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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Augustização de Rodrigo

O sucesso eleitoral do Partido dos Trabalhadores (PT) é fruto de um conjunto de fatores, que vai desde os programas assistencialistas aos mais pobres ao carisma debochado do ex-presidente Lula. Faz parte da estratégia a escolha do adversário. E rotulá-lo.

A política do PT é sempre a do bem contra o mal, da esquerda contra a direita. É a política do nós contra eles. A direita é demonizada. Qualquer coisa ou pessoa associada a ela deve ser repelida. E na mensagem do petismo, é claro, ele sempre estará do lado do bem.


E quando algo foge do controle, basta colocar a culpa nas elites, na imprensa ou na burguesia. Tipo: se um petista foi pego roubando, é a elite conspirando. É golpe, dizem. Chega a ser ridículo. O pior é que às vezes dá certo: uma parcela da população acredita.


O primeiro passo do manual petista é identificar o adversário. Ou escolhê-lo. Em Brasília, o Palácio do Buriti percebeu que o perigo vem do Senado. A dupla Cristovam Buarque (PDT) e Rodrigo Rollemberg (PSB) representa nomes fortes para a eleição de 2014.
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Fonte: Blog do Callado
Blog do Edson Sombra

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