quem dará a concessão do estádio após o Mundial já neste ano e a tendência é que empresários concorrentes se aproximem de alguns times de futebol para convencer o governo de que o local será usado no esporte. Os dirigentes já esfregam as mãos.

Fonte: LANCEPRESS!
Blog do Edson Sombra

10 ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO ATRAVÉS DA MÍDIA

Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
 
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.


Fonte: http://www.institutojoaogoulart.org
Via: Blog Síndrome de Estocolmo
Blog Pertubando o 'STATUS QUO' por Leili.

Pior governador do Brasil é o do DF

Mais de 53% dos eleitores reprovam o governo do Distrito federal, segundo pesquisa Mark­/CH realizada entre os dias 20 e 22 de dezembro. Desses, 26,7% consideram o governo péssimo e 18,5% ruim. Dos 43,4% que avaliam o governo de forma positiva, apenas 0,7% acreditam que o mandato foi ótimo e 10,6%, bom. Na pesquisa do Ibope realizada a pedido do grupo Bandeirantes de Comunicação, o governador Agnelo Queiroz (PT) aparece com o pior desempenho da história do Distrito Federal. Fica atrás até mesmo de José Roberto Arruda e Rogério Rosso. Apenas 23% da população aprova a gestão de Agnelo e somente 10% dos eleitores consideram a gestão de Agnelo boa ou ótima, enquanto 36% da população avaliou o governo como regular e 52%  ruim e péssima. A pesquisa do Grupo Ban­deirantes de Comunicação revelou o índice de aprovação dos governadores de nove estados, além do Distrito Federal. Eduardo Cam­pos (PSB), de Pernambuco, aparece em primeiro lugar, com 89% de aprovação. Em seguida vêm Beto Richa (PSDB), do Paraná, com 74%, e Sér­gio Cabral (PMDB), do Rio de Ja­neiro, com 71% de aprovação. Ag­nelo Queiroz ocupa a pior posição, com apenas 23% da aprovação popular. Quanto ao governo, o último na classificação geral continua sendo o governador do Distrito Federal. Apenas 1% acredita que sua administração é ótima, en­quanto 44% dos entrevistados a avaliam como péssima.

“Esse é um governo sem marca”

A deputada Celina Leão (PSD) avalia o primeiro ano do governo de Agnelo Queiroz como negativo. “Ele não deu conta de executar o orçamento disponível nem nas áreas prioritárias para ele, como Saúde.” O governador conseguiu inaugurar uma das 15 Unidades de Pronto Atendimento prometidas. “Esse é um governo sem ação, sem marca. Preocupado em se defender das denúncias, o governador não conseguiu decolar.” Segundo ela, ou Agnelo Queiroz prova sua inocência ou se afasta para que o Distrito Federal possa ser governado. “A grande obra de Brasília desse governo é um estádio, como se a população fosse viver de Copa apesar do caos na saúde, transporte e educação.” Já a atuação da Câmara Distrital no segundo semestre melhorou, afirma a deputada. “Conseguimos impor um ritmo mais tranquilo na votação dos projetos do executivo, que eram votados a toque de caixa, e aprovar matérias de autoria dos deputados.” Mas quanto à fiscalização, Celina Leão afirma que a Legislativo ficou a desejar. “Blin­daram o governador, não conseguimos aprovar nenhuma CPI nem convocar secretários envolvidos nos escândalos.”

Coluna Brasília/ Jornal Opção
Blog do cafézinho

CHARGE DO Sponholz 'DILMA E SEUS ESCÂNDALOS'

Supremo enfrentará pauta polêmica em 2012

FELIPE SELIGMAN DE BRASÍLIA

O STF (Supremo Tribunal Federal) começa 2012 tendo de resolver uma crise institucional que questiona os poderes do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e com a tarefa de tratar temas espinhosos, como a descriminalização do uso de drogas e o aborto de fetos anencéfalos.

Os ministros sabem, no entanto, que a imagem do tribunal dependerá de apenas um julgamento –o do mensalão.

Em sua reta final, o processo sobre o maior escândalo do governo Lula, revelado pelaFolha em 2005, estará nas mãos no ministro revisor da ação, Ricardo Lewandowski.

Recentemente, Lewandowski declarou que alguns crimes imputados aos réus devem prescrever.

Para tentar agilizar o julgamento, o ministro Joaquim Barbosa, relator da ação penal, liberou seu relatório sobre o caso no último dia de trabalho do STF de 2011 e avisou que seu voto está praticamente pronto.

O ministros, porém, só devem se debruçar sobre o tema a partir de fevereiro.

SEGUNDO SEMESTRE

Ministros ouvidos pela Folha avaliam que a análise do caso mensalão, tratado por eles como o mais complexo da história do STF devido ao número de investigados, deverá começar no início do segundo semestre, quando Cezar Peluso já terá passado a cadeira de presidente para Carlos Ayres Britto.

Ayres Britto assumirá o posto em abril e ficará no cargo por menos de um ano, já que completa 70 anos em novembro e deverá se aposentar compulsoriamente.

Mesmo assim, ele quer que o mensalão seja julgado ainda em sua gestão, provavelmente quando a campanha das eleições municipais já estiver em curso.

Fora isso, ele pretende levar ao plenário outros temas polêmicos, como a legalização do aborto de fetos anencéfalos, pronto para ser analisado, e assuntos como as cotas para negros em universidades públicas e a validade da Lei da Ficha Limpa, que poderá impedir já em 2012 a candidatura de políticos condenados pela Justiça.

APOSENTADORIA

O primeiro compromisso do STF em 2012, no entanto, é analisar duas liminares, uma de Marco Aurélio Mello e outra de Lewandowski –o primeiro esvaziou os poderes do CNJ de investigar magistrados, e o segundo suspendeu o trabalho da corregedoria sobre movimentações financeiras atípicas de juízes e servidores do Judiciário.

Mesmo com tantos julgamentos polêmicos, o ano poderá ser mais curto. Além de Ayres Britto, Peluso deverá se aposentar também devido à idade. Sua saída está marcada para o início de setembro, mas ele pode antecipá-la.

A partir de então, o STF volta a ficar com cadeiras vazias –o que aconteceu em quase todo 2011 e que prejudicou os trabalhos no tribunal– e aguarda a indicação de novos ministros por Dilma Rousseff. 
 


Fonte: Folha
Publicado por Blog do Donny Silva

PSD é formado basicamente por deputados sem trajetória política de destaque

São 48 deputados em exercício e sete licenciados. É a quarta maior bancada na Câmara, atrás apenas de PT, PMDB e PSDB. Será com eles que o governo terá de negociar nos próximos anos para aprovar qualquer projeto de peso. Mas os parlamentares do recém-nascido PSD são, em grande parte, uma massa de ilustres desconhecidos, sem trajetórias políticas de destaque ou projetos de lei significativos. A maioria — 28— está no primeiro mandato e os outros estão no exercício do segundo mandato, já que poucos passaram pelo crivo das urnas mais de duas vezes.

A bancada é formada principalmente por empresários — 38 —, pouco afeitos ao dia a dia do Congresso. Apenas um deputado da legenda figura na lista dos 100 “cabeças” do Congresso, feita anualmente pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Trata-se de Eduardo Sciarra (PR), eleito com apenas um voto, que ele garante não ser dele próprio. “Nem sabia dessa votação”, defende-se.

Sciarra, que está em seu terceiro mandato, deixou o DEM após uma frustrada disputa pela liderança com o atual líder ACM Neto (BA). No início do ano, a contenda lhe rendeu uma derrota de 27 a 16 votos. Foi quando decidiu debandar. “Se eu tivesse ganho essa disputa, estaria hoje no DEM e o grupo do ACM Neto, possivelmente, estaria fora”, afirma o deputado, destacando que queria um partido “que não tivesse caciquismo e não tivesse dono”.

Agora que deixou a oposição, adota o tom pragmático que caracteriza o novo partido. “Somos independentes, não teremos aliança com o governo. Ser de centro-direita não é problema, o PP e o PMDB são mais de direita do que o PSD e compõem a base do governo. A questão ideológica hoje ficou de lado. Vale o pragmatismo”, pontua, ecoando o prefeito paulistano, Gilberto Kassab, fundador e presidente do partido.

Entre os jovens do partido, o deputado Fábio Faria (RN) é um dos que evitam falar em ideologia. Uma pesquisa com seu nome no Google rende fotos suas cercado de celebridades, muitas delas constando de sua lista de conquistas amorosas, como as atrizes Priscila Fantin e Letícia Birkheuer e as apresentadoras Adriane Galisteu e Sabrina Sato. Sua atuação como parlamentar só foi notícia ao se envolver no escândalo das passagens aéreas na Câmara, quando se descobriu que Fábio havia demonstrado seu amor por Galisteu pagando com verba da Casa passagens de ida e volta para a namorada e a sogra.

Casamento

Outro a desfilar nas colunas sociais é o empresário da noite paulistana Guilherme Mussi (SP). O deputado teve seu casamento em 2008, com a herdeira da loja de luxo Daslu, Luciana Tranchesi, aclamado por revistas de fofoca como “a cerimônia mais badalada dos últimos tempos no high society paulistano”. A festa, na Villa Daslu, para 1,3 mil convidados, teve champanhe Taittinger Brut Prestige Rosé, a R$ 270 a garrafa. Mas a união durou pouco mais de um ano. De lá para cá, após breve namoro com uma socialite de São Paulo, Mussi submergiu do noticiário de celebridades, a exemplo de sua atuação parlamentar.

A ala jovem do PSD também tem seu representante no Rio de Janeiro. O deputado Felipe Burnier é um típico menino do Rio. Com sobrenome político, ele é filho do ex-prefeito de Nova Iguaçu Nelson Burnier, frequenta a praia da Barra da Tijuca e usou um funk como jingle da campanha de 2010. Considera-se uma “pessoa do bem”, conforme seu perfil no Facebook, e adora fazer novas amizades. “Vivo a vida intensamente, não me arrependo de nada que tenha feito, somente do que ainda não fiz. Amo a vida!!!”, é a mensagem na comunidade virtual. O jeitão bon vivant deu o tom de um projeto enviado no ano passado à Câmara. Burnier propôs que todos os dias de jogos do Brasil na Copa de 2014 sejam feriados nacionais. “Quero mais é que tenha feriado e que o Brasil seja campeão”, exalta.

Problemas na Justiça

Há também no PSD quem tenha problemas com a Justiça. Carlos Souza (PSD-AM), que esteve em cinco partidos nos últimos 20 anos, foi preso em 2009 quando era vice-prefeito de Manaus. Ele responde a processo por associação ao tráfico de drogas e é suspeito de ter encomendado a morte de traficantes. Ele é irmão do falecido deputado estadual Wallace Souza, acusado de ser o chefe de uma quadrilha que comandava o comércio de drogas no Amazonas e que assassinava traficantes para aumentar a audiência de um programa de TV apresentado pelos irmãos Souza. Segundo denúncia do Ministério Público, em um caso que ganhou repercussão internacional, Wallace aproveitava “informações privilegiadas” sobre quem ia ser morto para exibir os crimes consumados em seu programa policial televisivo, o Canal livre, e subir a audiência.Informações do Correio Braziliense.

Fonte: Blog do Honorato -  Da redação em 02/01/2012 09:20:27

DIVIDIDO, PSDB QUER DICIDIR LOGO NOME PARA 2014

Flávio Freire, O Globo

Com o PT avançando em popularidade nas pesquisas qualitativas de São Paulo, impulsionado pela ascendência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tucanos já discutem internamente a necessidade de fechar um acordo em torno do candidato à Presidência em 2014 o quanto antes. Prevendo prejuízo por conta de um eventual processo desgastante, como se observa na difícil escolha de um dos quatro pré-candidatos à prefeitura de São Paulo, tucanos querem fechar, já em 2012, um consenso em torno do nome do presidenciável que disputará a sucessão de Dilma Rousseff.

 Aos refratários à ideia, principalmente os três possíveis cabeças de chapa — o ex-governador José Serra, o senador Aécio Neves e o governador Geraldo Alckmin —, dirigentes estão argumentando que só com nome consolidado é que o PSDB terá força política para enfrentar um possível projeto de reeleição de Dilma. Ou até mesmo a volta de Lula à disputa presidencial, como se ventila nas fileiras internas do PT.

O sinal amarelo em ninho tucano ficou ainda mais reluzente com o resultado da última pesquisa Datafolha, em que aumentou a rejeição a Serra, ao mesmo tempo em que grande parte dos eleitores diz votar, para prefeito de São Paulo, no candidato apoiado por Lula. Nos últimos dias, o principal líder tucano, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, argumentou que o partido não pode continuar "apático". Ele defende a escolha de um candidato o mais rápido possível.

— O PSDB não pode ficar esperando o que vai acontecer, tem que agilizar. Não pode ficar preso a disputas internas — disse FH.

O GLOBO ouviu dirigentes nas esferas regional e nacional. Pedindo anonimato, todos avaliam que o PSDB não vai conseguir tirar o PT do poder se, antes, não resolver "problemas de ego" que põem areia no que deveria ser um projeto comum do partido.

— Se o PSDB continuar patinando, com briga de ego, vamos perder novamente (a disputa à Presidência). E, aí, corre-se o risco de o PT se perpetuar no poder até nascer uma força política com mais foco e menos briga interna — disse um tucano com assento no diretório nacional.

Publicamente, o discurso é o de que não se deve antecipar a disputa à Presidência.

— Cada agonia tem seu dia — costuma repetir José Serra sempre que confrontado com as especulações sobre se irá disputar essa ou aquela eleição.

O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, também acredita que não está na hora de trazer 2014 para a pauta atual. Sobre a pressão que o partido estaria recebendo para lançar um nome para a eleição presidencial já no ano que vem, Guerra desconversa:

— O partido está se mobilizando para as eleições municipais, onde temos muita força e uma resposta grande do eleitorado. A sucessão de Dilma vai ser uma consequência do bom trabalho que o partido fará nos próximos dois anos.

Fonte: Blog do Honorato - Da redação em 02/01/2012 09:14:26

A POLÍTICA E A EVOLUÇÃO DOS SERES



Dizem que com o tempo os seres evoluem. Na política podemos dizer que acontece algo parecido. Muitos que assumem cargos de alta importância mudam da água para o vinho. Existem personagens nessa seara, que antes de assumir seus atuais postos, não sabiam nem mesmo declarar um simples imposto de renda. Mas como dissemos no começo da matéria, os seres evoluem. 

E alguns desses gestores na atualidade - não conseguem passar umas boas férias de janeiro - sem a ajuda de amigos empresários. Ao tudo indica a política e a evolução caminham juntas. E isso deixa  alguns numa grande fortaleza. Assim caminha a política e a evolução...

Fonte: Blog Rádio Corredor pot Odir Ribeiro

ABERTA A SUCESSÃO DE AGNELO QUEIROZ

O Distrito Federal já tem nomes para disputar a eleição de 2014: Rogério Rosso, do PSD, os pedetistas Antônio Reguffe e Cristovam Buarque e o peemedebista Tadeu Filippelli. Primeiro suplente do PMDB, que perdeu a eleição por poucos votos, Rosso ganhou visibilidade quando foi governador, apesar de ser um mandato-tampão. Antes disso, na gestão de José Roberto Arruda, como presidente da Companhia de Planejamento do DF (Co­deplan), já havia conquistado notoriedade ao implantar uma metodologia para identificar indicadores sociais do DF e do Entorno. Rosso tem uma base eleitoral forte em Ceilândia, onde chegou a morar com a família.

Ao migrar para o PSD, Rosso herda parte dos eleitores de Joaquim Roriz (PSC), que está afastado da política por problemas de saúde. Os rorizistas sabem que o PSC sem Roriz não existe e tendem a se aglutinar em torno do PSD. Além de ser herdeiro natural do rorizismo, Rosso é carismático, roqueiro, bem casado e simpático. Tem votos na classe média e alta e na periferia.

O deputado federal Antônio Reguffe não tem a densidade eleitoral de Rosso, mas tem um voto de peso: da classe média do Plano Piloto. Economista, carioca radicado em Brasília, eleito deputado federal com a maior votação proporcional do País, Reguffe incorporou o discurso moralista da classe média. Abriu mão dos benefícios e ajudas de custo parlamentar e do 14º e 15º salários que teria direito a receber. Todavia, Reguffe não consegue entrar na periferia. Já o senador Cristovam Buarque (PDT) tem voto na periferia — Ta­guatinga, Núcleo Bandeirante, Recanto das Emas, Riacho Fundo — e no meio acadêmico. O senador não consegue entrar nos bolsões de miséria, reduto do rorizismo.

Nem mesmo Ag­nelo Queiroz (PT) consegue vo­tos nessas regiões. Cristovam Buar­que adota um discurso mais mo­ralista e defende a inclusão social via educação, tema bem aceito pela classe média. O vice-governador Tadeu Filippelli divide os votos da classe média da periferia, principalmente dos condomínios, e os de Roriz. Ele se mantém discreto no governo para não se contaminar com o desgaste de Agnelo Queiroz, mas não deve sair ileso. A surpresa no quadro pode ser a volta de José Roberta Arruda.

Por Andréia Bahia

Fonte: Jornal Opção
Blog do Edson Sombra

"ESSE É UM GOVERNO SEM MARCA"

A deputada Celina Leão (PSD) avalia o primeiro ano do governo de Agnelo Queiroz como negativo. “Ele não deu conta de executar o orçamento disponível nem nas áreas prioritárias para ele, como Saúde.” O governador conseguiu inaugurar uma das 15 Unidades de Pronto Atendimento prometidas. “Esse é um governo sem ação, sem marca. Preocupado em se defender das denúncias, o governador não conseguiu decolar.” Segundo ela, ou Agnelo Queiroz prova sua inocência ou se afasta para que o Distrito Federal possa ser governado. “A grande obra de Brasília desse governo é um estádio, como se a população fosse viver de Copa apesar do caos na saúde, transporte e educação.”


Já a atuação da Câmara Distrital no segundo semestre melhorou, afirma a deputada. “Conseguimos impor um ritmo mais tranquilo na votação dos projetos do executivo, que eram votados a toque de caixa, e aprovar matérias de autoria dos deputados.” Mas quanto à fiscalização, Celina Leão afirma que a Legislativo ficou a desejar. “Blin­daram o governador, não conseguimos aprovar nenhuma CPI nem convocar secretários envolvidos nos escândalos.”

Por Andréia Bahia

Fonte: Jornal Opção
Blog do Edson Sombra

PF FLAGRA DESVIO RECORDE DE RECURSOS PÚBLICOS EM 2011: 3,2 BI


Operações da Polícia Federal flagraram desvio de R$ 3,2 bilhões de recursos públicos em 2011, dinheiro que teria alimentado, por exemplo, o pagamentos de propina a funcionários públicos, empresários e políticos.
 
O valor é mais do que o dobro do apurado pela polícia em 2010 (R$ 1,5 bilhão) e 15 vezes o apontado em 2009 (R$ 219 milhões). A título de comparação, representa quase metade do dinheiro previsto para as obras de transposição do rio São Francisco. O total de servidores públicos presos também aumentou: de 124, em 2010, para 225, no ano passado.
 
Os números, a que a Folha teve acesso, estão em um relatório produzido a partir apenas das operações. Segundo a PF, trata-se do valor provado nas investigações, que são repassadas para o Ministério Público tentar reaver o dinheiro. Entenda o desvio:



Apesar de coincidir com o ano em que houve a chamada “faxina” no ministério de Dilma Rousseff, com a queda de seis ministros sob suspeitas de irregularidades, não há relação causal -as grandes operações decorrem de investigações mais antigas.
 
Para delegados de Polícia Fazendária, área que investiga os desvios de verbas, o aumento da comprovação do rombo deve-se à formação de equipes especializadas. É o caso de Bahia, Ceará, Maranhão, Rio Grande do Sul e São Paulo. Nas próximas semanas será criada unidade específica, em Brasília, de Repressão a Desvios de Verbas Públicas.
 
Também em 2011, a PF produziu seu primeiro manual de investigação de desvios de recursos, distribuído para as sedes estaduais. “As técnicas de investigação têm sido aprimoradas. Afinal, crimes envolvendo verbas públicas ocorrem em áreas sensíveis para a sociedade”, diz o delegado Rodrigo Bastos, da Coordenação-Geral de Polícia Fazendária.
 
A PF realizou, em 2011, a maior apreensão de dinheiro da história das investigações no Brasil: o equivalente a R$ 13,7 milhões foi encontrado nas casas de auditores da Receita Federal em Osasco (SP). Foi durante a Operação Paraíso Fiscal. O dinheiro estava em caixas de leite, fundos falsos de armário e em forros.
 
Em quatro meses, a PF flagrou um dos acusados comprando três carros de luxo à vista e em dinheiro vivo. A partir da operação, o Ministério Público Federal denunciou oito auditores, acusados de selecionar empresas para fiscalização e exigir delas propina para engavetar ou relaxar a cobrança de débitos tributários. Eles negam.
 
Em outra operação, a Casa 101, a PF descobriu que, na região de Recife, quase todos os contratos entre Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte) e construtoras eram fiscalizados por apenas um servidor.
Pagamentos eram liberados mesmo com fortes indícios de superfaturamento.
Resultado: em um contrato, a PF calculou prejuízo de R$ 67 milhões. Segundo a investigação, o servidor do Dnit recebeu um pedaço do butim.
 
Na Operação Saúde, do Rio Grande do Sul, 34 funcionários públicos municipais foram presos, acusados de desviar verbas federais destinadas à compra de medicamentos. Em um ano, o grupo teria movimentado um total de R$ 70 milhões.
 
Fonte: Folha de São Paulo
Blog do Edson Sombra

CÂMARA CONVOCA ROBÉRIO

Câmara convoca Robério  
Diário da Câmara Legislativa decreta vago o cargo de Benício Tavares e convoca o primeiro suplente para assumir o posto; deputado cassado recorre da decisão
 

Brasília 247 – A primeira edição do Diário da Câmara Legislativa de 2012 traz a convocação do empresário Robério Negreiros (PMDB) para assumir a cadeira do deputado distrital Benício Tavares, do mesmo partido, que teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral por abuso de poder econômico e compra de votos. O ato da Mesa Diretora publicado na edição desta segunda-feira (2) declarou vago o cargo de Benício Tavares, mas não estipulou a data da posse de Robério na Casa. Após a publicação, Benício entrou com recurso para permanecer no cargo até que sejam julgados os recursos contra a decisão que cassou o mandato dele, em novembro passado.

A posse de Robério deve ocorre no próximo mês, com o retorno do recesso parlamentar. Apesar disso, os 26 assessores parlamentares de Benício já foram exonerados. Muitos deles acompanhavam o deputado desde 1990, quando entrou na Câmara para nunca mais sair. Benício é o único distrital a vencer as cinco eleições para deputado desde a criação do Legislativo local, em 1990.

O mais antigo distrital é considerado um highlander, ou seja, um deputado imortal - por já ter sobrevivido a escândalos como o da acusação de pedofilia a bordo de um barco que naufragou no Pará. Agora, o parlamentar deixa a vaga aos 55 anos para um empresário 22 anos mais novo, herdeiro de um império formado pela empresa de segurança Brasfort. A defesa de Benício se movimenta para retomar o posto.


A empresa é conhecida por prestar serviço a órgãos públicos e tem contratos milionários com o governo do Distrito Federal e ministérios na Esplanada. O jovem empresário, de 33 anos, renova a bancada dos parlamentares que tem negócios no Executivo. Além dele, familiares dos deputados Eliana Pedrosa (PSD) e Cristiano Araújo (PTB), que atualmente é secretário de Ciência e Tecnologia do DF, mantêm contratos empresariais com o governo.

Brasiliense, Robério é formado em Ciências Jurídicas, casado e pai de três filhos. Em 2004, chegou a ser citado na Operação Sentinela, da Polícia Federal, que desbaratava uma quadrilha que fraudava licitações no Tribunal de Contas da União. Assim como Benício, o suplente também responde a processo no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal por supostamente ter violado o artigo 301 do Código Eleitoral: “usar de violência ou grave ameaça para coagir alguém a votar, ou não votar, em determinado candidato ou partido, ainda que os fins visados não sejam conseguidos”. Ele nega.


Em entrevista ao Correio Braziliense, Robério garante não ter compromisso com ninguém a não ser com seu pai, único patrocinador de sua campanha na eleição de 2010. Desse apoio surgiram quase 10 mil votos, que o colocou na 37ª posição dentre os 822 candidatos que disputaram as eleições.

Fonte: Brasília 247 -  02 de Janeiro de 2012 às 19:45