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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Caso Raad Massouh: Raad e suas contradições


A verdade não tem dois lados. Sobre um mesmo fato podem existir várias versões, mas não várias verdade. Verdade é uma só. No processo contra o Deputado Distrital Raad Massouh, este apregoa que age de forma verdadeira e sem contradições. Não é o que revela o relatório do Deputado Joe Valle.

Durante a tramitação do processo ético disciplinar, Raad Massouh dizia aos jornalistas que era inocente e que queria que todos os depoimentos fossem colhidos às claras, em sessões abertas. A título de exemplo, relembre-se reportagem do portal R7 do dia 18 de abril de 2013, que começava assim: O deputado distrital Raad Massouh (PPL) pediu, nesta quinta-feira (18), que os depoimentos das testemunhas que serão ouvidas no processo movido contra ele na Câmara Legislativa sejam realizados em sessões abertas (relembre aqui)”.

O relatório de Joe Valle revela que não era bem assim. Em um tópico do relatório de Joe Valle foi versado acerca do indeferimento do pedido de sigilo dos autos e depoimentos, sigilo pedido pelo deputado distrital Raad Massouh e indeferido pelo deputado Patrício.

Em outras palavras, diante das câmeras e para os jornalistas, tentando influenciar a opinião pública, Raad Massouh pedia transparência, portas das sessões abertas. Nos bastidores, ao contrário, pedia decretação de sigilo.

A decretação do sigilo foi indeferida em 13 de março de 2013, pelo corregedor Patrício, que, em sua decisão, destacou que no parlamento deve imperar a égide da publicidade.

Enfim, o deputado distrital Raad Massouh diante do público é um, nos bastidores é outro. Para o público, diz ser inocente, que sempre agiu com lisura, falta saber como foi o comportamento nos bastidores.

Fonte: Blog do Edson Sombra / R7.

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