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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Candidatos podem usar faixas nas ruas, desde que fique dentro da lei

placas cavaletes faixas campanhaDesde o início da campanha eleitoral, em 6 de julho, até agora, o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal já recebeu 307 denúncias de propagandas irregulares em todo o território. O dado não significa que necessariamente todos os casos se confirmam como divulgação inadequada, mas demonstra que o eleitor está atento ao comportamento daqueles que pleiteiam uma vaga como representantes do povo. Assim, além de apresentar ficha limpa, será preciso também manter a cidade livre de santinhos e panfletos que costumam ficar espalhados pelas ruas durante o período. No entanto, um problema que já se vê pelas vias de algumas cidades do DF são os cavaletes colocados em local inadequado, prejudicando, dessa forma, a visibilidade dos motoristas.

Em Samambaia, por exemplo, é possível ver vários cavaletes espalhados pelas ruas, mas os que mais prejudicam a vida do motorista da região são aqueles expostos em balões. “Atrapalha dirigir. Estamos concentrados na direção, perdemos a visão e ainda nos distraímos para olhar”, contou o brigadista Robson Guedes, 40 anos. Para ele, existem outras formas de divulgação eficientes. “Apenas ver o rosto do candidato não vai me dizer nada sobre ele. Devem aproveitar os horários eleitorais e caminhadas para se apresentarem à população”, completou o brigadista.

O reduzido tempo de exposição na tevê e no rádio, principalmente no caso dos candidatos a cargos proporcionais, faz com que papel e cartaz sejam a estratégia mais utilizada para comunicar as propostas. “A eleição para deputados distritais e federais é mais difusa e eles (os candidatos) têm menos tempo de tevê, o que os torna mais dependentes desse tipo de material”, explica o procurador regional eleitoral do DF, Elton Ghersel. Se o Tribunal Regional Eleitoral verifica que a propaganda se configura como irregular, o responsável tem 48 horas para se readequar. Vencido o prazo, o material é recolhido e, a partir daí, o Ministério Público Eleitoral abre representação para investigar o caso.

A participação da comunidade no processo de identificação de divulgações irregulares — em especial, dos cavaletes — é muito importante, na avaliação de Ghersel. “Nós podemos agir se recebermos a informação, por isso, pedimos que o eleitor envie, com a denúncia, fotos com o máximo de elementos que possam localizar onde a placa, a faixa ou o cavalete estão”, informa. Ainda que sejam visualmente irritantes, os materiais de divulgação de campanha não podem ser retirados pelos cidadãos. “Muitas vezes, a placa está regular e o eleitor a retira por considerar que ela infringe a lei. Ele comete uma infração porque fere o direito do candidato de fazer propaganda. Além disso, mesmo que esteja irregular, a lei prevê um prazo de 48 horas para regularização”, pondera o juiz coordenador de organização e fiscalização da propaganda eleitoral do TRE-DF, Carlos Alberto Martins Filho. A retirada cabe ao TRE, em parceria com funcionários do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). 

Gastos com os santinhos 

No pleito deste ano, as características do material de divulgação impresso devem mudar. A expectativa é de substituição dos santinhos por fôlderes, folhetos e livretos, que têm um padrão de qualidade superior e, consequentemente, são mais caros. A alteração ocorre em razão das imposições feitas pela Justiça Eleitoral à propaganda impressa, na avaliação do superintendente do Sindicato das Indústrias Gráficas do DF, Antônio Carlos Navarro. “A alteração no custo das campanhas vai ocorrer, pois são materiais mais caros. Para a indústria, não se altera tanto, pois antes se produziam santinhos em larga escala, porém mais baratos. Agora, os produtos têm menos tiragem, mas são mais elaborados”, avalia. A campanha não significa aumento no faturamento para o setor, pois apenas 10% das indústrias gráficas do DF trabalharão com a campanha. “São cerca de 40 ou 50 empresas das 648 que temos filiadas”, conta.

Por ser um recurso palpável, o produto impresso pode ser até mesmo um meio de o eleitor cobrar do candidato em que votou a concretização da plataforma política. “A mídia impressa é perene, que fica permanentemente com o cidadão. Ele pode consultar o material no futuro e avaliar se o candidato cumpriu o que prometeu”, destaca Navarro. Para o servidor público Valdecir Silva, 55 anos, o uso dos santinhos é válido. “O candidato pode colocar um pouco das propostas dele naquele pedaço de papel, só acho uma falta de respeito ficar aquela sujeira no dia da eleição. O santinho tem que ser usado de maneira legal”, opinou.

Fonte: Correio Braziliense / 

Chances de derrota de Dilma são de 60%, diz consultoria

Segundo analistas, elementos indicam maior chance de vitória da oposição


São Paulo - A MCM Consultores passou a atribuir uma probabilidade de 60% de derrota de Dilma Rousseff na eleição presidencial em outubro. Desde abril, a consultoria trabalhava com um cenário de probabilidade equivalente à reeleição e à vitória da oposição. Hoje, os analistas da MCM rebaixaram as chances da presidente e agora trabalham com uma probabilidade de 60% a 40% contra a reeleição.

“Não estamos declarando taxativamente, é bom esclarecer, que a presidente Dilma não se reelegerá. Longe disso. É muito cedo. A campanha ainda nem começou efetivamente”, escreveram os analistas da MCM na nota enviada a clientes. “Contudo, a nosso juízo, já existem elementos suficientes para atribuir mais probabilidade de vitória à oposição do que à candidatura governista.”

Segundo a MCM, as últimas pesquisas Datafolha e Ibope representaram um ponto de virada (“turning point”) para o novo cenário, agora desfavorável à reeleição. “Ambas mostraram continuidade na tendência de encurtamento da vantagem de Dilma frente a Aécio Neves e Eduardo Campos no segundo turno e aumento da diferença entre a rejeição à presidente e aos candidatos de oposição”, afirmaram os analistas.

Além das pesquisas, destacou a MCM, a mudança de cenário também levou em conta a piora do quadro econômico, “sintetizado pelo resultado decepcionante do último Caged (abertura de apenas 25 mil vagas de trabalho em junho), os sinais de forte rejeição ao PT no Sudeste – de maneira mais acentuada em São Paulo -, e a baixa competitividade das candidaturas petistas nos estados mais importantes do País, excetuando-se Minas Gerais, onde Fernando Pimentel lidera as pesquisas”. 

Fonte: Fabio Alves - Agência Estado / Diário do Poder.

Duda veta Dilma para dar o troco em João Santana

Duda Mendonça convence Skaf a negar palanque a Dilma em São Paulo


Em uma briga que remonta ao escândalo do mensalão, o marqueteiro Duda Mendonça convenceu o candidato Paulo Skaf (PMDB/SP) a vetar a presidente Dilma em seu palanque para dar o troco no arqui inimigo João Santana, queridinho da presidenciável petista. Duda, que ajudou Santana no passado a se inserir no núcleo do PT, não perdoa o ex-colega por ter aproveitado o desgaste do mensalão para tomar o seu lugar no governo.

Santana foi apresentado ao PT por Duda e acabou convidado por Antônio Palocci para a equipe de campanha que reelegeu Lula após o mensalão.

Homem de confiança de Dilma, Santana é o responsável pela campanha ao governo do petista Alexandre Padilha (SP), que não sai do lugar.

O vice-presidente Michel Temer prometeu ao Planalto que irá reverter o veto de Paulo Skaf à presidenta Dilma Rousseff. O difícil é Duda Mendonça deixar.

Não surpreenderá a ninguém se Duda Mendonça e Franklin Martins se unirem para dar uma lição em João Santana, a quem consideram “muito arrogante”.

domingo, 27 de julho de 2014

Do Alto da Torre 'José Roberto Arruda'


Assistência psicológica

Caminhando em campanha pelo Araponga, o ex-governador José Roberto Arruda (foto) foi abordado por um sargento da Polícia Militar. Queria fazer uma sugestão. Achava que o governo deveria criar em todos os quartéis do Distrito Federal um serviço de atendimento de emergência aos policiais. Não se trataria apenas de assistência médica, mas principalmente de amparo psicológico. Quando o policial sofrer um acidente, se envolver em confronto, for levado a disparar um tiro, sofrer pressão, ou seja, em casos fora do padrão, poderia receber ajuda psicológica. Arruda adorou a ideia. Mandou incorporá-la imediatamente a seu programa de governo.

Com o sonho de consumo

Ser presidente de partido tem lá suas vantagens. O deputado Roberto Policarpo concorrerá à reeleição com o mais cobiçado número do partido, o 1313. Na eleição passada, o número ficou com o mais antigo integrante da bancada, Geraldo Magela, que o deixou vago ao disputar o Senado. A propósito, o lançamento formal da candidatura de Policarpo ocorre hoje, com direito a presença do governador Agnelo Queiroz.

Nada de caminhadas

Ganha uma caixa de bombons Sonho de Valsa quem encontrar o vice-governador Tadeu Filippelli em uma visita, caminhada ou comício da campanha pela reeleição. Filippelli chegou a confirmar presença nas ações dos dois últimos dias. Não apareceu.

Militâncias à beira de um ataque de nervos

À espera da passeata que o governador Agnelo Queiroz faria em Sobradinho, enfrentaram-se as militâncias dos candidatos a distrital Doutor Michel, do PP, e Ricardo Vale, do PT. Embora pertençam à mesma coligação, a PP/PT, os dois disputam voto a voto o eleitorado da cidade, reduto de ambos. Com faixas, bandeiras e muita gritaria, as duas militâncias gritavam slogans, trocavam provocações e vaiavam uma à outra. Tudo, diga-se de passagem, de forma muito civilizada, sem violências ou confrontos. Até que Agnelo chegou. A turma de Ricardo Vale acompanhou o governador. A de Doutor Michel foi-se embora.

Chance perdida de calar a boca

Prevalece no comitê de campanha do senador Rodrigo Rollemberg a sensação de que a turma da ex-ministra Marina Silva perdeu uma ótima oportunidade de calar o bico. Pegou mal, mas muito mal mesmo a divulgação, pela Rede, do nome dos quatro candidatos a senador comprometidos com seus militantes. Entre eles estão Heloísa Helena, do PSOL, e o brasiliense José Antônio Reguffe, do PDT. Fica no ar a ideia de que, caso eleitos, deixarão suas legendas originais e correrão para a Rede assim que ela consiga formalizar sua criação como partido. Por isso mesmo pode virar pretexto para medidas dos próprios partidos contra suas candidaturas.

Pela soltura dos vândalos

A propósito, a Rede brasiliense divulgou ontem uma nota em que condena “prisões arbitrárias” e em que avisa: “não podemos tolerar retrocessos ou cerceamento de direitos democráticos históricos, como da liberdade de manifestação”. Ao mesmo tempo, critica “os atos inconsequentes de depredação do patrimônio público que afastam os cidadãos das ruas”. A confusão permite supor que a Rede espera que não se prendam os vândalos e que, por uma súbita inspiração divina, eles deixem de depredar e agredir.

Faroeste caboclo 1

Criou-se um clima de faroeste no Taquari. Seu ponto mais visível é o roubo a residências. Só na última terça-feira foram oito assaltos a casas, todos eles com bandidos armados que fizeram os moradores de reféns e levaram tudo o que conseguiram carregar. Existem rondas policiais, mas os criminosos escondem-se em matagais, inclusive no que seria a praça central do bairro. A coisa está tão grave que os moradores estão se organizando em grupos para se ajudarem em ações preventivas e para trocar informações.

Faroeste caboclo 2

Um dos pontos críticos é a via que liga o Taquari ao Varjão, eventualmente usada para chegar-se ao Lago Norte ou ao Paranoá. Esburacada e cheia de curvas, o que exige baixa velocidade, a pista se tornou o paraíso de assaltantes, que atacam de moto.

Retorno após 16 anos

Morador de Brasília por longo tempo, após dois mandatos por Roraima — o último terminou em 1998 e não foi mais reeleito — retornou ao plenário o ex-senador Odacir Soares. Chegou até a discursar, embora o Congresso esteja em pleno recesso branco. Havia três senadores no plenário. Após cumprir seus mandatos pelo DEM, está agora no PP e, como registrou na tribuna, Odacir Soares substitui o presidente regional do partido, Ivo Cassol, que se licenciou para participar da campanha no estado. Odacir é o segundo suplente.

Toda a família

Ivo Cassol tem bons motivos para se esforçar na campanha. A candidata a governadora do PP, embora registrada pelo PR, é Jaqueline Cassol, sua irmã. Quem disputa o Senado pelo partido é Ivone Mezzomo Cassol, mulher de Ivo. O próprio senador foi cassado pelo Supremo Tribunal Federal após ser considerado culpado do crime de fraude a licitações ocorridas quando ele foi prefeito. Continua no mandato — que em tese vai até 2019 — porque o Senado ainda não procedeu a seu julgamento.

Fonte: Informações Eduardo Britto, Do Alto da Torre - Jornal de Brasília.

Ficha suja 'Eurípedes Junior'


Com a ascensão do presidente nacional do PROS, Eurípedes Junior, como interlocutor oficial da campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff ao Palácio do Planalto com o segmento evangélico, o Partido dos Trabalhadores oficializou a entrada de um ficha suja no núcleo da campanha petista.

Eurípedes teve o aval dos ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (Relações Institucionais). É bom lembrar que dia 31 Dilma Rousseff se fará presente à inauguração do Templo de Salomão de Edir Macedo em São Paulo quando receberá uma oração de 318 pastores da Universal

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Candidatos do DF: pobres e ricos atrás de votos


Há os que possuem patrimônios milionários e aqueles com só R$ 1 mil no banco

paulororiz2014Na lista dos 1.531 candidatos do DF a uma vaga na Câmara Legislativa ou na Câmara dos Deputados pelo Distrito Federal há desde milionários até pessoas que não contam com qualquer patrimônio.

Enquanto pelo menos 10% deles têm patrimônios significativos, chegando a mais de R$ 7 ou 8 milhões, outros afirmam não contar com absolutamente nenhuma posse, seja imóvel, carro ou poupança. Há quem tenha informado apenas o que guarda na caderneta. Mas a relação inclui também milionários, com fazendas, imóveis de luxo e dinheiro vivo em casa.

Na lista dos candidatos mais ricos estão nomes de velhos conhecidos dos brasilienses, como as filhas do ex-governador Joaquim Roriz, Jaqueline Roriz (PMN) e Liliane Roriz (PRTB). Além delas, os postulantes ao cargo de deputado federal Izalci Lucas (PSDB) e Eliana Pedrosa (PPS) possuem patrimônios que somam, respectivamente, R$ 8,9 milhões e R$ 7 milhões.

“O patrimônio que eu declarei ao TSE é o mesmo declarado no meu imposto de renda. Não vejo demérito nenhum nisso. Aliás, demérito é você ter um patrimônio e não informar”, afirma Izalci.

Normal

Para o parlamentar, entretanto, seus bens não são motivo para ser visto como um “deputado milionário”. Ao contrário, ele considera que tem um patrimônio normal. “Conquistei tudo o que tenho muito antes da política. Não quero, não gostaria de ser visto pelos eleitores como um milionário. Ralei muito para ter o que tenho”, explica.

No elenco de pretendentes a uma vaga de distrital com patrimônio alto constam outros nomes familiares, casos de Agaciel Maia (PTC) e Cristiano Araújo (PTB), que buscam à reeleição. De todos, o que declara renda mais alta é Paulo Roriz (PP) que tem mais R$ 6 milhões em imóveis, terras, carros e aplicações. Em seguida, vem Agaciel com R$ 5 milhões de patrimônio, a maioria em propriedades rurais.

“Construí meu patrimônio com muito trabalho, ao longo de mais de 35 anos. Parte do que tenho também é fruto da herança deixada por minha mãe”, afirma Paulo Roriz.

É o que está na poupança

Já entre os candidatos a distrital que alegam não possuir bens está Ademilton Pavão (PEN). Foi um dos poucos que declararam alguma renda. O postulante afirma ter exatamente R$ 1.158,73 guardados em uma poupança. Morador do Guará, ele se declara uma pessoa simples, que ainda paga prestações do carro financiado. “De fato, o patrimônio declarado procede de acordo com o que tenho em minha conta-poupança”, afirma.

O possui a menor renda é Rodrigo Germano Delmasso Martins (PTN). Em 2010 ele tentou a eleição e recebeu mais de 6 mil votos, conquistando a 1ª suplência de deputado distrital. Durante o mandato de Agnelo Queiroz (PT) chegou a assumir a Subsecretaria de Programas e Projetos Especiais da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do DF. Assim como naquele ano, novamente ele afirmou ao TSE ter R$ 1.250.

Não são atuais

De acordo com a lei eleitoral, os candidatos a qualquer cargo devem entregar declarações do patrimônio assinadas por eles mesmos, porém não existe qualquer obrigatoriedade de os valores serem atuais. Dessa forma, o que o candidato oferece ao tribunal, e consequentemente ao eleitor, baseia-se em sua declaração de Imposto de Renda, na qual os custos dos bens são os registrados na compra, o que pode ter acontecido há anos.

O Jornal de Brasília tentou contato com os candidatos citados ao longo da matéria, mas alguns não foram encontrados até o fechamento desta edição.

Ponto de vista

Para o cientista político David Fleischer, os patrimônios declarados, na realidade, podem ser muito maiores. “O que a gente sabe é que os valores informados nem sempre são aqueles que correspondem à realidade dos candidatos”, diz. De acordo com ele, além disso, candidaturas muito “simples”, na maioria das vezes, possuem grandes patrocinadores por trás. “É o que chamamos de testas de ferro”, lembra. Ele diz que não declarar tudo o que possui é, na verdade, estratégia do candidato de não exteriorizar a capacidade econômica e não aparecer como rico perante o eleitor.

Fonte:  Jornal de Brasília - Carla Rodrigues / Postado por: Donny Silva.

Arruda: Contesta pedido do MP para barrar sua candidatura

A previsão é que o TRE de Brasília vá julgar até o início de agosto o pedido do Ministério Público para barrar Arruda, que, em caso de derrota, pode recorrer da decisão a instâncias superiores.

Em contestação encaminhada no início da tarde desta sexta-feira (25), ao Tribunal Regional Eleitoral de Brasília (TRE/DF), a defesa de José Roberto Arruda, candidato pelo PR a um novo mandato ao governo do Distrito Federal, pediu a rejeição do pedido de impugnação apresentado pelo Ministério Público Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa. A decisão do MP se baseou no fato de que Arruda se tornou ficha-suja após ter sido condenado em decisão colegiada pelo Tribunal de Justiça da capital (TJDFT) no último dia 9, em processo por envolvimento no escândalo do mensalão do DEM.

Autor do pedido de impugnação, o procurador-regional Eleitoral do DF, Elton Ghersel disse que as condenações por ato de improbidade administrativa e por enriquecimento ilícito sofridas por Arruda são causas de inelegibilidade. Para ele, casos como o de Arruda podem ser arguidos mesmo após o fim do prazo de registro de candidatura, uma vez que há "previsão legal de cancelamento do registro". O candidato do PR requereu ao TRE do DF seu registro no dia 4 de julho.

Em 2010, Arruda se tornou o primeiro governador preso no exercício do cargo no País. Ele foi detido por suspeita de tentativa de suborno de uma testemunha do esquema de corrupção na capital do País. Na véspera de ser expulso do DEM, ele deixou o partido. Posteriormente foi cassado pela Justiça Eleitoral por infidelidade partidária.

Nas 22 páginas da contestação, o advogado Francisco Emerenciano, defensor de Arruda, alegou inicialmente que uma decisão do TJDFT que condenou-o não gera automaticamente uma inelegibilidade. Ele argumentou também que o entendimento consolidado há mais de 10 anos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é o de que não se pode tentar barrar uma candidatura com fatos ocorridos após o prazo final para o seu respectivo registro, como no caso do candidato ao PR.

Para a defesa, a alteração do entendimento, como quer o Ministério Público, pode abalar as expectativas dos candidatos em relação à Justiça Eleitoral, o que, certamente, "não será tolerado". O defensor citou ainda o fato de que, dos 1.850 registros de candidatura impugnados pelo MP, 367 se baseiam na Lei da Ficha Limpa. "A mudança repentina de orientação jurisprudencial ora defendida pelo parquet (Ministério Público) tende a gerar um clima de insegurança no País, com candidaturas em xeque e indecisões do eleitor quanto ao proveito de seu voto", afirmou a defesa de Arruda, na contestação.

Em entrevista, o advogado Francisco Emerenciano disse ter feito uma pesquisa durante dois meses e, em 500 processos, não encontrou um no qual a Justiça Eleitoral cassou a candidatura por um fato ocorrido após o prazo de registro. "Mudar essa jurisprudência com o jogo sendo jogado é complicado para a democracia", criticou.

A previsão é que o TRE de Brasília vá julgar até o início de agosto o pedido do Ministério Público para barrar Arruda, que, em caso de derrota, pode recorrer da decisão a instâncias superiores. O pedido do MP é o principal das impugnações apresentadas contra Arruda, alvo de outras quatro contestações pelo Psol e por pessoas.

Fonte: Por Ricardo Brito - Estadão.com.br / Blog do Edson Sombra.

Desenhando o futuro 'Renan Calheiros'


O presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros, já se considera vitorioso na corrida eleitoral em Alagoas. Seu filho, Renazinho, que disputa o governo de Alagoas lidera as pesquisas de intenção de voto com uma larga vantagem, com isso os planos de Renan para permanecer na presidência do Senado Federal deixa de ser sonho para se tornar realidade.

Os servidores da Casa que estão sendo pisoteados por Renan, preparam uma reação que pode puxar Renan Calheiros para o olho do furacão na próxima legislatura.

Se a disputa entre Aécio, Eduardo Campos e a presidente Dilma Rousseff, mudar o cenário político nacional, o PMDB corre risco de deixar de dar as cartas, tanto na Câmara, como no Senado.

Numa eventual vitória de Aécio, o nome indicado será de tucano e no caso de Eduardo Campos, um pessebista. Renan acende todas as velas para uma vitória de Dilma, que sela seus planos políticos.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Sem efeito 'Renan Calheiros'


O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros, agendou apenas duas sessões até as eleições para evitar que seus colegas tivessem motivos para tirar licença e aumentar a despesa da Casa. Mas, a sua manobra não adiantou.

Cresce todo dia a lista dos senadores que pede licença para privilegiar seus suplentes sob a justificativa de que é a medida mais ética: como não pode conciliar as suas campanhas com a vida em Brasília, deixa as atividades parlamentares por uma prazo de 121 dias de modo a que seja convocado o seu suplente.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Livrando-se do abraço 'Paulo Skaf'


O candidato peemedebista ao Palácio dos Bandeirantes em São Paulo, Paulo Skaf, considera o governo da presidente Dilma Rousseff uma doença contagiosa.

O vice-presidente Michel Temer, que anda sendo desprestigiado pelo Palácio do Planalto, agora foi procurado por Dilma para convencer Skaf de ceder o palanque para a petista.

Mas o que acontece é que Skaf não quer ter a rejeição que o candidato petista, Alexandre Padilha está tendo, pesquisas apontam que o eleitorado de Skaf ainda aposta numa aliança mesmo que velada com o pessebista, Eduardo Campos.

Pelo visto, Padilha vai afundar sozinho e não dará o abraço de afogado em Paulo Skaf.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Eduardo Campos: Custo de promessas chega ao menos a R$ 125 bi

Estacionado em terceiro lugar nas pesquisas, o candidato à Presidência Eduardo Campos (PSB) tem apresentado nas últimas semanas uma sequência de promessas até então não listadas em suas diretrizes de governo.

Tendo como público-alvo a população pobre em geral, a "caixa de promessas" de Campos apresenta custo estimado em pelo menos R$ 125 bilhões ao ano, de acordo com compilação feita pela FOLHA cinco vezes o valor destinado por ano ao Bolsa Família, carro-chefe dos programas sociais federais.

A equipe de campanha do pessebista promete divulgar a versão final do programa de governo na quarta-feira (30), com detalhamento das fontes de financiamento.

Mas, em suas entrevistas, Campos tem dito que a questão se resume à escolha de prioridades.

"O Orçamento geral da União tem recursos, sim, para fazermos a escola em tempo integral em quatro anos, para fazer o passe livre ser um direito dos estudantes brasileiros. (...) Estamos fazendo conta com responsabilidade", discursou Campos na semana passada, durante inauguração de seu comitê central, em São Paulo.

Não há estimativas de custo para a primeira promessa, de educação em tempo integral segundo o Ministério da Educação, em 2013 só 11% dos alunos do ensino fundamental do país estavam matriculados na educação em tempo integral.

Em Pernambuco, Campos elevou o índice dos estudantes nesse tipo de estabelecimento em seus dois mandatos (2007-2014). Mas, mesmo assim, só 28% da rede estadual possui escola em tempo integral ou semi-integral.

Sobre o passe livre para os estudantes da rede pública, a campanha do pessebista estima gasto entre R$ 9 bilhões e R$ 12 bilhões ao ano. Em Pernambuco, a medida não foi implantada, mas a Prefeitura do Recife, comandada por um aliado do presidenciável, acabou de sancionar lei prevendo o benefício a cerca de 14 mil estudantes.

A área de saúde também tem sido um foco das promessas recentes. Campos encampou a proposta de destinar 10% da receita bruta da União para o setor acréscimo de R$ 39 bilhões, a criação de um plano de carreira federal para os médicos e a construção de mais de uma centena de hospitais, maternidades e policlínicas no país.

ESTUDO

"Com certeza o Mais Médicos [programa do governo Dilma Rousseff para levar médicos aos rincões do país] é muito mais barato que o custo dessa carreira nacional. [Mas] Quem propõe a carreira precisa dizer qual a abrangência, quanto vai custar e como ela será financiada, senão é proposta vazia", diz Mário Scheffer, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).

Ao lado de Lígia Bahia, professora do Instituto de Saúde Coletiva da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), ele elaborou estudo sobre as propostas formalizadas pelos presidenciáveis para a área de saúde.

Scheffer também considera promessa eleitoreira o compromisso de construção de hospitais, maternidades e policlínicas em cidades-polo. "Construir novas unidades não é o mais difícil. Difícil é mantê-las depois com recursos humanos, médicos, equipamentos e estrutura." 


Fonte: Por Ranier Bragon - Portal UOL.

Crimes hediondos: Aécio quer redução da maioridade penal

 

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, defendeu ontem (25) a redução da maioridade penal para crimes hediondos, ao visitar a comunidade de Vigário Geral, na zona norte do Rio de Janeiro, onde assistiu a apresentações de dança e música na sede da ONG Afro Reggae e conversou com moradores.

Segundo Aécio Neves, a redução da maioridade penal para crimes hediondos “pode sinalizar um caminho para a diminuição da impunidade. Estamos falando de casos gravíssimos, crimes hediondos significam 1% do total de jovens que cometem algum delito. Mas essa não é a solução, é uma questão paliativa. A solução é a educação, é a oportunidade, é fazer o Brasil crescer”.

Entre as propostas do candidato estão iniciativas de reinserção de egressos do sistema penitenciário e oportunidades de trabalho e renda para os jovens. Ele citou projeto de Minas Gerais que pretende levar para todo o país, caso seja eleito, que oferece uma poupança para jovens do ensino médio, a qual pode ser resgatada, ao final do terceiro ano, se o jovem tiver uma frequência mínima na escola, participar de oficinas de capacitação e não cometer nenhum crime.

Na saída do restaurante popular onde almoçou, Aécio comentou o pacote divulgado pelo Banco Central, que visa a incentivar os bancos a transformarem em crédito ao consumidor valores retidos como depósitos compulsórios. Ele classificou a medida como “um improviso”. “Como não houve planejamento e o Brasil não conseguiu manter um mínimo de credibilidade para que os investimentos retornassem, essas medidas paliativas e emergenciais podem ter um custo alto lá na frente”.

“O Brasil é hoje um país com enorme desconfiança dos investidores internos e externos pelo excessivo intervencionismo do Estado em setores fundamentais da economia, como o setor energético e o de petróleo. Temos que estabelecer regras claras”, disse, acrescentando que “é preciso adotar um novo modelo, baseado na meritocracia, no Estado enxuto e eficiente”.

Aécio Neves comentou também os ataques de Israel à Faixa de Gaza e as declarações do governo israelense, que classificou o Brasil de “anão diplomático” e “parceiro irrelevante”. “O Brasil, ao longo desses últimos anos, vem tendo uma política externa com viés claramente ideológico. Esta questão específica do conflito na Faixa de Gaza, eu compreendo que haja, sim, uso excessivo da força. Mas nós temos que primar nossa posição pelo equilíbrio. Nós teremos uma política externa que não será ideologizada, será pragmática. Nós temos que reinserir as empresas brasileiras nas cadeias globais das quais elas saíram”.

Fonte: Diário do Poder.

Preparando ataques 'Tasso Jereissati'


O candidato tucano ao Senado Federal no Ceará, Tasso Jereissati, vai ter dor de cabeça na sua campanha. O motivo é a Operação Lava Jato da Polícia Federal, que flagrou a empresa da família Jereissati, Grande Moinho Cearense, apontada pela PF de lavagem de dinheiro com notas fiscais frias.

A oposição prepara um dossiê para abater o tucano em pleno voo. Cid Gomes promete vingança contra o senador Eunicio Oliveira, atirando no seu padrinho político, Tasso Jereissati, que é considerado alvo principal do Palácio do Planalto e de Renan Calheiros, porque na eventual vitória do tucano Aécio Neves, Tasso Jereissati, estará cotado para presidir o Congresso Nacional.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Preparando vacina 'Iris Rezende'


O peemedebista candidato ao governo de Goiás, Iris Rezende, vai receber nas próximas semanas, um relatório minucioso que aponta desvio milionário na extinta Caixa Econômica do Estado de Goiás (Caixego).

Com apoio do Partido dos Trabalhadores a candidatura de Iris Rezende, o processo ganha velocidade na Justiça e pode ser uma pedra na bota do candidato tucano, Marconi Perillo.

Marconi deve fazer o eleitor lembrar o escândalo que envolvia o irmão de Iris Rezende, Otoniel Machado, que chegou a ter sua prisão decretada. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Prestigeando suplentes 'Ivo Cassol'


A relação dos senadores licenciados pela campanha é composta por: Aécio Neves (PSDB/MG), Eduardo Amorim (PSC/SE) e por último Ivo Cassol (PP/RO).

A novidade desse trio é que Ivo Cassol sequer disputará as eleições para o Governo de Rondônia. E ele foi além, não permitiu que o primeiro suplente, seu pai Reditário - assumisse o cargo de senador.

Quem vai para seu lugar é o segundo suplente Odair Soares. Um nome sem nenhum peso político no Estado.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

sábado, 26 de julho de 2014

VLT: Mais um engodo para o Distrito Federal


Projetado para atender cerca de 120 mil passageiros por dia e com capacidade para transportar 570 passageiros por ônibus, o veículo leve sobre trilhos não passou de mais um desperdício de dinheiro público e uma gafe do governo Agnelo Queiroz.

Uma obra de 300 milhões de reais que na hora de botar para funcionar não adianta. Essa é a opinião dos usuários do transporte público do Distrito Federal.

As populações do Distrito Federal, em especial as de Santa Maria e Gama, reclamam da má qualidade dos serviços. “Esperamos muito tempo nas paradas e quando os ônibus passam não param porque não têm as portas adaptadas”, disse um morador ouvido pelo blog.

Esse ponto essencial foi observado pelo atual secretário do DFTRANs, Coronel da reserva da PMDF Jair Tedeschi, que disse que por falta de observação do GDF da exigência de licitação para o trecho nada impede de que sejam chamadas as empresas e feito um aditivo ao contrato, porém sem prazo para isso, disse Tedeschi.

O repórter Alexandre Garcia da Rede Globo até que mandou um recado irônico ao secretário, afirmando que em “Porto Alegre têm bondes com portas laterais dos dois lados, inclusive a Europa está cheia de veículos com essas características. O que se observa é uma falta de planejamento o que não se acredita que esteja acontecendo em Brasília”.

Outro exemplo é a EPTG, que tem 13 quilômetros de extensão entre Taguatinga e o Setor de indústria Gráficas e que têm nesse trecho 13 paradas no corredor central (coincidência?) muitos sem utilidade nenhuma e corroídos pela ação do tempo, como rachaduras e infiltrações.

Antes mesmo de entrar em operação plena, o anúncio da extinção das atuais linhas que ligam o Gama e Santa Maria ao Plano Piloto provocou uma avalanche de reclamações nas redes sociais. A resistência dos usuários é algo compreensível, uma vez que o brasiliense não tem a "cultura da integração e do transbordo", realidade já em sistemas de outras cidades do país como Goiânia, Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba e etc. As experiências malsucedidas com a integração reforçam a desconfiança dos usuários com o novo sistema.

Mesmo as obras tendo sido aceleradas para a realização da Copa do Mundo, o que ficou foi uma marca negativa da ineficiência de planejamento e gestão do governo do Distrito Federal.

Fonte: Política & Polícia/DF

PT vive crise de imagem na campanha

Um modelo de governo que se estende por longo tempo e o envolvimento de nomes importantes do partido em escândalos de corrupção mostram desgaste da imagem do PT para as eleições deste ano. As pesquisas apontam o alto índice de rejeição à sigla, o que já despertou a preocupação do ex-presidente Lula. No DF, material de campanha dos candidatos petistas tem aparecido destruído nas ruas da capital.

 
 
“Isso é desespero de candidatos da direita”, dispara o deputado Policarpo, candidato à reeleição e presidente do PT no DF, sobre seu material de campanha destruído. 
 
“Cada um tem o direito de se manifestar, mas isso não é ação da população, até porque eu tenho andado bastante e, por onde passo, as pessoas respeitam. Podem até divergir, mas não existe esse nível de intolerância” argumenta o petista. A rejeição, para ele, tem apenas um motivo: “É um partido que tem posicionamento, que tem ideias, que debate, que discute”. 
 
Desgaste 
 
Para explicar o fenômeno de rejeição ao partido, o presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos, Carlos Manhanelli, recorre ao escritor português Eça de Queirós: “Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos, pelo mesmo motivo”. Para ele, o desgaste do modelo “cansado, já saturado” tem se refletido nas pesquisas em todo o País. “Todo modelo de governo chega a um estágio de saturação. Isso já era esperado, é normal na democracia”. 
 
Mas foi antes do previsto. Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, o presidente Lula esperava que isso ocorresse apenas na próxima disputa presidencial, em 2018. “Escândalos, como o do Mensalão, com o envolvimento de grandes ícones do partido, precipitaram alguns problemas que não estavam previstos”, justifica o especialista em marketing político. 
 
Para deputado, é desespero 
 
No Cruzeiro, material de campanha de Policarpo apareceu destruído. Para ele, a ação é orquestrada por “candidatos desesperados”. Lembra que “a política não permite mais esse tipo de comportamento e as pessoas querem que façamos a disputa no debate”. Segundo o Código Eleitoral, inutilizar propaganda pode render pena de detenção até seis meses. 
 
Orientação é usar menos o vermelho 
 
Na tentativa de se desvencilhar da já velha forma de fazer política, candidatos petistas têm sido orientados por suas equipes de marketing a se vestirem com mais sobriedade, se livrando, principalmente, da famigerada cor vermelha: “É muito clara uma mudança de estratégia do PT”, comenta Fabio Iglesias, psicólogo especialista em marketing político da Universidade de Brasília (UnB). 
 
“Existe um esforço de todos os candidatos de se adaptarem ao público que estão querendo conquistar. Escolhem muito bem que gravata usar, se é que usam, o corte de cabelo, a cor que vai predominar na campanha, o tom do programa eleitoral, quem vai aparecer no palanque etc”, explica o especialista. 
 
O governador Agnelo Queiroz (PT), por exemplo, tem sido visto em sua agenda de campanha, usando sempre camisas sociais de cores claras. Oficialmente, a mudança de figurino é por que ele tem emendado os compromissos eleitorais com a agenda de trabalho. A presidente Dilma Rousseff, antes adepta de blusas vermelhas, em infalíveis combinações com calças e sapatos pretos, tem aparecido usando branco, verde, azul... Até a logomarca da campanha é fofa e bem feminina: o nome dela aparece em letra cursiva e só o pingo no “i” é uma estrela. 
 
Iglesias explica que não há fórmula mágica para que se recupere a confiança perdida ou que garanta a vitória em eleições. “Se houvesse, estaria rico”, diverte-se. 
 
Pesquisas confirmam problema 
 
Pesquisa Ibope, divulgada há três dias, mantém a rejeição à presidente Dilma (PT) é a maior, embora oscile. Em junho, 38% dos eleitores disseram que não votariam de jeito nenhum nela. Agora, são 36%. 
 
Caso emblemático está no Ceará. Em segundo lugar nas pesquisas, o candidato do governador Cid Gomes (Pros), Camilo Santana (PT), tem alto índice de rejeição, segundo o levantamento do Ibope: 24%. É maior até que o nível de conhecimento do candidato. Até sua equipe acha que existe só uma explicação para o índice: o partido. 
 
Na Bahia, as pesquisas também indicam vitória do DEM em primeiro turno. Paulo Souto lidera a preferência dos eleitores, enquanto Rui Costa, candidato do governador Jaques Wagner (PT), amarga o terceiro lugar, com apenas 8% de intenções de votos, segundo o Ibope. 
 
Fonte: Blog do Odir Ribeiro / Informações Millena Lopes - Jornal de Brasília.

Pastor Silas Malafaia entra em guerra contra PT e diz que o Brasil está virando uma 'DITADURA'

Impressionante e bem autêntico as palavras do Pastor Silas Malafaia sobre o Partido dos Trabalhadores, vale muito a pena dar uma olhada e tirar uma conclusão de suas palavras - Espetacular


sexta-feira, 25 de julho de 2014

Rastro escandaloso 'Eurípedes Junior'


No rastro do escândalo de Pernambuco, quando o deputado federal João Maia acusou o presidente nacional do PROS, Eurípedes Junior, de oferecer vantagens financeiras para que ele trocasse de palanque, abandonando o senador Armando Monteiro e aderisse a Paulo Câmara, do PSB, há o temor que novas denúncias envolvendo negociatas com esse mesmo partido explodam por todo o País.

Não cheiram bem como foi fechado o acordo para o PROS apoiar a candidatura de Paulo Skaff, e também é digna de investigação do Ministério Público Eleitoral os termos das negociações do governador Cid Gomes com o presidente Eurípedes Junior para que o PROS nacional não decretasse intervenção no Ceará.

Evidente, que Eurípedes, Skaff e Cid negam a existência de qualquer ilegalidade nos entendimentos firmados entre eles.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

As Divagações da Política do DF por Odir Ribeiro.

Arrependidos

Mal a campanha começou e já tem candidato arrependido de ter escolhido o partido “errado”. A desilusão nesse período é total.

Seduzidos

Na hora da filiação aos candidatos são ofertados o “céu e a terra”. Mas, na hora "H" todos ficam a “ver navios”. As promessas foram levadas pelo vento.

Desamparados

O desamparo desses candidatos é total e quando a ajuda vem é à conta-gotas, o candidato se queima com os seus cabos eleitorais e no dia de abrir as urnas a decepção é certa.

Rindo a toa

Enquanto isso, alguns presidentes de partido estão com as “burras cheias” e vão curtir as suas férias em Miami. E os candidatos ficam com as dívidas e as desilusões.

Números pífios

Pessoas próximas ao governador Agnelo tem uma pesquisa em mãos mostra que as intenções de voto do governador Agnelo Queiroz não passam dos 13%.

Vale tudo

O Facebook virou um comitê eleitoral generalizado. Para aparecer bem na fita os candidatos tiram fotos até com os bebinhos da pitchulinha. No jogo de cena vale tudo.

Quieto

O candidato José Roberto Arruda (PR) adotou o tom mineiro na sua campanha, comendo pelas beiradas e sem alarde. Nada de bravatas.

Ignorando

O governador Agnelo Queiroz, quando participa de atos políticos tem evitado ao máximo falar o nome do seu oponente, José Roberto Arruda. A estratégia é mostrar as realizações do seu governo.

Escondidos

Aviso: a maioria dos candidatos que "apoiam" o governador Agnelo Queiroz não está colocando o nome do governador em seus santinhos. Algo está errado nessa história. Eu já alertei aqui

Expresso DF

Mesmo considerando “o jogo vencido” na questão do transporte público no DF, o governador Agnelo não perde por esperar caso seja reeleito. O jornalista Chico Sant’anna, especialista em mobilidade urbana e candidato a deputado distrital, pelo PSol, promete, caso eleito, tirar o sossego do GDF e denunciar o que ele considera erros graves no projeto que o GDF considera “a menina dos olhos”.

Entendido no assunto

Quem já ouviu Chico Sant’anna falar sobre mobilidade urbana, já imagina o tamanho do barulho que o próximo governador do DF será obrigado a ouvir, caso Chico seja eleito.

Fonte: Por Odir Ribeiro e colaboração especial de Francisco de Paula Lima Jr.

Fraga reúne lideranças para lançamento oficial de campanha

IMG_1071O presidente do Democratas/DF, Alberto Fraga, recebe amigos, lideranças e políticos para o lançamento oficial de sua campanha para deputado federal. Fraga já foi deputado por três mandatos e na última eleição concorreu a uma vaga ao Senado. Durante o evento será inaugurado o comitê central do candidato.

“Será uma longa caminhada até o dia 05 de outubro, serão dias de muito trabalho, mas estou confiante. Tenho propostas e trabalho realizado para mostrar para a população”, diz Fraga. O candidato foi deputado federal do Distrito Federal com mais leis aprovadas, são 11 no total.

Reconhecido como um dos maiores especialistas em Segurança Pública do país é autor de leis ligadas à área como as que tipificam como crime o ingresso, promoção, uso ou facilitação de celulares em presídios sem autorização legal, o sequestro relâmpago e a que determina que os estabelecimentos penais destinados às mulheres tenham por efetivo de segurança interna somente agentes do sexo feminino.

Candidato a deputado federal Fraga quer continuar trabalhando pela Segurança Pública, por isso propõe acabar com a maioridade penal; implementar o trabalho obrigatório para os presos; cumprimento integral das penas e acabar com os saidões para presos perigosos.

O evento está marcado para a próxima quinta-feira (24), às 19h, na Colônia Agrícola Vicente Pires, chácara 122 lote 24, em frente ao posto da Companhia de Polícia Rodoviária da Estrutural.

Fonte: by Sandro Gianelli.

Batendo cabeças 'Dilma Rousseff x Aécio Neves'


A semana mostrou que os dois principais candidatos ao Planalto - Dilma e Aécio - enfrentam crises em suas campanhas. Aécio Neves comprovou que sua equipe de comunicação, à frente Otavio Cabral e Gustavo Krieger, não está dando conta de explicar o escândalo do aeroporto construído na fazenda de um tio em Minas Gerais. E essa denúncia publicada na Folha de São Paulo no domingo só cresceu de envergadura durante a semana diante de ineficiência dos assessores do candidato. Há quem aposte que Aécio está com saudades da eficiência, como no caso ANC.

Já a presidente Dilma Rousseff foi forçada a mudar de atitude, recuar em suas decisões, decidir ir mais cedo para as ruas, e ouvir e fazer mais a vontade de Lula, a contragosto, sob pena de jogar fora a sua reeleição.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.