A
Polícia Civil do Distrito Federal está tentando apagar o rastro da
arapongagem deixado por Cláudio Monteiro, Marcello Lopes de Oliveira, o
Marcelão, e Idalberto Matias de Araújo, o Dadá.
O inquérito, aberto pela Polícia Civil do DF para apurar o vazamento de documentos da inteligência da Secretária de Segurança do Distrito Federal, gerou um conflito entre coronéis da PM do DF com delegados da Polícia Civil, sob o comando do diretor Jorge Xavier.
O objetivo era não deixar alcançar o governador Agnelo Queiroz. A Revista Eletrônica QuidNovi trouxe, à época, documentos confidenciais que revelavam espionagem dentro do próprio governo Agnelo. O chefe da casa militar Coronel Rogério Leão aparecia nas imagens comandando a operação de espionagem. Foi descoberto também um flat num condomínio as margens do lago Paranoá, que o governador Agnelo Queiroz frequentava clandestinamente não se sabe pra que.
O que se sabe destes documentos vazados é que o Coronel Leão, responsável pela arapongagem, ainda se mantem como chefe da Casa Militar. Se o que chegou a público foram os relatórios, o governador Agnelo deveria te-lo afastado imediatamente. Mas, pelo visto, o governador deve estar sob a foice desses arapongas.
Porque,
a Operação Monte Carlo da Polícia Federal, que culminou com a prisão do
bicheiro Carlinhos Cachoeira, tem o relatório que aponta o então chefe
de Gabinete Cláudio Monteiro, o policial civil lotado na Casa Militar à
época, Marcello Lopes de Oliveira, o Marcelão e Idalberto Matias de
Araújo, o Dadá, braço direito de Cachoeira, como responsável pelo
esquema de espionagem em Brasília.
Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa
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