ACESSOS

sexta-feira, 4 de maio de 2012

AMARGO PESADELO

Delegado Mauro Cezar Lima (centro)
Nas últimas sessões plenárias da Câmara Legislativa, uma presença tem chamado atenção: a do delegado Mauro Cezar Lima, ex-diretor do Departamento de Polícia Especializada da PCDF na gestão do ex-diretor Onofre de Morais.

De todas as possibilidades, há duas versões para as visitas aos distritais. A primeira é sonhar com a chance de ocupar uma cadeira na Casa, uma vez que ele já tentou sem sucesso por duas vezes a candidatura ao legislativo local. A outra pode ser a mais latente: é que caso a CPI da Arapongagem tenha andamento na Casa, ele vai acabar tendo de se explicar. …

Em um dos trechos captados em grampos realizados pela PF na Operação Monte Carlo, com autorização da Justiça, o agente de polícia Marcelo Lopes – o Marcelão –, ex-assessor do GDF, relata para o principal homem do bicheiro Carlinhos Cachoeira, Idalberto Matias (o Dadá), que o aguarda na residência do delegado, então responsável também pela área de inteligência da Polícia Civil do DF.

O curioso do conteúdo captado é que Marcelão afirma com todas as letras que a visita ao delegado de polícia tem um único objetivo: entregar a Maurinho, como é conhecido, cópia do material de Tomé que, de acordo com as investigações da PF, foi contratado para violar e-mails de adversários políticos do atual grupo que está no comando do governo do Distrito Federal, inclusive o titular deste blog.

Para quem não se lembra de Marcelão, apesar de ser policial civil, ele estava lotado durante esse período na Casa Militar do Distrito Federal. O órgão é comandado pelo tenente coronel Rogério Leão e é acusado de ter a infraestrutura governamental usada para arapongar a vida de empresários, jornalistas e políticos da cidade, inclusive a do atual vice-governador Tadeu Filippelli.
 
Nota do Blog:

Não estranhe, prezado leitor, que logo nas primeiras linhas da página 83 do inquérito 3430, apenso I, volume 07, da Polícia Federal, há alguns trechos em branco. Foi iniciativa do titular deste blog, que em respeito à privacidade, decidiu preservar informações pessoais de familiares de Mauro Cezar Lima, já que eles não podem ser responsabilizados por atitudes supostamente suspeitas atribuídas ao delegado da Polícia Civil.



Fonte: Blog do Sombra
Blog do Donny Silva

GRAVAÇÃO SUGERE CAIXA 2 DE EX-ASSESSORES DE AGNELO QUEIROZ



O gigantesco volume de informações divulgado sobre o bando do contraventor Carlinhos Cachoeira revela que a quadrilha montou uma poderosa rede de cooptação de agentes públicos.

Ao que tudo indica, o grau de infiltração do grupo era maior em Goiás do que no Distrito Federal.

Talvez por isso, distorcendo as informações, petistas passaram a alardear a inocência do petista Agnelo Queiroz e sua equipe. 

Mas a verdade não é bem assim: em um dos trechos interceptados pela Polícia Federal, Cachoeira e alguns de seus auxiliares comentam um episódio que pode revelar a existência de caixa dois na campanha da coligação petista na capital do país, em 2010.

Os diálogos são de 11 de janeiro de 2011, dez dias depois da posse de Agnelo. Idalberto Matias Araújo, o Dadá, braço direito do contraventor, conta a Carlinhos Cachoeira que Cláudio Monteiro, então chefe de gabinete do governador, estaria irritado com João Carlos Feitoza, o Zunga – ocupante de cargos de segundo escalão no governo distrital.

O motivo: Zunga teria desviado recursos de empresários que doaram para “a campanha”. Agora, eles estariam cobrando uma contrapartida, mas foram informados de que o dinheiro havia sumido.

Dadá afirma: “Três empresários que doou para a campanha (…) botou o dinheiro na mão do Zunga, mas o dinheiro não chegou na mão do Cláudio. Aí que é que o cara falou: ‘Eu vou juntar vocês e vou chamar quem pegou o dinheiro, quer ver pra fazer essa acareação, porque o dinheiro não foi para a minha mão’”. Cachoeira responde, referindo-se a Zunga: “É, mala não tem jeito não, né?”

Além de apontar para a existência de caixa dois, o diálogo revela que os doadores estavam cobrando de Cláudio Monteiro uma contrapartida pelas doações. Dadá diz que os três empresários foram “arrochar o Cláudio, querendo as coisas”. A eles, segundo Dadá, Cláudio Monteiro afirmou: “Você vai ser atendido através de quem você entregou o dinheiro”.

Em uma segunda conversa, com outro integrante da quadrilha, Dadá afirma que Zunga poderia ter evitado o constrangimento se negociasse com Monteiro “Não precisa disso, né? Cara, se ele assina com o cara… ‘ó, Cláudio, o cara tá dando tanto, tem jeito de tirar uma ponta para mim?’, o cara vai autorizar, bicho, são tudo amigo, né, cara?”. A afirmação foi feita a Lenine Araújo de Souza. O parceiro de Dadá concorda: “Exatamente, porque tirar escondido é feio demais, né, Chico?”

Outro diálogo entre Dadá e Cachoeira revela ainda que, depois de saber das acusações contra Zunga, o chefe da quadrilha se preocupou com o destino de doações intermediadas pelo bando ao grupo de Zunga: “Aqueles que o Lenine passava e o Zunga pegava lá, será que ele entregou?” Dadá responde afirmativamente.

Baixas - Zunga e Monteiro deixaram o governo após o surgimento das primeiras denúncias mostrando a relação deles com o grupo de Cachoeira. Marcelo Lopes, o “Marcelão”, também perdeu o cargo de assessor da Casa Militar do governo do Distrito Federal. Ele é outro personagem citado nas conversas do bando.

Zunga e Monteiro não foram encontrados, mas em ocasiões anteriores sempre negaram ter atuado em conluio com a quadrilha. A Secretaria de Comunicação do governo do Distrito Federal alega que o diálogo não diz respeito à campanha do governador Agnelo Queiroz. O porta-voz do governo, Ugo Braga, afirmou ao site de VEJA que Cláudio Monteiro foi candidato a deputado distrital e que o diálogo diz respeito a essa campanha. Monteiro ficou em 98º lugar na disputa pelas 24 vagas na Câmara Legislativa.

Fonte: Gabriel Castro - Revista Veja
Blog Rádio Corredor por Odir Ribeiro

SECRETÁRIO DE TRANSPORTES DO DF É CITADO EM CONVERSAS COM CARLINHOS CACHOEIRA



Escutas telefônicas da Polícia Federal revelam que o titular da pasta de Transportes do Distrito Federal, José Walter Vasquez (foto), foi citado em pelo menos duas conversas entre Carlinhos Cachoeira e assessores dele. O secretário nega ter favorecido o grupo do bicheiro, preso desde o fim de fevereiro suspeito de explorar jogos de azar.

Em uma das conversas, gravadas com a autorização da Justiça, Gleyb Ferreira da Cruz diz a Cachoeira que o secretário teria afirmado que a bilhetagem eletrônica dos ônibus ficaria com o grupo, por meio da empresa Delta. O recado teria sido dado ao ex-assessor da Secretaria de Planejamento Valdir dos Reis, que está preso.


Gleyb: "Lembra a pergunta que você fez pra ele ontem? Ele conversou ontem à tarde com o secretário. E o secretário falou para ele: se for isso então, essa apresentação for isso que o você tá falando, eu falo pra ele que é de vocês a bilhetagem".

Cachoeira: "O que que eu dou a ele?"


Gleyb: "To aguardando. Ele foi lá em cima e tá voltando aqui. Eu to aguardando".


Em outra conversa, Gleyb Ferreira da Cruz comemora dizendo que a bilhetagem eletrônica dos ônibus está ganha e volta a citar o secretário de Transportes.


Cachoeira: "Qual que é a novidade, Gleyb?"


Gleyb: Tenho... Boas. A gente precisa dar uma conversada porque o trem lá táganho, ganhinho, ganhinho, ganhinho... "tá" marcado com o secretário amanhã três e meia da tarde.


Cachoeira: "Excelente. Então vamos fechar logo".


Vasquez admite que recebeu representantes da Delta Construções apresentados por Reis, mas afirma não ter envolvimento com o grupo do bicheiro. “Está tão ganho que eles não ganharam nada. Em nenhum momento eu poderia – mesmo que eu quisesse – dizer a alguém que está ganho alguma coisa que, primeiro não é licitado pela secretaria, e sim pelo DFTrans. E segundo tem que passar para o processo licitatório.” Informações do G1.

Fonte: Estação da Notícia 
Blog Rádio Corredor por Odir Ribeiro

DISTRITAL PODE SOFRER 'CURTO CIRCUITO'


Quem pensa que as luzes da política se apagaram na noite desta quinta-feira, 3, corre o risco de se equivocar.

Uma reunião com 14 deputados distritais definiu muitos rumos.

O blog descobriu um encontro entre os parlamentares em um local da cidade.

E qual o assunto?

O comportamento de um certo parlamentar que, segundo seus colegas, acha que está com o rei na barriga.

Ele sente-se o dono do mundo.

Dizem que, após essa reunião, a crista do deputado irá baixar.

Parece que ele está em maus lençóis.

As tidas más línguas acham que o distrital não deveria mexer em fio desencapado.

Do alto de sua sabedoria,os eletricistas afirmam: “Gambiarra mal feita dá curto-circuito”.
  
Fonte: Blog Rádio Corredor por Odir Ribeiro

TRATAMENTOS DIFERENCIADOS. PONTO PARA PAULO TADEU



Flagrados em uma suposta conversa entre Cláudio Abreu e o contraventor Carlinhos Cachoeira, os secretários Rafael Barbosa (Saúde) e Paulo Tadeu (Governo) recebem tratamentos diferenciados na CPMI do Cachoeira que ocorre no Congresso Nacional. 

Enquanto Rafael deve ser convocado para depor na comissão, o seu colega Tadeu está sendo blindado pelo PT e vai assistir de camarote a agonia do secretário de saúde.

Mui amigo ele...

Fonte: Blog Rádio Cordor por Odir Ribeiro

POR QUEBRA DE DECORO, RELATOR ACEITA PROCESSO PARA CASSAR DEMÓSTENES


O senador Humberto Costa PT/PE (foto) pediu ontem a abertura de processo por quebra de decoro contra o colega Demóstenes Torres (ex-DEM, atualmente sem partido).

A tendência é que o Conselho de Ética aceite, na semana que vem, o pedido do relator e leve adiante o procedimento disciplinar.
 
Será o primeiro passo para a cassação do mandato de Demóstenes, apontado pela operação Monte Carlo, da Polícia Federal, como um dos integrantes da organização do contraventor Carlos Augusto Ramos, conhecido por Carlinhos Cachoeira. Leia mais

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo - 04/05/2012
Blog do Edson Sombra

SERÁ QUE ELE QUER SER ADOTADO..??


Diego Ramalho (foto), do movimento Adote um Distrital, esteve agora há pouco (ontem 03) no 12º andar do Anexo do Palácio do Buriti.

Lá, durante reunião do grupo de trabalho que prepara a criação do Conselho de Transparência do DF, caprichou nos elogios à política de transparência de Agnelo Queiroz.


Ocorre que, dias atrás, diante das TVs, ele pediu o impeachment de Agnelo na Câmara Legislativa.


O que mudou de lá para cá mesmo?


Fonte: Blog da Lilian Tahan / Redação - 04/05/2012
Blog do Edson Sombra

Conselho nega pedido de advogado de Demóstenes de ter cinco dias para analisar relatório

No discurso do dia 6, o parlamentar negou qualquer relação com o empresário goiano, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, investigado pela Polícia Federal

 
O presidente do Conselho de Ética do Senado, Antônio Carlos Valadares (PSB/SE), negou o pedido do advogado de defesa de Demóstenes Torres de ter cinco dias para analisar o parecer apresentado nesta quinta-feira (3) pelo relator Humberto Costa (PT/PE).

O advogado alegou que a maior parte das argumentações do relator não se refere à representação apresentada pelo PSOL. Leia mais

Fonte: IstoÉ / com informações da Agência Brasil - 04/05/2012
Blog do Edson Sombra

NOVO INQUÉRITO BOMBA


Vital do Rego, presidente da CPI mista do Cachoeira, recebeu do procurador-geral, Roberto Gurgel, uma informação destinada a mexer com a já nervosa Brasília das últimas semanas. Leia mais

Fonte: Veja.com - Radar On-line - 03/05/2012
Blog do Edson Sombra

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Tudo por dinheiro – este é o lema dos partidos políticos brasileiros. Vejam, por exemplo, o caso do PPS


Como se sabe, o PPS vem a ser o antigo Partidão (Partido Comunista Brasileiro), que se desmembrou em vários outros, como PPS, PCdoB, PCB, PCO, PSTU etc. Todos eles, de uma forma ou outra, são derivados do velho Partidão de Luiz Carlos Prestes. Se essas legendas trabalhassem unidas, imaginem que grande partido não seria.

Mas hoje o que menos importa na política é a ideologia. O interesse maior é o fisiologismo, os cargos, o poder e as comi$$õe$ por ele proporcionadas. O noticiário dos jornais torna cada vez mais transparente essa abominável realidade.
Leia mais

Fonte: Blog da Tribuna - 03/05/2012
Blog do Edson Sombra

DELEGADO CONDENADO A INDENIZAR JUIZ

Decisão da 2ª Turma Cível do Tribunal do DF obriga chefe da 6º DP a pagar R$ 20 mil a magistrado por ter feito comentários pejorativos sobre ele em lista de discussão na internet

Miguel Lucena afirma que não citou o nome do juiz no comentário:"Fiquei muito chateado"

Um delegado da Polícia Civil do Distrito Federal terá que pagar indenização de R$ 20 mil a um magistrado da Corte local por tê-lo citado em um grupo de discussão na internet.

O chefe da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), Miguel Lucena, foi condenado por fazer comentários desrespeitosos e pejorativos a magistrados do DF.

Ele alegou que os textos contidos no bate-papo virtual não se referiam diretamente ao juiz que se diz ofendido.

O policial entrou com um embargo de declaração para pedir esclarecimentos sobre a decisão, mas o caso pode parar no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Leia mais

Fonte: Jornal Correio Braziliense - 03/05/2012
Blog do Edson Sombra

quarta-feira, 2 de maio de 2012

CRISE POLÍTICA É DESTAQUE EM PROGRAMA DE TV



Por Elton Santos - O jornalista Odir Ribeiro, do blog Rádio Corredor e o ex-deputado distrital Raimundo Ribeiro (foto) estiveram na última sexta-feira (27) no programa Diário Brasil, do apresentador Celso de Marco. Eles discutiram sobre a crise política que vem assolando o Distrito Federal há meses.

Grampos telefônicos e as dificuldades que o governador Agnelo Queiroz tem enfrentado para colocar a máquina pública para funcionar foram o norte da conversa. “Acho que as pessoas ainda não tiveram o alcance deste ato (grampo telefônico)”, alertou o vice-presidente do PSDB/DF.

Raimundo Ribeiro disse ainda que “o (governador) Agnelo tem que explicar porque mantém, ainda, um araponga (Rogério Leão) em seu governo?”.

O blogueiro Odir relembrou que foi ele, “um dos primeiros jornalistas a perceber suspeitas de grampos telefônicos com algumas pessoas”. Segundo o jornalista, há confirmação de 22 deputados distritais grampeados e um total de 180 pessoas com telefones interceptados ilegalmente.

Desvios de recursos públicos e enriquecimento ilícito no DF. Desde que começou seu governo, Agnelo não tem tido descanso das acusações. A mídia nacional tem feito campana no executivo local.

Mas o vice-presidente do PSDB/DF faz uma ponderação. “Se forem infundadas as denúncias, nós estamos cometendo injustiça contra o Agnelo. Se por outro lado tiverem fundamentos, os cofres públicos do DF estão sendo saqueados”, disse o ex-deputado.

Sobre a manutenção da assinatura do presidente da Câmara Legislativa, deputado Patrício, o jornalista Odir fez um elogio. “Ele foi muito coerente em não retirar assinatura da CPI e manter a posição”. Porém, fez também um alerta ao distrital. “O projeto da sua reeleição está praticamente enterrado”, disse o blogueiro.

Raimundo Ribeiro criticou a atuação do Ministério Público do DF. Para ele “é preciso que o mundo jurídico se manifeste”. Ribeiro quer que o MPDF divulgue resultados de apurações para que a população saiba sobre a crise.

É consenso. A semana passada foi turbulenta para o GDF. Entretanto, há que se esperar dias mais difíceis para esta semana. Apesar de ser mais curta por causa do feriado do Dia do Trabalhador, veicula-se nos blogues que o resto da semana “vai pegar fogo”. A população torce para que o incêndio se apague logo e Brasília comece a respirar ar puro, em vez de fumaça.

Fonte: Blog Rádio Corredor por Odir Ribeiro

POLÍTICOS DE BRASÍLIA SÃO MODELOS DE INCOMPETÊNCIA NACIONAL



Com o fim da polêmica que começo com a Caixa de Pandora, onde muitos políticos velhos como Arruda foram enterrados, pelo escânda-lo que virou notícia nacional, surgiram grandes lacunas no cenário político local.
 
Aí apareceram alguns azarões que nunca conseguiram emplacar suas candidaturas. Houve outro fenômeno importante: novatos eleitos pela força de alianças incomuns, grandes mudanças foram então anunciadas, com referência direta a um “novo caminho”. ...
 
Passado um ano e meio, nos parece que tudo anda na mesma pisada, um governo incapaz, uma câmara que não sabe para onde deve apontar o dedo, uma base aliada da discórdia e da incompetência que não se une pelo bem comum. Greves e mais greves, prato cheio para uma oposição nanica.
 
No meio desta confusão eterna, vez por outra percebemos alguns novatos crescendo à custa da incapacidade de políticos velhos como os da bancada do PT.

Brasília, hoje, não tem um nome capaz de resolver este impasse governamental, são 24 distritais que nos confundem com suas opiniões equivocadas, continuam sem produzir grandes mudanças populares, poucos ou quase nenhum projeto importante foi concebido.
 
No ínterim, ficamos pasmos de ver uma disputa interna, quanto a quem será o novo presidente da casa e isso enquanto Agnelo se segura no cargo por força de incompetência da nossa justiça em resolver, prontamente, demandas de interesse público.
 
É fato que não se tem, no momento, nem oposição nem situação, tudo é volátil, políticos são assim em qualquer lugar do mundo, são sempre do partido que tem mais possibilidade de ganhar. Poderia citar nomes, todavia não será preciso, para quem domina o assunto sabe que alguns, dois ou três estão fazendo seus nomes apesar de imaturos e inseguros discursos.

Fonte: Blog do Odir / Blog do Evan - 02/05/2012
Blog do Edson Sombra

SÉRGIO CABRAL QUIS SER CHIQUE, FOI BREGA


Certos endinheirados são ridículos vocacionais. Não conseguem usufruir da fortuna, por vezes circunstancial, com simplicidade, com naturalidade ou de maneira vagamente divertida. Em artigo levado às páginas desta quarta (2), o repórter Elio Gaspari analisa o fenômeno aplicado às incursões européias de Sérgio Cabral e sua caravana de assessores e amigos. Disponível aqui, o texto vai reproduzido abaixo: ...

"Vergonha, essa é a sensação que resulta dos vídeos das vilegiaturas parisienses do governador Sérgio Cabral em 2009, acompanhado por alguns secretários e pelo empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta.

Uma cena pode ser vista com o olhar do casal que está numa mesa ao fundo do salão do restaurante Luís XV, no Hotel de France, em Mônaco. (“Este é o melhor Alain Ducasse do mundo”, diz Cabral, referindo-se ao chef.) Ela é uma senhora loura e veste um pretinho básico. A certa altura, ouve uma cantoria na mesa redonda onde há oito pessoas. Admita-se que ela entende português. O grupo comemora o aniversário de Adriana Ancelmo, a mulher de Cabral, e festeja o próximo casamento de Fernando Cavendish. Até aí, tudo bem, é vulgar puxar celulares no Luís XV e chega a ser brega filmar a cena, mas, afinal, é noite de festa. A certa altura, marcado o dia do casamento, Cabral decide dirigir a cena:

“Então, dá um beijo na boca, vocês dois.”

Cavendish vai para seu momento Clark Gable e o governador diz à mulher do empreiteiro:

“Abre essa boca aí.”

As cenas foram filmadas por dois celulares. Um deles era o do dono da Delta.

Na mesma viagem, Cavendish, o empresário George Sadala, seu vizinho de avenida Vieira Souto, e concessionário do Poupatempo no Rio e em Minas, mais os secretários de Saúde e de Governo do Rio (Sérgio Cortes e Wilson Carlos), estão no restaurante do Hotel Ritz de Paris. Até aí, tudo bem, pois o empreiteiro tinha bala para segurar a conta. Pelas expressões, estão embriagados. Fora do expediente, nada demais. Inexplicáveis, nessa cena, são os guardanapos que todos amarraram na cabeça. Ganha uma viagem a Dubai quem tiver uma explicação para o adereço.

O álbum fecha com a fotografia de quatro senhoras gargalhantes, no meio da rua, mostrando as solas de seus stilettos (duas vermelhas). Exibem como troféus os calçados de Christian Louboutin. Nos pés de Victoria Beckam (38 anos) ou de Lady Gaga (26 anos), eles têm a sua graça, mas tornaram-se adereços que, por manjados, tangenciam a vulgaridade. Não é à toa que Louboutin desenhou os modelos das dançarinas (topless) do cabaré Crazy Horse.

As cenas constrangem quem as vê pela breguice. Até hoje, o ex-presidente José Sarney é obrigado a explicar a limusine branca de noiva tailandesa com que se locomoveu numa de suas viagens a Nova Iorque. (Não foi ele quem mandou alugar o modelo.) A doutora Dilma explicou que não foi ela quem mandou fechar o Taj Mahal. No caso das vilegiaturas de Cabral, a breguice não partiu dos organizadores da viagem, mas da conduta dele, de seus secretários e do amigo empreiteiro.

Esse tipo de deslumbramento teve no governador um exemplo documentado, mas faz parte do primarismo dos novíssimos ricos do Brasil emergente. Noutra ponta dessa classe está o senador Demóstenes Torres, comprando cinco garrafas de vinho Cheval Blanc, safra de 1947: “Mete o pau aí. Para muitos é o melhor vinho do mundo, de todos os tempos (…). Passa o cartão do nosso amigo aí, depois a gente vê”. O amigo do cartão era Carlinhos Cachoeira, que, por sua vez, também era amigo da empreiteira Delta, de Cavendish.“


Fonte: Blog do Josias - 02/05/2012
Blog do Edson Sombra

E O POVO QUE SE EXPLODA 'BANDIDO'

Agnelo: tudo certo na Bahia
Um dos políticos acusados de manter relações com a quadrilha descoberta pela operação Monte Carlo, da Polícia Federal, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), encontrou boa estratégia para fugir da grande crise institucional vivida desde que tomou posse no Palácio do Buriti: refugiou-se na Praia do Forte, litoral norte baiano, durante o feriadão do Dia do Trabalho. ...
 
Acompanhado da primeira-dama, Ilza Queiroz, e disfarçado com boné e óculos escuros, o petista curtiu o sol enquanto lia um bom livro nos amosos bangalôs do hotel Tivoli, um dos resorts mais procurados da região.

Escolheu o litoral baiano porque, dizem os mais brincalhões, não correria o risco de se deparar com cascatas e cachoeiras. Teria pela frente apenas uma das mais belas praias do nordeste brasileiro.

Fonte: Blog do Edson Sombra - 02/05/2012

terça-feira, 1 de maio de 2012

CARLINHOS CACHOEIRA E DURVAL BARBOSA NA CPI DA ARAPONGAGEM..??

Qual a ligação do bicheiro Carlinhos Cachoeira e o delegado aposentado Durval Barbosa, delator da Caixa de Pandora?  Um grupo de políticos brasilienses quer saber!

Articulando nos gabinetes, o grupo busca a possibilidade da presença de Cacheira e Barbosa na CPI da Arapongagem, na Câmara Legislativa do Distrito Federal, para que seja investigado pelos membros da comissão parlamentar um suposto elo entre aquele bicheiro e o delegado. 

Atualmente, Cachoeira está preso em uma cela comum do presídio da Papuda, no DF, após ser alcançado pela Polícia Federal através da Operação Monte Carlo (nome dado em alusão à jogatina), que começou com apreensão de máquinas caça-níqueis em cidades do Entorno goiano. 

Entretanto, escutas realizadas pela PF descobriram esquemas de propinas e negociatas que envolveram autoridades importantes, inclusive o senador Demóstenes Torres (sem partido) e o governador Marconi Perillo (PSDB), de Goiás.

Aonde chegaram os poderosos tentáculos do polvo Cachoeira no DF? Tais tentáculos fizeram também parte da rede de corrupção denunciada na Caixa de Pandora, que até hoje não foi totalmente esclarecida? 

Maquininhas – Barbosa ganhou grande notoriedade ao denunciar o governador José Roberto Arruda (foto) e outros membros do alto escalão do Executivo distrital, também do Legislativo e até do Judiciário. Esse escândalo foi denominado popularmente de Mensalão do DEM, alusão ao então partido político de Arruda, que foi deposto do governo devido o seu envolvimento. Atualmente, Barbosa responde em liberdade a vários processos judiciais.

As denúncias de Barbosa, muitas ilustradas por surpreendentes vídeos mostrados pelos noticiários televisivos em todo o país, com imagens gravadas pessoalmente pelo próprio delegado em seu gabinete de trabalho, no anexo do Palácio do Buriti, deflagraram a operação Caixa de Pandora, protagonizada pela PF. 

Ocorre que parte do dinheiro que irrigava os “negócios” operados por Durval Barbosa era recolhido junto a empresas de serviço de informática. Entre outras coisas, como poderão ser investigadas na CPI, as modernas maquininhas eletrônicas hoje usadas pelo exército de cambistas do Jogo do Bicho, sob o comando de Cachoeira, seriam um dos pontos de ligação do bicheiro à Caixa de Pandora. Existe mesmo suspeita de que a Codeplan (Companhia de Planejamento do DF) tem alguma coisa a ver com tais maquininhas? É o quer saber o grupo de políticos brasilienses, além de muitos outros assuntos. 

CPI – Atualmente, a comissão parlamentar de inquérito está em fase de formação e escolha dos seus cinco membros, que serão indicados de acordo com a proporcionalidade dos blocos parlamentares da CLDF. O governo do DF tem amplo apoio político de grande parte dos deputados distritais, inclusive de diversos e diferentes partidos políticos.

Mas, muitos parlamentares e até membros importantes do Executivo seriam tragados, caso Carlinhos Cachoeira e Durval Barbosa sejam convocados para responder tais perguntas à CPI, talvez uma forma de reabrir a Caixa de Pandora com novas e eletrizantes cenas de bastidores.

Fonte: Palanque Capital

CHARGE DO Sponholz

SUPER REGUFFE

Enquanto isso, Brasília continua com a estranha (e chata) mania de achar que vive uma disputa eleitoral 365 dias do ano.

Nas redes sociais, nos corredores do Executivo e do Legislativo, a intenção de muito é tentar manchar a imagem do deputado federal Reguffe PDT (foto) no DF.

Sem saber ao certo de onde vem o tiro (ou talvez eu até saiba, mas prefiro não apontar agora), o medo de ter o federal como candidato ao GDF em 2014 parece ter tomado conta do meio político.

Dos de dentro, dos de fora, dos fracos e dos fortes.

Reguffe tem se mostrado um político que vai longe.

Sem nem falar em disputa – pelo contrário, costuma dizer a amigos que talvez nem saia candidato nas próximas eleições – já dá medo em muita gente.

Fonte: Coluna Ons e OFFs/ Lívio Dí Araújo/ Jornal Alô
Blog Rádio Corredor por Odir Ribeiro

POSICIONAMENTO DO TITULAR DO BLOG 'EDSON SOMBRA'


A partir de agora, começo a apresentar as provas contra os verdadeiros bandidos desta cidade
  
Aos que ainda não me conhecem ou aos que me conhecem e guardam alguma dúvida sobre o meu posicionamento de isenção, venho esclarecer:
 
Diante das últimas propagações de notícias por parte da imprensa de um pseudo conluio entre o titular deste blog com o vice-governador do Distrito Federal, Nelson Tadeu Filippelli, para, sob remuneração, contribuir com a queda de Agnelo Queiroz, tenho a dizer que tive acesso ao texto que contém o diálogo entre os comparsas do bicheiro Carlos Cachoeira – Idalberto Matias (o Dadá) e Marcelão, ex-assessor de Agnelo, – “vazado” na revista eletrônica Brasil 247. Resta provado que na referida conversa não há qualquer afirmação como a que foi divulgada de forma maliciosa e irresponsável por esses veículos com o único objetivo de tentar me descredenciar. 

Leia: 


Ao fazerem ilações e acusações indevidas, alguns jornalistas e blogueiros tentam confundir a opinião pública com matérias tendenciosas, mentirosas e remuneradas por empresas do governo do Distrito Federal ou estatais e, com isso, me colocar numa situação de conspirar contra o governador do Distrito Federal.
 
Esclareço que não mantenho nenhum tipo de relação com o atual vice-governador do DF, Tadeu Filippelli, desde 2009, mais precisamente a partir do período em que se deu a “aliança” do PMDB com o ex-governador do DF, José Roberto Arruda. Desde então não mantivemos nenhum tipo de contato.
 
Volto a dizer que é totalmente calunioso o factoide plantado desde domingo a noite justamente por veículos virtuais com mudanças repentinas em sua linha editorial.
 
Adianto que estou interpelando judicialmente os dois interlocutores das conversas gravadas pela Polícia Federal, Marcelão e Dadá, para que eles digam de onde saiu essa estória e quem os informou.
 
Por último, quero deixar bem claro que a minha paciência se esgotou. Aviso aos que pretendem transformar Brasília em um puteiro e, com isso, encher seus bolsos de dinheiro, que a partir de hoje não deixarei sem resposta nenhuma acusação assacada a minha pessoa ou a qualquer um dos meus.
 
Por este motivo, venho tornar públicas mais duas conversas gravadas entre Dadá e Tomé, dono de uma empresa contratada para quebrar meu sigilo telemátivo. No diálogo, fica bem claro a prática do crime e que, segundo Dadá, foi financiado pelo governo. 

Confira abaixo:



Fonte: Edson Sombra - 01/05/2012

DELTA E A OAB DE BRASÍLIA


Entre os advogados de Brasília existe quem defenda um maior empenho da OAB do Distrito Federal no processo de depuração da construtora Delta. Leia mais

Fonte: Veja.com / Radar Online / Lauro Jardim - 01/05/2012
Blog do Edson Sombra

JOIO DO TRIGO 'SIQUEIRA CAMPOS'


O jornalista Donny Silva divulgou em seu blog que o Corregedor da Câmara Legislativa do Distrito Federal, deputado Siqueira Campos (PSC) não gostou de notícia veiculada na coluna Eixo Capital de domingo (29) sobre o suposto envolvimento de um parlamentar que teria pedido ao grupo ligado ao ex-governador Joaquim Roriz cerca de R$300 mil para se tornar Corregedor e livrar a deputada Liliane Roriz (PSD) de eventual cassação.

A proposta teria sido filmada. Para Siqueira Campos, a notícia veiculada coloca em suspeita os demais distritais. “Na quarta-feira farei requerimento para que o veículo de comunicação diga logo de quem se trata na denúncia formulada na coluna Eixo Capital. É preciso esclarecer este fato. É preciso apurar tudo, porque inocentes não podem pagar por eventuais culpados de práticas ilícitas que denigrem a imagem do legislativo do Distrito Federal”, afirmou Siqueira Campos. Leia mais

Fonte: Jornal Alô Brasília - Coluna ONs e OFFs - 01/05/2012
Blog do Edson Sombra

CARLINHOS CACHOEIRA ARTICULOU COMPRA DE PARTIDO

Por intermédio de araponga, contraventor ofereceu R$ 200 mil pelo PRTB de Goiás

Definido pela mulher como "preso político", o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preparava uma ofensiva política em Goiás. Conversas interceptadas pela Polícia Federal durante a Operação Monte Carlo mostram Cachoeira negociando a compra de um partido.

Os áudios da PF indicam que seria a seção goiana do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), cujo presidente nacional Levy Fidelix é citado em diversas escutas.
Leia mais

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo - 01/05/2012
Blog do Edson Sombra