Segundo Fona, Roriz quer voltar a ser candidato porque está fora da política desde 2007 e sente falta dessa movimentação. “Igual ao José Sarney, que deixou a Presidência falando que não ia mais fazer política e saiu candidato ao Senado pelo Amapá”, compara. Segundo ele, “políticos mais experientes têm uma espécie de comichão pela política”.
Juridicamente, Fona afirma que Joaquim Roriz não tem impedimentos. “O questionamento que Roriz fez sobre o data de entrada em vigor da lei da Ficha Limpa mostrou que estava certo e ele agora está questionando se a lei pode retroagir ou não.” Se não puder, Roriz não será pego pela lei. Ele aguarda a decisão do Supremo. Na Justiça comum, o ex-governador nunca chegou a ser condenado em sentença definitiva.
Se na Justiça Joaquim Roriz não terá impedimentos, na política pode enfrentar grandes dificuldades. A começar pela mudança de partido que pretende fazer. Ele terá problemas para migrar do PSL para a legenda do governador Marconi Perillo. Tucanos de peso são contra a filiação do ex-governador no PSDB. Questionado se a candidatura de Roriz em Luziânia é um trampolim para 2014, Fonna saiu pela tangente: “O futuro a Deus pertence.” Informações do Jornal Opção.
Fonte: Blog do Odir Ribeiro - Rádio Corredor
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