
Surgiu um abacaxi dos grandes para o secretário de Obras, Oto Silvério (foto), descascar. Depois de muita batalha, conseguiu-se montar 50 equipes de tapa-buracos, para combater as crateras que tomaram conta de Brasília.
As equipes já estão nas ruas. Só que, agora, começou a faltar matéria-prima. Foram bater à porta das usinas para comprar massa asfáltica – sem ela, não há como fechar os buracos – mas o produto está em falta.
É que, para contar com todos os componentes da massa precisa-se de ao menos um período de baixa umidade. Como chove quase sem parar, não se consegue nem mesmo uma fração significativa do produto necessário.
Fonte: Eduardo Brito/ Coluna do Alto da Torre/ Jornal de Brasília
Blog Rádio Corredor por Odir Ribeiro
Esse otho Silvério passou 12 anos na Caesb, sem aparecer pra trabalhar, assinando o ponto sabe-se lá aonde, pois nunca foi visto na labuta até ter sido nomeado secretário de obras do PT. O assunto na Caesb é tido como sigiloso e o empregado que toca no assunto é repreendido e coagido a perda da função. o TCDF e o Ministério Público tem o dever de apurar e obrigar esse Demagogo a devolver os salários recebidos indevidamente, que chega perto dos R$ 3 milhões, sem os reajustes devidos. É fácil, abram uma Tomada de Contas Especial e verão a vergonha de um secretário que assinava o ponto longe do emprego e perto do seu estabelecimento café antiquário, no pontão do lago sul. Todos os empregados achavam que o mesmo tinha pedido conta da Caesb, pois desde que saiu da presidência da Novacap, em 1999, que não era visto por lá. Incluíndo aí dois anos que foi cedido pra câmara Federal, onde também não comparecia. Cadê a ética do secretário. Se a sindicância for aberta, os valores recebidos terão que ser devolvidos aos cofres público e demissão será sumaria dos quadros da Caesb.
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