ACESSOS

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Oposição fortalecida 'Aécio Neves'


Com a presidência nacional do PSDB nas mãos, o tucano Aécio Neves será o grande líder de oposição no Congresso e no partido, terá de mediar uma situação que começa a contaminar o ninho tucano.

Para muitos, Aécio saiu maior do que entrou na corrida eleitoral pelo Palácio do Planalto, já para outros tucanos, a fila tem de andar e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin tenta se consolidar para ser o nome dos tucanos, na eleição de 2018, já que obteve duas grandes vitórias contra o PT no estado.

Alckmim foi reeleito no primeiro turno e o segundo consagrou a acachapante vitória de Aécio contra o Partido dos Trabalhadores. Mas na maioria do ninho tucano, Aécio é o grande nome na disputa de 2018.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Degola na Esplanada 'Dilma Rousseff'

Começo de governo, vida nova, a presidente reeleita Dilma Rousseff fará a dança das cadeiras na Esplanada dos Ministérios.

Alguns ministros como Guido Mantega, estarão fora do governo. Com a bomba da CPI da Petrobras, outros nomes também serão atingidos. Até agora o que já se sabe é que o sonho de Mercadante, com a pasta da fazenda, não será realizado.

No encontro de Dilma Rousseff com Guido Mantega, já foi anunciado o substituto, que será um nome de mercado.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Faltando cadeira 'Dilma Rousseff'

Com o governador baiano Jaques Wagner em alta em todas as bolsas de apostas para ocupar uma pasta na Esplanada dos Ministérios, a presidente reeleita, Dilma Rousseff, terá de encontrar uma maneira de encaixar os derrotados.

Os petistas, Tarso Genro e Alexandre Padilha, derrotados na corrida eleitoral estadual, estão cotados para voltar à Esplanada. Na cota do PMDB, Henrique Alves, deve trocar a cadeira de presidente da Câmara por uma cadeira ministerial. O PP começa a decidir amanhã se segue o senador Francisco Dornelles para oposição ou continua governista.

Afinal, Dornelles é primo de Aécio Neves e durante a campanha presidencial, esteve apoiando Aécio. Com tantas derrotas na base aliada do governo, a presidente Dilma Rousseff terá dificuldade de acomodar todos, na Esplanada dos Ministérios.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Petrolão: Executivo acerta acordo de delação sobre a Petrobras

É Júlio Camargo, executivo da Toyo-Setal, empresa que tem contratos de cerca de R$ 4 bilhões com a estatal 

Um executivo investigado sob suspeita de ter pago propina para obter contratos na Petrobras decidiu fazer um acordo de delação premiada com os procuradores que atuam na Operação Lava Jato, segundo três pessoas que atuam na investigação ouvidas pela Folha.

Ele é o primeiro dos executivos das grandes empresas a assinar um acordo de delação e deve revelar detalhes sobre como funcionava o esquema de divisão de obras da Petrobras entre as empreiteiras.

Júlio Camargo fechou o acordo na última semana, para tentar obter uma pena menor. O executivo teria ficado assustado com os detalhes revelados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa em sua delação premiada.

A advogada de Camargo, Beatriz Catta Preta, já havia atuado na delação premiada de Costa e é considerada uma especialista nesse tipo de acordo.

O nome de Camargo foi citado pelo ex-diretor da Petrobras em um documento apreendido pela Polícia Federal na casa dele, no qual ele enumera o nome de executivos de fornecedores da Petrobras e a disposição de cada um para contribuir para uma campanha política.

Após o nome de Camargo, Costa anotou: "Começa [a] ajudar a partir de março".

A campanha política, segundo a Folha revelou no último dia 11, era a do candidato ao governo do Rio de Janeiro pelo PT, Lindbergh Farias, que acabou derrotado.

Aparecem também no documento os nomes de Mendes Junior, Engevix e UTC Constran. As empresas negam que tenham feito contribuições ilegais para as campanhas.

Filial da Toyo Enginnering do Japão, a Toyo está construindo uma unidade de hidrogênio para a estatal em Itaboraí (RJ) e uma planta para a produção de amônia em Uberaba (MG). Amônia é uma das matérias-primas dos fertilizantes. A Toyo tem também um estaleiro no Rio, chamado EBR (Estaleiros do Brasil), contratado pela Petrobras para fazer plataformas de petróleo.

A unidade de hidrogênio, orçada em R$ 1,16 bilhão, é uma obra da diretoria de Abastecimento, que foi ocupada por Costa entre 2004 e 2012. Nessa diretoria, segundo seu ex-diretor contou em depoimento à Justiça, o PT ficava com 2% do valor dos contratos e o PP, com 1%. A obra começou um ano após Costa ter deixado o cargo.

A planta de amônia (R$ 2,1 bilhões) foi contratada pela diretoria de gás e energia da Petrobras. Ainda de acordo com Costa, o PT ficava com 3% do valor dos contratos dessa diretoria.

Procurada pela Folha, a advogada Beatriz Catta Preta não se manifestou. A reportagem não conseguiu localizar assessores da Toyo na noite desta segunda (27).

Fonte: Coluna Poder / Portal UOL por Mario Cezar Carvalho.

DF: Policia investiga sabotagem contra o portal ‘Diário do Poder’

A pena prevista para esse tipo de crime é de até quatro anos de reclusão 

A direção do portal Diário do Poder decidiu formalizar denúncia de sabotagem que dificulta e até impede acesso ao site. Os jornalistas da equipe do DP consideram que se trata de uma tentativa de intimidar nossa independência na publicação de notícias sobre política, poder e bastidores.

A sabotagem, iniciada há alguns dias, atingiu seu ponto máximo ao meio-dia de domingo (26), data da eleição de segundo turno, minutos depois da publicação da primeira notícia de apuração da disputa presidencial, apontando vitória do candidato Aécio Neves (PSDB) na Austrália, com 80,4% dos votos válidos.

O ataque de marginais virtuais ao Diário do Poder se dá por meio da simulação de milhões de acessos simultâneos, utilizando-se até mesmo de servidores de países remotos, com o objetivo de tornar o site lento e até tirá-lo do ar.

Na sabotagem covarde, porque pretensamente anônima, são utilizados endereços IPs falsos, mas especialistas em segurança se associaram ao Diário do Poder para identificar a origem do banditismo virtual, e relatórios desse levantamento, entregues à policia, deflagram imediato rastreamento dos endereços virtuais até se chegar aos endereços físicos e prender os meliantes.

A suspeita é que o ataque tenha origem de vários computadores inclusive de órgãos públicos, segundo indicam os primeiros IPs já identificados.

Fonte: Portal Diário do Poder.

Vingança fria 'Henrique Eduardo Alves'

Praticamente entrando no mês de novembro e finalizando o calendário eleitoral o deputado federal André Vargas vem tendo êxito em salvar o mandato e já conta com a falta de vontade política dos parlamentares em acelerar o processo de cassação que se encontra na Comissão de Constituição Justiça e Cidadania, da Câmara dos Deputados. 

Por outro lado, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, volta de terra potiguar marcado por uma derrota e ainda muito magoado com o Partido dos Trabalhadores, que de acordo com ele, teria atrapalhado sua eleição ao governo do Rio Grande do Norte. 

Quem conhece o presidente da Câmara sabe que ele vai fazer a vida do governo ficar muito emocionante neste fim de ano e Alves conta com a solidariedade da bancada peemedebista, que já marcou um jantar de boas vindas. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Na defensiva 'Gleise Hoffmann & Paulo Bernardo'

Com a derrota de Gleise Hoffmann ao governo do Paraná, agora está de volta à Brasília, para reassumir sua cadeira no Senado Federal.

Gleise Hoffmann foi acusada de ter tido beneficiada no esquema de desvio de dinheiro na Petrobras. Ela e seu marido, ministro Paulo Bernardo, já preparam sua defesa para evitar sentar como depoente, na CPMI da Petrobras. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Insistindo no tema 'Alberto Youssef'

O presidente da CPI Mista da Petrobras, Vital do Rêgo, atendeu ao pedido da defesa do doleiro Alberto Youssef e o dispensou do depoimento que estava marcado para amanhã no Congresso, após saber que Youssef permaneceria calado.

O presidente ainda vai insistir na obtenção da delação premiada de Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa. Com a CPI próxima do fim, a oposição já acordou nos bastidores em abrir uma nova CPI ano que vem.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Política: Vem aí um outro PT?

Diante da perspectiva de perder o poder, os petistas se uniram. Agora, precisam unir o Brasil 

Estes são os homens que darão o tom político do PT em Brasília: Mercadante, que deve assumir o Ministério do Planejamento, Rossetto, a Secretaria-Geral da Presidência, e Wagner, cotado para a Casa Civil.

Passada a guerra eleitoral, a mais dura e surpreendente batalha enfrentada pelo PT desde as eleições de 1989, o partido começa a contabilizar baixas, resgatar feridos e curar as cicatrizes deixadas durante o embate político. A agremiação de Lula e Dilma emite sinais para que seus comandados superem as desavenças internas, resgatem o diálogo com a base governista e busquem com urgência um acordo de paz com antigos aliados, com foco no PSB. Já de olho em 2018, a ordem no PT é estancar sangrias, afinal, após a violenta luta eleitoral, o Brasil que sai das urnas é um país dividido ao meio. “O desafio é não deixar criar um clima de terceiro turno”, avalia o deputado federal paulista Paulo Teixeira, vice-líder da bancada da Câmara. “O novo cenário vai requerer mais diálogo ainda.”

Como esse nunca foi o ponto forte de Dilma, o PT precisará contar com bons quadros, hábeis politicamente para trafegar em um Parlamento pulverizado em 28 partidos e onde enfrentará a oposição mais forte em 12 anos de poder – com o agravante de as bancadas petistas terem sido reduzidas de 88 para 70 deputados e de 15 para 12 senadores. “A tarefa mais difícil e mais importante neste momento será recompor a base no Congresso”, avalia o deputado federal paulista Carlos Zaratini. O PMDB, por exemplo, que tem a Vice-Presidência e é o principal aliado do PT, saiu dividido das eleições. O momento é de reflexão e autocrítica: “É hora de conversar com todas as forças que nos apoiaram, principalmente os movimentos populares e sindicais, de quem o governo andou afastado nos últimos quatro anos”, analisa um ministro.

Nesse cenário, despontam três nomes com perfil para conduzir o partido politicamente em Brasília: o governador da Bahia, Jaques Wagner, que sai fortalecido das urnas depois de fazer seu sucessor, além dos ministros Aloizio Mercadante (PT/SP), da Casa Civil, e Miguel Rossetto (PT/RS), do Desenvolvimento Agrário. Chamados de três mosqueteiros, eles deverão ter lugar de destaque no primeiro escalão de Dilma. Wagner está cotado para a Casa Civil, apesar de preferir a pasta do Desenvolvimento Econômico; Mercadante é um nome lembrado para a Fazenda, mas deve assumir o Planejamento; e Rossetto deve ser acomodado na Secretaria-Geral da Presidência, posto prioritário para o PT. Nessa função, Rossetto irá cuidar do diálogo com os movimentos sociais, sindicais e religiosos. Ex-chefe da presidenta quando ela trabalhava no governo do Rio Grande do Sul, Rossetto é acostumado com o temperamento difícil de Dilma, de quem conquistou o respeito – o que não é pouca coisa. Entre os governadores eleitos, destaca-se Fernando Pimentel, que tem o feito de ter tirado dos tucanos a administração de Minas Gerais, terra natal do rival Aécio Neves, e é amigo pessoal da presidenta.


No front interno, há feridas a serem curadas. Primeiramente, a relação entre Dilma e Lula, que andou meio estremecida antes da eleição e até hoje não foi totalmente apaziguada. Nos bastidores, petistas têm dito que o ex-presidente se queixa de que deveria ser mais ouvido nas decisões palacianas. Além disso, o Instituto Lula, em São Paulo, virou ponto de romaria de empresários, sindicalistas e políticos descontentes com o jeito Dilma de governar. A segunda questão diz respeito ao temperamento da presidenta, que notoriamente trata mal sua equipe. São constantes as reclamações das grosserias recebidas por assessores e dirigentes partidários que trabalham em Brasília. Internamente, diz-se que metade da equipe da Esplanada não gosta da presidenta e a outra metade morre de medo das broncas dela. Para contornar os problemas de relacionamento, viabilizar o segundo mandato e pavimentar o caminho para o “volta, Lula em 2018”, o PT espera que Dilma adote um novo modelo de administração. A ideia é que ela delegue mais poder aos outros e dê mais ênfase à comunicação, considerada um ponto fraco pelos petistas do núcleo paulista. “Nisso o governo foi um desastre”, tem dito Lula a interlocutores. “Ela precisa ouvir e dialogar mais com os políticos, os empresários e os militantes”, avalia um dirigente partidário.

A cúpula do PT está convencida, assim como a própria presidenta, de que eles derrotaram a oposição não por força dos programas de governo ou por vitórias individuais de um Estado ou outro, mas por causa da militância petista aguerrida que estava afastada da legenda e voltou às ruas na hora em que o partido mais precisou. Curiosamente, o PT nunca disputou uma eleição tão pacífica entre as tendências internas como a deste ano. Como Dilma não é um quadro de raiz, como Lula, as correntes partidárias não têm mais suas capitanias hereditárias dentro do governo. Diante da perspectiva de perder o poder, os petistas se uniram. Agora, precisam unir o Brasil.

Fonte: Revista ISTOÉ por Alan Rodrigues.

Petrolão: Youssef entrega provas sobre políticos que citou

Alberto Youssef já revelou à PF e ao MPF que pelo menos 28 membros do Congresso recebiam propinas mensais de R$ 100 mil a R$ 150 mil 


Além de entregar comparsas no governo e no Congresso Nacional, o megadoleiro Alberto Youssef também está mostrando à Polícia e ao Ministério Público Federal todas as provas documentais que acumulou e deixou em mãos de pessoas de sua confiança. Ele promete revelar os bens usados pelo esquema do 'Petrolão' para presentear corruptos, além dos números das contas do desses políticos em paraísos fiscais.

Paulo Roberto Costa tratava com a cúpula do poder (Lula o chamava de “Paulinho”) e Youssef fazia o “varejo”, pagando propina a políticos.

Alberto Youssef já revelou à PF e ao MPF que pelo menos 28 membros do Congresso recebiam propinas mensais de R$ 100 mil a R$ 150 mil.

Na terça-feira, 30, Youssef revelou à PF e ao MPF, em depoimento, que Lula e Dilma sempre souberam da roubalheira na Petrobras.

Ainda no início das investigações, a Polícia Federal concluiu que uma quadrilha se instalou na Petrobras para roubá-la. Estava corretíssima.

Fonte: Coluna Cláudio Humberto.

Cumprindo o rito 'Dias Toffoli'

Até o anúncio oficial do resultado da corrida pelo Palácio do Planalto, o estado do Acre foi a grande vedete do pleito. 

O país inteiro esperava o fechamento das urnas no estado e o ministro Dias Toffoli cumpriu a rigorosa tarefa de não deixar vazar o resultado, fazendo com que a notícia ganhasse repercussão, comparada com final de Copa do Mundo. 

Em todos os lugares foi possível ouvir gritos de alegria da militância petista, mas a presidente Dilma terá de trabalhar muito para unir o eleitorado que está praticamente dividido ao meio. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Terceiro Turno 'Eduardo Braga x José Melo'

O senador peemedebista derrotado para o governo do Amazonas, Eduardo Braga, abrirá o terceiro turno na justiça. 

Ele denuncia que seu adversário, José Melo, reeleito ao governo, aparelhou a Policia Militar para favorecê-lo no pleito. 

Gravações veiculadas na mídia, demonstraram conversas entre traficantes, negociando apoio a Melo em troca de tranquilidade para agir sem ser importunado pela polícia. Pelo visto, a briga vai se arrastar pelos tribunais. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Mingau quente 'Rui Falcão'

O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, durante entrevista ontem, declarou que a regulamentação da mídia em conjunto com a reforma política é prioridade no governo da presidente Dilma Rousseff.

Falcão deixou de lado a mídia impressa e disse que a regulamentação se refere às rádios. Para muitos, o presidente do PT está seguindo a máxima de que mingau quente se come pelas beiradas.

Primeiro, faz a regulamentação do setor de radiofusão e logo em seguida parte para outros seguimentos da mídia.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Petrolão: Abaixo-assinado para 'Impeachment' de Dilma passa de 1milhão de adesões


Petição pelo impeachment de Dilma tem mais de um milhão de assinaturas

Após vários minutos “congelado” em 915.435 adesões à proposta de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT), embora antes houvesse registrado mais de 1,1 milhão de assinaturas, o site Avaaz voltou a funcionar registrando um número inferior, 1.013.474. O Avaaz foi criado com o objetivo de abrir espaço “democrático” para abaixo-assinados virtuais.

Na noite de sexta-feira (24), o documento acumulava mais de meio milhão de assinaturas (exatas 575 mil). A petição ganhou ainda mais força após a revelação da doleiro Alberto Youssef à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal de que a presidente reeleita Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula sabiam do esquema de corrupção na Petrobras, batizado de “Petrolão”. A PF suspeita que Youssef “lavou” R$ 10 bilhões no propinoduto.


Dilma e o PT optaram por desqualificar a Revista VEJA, que publicou a notícia, ameaçando-a de processo em sua propaganda eleitoral na tevê, além de ter protocolado pedido de resposta e de censura no Tribunal Superior Eleitoral.

O megadoleiro Alerto Youssef era o homem-caixa do esquema de gatunagem na Petrobras, desmantelado pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal. Youssef e seu “sócio”, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa comandavam uma espécie de “banco central” da corrupção, instalado em 2006, durante o governo Lula.

Fonte: Diário do Poder por Tiago de Vasconcelos.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Opinião: PT e ex-presidente Lula perdem força nos Estados

O Acre foi a exceção, demonstrando que o ex-presidente não tem a mesma força de eleições passadas 

Os candidatos apoiados pelo ex-presidente Lula perderam no Amazonas, Pará, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul, estados visitados por ele neste segundo turno.

Pressionado pela cúpula do maior aliado do PT, o PMDB, o ex-presidente foi ao Pará. Apoiou o candidato Helder Barbalho (PMDB), filho do senador Jader Barbalho (PMDB). Helder perdeu.

Outro que reivindicava apoio de Lula era o candidato ao governo do Amazonas, o senador Eduardo Braga (PMDB). Lula foi ao estado no primeiro turno e voltou no segundo.

Eduardo saiu derrotado. Foi reeleito o governador José Mello (PROS), que contou com o apoio do prefeito de Manaus, Artur Neto, desafeto de Lula.

No Mato Grosso do Sul, o senador Delcídio do Amaral (PT) perdeu para Reinaldo Azambuja (PSDB), mesmo com o empenho de Lula, que visitou o estado no primeiro e no segundo turnos.

No Sul, o desempenho do PT foi medíocre. Na região, o partido não elegeu em 2014 um único governador, nem senador. Hoje, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), perdeu para o azarão Ivo Sartori (PMDB). Lula visitou os gaúchos em ambos os turnos.

Salvou-se o Acre. O PT manteve a hegemonia. Lá, Tião Viana foi reeleito após derrotar o deputado federal Márcio Bittar (PSDB). O ex-presidente compareceu neste segundo turno ao estado.

No primeiro turno, foram sofridas derrotas importantes. Os candidatos bancados por Lula perderam em São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco e Paraná.

Fonte: Blog do Noblat / O Globo por Gabriel Garcia.

Derrotado em casa 'Aécio Neves'


O candidato tucano Aécio Neves, perdeu para a candidata Dilma Rousseff, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Em Minas, Aécio contava com uma larga vitória e foi surpreendido na própria terra natal.

Pelo visto, os mineiros conhecem a administração do tucano. Nos debates, Aécio se gabava de ter saído com 92 % da aprovação de seu governo em Minas Gerais.

Agora, com a derrota no primeiro turno do seu candidato Pimenta da Veiga, para o petista Fernando Pimentel, se repetiu nas eleições presidenciais, dando a vitória no estado, para a petista Dilma Rousseff

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Brasil: PSDB vai investir no discurso de que metade do País deu recado da mudança

A reeleição da presidente Dilma Rousseff para o quarto mandato do PT diante de um resultado apertado evidencia que ela terá o desafio de se reinventar – e também todo o seu governo e metas 

Principalmente porque agora uma ‘oposição raivosa’ – como dizem altos petistas – chegou tão perto de retomar o Poder e perdeu por pouco. E é esse o discurso que principalmente o PSDB usará contra Dilma nos próximos quatro anos dentro e fora do Congresso Nacional: que metade do País quis a mudança e não conseguiu. É o discurso que os tucanos já ensaiam afinação desde ontem à noite.

A vitória é principalmente da presidente Dilma Rousseff. Se ela evitasse os debates na TV, como desejava boa parte do PT, ela passaria imagem de fracassada e poderia ter perdido.

Fonte: Coluna Esplanada por Leandro Mazzini.

DF: Rollemberg afirma que primeira medida no GDF será criar conselho de transparência

Rollemberg comemorou a vitória com festa em casa de espetáculos em Brasília 

Candidato do PSB foi eleito com 55,5% dos votos válidos
 
O governador eleito do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, afirmou que sua primeira medida será criar um conselho de transparência e que o foco do governo será na gestão. Ainda na casa de sua mãe, onde acompanhou a apuração, ele também afirmou que ainda não cogita nomes para as secretarias e outros cargos comissionados no DF.

—Nós não comprometemos secretarias e administrações regionais em troca de apoio.

Indagado se receberia apoio do PT, ele afirmou estar aberto para ser auxiliado por qualquer partido que apoie o seu projeto de governo. Rollemberg declarou ainda que já sabe que vai receber as contas do DF com deficit de cerca de R$ 2,1 bilhões.

Em uma casa de espetáculo de Brasília, onde se juntou aos militantes para comemorar a vitória, Rollemberg justificou sua candidatura ao governo do DF.

— Como amante dessa cidade, eu não poderia vê-la representada pela ineficiência ou por um grupo político que colocou Brasília no maior escândalo político de sua história.

Em vídeo gravado na casa da mãe e publicado no Facebook, Rollemberg agradece aos eleitores e diz que está emocionado com o resultado da eleição.

— Fizemos um programa de governo, ouvindo a população e vamos fazer um governo ouvindo a população. Serei eternamente grato e só tem uma forma de retribuir: com muito trabalho e dedicação para fazer o melhor por Brasília e todo o Distrito Federal.

Rollemberg foi o primeiro a ser confirmado eleito no segundo turno das Eleições 2014. Com 100% das urnas do DF já estavam apuradas, ele teve 55,5% dos votos válidos contra 44,44% de seu adversário Jofran Frejat (PR), que substituiu José Roberto Arruda na reta final da campanha eleitoral.

A família de Rodrigo Rollemberg (PSB), comemorou a vitória do governador eleito do Distrito Federal, no apartamento da mãe dele, na quadra 206 da Asa Sul, região central de Brasília. Várias crianças foram fotografadas na sacada do prédio onde Rollemberg acompanhou a apuração dos votos. No momento da confirmação do resultado, gritos de comemoração foram ouvidos do lado de fora do apartamento.

O senador Rollemberg começou a campanha em 3º lugar nas pesquisas e assumiu a liderança desde a desistência do ex-governador Arruda, em 13 de setembro, que teve a candidatura impugnada com base na Lei da Ficha Limpa. Apesar de variação e uma ligeira queda nas pesquisas durante a campanha para o 2º turno, o candidato do PSB sempre se manteve na liderança das pesquisas.

A proposta de Jofran Frejat da tarifa de ônibus a R$ 1 a partir de 1º de janeiro de 2015 foi apontada como o principal motivo para que o candidato do PSB caísse nas pesquisas nas últimas semanas, mas não foi suficiente para garantir a vitória a Frejat.

Em resposta a Frejat, Rollemberg destacou sua proposta de tarifa única, ou bilhete único, que consta em seu plano de governo desde o início de sua campanha.

Rollemberg teve 45,23% dos votos válidos no 1º turno e Jofran Frejat (PR) ficou em segundo lugar com 27,97%. A diferença foi de aproximadamente 264 mil votos. O atual governador do DF, Agnelo Queiroz (PT), que ficou em terceiro lugar no 1º turno.

Rollemberg foi eleito senador em 2010 na chapa do atual governador. O PSB teve a secretarias e outros cargos nos dois primeiros anos do governo do PT no DF. Após a derrota nas urnas, no entanto, Agnelo não manifestou apoio a nenhuma das chapas que concorriam neste domingo. A chapa de Rollemberg - Somos todos Brasília - é formada por PSB, SD, PDT e PSD. Para o segundo turno, Rollemberg teve apoio também do PRP, PSDB, PV e PPS.

Fonte: Portal R7 DF.

Censura nas redes 'redes sociais'

Pela primeira vez as redes sociais foram as ferramentas mais importantes nessa eleição, até o último momento, os cabos eleitorais se multiplicavam a favor ou contra o governo de Dilma Rousseff.

Boatos partiam de ambos os lados, definindo a opinião daqueles que estavam indecisos.

O TSE apresentará propostas na mudança do processo eleitoral e deve propor censura às redes sociais no período eleitoral nas próximas eleições.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Campanha pela rede 'Alberto Youssef'


Ontem o clima nas redes sociais foi de terror. O doleiro Alberto Youssef foi internado no hospital Cardiológico Constantinni em Curitiba e passou durante toda a apuração na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O fato gerou especulações, chegando até ser comentada sua suposta morte. Muitos internautas divulgaram informações nas redes sociais, que chegaram até aos eleitores que estavam votando no exterior. O que não se sabe é se os boatos influenciaram os resultados de ontem.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Erro de Cálculo ' Delcídio do Amaral'

Os Institutos de Pesquisa erraram em alguns estados muito acima das margens de erro. Em Mato Grosso do Sul, as pesquisas mostravam vitória certa ao petista Delcídio do Amaral, e no final da contagem dos votos, o petista sofreu uma derrota acachapante para o governador tucano eleito, Reinaldo Azambuja (PSDB).

Delcídio vinha liderando com folga até que foi abatido por denúncias de irregularidades na Petrobras, apuradas na operação Lava-Jato da Polícia Federal. Delcídio foi apontado como o responsável pela nomeação de Paulo Roberto Costa, ex-diretor preso na operação da PF.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Brasil: "O mais importante é unir o Brasil", diz Aécio ao reconhecer derrota

Senador mineiro ligou para a presidente reeleita, Dilma Rousseff, e desejou sucesso no novo mandato 

Em discurso em Belo Horizonte (MG), o senador Aécio Neves reconheceu a derrota no segundo turno das eleições presidenciais neste domingo 26 e ressaltou a importância de unir o país, após o pleito mais acirrado da história desde a redemocratização, em 1989. O mineiro disse que falou com a presidente reeleita, Dilma Rousseff, e que pediu um "projeto para unir o Brasil".

“Serei eternamente grato a cada um dos mais de 50 milhões de brasileiros que votaram em mim”, disse Aécio, no começo do pronunciamento. Ele agradeceu também seu vice, o senador Aloysio Nunes (PSDB/SP). Em São Paulo, Aécio recebeu mais de 15 milhões de votos, ou 64% do total no estado.

“Cumprimentei a presidente reeleita e desejei sucesso na condução de seu governo. Ressaltei que a prioridade deve ser unir o Brasil em torno de um projeto honrado”, afirmou. Com 99,75% das urnas apuradas, menos de quatro milhões de votos o separavam de Dilma Rousseff.

“Estou mais vivo do que nunca, mais sonhador do que nunca, deixo essa campanha com o sentimento de que cumpri nosso papel. Repito: combati o bom combate, cumpri minha missão e guardei a fé. Muito obrigado a todos vocês.”

Fonte: Revista ISTOÉ.