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Deve-se a decisão ao presidente do legislativo brasiliense, deputado Patrício (foto). Ele é petista como Agnelo. Serviu-se de um parecer da assessoria.
Alegou-se PSDB e DEM, autores de dois pedidos, não têm legitimidade para agir. Apenas cidadãos poderiam propor o impeachment.
Alegou-se que outro pedido, formulado por um advogado, tem problemas formais.
Quanto às petições assinadas por Alberto Fraga e Raimundo Ribeiro, respectivamente presidentes do DEM e do PSDB no DF, argumentou-se que carecem de fundamento.
Quer dizer: ou a PF, a Procuradoria e o Judiciário cuidam de Agnelo ou o governador passará lisamente pelas denúncias de recebimento de propina no Esporte e na Anvisa.
Fonte: Blog Josias de Souza - FOLHA
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