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quinta-feira, 26 de março de 2015

Distritais na Ceilândia


Os deputados distritais estão nesse momento na Ceilândia realizando o 'Câmara Em Movimento'. A sessão plenária ocorre ao lado do restaurante comunitário. Daqui a pouco a população vai falar e esquentar o ouvido dos parlamentares.

Já podemos adiantar que a maior reclamação será os buracos que tomam conta das ruas cidade. Ceilândia está com mais crateras que a lua.

Fonte: Odir Ribeiro.

Celina versus Liliane: primeiro round do ano à vista

Por Fred Lima

Quem imaginava que as deputadas distritais Celina Leão (PDT) e Liliane Roriz (PRTB) tivessem selado a paz com a eleição de ambas como presidente e vice, respectivamente, da Câmara Legislativa, se enganou por completo.

O primeiro round começou a ocorrer ontem (24), no Guará-DF, em uma reunião com líderes comunitários que contou com a participação do vice-governador Renato Santana, que assumiu interinamente a administração da cidade satélite. Renato começou a discursar, mas foi interrompido por Liliane, que cobrou que o novo administrador fosse alguém indicado pelos líderes locais. Caso o contrário, a deputada afirmou categoricamente que deixaria a base de apoio ao governo.

Liliane não fez nenhuma cobrança que excedesse os requisitos legais e necessários que um administrador deve ter. Aliás, uma das promessas do governador Rodrigo Rollemberg durante a campanha era a de que os administradores fossem escolhidos pela população e morassem nas satélites que iriam administrar, algo que não se concretizou em várias cidades.

Onde entra Celina nessa conjuntura? A presidente da CLDF tem interesse em indicar o administrador do Guará, segundo fonte ouvida. E agora, Lombardi? A trégua entre as duas em prol da Câmara começou a ser desfeita? Vamos aguardar os próximos capítulos dessa novela que ainda promete trazer muitas dores de cabeça para Rollemberg.

Fonte: Blog do Fred Lima.

Rollemberg veta projeto de Liliane

Vice-presidente da Câmara Legislativa, Liliane Roriz (PRTB), integrante da base governista, foi surpreendida pelo veto.

Após travar uma verdadeira guerra contra o governo de Agnelo Queiroz (PT) para proibir alterações no projeto urbanístico de Lúcio Costa, a vice-presidente da Câmara Legislativa, Liliane Roriz (PRTB), integrante da base governista, foi surpreendida nesta terça-feira (24) com a notícia de que o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) havia vetado projeto de autoria da parlamentar que coíbe modificações no potencial construtivo da quadra 901 Norte, um dos pontos mais discutidos na polêmica versão do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB), que é de de autoria do governo petista.


Na justificativa de veto, Rollemberg afirma que a iniciativa de legislar sobre ordenamento territorial cabe exclusivamente ao Executivo. Em contrapartida, a parlamentar afirma que não pretende fazer queda de braço com o Buriti. Afirma apenas que, assim como ela, vários outros defensores do tombamento de Brasília esperam que o governador demonstre com atitudes claras de que não haverá riscos para que o projeto original de Lúcio Costa seja agredido, como ocorreu na mesma projeção localizada na Asa Sul.

A distrital disse estranhar o posicionamento do governo, uma vez que o projeto foi aprovado por unanimidade em todas as comissões da Casa. “O que pretendo é apenas ratificar o que já prevê o tombamento de Brasília. Enquanto esperamos um pronunciamento oficial do Buriti, que deixe claro a postura do novo governo, vou lutar dentro da Câmara Legislativa para que esse veto seja derrubado e os distritais promulguem essa importante iniciativa”, adiantou.

O veto foi comunicado a Câmara Legislativa e deve entrar na pauta de votações das próximas sessões. Ainda não há previsão para que os distritais decidam se manterão ou não o veto dado pelo governador Rollemberg.

Fonte: Donny Silva.

Ameaçado no comando do PPL, Campanella recorre ao PSD

Campanella pretendia o apoio de Rosso e Santana para barrar CPI na CLDF que visa investigar sua gestão à frente do DFTrans. Ambos teriam se recusado a participar da manobra

Por Fred Lima

O candidato derrotado a deputado federal nas ultimas eleições e ainda presidente do PPL do DF, Marco Antonio Campanella, teria recorrido ao comando do PSD local, leia-se deputado Rogério Rosso e vice-governador do DF, Renato Santana, atrás de apoio contra a provável abertura de uma CPI na CLDF para investigar a gestão de Campanella à frente do DFtrans, como noticiam os principais veículos ultimamente.

Segundo a fonte do blog, Rosso, como sempre faz, ouviu atentamente o “pedido de socorro” de Campanella, mas teria lhe informado da impossibilidade de ajudá-lo nesta “manobra”. Além disso, e ainda segundo a mesma fonte, Renato Santana teria destacado que Campanella não estaria enrolado apenas com relação à sua para lá de suspeita gestão no DFTrans, mas também e talvez por conta disso, estaria prestes a perder o comando do PPL local. Campanella teria saído da reunião arrasado.

Mais uma caixa de pandora no DF?!?!

A Caixa de Pandora é uma expressão muito utilizada quando se quer fazer referência a algo que gera curiosidade, mas que é melhor não ser revelado ou estudado, sob pena de se vir a mostrar algo terrível, que possa fugir de controle. Esta expressão vem do mito grego, que conta sobre a caixa que foi enviada com Pandora a Epimeteu.

Pois bem, o nosso “quadradinho”, como alguns definem carinhosamente o DF e até mesmo o Entorno dele, podem estar prestes a ver ser aberta uma verdadeira caixa de pandora. Esta seria, segundo comenta-se em nosso meio político, referente à cúpula do PPL de Brasília, que já estaria em polvorosa, pois denúncias não param de aparecer, a cada dia as coisas pioram e agora com o pedido de abertura de CPI do DFTrans, feita pela Deputada Celina Leão (PDT), a coisa deverá ficar mais feia ainda. Compra de fazendas, clínica de atestado admissional, apartamentos na beira da praia e outras coisas mais vão ser desvendadas e confirmadas ou não. Ou seja: este blog soube que a situação está deixando todos lá de cabelo em pé. E mais, quem já não tem mais cabelo algum, seria o mais preocupado com as investigações.

Este blog apurou que Campanella já teria perdido o apoio de pelo menos onde zonais, que não mais aceitam apenas o comando do eterno presidente Campanella e de seu grupo de oito protegidos, ou seu G8, como é mais conhecida a panelinha que o cerca. Um filiado declarou ao blog que “Campanella acha que é o dono do partido e que vivemos numa ditadura, não aceita largar o osso e nem para ganhar uma eleição na vida ele serve”.

Quem sobreviver verá.

Fonte: Blog do Fred Lima.

terça-feira, 24 de março de 2015

CCJ Aprova Projeto de Lei que acaba com mudança de símbolos oficiais


Foi aprovado na manhã desta terça-feira (24), pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o projeto de lei que visa a acabar com a constante mudança de símbolos e marcas do Governo do Distrito Federal a cada troca de gestão (PL nº 43/2015). De autoria do deputado Reginaldo Veras (PDT), a proposta tem como objetivo assegurar a padronização dos símbolos oficiais do DF previstos na Lei Orgânica como as únicas marcas permitidas para representar os órgãos da administração pública local.

Para o deputado Raimundo Ribeiro (PSDB), o projeto é de extrema importância pois atende aos interesses da sociedade, não do governo. “Temos de lembrar que, enquanto os governos são circunstanciais, o Estado é permanente. Não devemos associar as cores aos partidos, mas sim à cidade. Isso tem que acabar. Além disso, é uma forma de reduzir custos”, afirma Ribeiro.

O projeto foi aprovado com cinco votos favoráveis e agora segue para apreciação do plenário. Outros projetos também foram apreciados e tido como admissíveis nesta terça-feira, entre eles, o PL 77/2011, de autoria da deputada Eliana Pedrosa, que assegura aos professores e alunos da rede pública de ensino o serviço de fonoaudiologia preventiva, com o objetivo de prevenir e detectar possíveis distúrbios na audição e na fala. E a PL 1.793/2014, proposto pelo deputado Israel Batista, que tem em seu teor declarar a Banda Sinfônica de Brasília como patrimônio cultural imaterial do DF.

Fonte: Ascom do Deputado Distrital Raimundo Ribeiro.

No tucanato do DF a chapa vai esquentar


Façam as suas apostas, a terra vai tremer no ninho tucano. A disputa é para ver quem vai comandar a legenda. De um lado está o deputado distrital Raimundo Ribeiro, que é considerado o favorito. Na outra trincheira, está o deputado federal Izalci Lucas, que apostava em um outra intervenção para ser o presidente.

Mas, o próprio presidente nacional, Aécio Neves descartou essa possibilidade. Quem quiser reinar no tucanato local terá que ser na base do voto. Em maio começa a disputa. Até lá fortes emoções irão acompanhar essa disputa.

Dica: Quem não estiver cumprindo expediente que se cuide. Se é que fui entendido? 

Fonte: Odir Ribeiro.

Aécio sepulta intervenção e acirra a disputa entre tucanos de Brasília


O senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB, jogou uma pá de cal na tese de uma nova intervenção no diretório da legenda no Distrito Federal, como vem sendo apregoado por tucanos de baixa plumagem. A ordem é promover eleições para que uma nova Excecutiva resgate a imagem do partido na capital da República.

A decisão de Aécio, tomada no último dia 10 mas só agora tornada pública, contraria os interesses do deputado federal Izalci Lucas. Ele esperava comandar o PSDB numa eventual nova intervenção. Quem sai fortalecido é o distrital Raimundo Ribeiro, que sonha ver o ninho revigorado, sem ficar atrelado a outras legendas.

Raimundo Ribeiro
O máximo que Aécio permitiu, conforme a resolução de 15 dias atrás, foi prorrogar os poderes da atual Comissão Provisória para o dia 7 de junho. A decisão se justifica pela necessidade de se manter os serviços administrativos funcionando integralmente. Até lá, serão realizadas eleições, com a posse imediata dos vencedores.

Um interlocutor do senador mineiro comparou a resolução a um balde de água fria nas pretensões de Izalci Lucas. Na avaliação desse tucano que prefere não expor suas penas, o deputado, oriundo do PR, pecou ao difundir entre correligionários que a intervenção era um fato consumado e que o comando do PSDB seria confiado a ele.

Alheio às conversas de Izalci, o distrital Raimundo Ribeiro mantém uma agenda carregada. Ele tem percorrido todo o Distrito Federal, na esperança de eleger representantes do seu grupo em todas as zonais. Essas eleições estão previstas para a primeira quinzena de maio. Logo depois será eleita a Executiva Regional, que indicará o novo presidente da legenda.

Fonte: Felipe Meirelles / Notibras / Donny Silva.

A influência e o peso do lobista Silvio Assis junto a autoridades: Lobista flagrado na operação Miquéias da Polícia Federal recebe as chaves de Brasília das mãos do governador Rodrigo Rollemberg.


O artigo 171 do Código Penal tornou-se pequeno para o lobista Silvio Assis, que desembarcou em Brasília a cerca de cinco anos e montou uma estrutura de imprensa FatoOnline, portal bancado por um grupo de empresários com interesses nos cofres de estruturas governamentais. Silvio Assis tem um estilo próprio que envolve pessoas que buscam negócios ou oportunidades, um perfil típico de estelionatário.

Para chancelar o artigo 171, o perfil do lobista traz no seu currículo ou ficha corrida várias passagens por situações criminosas. No discurso de apresentação do site portal FatoOline, Assis, reservou várias laudas e fez usar apenas duas para travestir o seu perfil de estelionatário em empresário de grande porte.

Silvio Assis, diante de convidados e autoridades ilustres até do judiciário, justificou sua ascensão meteórica de empresário bem sucedido, dizendo ser operador no mercado financeiro e mais, justificou sua “ fortuna “ dizendo ser fruto de seu trabalho. O mesmo filme já se passou com um empresário que atuava com jogos de bingo, o piauiense, Paulo Guimarães, que também desembarcou em Brasília chegando do Piauí dizendo ser milionário em matéria de capa na revista VEJA.

Na ocasião, Paulo Guimarães disse à reportagem ter amealhado mais de R$ 1 milhão com a modalidade do Bingão dos Importados, em que eram entregues carros de luxo importados aos contemplados na década de 90. A Receita Federal devastou as contas do então empresário e descobriu fraudes e sonegação fiscal que culminou com a falência.

É preciso que os órgãos competentes iluminem o lobista, já que de fato, Silvio Assis tem no seu currículo, passagens pelo mundo do crime. Em Brasília, o anfitrião governador Rodrigo Rollemberg, entregou a chave da cidade nas mãos de Silvio Assis a partir do Detran com passagens por algumas secretarias, terminando a trajetória no Banco Regional de Brasília, onde o lobista faz questão de se gaba ter influência junto a diretoria do banco.

 Presidente da Câmara, Celina Leão, Silvio Assis e o governador Rodrigo Rollemberg.

Silvio Assis há pouco tempo atrás, distribuía cartões vinculando-o ao Banco Minas Gerais (BMG) dizendo ser representante do banco em Brasília. Este site checou junto à presidência do banco e diretoria, que alegaram que desautorizaram Silvio Assis a usar o nome da instituição financeira.

De fato, Silvio Assis, figura nas investigações da Polícia Federal durante a operação Miquéias como operador financeiro e que usa mulheres como contato para convencer prefeitos e governadores a sangras os cofres de fundo de pensão de governos e prefeituras. Só que usa os métodos nada republicanos. Silvio Assis usa o nome de autoridades à exemplo do ex-presidente José Sarney para abrir portas para realizações de negócios. 

Esta semana, após este site trazer o perfil do lobista, o ex-presidente José Sarney telefonou para este jornalista negando o apadrinhamento a Assis e justificando ter conhecido seu pai, quando foi presidente da república e ajudou o jornal da família. De fato também, Silvio Assis foi citado na CPI do narcotráfico e agora lança de fato um portal que se diz independente.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Deputada não quer saber de petistas


A presidente da Câmara Legislativa Celina Leão foi entrevistada pelo jornalista Mino Pedrosa na manhã desta terça-feira, 24, na Rádio OK FM(104.1). A entrevista foi quente. Mino indagou Celina sobre os problemas na Saúde Pública do DF.

"Todos nós sabemos que a Saúde precisa melhorar muito," disse a Leoa. Sobre a conjuntura do atual governo, a parlamentar disse que precisa tirar todos os petistas da estrutura. Aliás, essa é reivindicação de correligionários que apoiaram o governador Rodrigo Rollemberg nas eleições.

A presidente deixou a entender ainda que o governador está ciente da invasão petista em seu governo e assim que puder voltar a nomear, os "intrusos" terão como destino a exoneração. Lembrando que o governo não está podendo nomear e nem exonerar servidores devido a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). 

Fonte: Odir Ribeiro.

Câmara Legislativa realiza o I Fórum de Mulheres da Segurança Pública do DF


Em comemoração ao mês da mulher, a presidente da Câmara Legislativa, deputada Celina Leão (PDT) realiza o I Fórum de Mulheres da Segurança Pública do Distrito Federal, nessa terça-feira (24), no auditório da Casa, de 9h às12h.

“Queremos atender às expectativas do público específico de mulheres, que desempenham um papel restrito e singular na segurança pública, mas que sem dúvida demanda planejamento e um olhar diferenciado que proporcione melhores condições de trabalho”, observa a deputada.

As instituições de segurança pública recebem as mulheres, mas não se planejam para suas particularidades como a maternidade. As mulheres almejam uma legislação aplicada a elas que garantam melhores condições em áreas como a saúde, social (creches), rotinas de trabalho diferenciadas, uniformes e equipamentos de segurança adequados.

Há relatos de que os testes para progressão de carreira têm um alto nível de exigência física. Hoje o corpo de Bombeiros, por exemplo, tem apenas uma mulher mergulhadora devido à alta exigência do teste físico.

Para Celina Leão, o grande objetivo do fórum é buscar políticas públicas que atendam as mulheres que atuam na segurança pública nas mais diversas áreas.

“Vamos ouvir as demandas, conhecer as necessidades de cada corporação, entender o papel dessas mulheres na tomada de decisões e seu dia a dia em um ambiente de trabalho tipicamente masculino, onde apenas de 10% a 15% são mulheres”, explica Celina.

Fonte: Ascom do Deputado Distrital Celina Leão.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Aécio, Ribeiro, Izalci e o tamanho do bico do tucano novo


O tucano Raimundo Ribeiro, conhecido por seus atos probos, não acredita em uma nova intervenção no PSDB brasiliense. O deputado distrital chega mesmo a minimizar – e taxar como boataria – a informação creditada ao seu colega federal Izalci Lucas, de que Aécio Neves, que manda nas hostes tucanas a nível nacional, estaria desgostoso com a disputa regional, que provocaria um cortar de asas geral.

Aliás, o RR do Legislativo costuma dizer que republicano que muda de ninho precisa saber o tamanho do bico.

Fonte: Periscópio/Notibras.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Mais uma: GDF aluga faqueiro de R$ 78 por R$ 155 mil


Relatório do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) sobre a gestão do ex-governador Agnelo Queiroz (PT) aponta que GDF gastou R$ 155 mil com o aluguel de um faqueiro de 152 peças. O faqueiro foi locado por um período de quase três anos (980 dias) e deveria ter sido utilizado em 58 eventos, mas o GDF, conforme o Tribunal, não comprovou a realização das festas. As informações são do Jornal Destak.

Os técnicos do TCDF, no entanto, apontaram, segundo o jornal, que um faqueiro semelhante poderia ser comprado por R$ 78. Metade do que o GDF pagou na diária do aluguel do item. No próprio procedimento de aluguel do faqueiro, conforme o Destak, o GDF afirma que a compra de um faqueiro de 72 peças sairia por valor médio de R$ 639,90.

Em uma outra tomada de preços, mas para um faqueiro de 91 peças, o GDF pagou R$ 248 pela locação do item.

No entanto, o TCDF afirma que a compra de 20 unidades deste mesmo faqueiro sairia por R$ 4,9 mil.

Desde quando deixou o governo, o petista tem sido acusado de várias irregularidades. Tanto que a 2ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal determinou o bloqueio de bens do ex-governador do DF e de quatro de seus ex-assessores, em valores que totalizam R$ 37,2 milhões. O bloqueio de bens foi referente a indícios de irregularidade na assinatura de contrato para a realização de uma etapa da Fórmula Indy, em Brasília. A corrida deveria ter sido realizada no início de março deste ano.

Fonte: Informações Congresso em Foco.

Esclarecimento: Administrador do Guará foi exonerado por não concordar com a demissão de seu assessor jurídico


O blog apurou e obteve informações de fonte confiável de que a exoneração do administrador do Guará/DF, Edberto Silva, se deve ao fato do ex-chefe da Assessoria Jurídica da administração, Jorge Antonio, ter sido denunciado por ter recebido propina de R$ 5 mil para a facilitação de um processo. Edberto defendia a permanência de seu assessor, mas o GDF, não.

Com a exoneração de Jorge Antonio, Edberto ficou contrariado e resolveu colocar o cargo à disposição do GDF, que acatou o pedido de demissão. Foi isso que o governador Rodrigo Rollemberg explicou para um amigo seu, que é morador do Guará, no WhatsApp. 

Fonte: Blog do Fred Lima.

quarta-feira, 18 de março de 2015

A voz das ruas


Sem ódio, sem violência e sem vandalismo, dois milhões de brasileiros foram às ruas nos 26 Estados do Brasil e no Distrito Federal para protestar contra os escândalos de corrupção do governo Dilma, cujo segundo mandato começou há apenas dois meses.

Famílias inteiras foram às ruas. Pais e filhos, crianças e idosos marcharam juntos contra a corrupção. Causa espanto, portanto, a fala de alguns governistas que enxergaram “ódio” nas ruas. Quem são os golpistas? As famílias que protestam contra a corrupção ou aqueles que passaram os últimos oito anos saqueando a Petrobras?

É preciso que não apenas os governistas, mas a classe política como um todo entenda o recado das ruas e pare de subestimar a inteligência das pessoas. Novos protestos virão (o próximo em 12 de abril) e Dilma ainda tem 46 meses de mandato a cumprir. É hora de abandonar o cinismo palaciano e oferecer respostas dignas aos brasileiros.

É lamentável que – em coletiva de imprensa após os protestos – os representantes do governo federal tenham repetido as mesmas promessas feitas em junho de 2013, quando manifestações também reuniram milhares de insatisfeitos em todo o Brasil.

Foi novamente prometido um tal “pacote anticorrupção”, sem que ninguém do governo federal tenha reconhecido que falharam em cumprir a mesma promessa, feita em 2013 que, se tivesse sido cumprida, talvez tivesse abreviado a crise na Petrobras.

É notável a ausência de autocrítica dos petistas, cujo talento para fugir da realidade nós, do Distrito Federal, conhecemos bem. Dizem, as pesquisas internas do Planalto, que Dilma tem apenas 7% de aprovação. 

Se permanecer nesse estado de negação, a presidente acordará para a realidade tarde demais.

Fonte: Ascom da Deputada Distrital Celina Leão.

Alírio de malas prontas para o PMDB


Segundo informações obtidas pelo blog, o ex-deputado distrital, Alírio Neto (PEN), já estaria com um pé no PMDB, partido do ex-governador Tadeu Filippelli, que foi o grande articulador que trabalhou nos bastidores para a mudança de sigla do ex-deputado.

Alírio foi secretário de Justiça e Cidadania dos governos José Roberto Arruda (DEM) e Agnelo Queiroz (PT), além de deputado distrital por três vezes, aonde chegou a ocupar a presidência da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

Fonte: Blog do Fred Lima.

terça-feira, 17 de março de 2015

Rombo no Buriti é um saco sem fundo; Agnelo se defende, e afunda


Confortavelmente instalado em Miami desde que deixou o Palácio do Buriti, Agnelo Queiroz pouco sai do casulo onde se esconde dos muitos credores. Vive como uma espécie de fugitivo (não foragido) com vergonha do povo que ele governou por quatro anos e de raros amigos remanescentes vítimas dos seus calotes.

Quando se permite vir rapidamente ao Brasil, onde espera pisar de vez nos próximos 40 dias, Agnelo dá declarações sem anexo. Nessas ocasiões, bate na tecla negando que tenha deixado o governo no vermelho. E diz, com leviandade, que os números do sucessor Rodrigo Rollemberg estão errados.

O ex-governador tentou se defender mais uma vez no fim de semana, em entrevista à edição Brasília da revista Veja, concedida em São Paulo, onde ele esteve, disse, para tratar de assuntos particulares. Agnelo atacou desafetos e jurou – como neocristão –, que o rombo nas contas públicas é uma invenção de Rollemberg.

Procurado, o Palácio do Buriti contestou mais uma vez o trambiqueiro de fornecedores do governo e de amigos que confiaram nele. Assessores diretos de Rollemberg consultados por Notibras manifestaram a crença de estar falando sobre o déficit no caixa pela última vez.

- Agnelo está passando por um falastrão. É preciso um mínimo de dignidade para assumir os erros que cometeu. Ele foi irresponsável ao empenhar um dinheiro que não tinha. Extrapolou os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal e não pode sair por aí dizendo que nossos cálculos são peça de ficção”, sentenciou um assessor que entra no gabinete de Rollemberg sem precisar bater na porta.

Os dados disponibilizados para Notibras são claros. Em pouco mais de dois meses de gestão, Rollemberg cortou pela metade o número de cargos comissionados de servidores sem vínculo com o Estado. O total de vagas ocupadas nessa condição caiu de 8 mil 635, em setembro de 2014, para 4 mil 225. Nota-se, assim, redução de 48,93% na contratação pela simples indicação política. Ao mesmo tempo, outros 315 cargos com vínculo foram extintos. Somadas, essas medidas geraram uma economia de 35 milhões 700 mil reais para os cofres do governo.

O mesmo assessor palaciano lembra que o compromisso do governador sempre foi o de reduzir em 60% os cargos em comissão ocupados por servidores sem vínculo. Isso ficou claro no Decreto 36.236, deste ano. Hoje, este percentual está em 48,93% e a expectativa é que alcance a meta nos próximos meses.

O pensamento reinante no Palácio do Buriti é o de que, desconhecendo a nova política de transparência e contenção de gastos, a oposição acusa o governo de promover aumento global nas despesas com as contratações em comissão.

Um raciocínio, porém, fácil de refutar. Não é preciso ser nenhum doutor em administração pública para entender que Agnelo e seus defensores faltam com a verdade quando enfatizam que o atual governo manipula os números.

A conta é simples, se for levado em consideração que a base comparativa para a análise é o mês de setembro de 2014, quando Rollemberg assumiu o compromisso com a população. Só a título de ilustração, basta lembrar que naquele mês, o custo global praticado pelo ex-governador Agnelo Queiroz foi de 49 milhões 200 mil reais. Já em fevereiro de 2015, esse custo caiu para 37 milhões 800 mil reais. Uma diferença respeitada superior a 11 milhões de reais, segundo dados oficiais do Sistema de Gestão de Recursos Humanos.

Inexplicavelmente, Agnelo não quer entender que o governo Rollemberg tem repetido e provado que os seus fundamentos contábeis estão corretos. Nesse sentido, o secretário de Gestão Administrativa e Desburocratização, Paulo Vogel, e o de Fazenda, Leonardo Colombini, têm mostrado os números reais disponíveis no Tesouro.

Basta lembrar a postura assumida por Colombini, em reunião com os deputados distritais. “O governo não tem economizado esforços para equilibrar as contas, mas não faz milagres. Se realmente tivesse dinheiro em caixa, o governador anterior teria honrado os compromissos com os professores e fornecedores”, disse o secretário de Fazenda.

Quem se der ao trabalho de se debruçar sobre a realidade dos cofres públicos e nas mudanças introduzidas no quadro de gestão administrativa, vai verificar que o novo modelo tem sido usado de má fé pelos aliados de Agnelo para confundir a opinião pública em detrimento da imagem de Rollemberg.

Alguns exemplos mostram como os dados foram manipulados para atacar a nova gestão. A oposição tem dito que a remuneração acima de R$ 3 mil aumentou, o que é verdade. No entanto, este aumento foi de 527 cargos e não de 620, como apontaram os críticos da nova política.

O desconhecimento da reforma administrativa também foi usado para desvirtuar dados. Na estrutura da Casa Civil, para citar mais um exemplo, foi dito que no governo passado os cargos eram em número de 411. Nesse quesito há uma presumida leviandade, com os opositores chegando a manipular dados, uma vez que o número correto era de 557, ao custo de R$ 2.086.977,02. No governo Rollemberg, os cargos foram reduzidos a 409, com uma folha de 2 milhões 78 mil reais.

Nessa guerra de nervos que os assessores de Rollemberg esperam vencer com um nocaute rápido, Chico Vigilante é ironicamente apresentado como o desinformado porta-voz de Agnelo Queiroz. Para o Palácio do Buriti, é um equívoco o deputado do PT dizer que o “Governo Rollemberg aumenta em mais de meio milhão de reais as despesas com cargos em comissão e funções de confiança”.

Ninguém melhor do que o secretário de Gestão Paulo Vogel para desmontar os números ponto a ponto. O deputado diz que “houve apenas uma redução de 976 cargos entre o governo Agnelo Queiroz e o atual Governo, com aumento de custo total de R$ 542 mil, comparando com a situação de cargos em dezembro de 2014”. Vogel aponta que fevereiro são 19.313 cargos e não 19.862, como alardeia Chico Vigilante.

– O comparativo que importa aos cofres públicos não é pela quantidade de cargos existentes, mas sim pela quantidade de cargos ocupados, pois cargos vacantes não geram despesas ao erário, observa Vogel. E explica: “Em fevereiro existiam 3.664 cargos vagos dentre os 19.862, totalizando 15.649 cargos ocupados”.

Para Vogel, o compromisso do governador não foi a redução de 60% de todos os cargos em comissão, mas sim a redução de 60% dos cargos em comissão sem vínculo com a administração pública. “A base de comparação para a redução acima não é dezembro de 2014, mas sim setembro, quando foi firmado o compromisso”, esclarece.

A matemática pode até não ser uma ciência exata. Mas, respeitados os números existentes, não resta dúvida de que os cofres do Buriti, quando estavam sob a administração de Agnelo, foram transformados em um verdadeiro saco sem fundo.

Fonte: José Seabra.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Refis é aprovado na Câmara Legislativa e GDF respira aliviado


Depois de muitos desentendimentos entre a situação e oposição, enfim o Programa de Incentivo à Regularização Fiscal (Refis/DF), ou seja, parcelamentos dívidas com juros camaradas foi aprovado pela Câmara Legislativa nesta quinta-feira,12. Portanto, se você está devendo IPVA, IPTU, multas de trânsito já pode correr na semana que vem, o Refis vai estar valendo.

O projeto foi aprovado pelos 23 deputados distritais, o único que não esteve em plenário foi Joe Valle (PDT) que está em viagem.

Quem quiser mais informações é só acessar o link da Agência Brasília.

Fonte: Odir Ribeiro.

Agnelo Queiroz diz que foi injustiçado e promete ser opositor ferrenho

O petista em visita a São Paulo na última terça (10): promessa de oposição dura aos adversários, mas só a partir de maio 

O ex-governador Agnelo Queiroz foi entrevistado neste final de semana pela jornalista Lilian Tahan da revista Veja Brasília. Um brilhante trabalho. O ex-governador fez diversas acusações ao atual governo, além de afirmar que não deixou rombo algum nos caixas do Governo do Distrito Federal (GDF). Agnelo promete fazer oposição cerrada ao governador Rodrigo Rollemberg. 

Leia parte da entrevista

O atual governo afirma que sua administração deixou um rombo nas contas públicas de 4 bilhões de reais. O senhor foi irresponsável?

Essa é a primeira grande mentira de Rollemberg. Deixei 1 bilhão de reais em caixa quando saí. O governo dele disse que só tinha 67 000 reais na conta. Os dados oficiais provam que isso é mentira. O GDF tem 55 contas, entre o BRB, a Caixa Econômica e o Banco do Brasil. Eles mostraram só o que interessava. Quando a Justiça, recentemente, obrigou o GDF a pagar os servidores sem fatiar salários e o governador cumpriu a medida, ficou claro que se tratava de uma farsa, que a verba estava em caixa. Ou eles fizeram o dinheiro brotar?

O senhor também não convenceu o Tribunal de Contas nem o Ministério Público sobre a sanidade das finanças de seu governo. Trata-se de um complô?

O governo de Rollemberg se vale de táticas nazistas na tentativa de me destruir. Repete uma mentira mil vezes para ver se ela vira verdade. Alega que eu deixei dívidas a partir de cálculos sobre compromissos futuros do governo. Isso é um absurdo contábil, mas alguns setores sérios da sociedade chegaram a acreditar. Dos mais de 100 000 servidores, 9 000 faziam aniversário em dezembro e deveriam receber o 13º salário no mês subsequente, em 5 de janeiro. É um dos casos em que não se pode falar em atraso. No ano passado, tivemos dificuldade de fechamento de contas, como no resto do Brasil. A diferença é que perdi a eleição e houve uma descontinuidade. Para Rollemberg, a campanha não acabou. Ele não desceu do palanque. Rollemberg, não. O governador Hélio Doyle, porque quem governa é o Hélio. Ele também organiza as mentiras e as passa para a população. Brasília vive uma crise fabricada.

O senhor é réu em duas ações que bloquearam seus bens e contas. Acha que terá condições de provar sua inocência?

Em uma dessas ações, o MP alegou que a inauguração do Centro Administrativo foi um capricho, por ter sido realizada no final do governo. Mas eu estava em pleno exercício do meu mandato popular e soberano. E todos os pressupostos estavam em dia. Se eu não emitisse o habite-se, aí, sim, teria de responder. Cumpri minha obrigação. Entreguei um prédio fundamental para melhorar a rotina da população.

Mas entregou de maneira precária, sem móveis, por exemplo.

E no Mané Garrincha? Há móveis e computadores? Transformar o estádio em centro administrativo tendo um espaço apropriado para o funcionamento da burocracia é um disparate. Um governo que entra não pode destruir tudo o que seu antecessor fez para alimentar um revanchismo ignorante.

O senhor investiu tempo e verba pública para trazer a Universíade e a Fórmula Indy a Brasília. O atual governo o acusa de não ter deixado dinheiro para a realização dos projetos. Quem vai pagar essa conta?

Cancelar essas parcerias depois do esforço gigantesco que fizemos para colocar Brasília no calendário internacional é um crime contra a cidade. Os eventos movimentam hotéis, táxis, lojas, toda a cadeia produtiva do turismo, geram emprego e renda. Só a Fórmula Indy deixaria 100 milhões de reais na cidade. Sem falar que a atitude irresponsável do cancelamento compromete a imagem do DF. Brasília vai levar décadas para recuperar a confiança internacional, além de ter de arcar com uma indenização milionária. Esse governo é mesquinho, tem uma visão pequena da capital do país. Achar que todo o esforço de cooperação internacional era para justificar viagens ao exterior mostra uma compreensão miúda da gestão pública.

Poucos meses após ter deixado o governo, o senhor já responde a nove ações de improbidade, a maior parte delas por nepotismo. Faltou atenção à lei que proíbe o emprego de parentes no governo?

Fui eu que fiz essa lei. Temos hoje uma legislação de transparência que é invejável. Mas é que um governador assina muitas nomeações e, nessas situações, foram parentes em áreas diferentes do governo. Assim que tomei conhecimento, pelo próprio MP, mandei demitir um dos familiares. Mas, convenhamos, estamos falando de meia dúzia de casos em um universo de mais de 100 000 servidores. Dê uma olhada no governo Rollemberg. O presidente da Caesb e o diretor do DER são irmãos, os Ludovice.

O senhor passou quatro anos à frente do governo, seis meses como interventor da saúde. Hoje se sentiria seguro em indicar tratamento em um hospital público do DF para algum parente seu?

Não só tenho coragem como fui atendido no HRT (Hospital Regional de Taguatinga) quando machuquei a perna em um acidente de moto.

O senhor tinha a prerrogativa do cargo. Dramático é para a dona Maria e o seu Francisco, não?

No meu governo, melhoramos o atendimento nas emergências, criei a sala vermelha. O Hospital de Base é referência no atendimento dos casos mais graves. Investimos 5,6 bilhões de reais nessa área, o maior aporte entre todos os estados. Recuperei a emergência do HRT, do HRP (Planaltina), fiz seis UPAs, nove clínicas da família, coloquei o Hospital da Criança para funcionar. Contratei 14 000 profissionais de saúde e melhorei o salário dos servidores, não só os da saúde. Todos os aumentos foram calculados com base na média de arrecadação do DF. Dei conta de pagar de 2011 a 2014. Por que agora esse governo diz que não pode honrar os compromissos? Porque tem prioridades diferentes e manipulou quanto pôde para tirar um direito adquirido pelos funcionários. E o mais triste é que políticos que sentaram comigo para negociar esse aumento hoje fazem o jogo do contra.

De quem o senhor está falando?

Cristovam Buarque, por exemplo.

Os amigos o tratam carinhosamente por Magrão, dizem que tem abraço de urso. Os adversários o chamam de Agnulo e dizem que no GDF o senhor esteve mais para bicho-preguiça. Como se autoavalia?

Os adversários estão no papel deles, desde que assumi tentam me desconstruir. Quem me conhece sabe do meu ritmo. Trabalho até dezoito horas por dia se for preciso. Mas esse é o tipo de pergunta que só as comparações vão responder. Quero ver no final do governo quem fez mais UPAs, escolas, asfalto.

O senhor diz que seus inimigos políticos tentam destruí-lo, mas foram os eleitores que não o levaram nem ao segundo turno, patamar que até dona Weslian alcançou em 2010. Não lhe faltou carisma?

Fui vítima de um aspecto conjuntural, de ataques permanentes ao meu governo. Não consegui mostrar tudo o que fiz. Na campanha, os adversários tiveram a cara de pau de negar obras físicas que construí, que estão aí para quem quiser ver. Além disso, enfrentei grupos poderosos, cartéis, e isso gera muitos inimigos. Paguei com o preço da popularidade.

Se não for impedido pela Justiça, pretende voltar à política?

Meu objetivo hoje é fazer a minha defesa, mostrar as realizações do meu governo. Não estou pensando em candidatura coisíssima nenhuma. Só não vou aceitar que uma carreira respeitada seja alvo de ataques rasteiros.

O senhor já pilotou o avião chamado Brasília, mas, em janeiro, foi visto indo para Miami espremido na classe econômica. O poder deixou saudade?

Em absoluto. Nunca me contaminei por posições. Tenho vida simples, tive no mandato inteiro e vou continuar assim. A melhor maneira de conhecer uma pessoa é dar poder a ela. Veja o Rollemberg. Acusou-me de ter feito uma reforma desnecessária em Águas Claras, disse que não usaria o espaço e agora está despachando de lá. Segundo eu soube, até elogiou as acomodações. Mas falar uma coisa e fazer outra parece que tem se tornado a marca dele. Prometeu fazer a eleição de administrador e não fez. Disse que iria radicalizar na transparência e acabou com a secretaria. Prometeu cortar comissionados e aumentou o salário desses cargos. Comprometeu-se a liberar a senha do Siggo e, até agora, nada. E foi pedir conselhos a Roriz. Isso não tem cabimento para um político que se diz mais alinhado à esquerda.

Como tem sido sua rotina em Miami?

Não tenho uma rotina muito fixa. Mas, basicamente, vou de bicicleta à escola de inglês, que fica a uns 6 quilômetros de casa, e passo o dia lá. Não voltei a correr porque ainda preciso de fisioterapia para o joelho. Ele não está 100%. Como não temos secretária lá, dividimos as tarefas. Às vezes eu cozinho, às vezes é a Ilza (ex-primeira-dama). É uma vida nada fora dos padrões.

Quando retorna a Brasília?

No fim de abril. A ideia era aproveitar minha licença-prêmio como médico para ficar afastado por pelo menos 100 dias, deixar o governador à vontade, sem ficar emitindo opiniões. Acabei revendo essa decisão para reagir ao massacre que ele tem feito à minha imagem. Portanto, em breve voltarei às minhas atividades como cidadão, para me defender contra essas injustiças, sobretudo perante os órgãos competentes. Tenho confiança na lucidez do Judiciário. Agora, fico revoltado quando vejo o presidente de um Tribunal de Contas (Renato Rainha) fazendo pré-julgamento, falando pelos conselheiros, usando o cargo como palanque eleitoral.

Por que esta entrevista está sendo feita em São Paulo? O senhor está constrangido de aparecer em Brasília? Tem medo de ser agredido?

Em absoluto. Eu tinha questões pessoais para resolver aqui, só isso. Sei que vai levar um tempo, mas as pessoas um dia ainda vão reconhecer tudo o que fiz por Brasília.

Fonte: Informações Veja Brasília

quarta-feira, 11 de março de 2015

Deputado do PSDB deixa liderança do GDF para protestar contra Dilma

Júlio Cesar, do PRB, é novo líder na Câmara; anúncio foi feito nesta terça.
Raimundo Ribeiro ficou um mês no posto; saiu para 'evitar constrangimento'.

Deputado Raimundo Ribeiro ao lado do governador do DF, Rodrigo Rollemberg, durante segundo turno, em outubro de 2014 

O deputado distrital Júlio Cesar (PRB) deve ser anunciado nesta terça-feira (10) como novo líder do governo na Câmara Legislativa. Desde a segunda (9), o parlamentar conversa com representantes do Buriti e com o ex-ocupante do posto, Raimundo Ribeiro (PSDB), para tomar conhecimento das demandas da função e dos próximos temas que o Executivo tentará aprovar com os deputados.

A saída oficial de Ribeiro foi protocolada nesta segunda (9). O deputado afirma que escolheu abrir mão da liderança para ajudar nas manifestações de rua contra a presidente Dilma Rousseff, incluindo o ato agendado para o próximo domingo (15).

"Continuo na base do governador Rodrigo Rollemberg, mas não preciso da vestimenta da liderança para ajudar o governo. Estar na frente de um movimento que busca a investigação da presidente Dilma Rousseff poderia causar um mal-estar entre o Buriti e o Palácio do Planalto", afirmou Ribeiro nesta terça ao G1.

Sem partido

O parlamentar afirma que o movimento de protesto "não tem coordenadores" e que não vai estar na passeata do dia 15 como representante do partido. "Não é uma posição partidária, mas sim em termos de DF. Contempla 90% da população da capital, como pudemos ver nos panelaços. É um movimento das pessoas de bem", afirma.


Dirigentes do PSDB adotaram posição de cautela em relação aos protestos nas últimas semanas. Na segunda (9), o senador tucano Aloysio Nunes Ferreira (SP) afirmou a jornalistas que estará presente nas passeatas, mas que o partido não acredita na tese do "impeachment".

Único parlamentar do partido na Câmara do DF, Ribeiro afirma defender a investigação da presidente, e não a deposição do cargo. "Dilma foi citada duas vezes pelos dois doleiros, que estão sob o manto da delação premiada e têm compromisso de falar a verdade. Defendo que seja investigada."

Deputado distrital e novo líder do GDF na Câmara, Júlio Cesar Ribeiro (PRB) 

Novo líder

A confirmação de Júlio Cesar foi divulgada pelo GDF no fim da tarde desta terça (10). Distrital mais votado nas eleições de 2014 e estreante em cargo eletivo, ele diz que reconhece as dificuldades mas se considera à altura do novo cargo.

"Fiquei muito feliz com o convite do governador Rollemberg. Tudo para mim é muito novo aqui na Câmara, mas é preciso vencer as dificuldades", afirmou o parlamentar ao G1. Ele também ocupa o cargo de segundo secretário da Mesa Diretora.

Entre 2012 e 2014, o político foi secretário de Esporte do governo de Agnelo Queiroz. Ele diz acreditar que a proximidade com a bancada petista pode ajudar na negociação dos projetos. "A maioria dos parlamentares que fazem oposição hoje era base do Agnelo. A missão que o governador me deu é de conciliar, debater e trazer todas as explicações possíveis."

O primeiro desafio de Júlio Cesar deve ser a aprovação do programa de refinanciamento das dívidas (Refis). Enviado há duas semanas pelo Buriti com pedido de urgência, o texto ainda não passou pelo plenário da Câmara.

"O projeto traz oxigênio às contas públicas do DF, com quase R$ 100 milhões. Já conversei com os colegas e acho que conseguiremos aprovar amanhã [dia 11]. Espero começar com o pé direito."

Fonte: G1

Por bom comportamento, ex-senador Luiz Estevão vai cumprir pena em casa

Luiz Estevão


Estevão já cumpriu um sexto da pena por falsificação de documentos e vai sair do semiaberto

A Vara de Execuções Penais concedeu ao empresário Luiz Estevão a progressão do regime semiaberto para o aberto, nesta terça-feira (10/3). A Justiça considerou que ele teve bom comportamento na penitenciária e já cumpriu um sexto da pena.

Entenda o caso

O ex-senador começou a cumprir pena de 3 anos e 6 meses em regime semiaberto por falsificar documento público. A acusação é de que o empresário teria alterado livros contábeis para justificar dinheiro de obras superfaturadas e construir o prédio do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo.

Inicialmente o empresário ficou detido em Tremembé (SP). Em 28 de outubro de 2014, Estevão foi transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda.

Fonte: Correioweb / Com informações de Ana Maria Campos.