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| Raimundo Ribeiro |
E a Igreja escolheu o Papa.
Ele nasceu na Argentina, é Jesuíta e adotou o nome de Francisco.
A importância de ser
argentino, não é o fato de ter nascido lá, mas ser o primeiro papa latino
americano.
Mas, mais importante do que
seu local de nascimento, é analisar o que sua escolha pode representar.
A escolha de um Jesuíta,
que despreza solenemente a suntuosidade e tem hábitos simples como andar de
metrô e frequentar bairros pobres, representa um passo gigantesco da Igreja em
busca de sua vocação histórica.
Ao adotar o nome Francisco,
nos enche de esperança de que a nossa Igreja poderá mudar o curso distorcido
que vinha ocorrendo no mundo e as pessoas possam se tornar mais humanas e
passem a valorizar o ser, não o ter.
Não poderia finalizar sem
enaltecer a figura de Bento XVI que num gesto de extrema humildade e desapego
aos valores mundanos, abriu passagem para essa revolução silenciosa que
Francisco conduzirá.
Fonte: Informando e Detonando
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