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quarta-feira, 20 de março de 2013

Polícia de Agnelo tenta apagar o rastro da arapongagem, comandada pela cúpula do GDF

 

A Polícia Civil do Distrito Federal está tentando apagar o rastro da arapongagem deixado por Cláudio Monteiro, Marcello Lopes de Oliveira, o Marcelão, e Idalberto Matias de Araújo, o Dadá. 

O inquérito, aberto pela Polícia Civil do DF para apurar o vazamento de documentos da inteligência da Secretária de Segurança do Distrito Federal, gerou um conflito entre coronéis da PM do DF com delegados da Polícia Civil, sob o comando do diretor Jorge Xavier. 

O objetivo era não deixar alcançar o governador Agnelo Queiroz. A Revista Eletrônica QuidNovi trouxe, à época, documentos confidenciais que revelavam espionagem dentro do próprio governo Agnelo. O chefe da casa militar Coronel Rogério Leão aparecia nas imagens comandando a operação de espionagem. Foi descoberto também um flat num condomínio as margens do lago Paranoá, que o governador Agnelo Queiroz frequentava clandestinamente não se sabe pra que. 

O que se sabe destes documentos vazados é que o Coronel Leão, responsável pela arapongagem, ainda se mantem como chefe da Casa Militar. Se o que chegou a público foram os relatórios, o governador Agnelo deveria te-lo afastado imediatamente. Mas, pelo visto, o governador deve estar sob a foice desses arapongas.

Porque, a Operação Monte Carlo da Polícia Federal, que culminou com a prisão do bicheiro Carlinhos Cachoeira, tem o relatório que aponta o então chefe de Gabinete Cláudio Monteiro, o policial civil lotado na Casa Militar à época, Marcello Lopes de Oliveira, o Marcelão e Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, braço direito de Cachoeira, como responsável pelo esquema de espionagem em Brasília.

 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa

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