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quarta-feira, 14 de março de 2012

NOVOS LÍDERES PODEM PIORAR SITUAÇÃO DO GOVERNO 'DILMA E LULA COM SUAS TRAPALHADAS'


A presidenta Dilma acertou, trocando os lideres do governo na Câmara e no Senado, mas poucos apostam no êxito dos substitutos.

O irritadiço Arlindo Chinaglia PT/SP (foto) colecionou desavenças quando presidiu a Câmara, e faltam ao senador Eduardo Braga (PMDB-AM) “jogo de cintura” e experiência.

Tidos como arrogantes, eles não conhecem a paciência e a humildade, atributos essenciais a um Líder do Governo.

Opção pela minoria


Chinaglia é de uma facção rival à liderada por Lula, no PT, e Eduardo Braga contesta Renan Calheiros, que lidera a maioria do PMDB.


Problemas no quintal


A escolha de Arlindo Chinaglia, político desprezado por Lula, pode agravar o desagrado do ex-presidente com algumas decisões de Dilma.


Problemas à vista

A troca do Líder afrontou José Sarney (foto) e Renan Calheiros, cuja força no PMDB e no Senado a presidenta Dilma faz mal em subestimar.

Faltou consideração


Sarney não se conforma: foi o último a saber da troca do amigo Romero Jucá por Eduardo Braga, na liderança do Governo no Senado.


‘Independência’ de Braga não resistiu ao cargo 

O senador “independente” Eduardo Braga PMDB/AM (foto) não resistiu ao primeiro aceno. Virou “independente” porque exigia que José Sarney e o líder do PMDB, Renan Calheiros, garantissem sua nomeação como ministro dos Transportes, em lugar do inimigo Alfredo Nascimento (PR-AM), mas Dilma preferiu um amigo, Paulo Passos.

Quis ser ministro da Agricultura depois, mas Dilma nomeou outro amigo, Mendes Ribeiro.

Como ministro

Ajudou Eduardo Braga a aceitar o convite em segundos porque Líder do Governo tem assento nas reuniões ministeriais.

Convicção arquivada

Contra bebidas alcoólicas na Copa, o novo líder do governo, Arlindo Chinaglia, já mudou de posição. Propõe agora aumentar a fiscalização.

Semelhanças

Romero Jucá PMDB/RR (foto), apeado da liderança do Governo no Senado, e Eduardo Braga (AM), que o substituiu, têm em comum, além da filiação ao PMDB, o mesmo criminalista: Antonio Carlos de Almeida Castro. Braga responde a processo por improbidade administrativa.

Troca justa

Para o ministro Edison Lobão (Minas e Energia), foi mais do que justo substituir Romero Jucá pelo dissidente Eduardo Braga na liderança do governo: “São dois grupos dentro do partido, de tamanho quase igual”. 

Fonte: Cláudio Humberto

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