Depoimento está marcado para a terça-feira 15, mas a defesa
tenta também adiá-lo; na noite de sexta-feira 11, a Justiça do Distrito
Federal decretou uma nova prisão para o líder da quadrilha; na última
semana, CPI do Cachoeira ouviu a portas fechadas delegados da Polícia
Federal
“Para decidir se fala ou se cala, ele precisa antes saber o que há a
seu respeito”, destaca trecho da ação. Os advogados prosseguem alegando
que “caso decida silenciar, [Cachoeira] perderá valiosa oportunidade
não só de desconstruir as suspeitas que pesam sobre seus ombros, mas
também de esclarecer fatos que tanto rumor têm causado”.
O habeas corpus pretende anular decisão do
presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), que convocou
Cachoeira a depor no próximo dia 15, negando acesso da defesa às provas e
informações colhidas na CPI.
Os advogados contestam o fato de a defesa de Cachoeira estar sendo
cerceada, já que ele não pode avaliar as provas que os parlamentares
usarão para interrogá-lo, inclusive as colhidas nas operações Vegas e
Monte Carlo. O relator do habeas corpus é o ministro Celso de Mello.
Fonte: Brasília 247 - 12 de May de 2012 às 11:00
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