O deputado brasiliense José Antônio Reguffe (foto) confirma que mantém
contatos com a ex-senadora Marina Silva, por quem tem grande respeito.
Não pretende, porém, integrar o partido que Marina deve organizar.
Reguffe fica no PDT.
Cristovam na cabeça
Uma das razões que pesam para isso é a defesa de nova candidatura do
senador Cristovam Buarque para presidente da República. “Mais até do que
pedetista, sou um cristovista”, revela Reguffe, que foi aluno de
Cristovam na Universidade de Brasília. Ele acha que, se eleito
presidente, Cristovam daria “um salto de qualidade” no País.
Torcida só para quem entra em campo
Reguffe sabe, porém, que inexiste consenso no PDT a respeito de
candidatura própria. Pretende lutar a favor da tese dentro do partido.
Acha que seria melhor para o PDT e para o País. “Afinal”, lembra, “time
que não entra em campo não tem torcida”.
Recall de 2006
Aliás, diz o deputado, se Cristovam tivesse sido candidato novamente em
2010, com o recall das eleições de 2006, provavelmente teria crescido
muito. Acha que isso vale para a eleição de 2014.
Lupi e Brizola Neto, as incógnitas
Conhecedor dos meandros pedetistas, Reguffe está ciente de que o
Planalto se esforça, por meio do ministro do Trabalho, Brizola Neto,
para que o PDT se atrele à candidatura à reeleição da presidente Dilma
Rousseff, como já fez em 2010.
Acredita, porém, que o antecessor de
Brizola Neto, o ainda presidente do partido Carlos Lupi, conta com a
maioria do PDT.
Não se sabe, porém, o que Lupi fará. Pode optar por
candidatura própria, como fez em 2006. Mas também pode acertar o apoio
do partido a um dos demais postulantes, seja a presidente Dilma, seja o
governador Eduardo Campos, do PSB.
Fonte: Coluna Do Alto da Torre - Jornal de Brasília
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