
Não basta ter um homem eficiente, profundo conhecedor da máquina pública se o mandatário, eleito com expectativa de mudar o estilo e práticas políticas, não colabora.
Agnelo é um homem bom, cordial, tipo bom baiano que não quer brigar com ninguém. Só curtir a vida com os amigos, família e, claro, ter um pouco de poder.
Pelas circunstâncias do momento político, foi ungido governador sob o discurso da moralização.
Algo perigoso quando não se tem uma vocação de gestor forte, que sabe dizer não. Leia mais
Fonte: Jornal Opção - Edição 1942
Blog do Edson Sombra
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