Deputado Francischini levanta suspeitas sobre Agnelo Queiroz, apesar de grampos esbarrarem em servidores de Marconi
O deputado federal Fernando Francischini PSDB-PR (foto), que teve o sigilo
de seu e-mail violado por um integrante da organização de Carlos Augusto
Ramos, o Carlinhos Cachoeira, intensificará a pressão para a criação de
uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigará as
ramificações do esquema no Congresso. Ele quer o apoio da cúpula tucana e
o PSDB unido na investigação.
Francischini diz que é a chance do
partido mostrar que tem postura diferente da do PT. "Partido forte é o
que encara um desafio público como este. Não o que varre a sujeira pra
debaixo do tapete, como fez o PT no mensalão", diz.
As ramificações do
esquema ilegal de jogos de azar foram parar na antessala do governador
de Goiás, o tucano Marconi Perillo, causando embaraço ao PSDB. Flagrada
em conversas telefônicas com Cachoeira, a chefe de gabinete de Marconi,
Eliane Pinheiro, pediu exoneração.
Apoio. O segundo a cair foi o presidente do Detran-GO, Edivaldo Cardoso, que também trocou telefonemas com o contraventor.
Apoio. O segundo a cair foi o presidente do Detran-GO, Edivaldo Cardoso, que também trocou telefonemas com o contraventor.
Apesar das
conexões do esquema com um governador tucano, Franceschini pediu o apoio
do presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), e do líder do
partido na Câmara, Bruno Araújo (PE). A ideia é reunir a bancada tucana
semana que vem para referendar a criação da CPI.
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Fonte: Jornal O Estado de São Paulo - 07/04/2012
Blog do Edson Sombra

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