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| DILMA E AGNELO QUEIROZ |
Embora o Palácio do Buriti tenha dito há dois dias, por meio de nota oficial, que o govbernador Agnelo Queiroz não tem culpa em cartório quando o assunto é a passagem dele pelo Ministério do Eporte, as investigações da polícia começam a mostrar um quadro diferente.
No inquérito aberto no Superior Tribunal de Justiça (STJ), consta que a suposta a propina de R$ 256 mil que teria sido entregue a Agnelo Queiroz, foi de fato sacada de uma das contas indicadas pelo autor das acusações, Geraldo Nascimento de Andrade.
No inquérito aberto no Superior Tribunal de Justiça (STJ), consta que a suposta a propina de R$ 256 mil que teria sido entregue a Agnelo Queiroz, foi de fato sacada de uma das contas indicadas pelo autor das acusações, Geraldo Nascimento de Andrade.
Esses dados e os depoimentos, somados às conversas telefônicas grampeadas com autorização judicial, levaram a polícia a suspeitar do envolvimento direto do governador no esquema de desvio de recursos do programa Segundo Tempo e levaram o caso para o STJ. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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| AGNELO QUEIROZ |
Ao Ministério Público Federal, o delegado responsável pelas investigações, Giancarlo Zuliani Junior, sugeriu a quebra do sigilo do telefone usado por Agnelo e uma análise dos dados das Estações Rádio Base, que fazem a conexão entre os telefones celulares e a companhia telefônica. Com isso, seria possível dizer se Agnelo conversou com integrantes do esquema no dia em que o dinheiro teria sido entregue.
Ao requerer à Justiça Federal o encaminhamento das investigações para o STJ em razão dos indícios contra Agnelo, que tem foro privilegiado como governador do DF, o procurador da República José Diógenes Teixeira já indicava que as quebras de sigilo podem ser requisitadas.
Os R$ 256 mil que a testemunha disse terem sido pagos a Agnelo dentro de uma mochila foram sacados da conta da empresa Infinita Comércio e Serviços de Móveis Ltda nos dias 7 e 8 de agosto de 2007.
A Infinita é uma das empresas que teria fornecido notas fiscais falsas para encobrir o desvio de recursos públicos. Conforme depoimento de Geraldo Nascimento de Andrade, o dinheiro foi entregue à noite no estacionamento de uma concessionária na cidade satélite de Sobradinho.
Fonte: Publicado em 21 de Outubro de 2011 por Notibras.


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