
O colunista Eduardo Brito (Jornal de Brasília) informa que o
ex-governador Joaquim Roriz (foto) tem mesmo um candidato preferencial
ao governo do Distrito Federal em 2014. É ele mesmo, Joaquim Roriz.
Aposta ainda em uma decisão judicial que lhe permita concorrer.
Acredita
que, em segunda instância, prevalecerá sua tese de que a renúncia ao
mandato de senador não poderá levar à sua impugnação pela lei da ficha
limpa. Afinal, argumentam seus advogados, como não havia sequer um
pedido de abertura de processo contra ele no Senado, seria impossível
associar sua renúncia a algum malfeito. O Supremo Tribunal Federal,
acionado durante a campanha passada, não chegou a um veredito
definitivo.
Nas últimas semanas, o ex-governador retomou seus contatos políticos.
Recebeu várias vezes a sucessora Maria de Lourdes Abadia e teve
contatos com antigos aliados que estavam afastados, entre eles o
presidente do DEM, Alberto Fraga, e o senador Gim Argello. Mas ninguém
ouve dele qualquer encorajamento a uma candidatura alternativa. Quando
Roriz imagina que está sendo procurado em busca de apoio, evita até
receber o eventual candidato.
Na avaliação de Roriz, é possível compor uma frente do que o
ex-deputado Alberto Fraga chama de “centro-direita”. Reuniria, além do
antigo núcleo rorizista, forças de oposição como o PSDB e o DEM,
chegando até os arrudistas.
Divisão nas esquerdas
Em contrapartida, o ex-governador acredita que se aprofundarão as
divisões da coligação que levou Agnelo Queiroz ao Buriti. Acha que, ao
lado da aliança composta em torno do PT, tende a se fortalecer o eixo
Rodrigo Rollemberg-Cristovam Buarque-Reguffe. E que o PSOL, bem votado
em 2010, manterá candidatura própria. O PMDB se torna, cada vez mais, a
peça-chave.
Fonte: Blog do Honorato
.jpg)
.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário