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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Marketing vermelho 'Partido dos Trabalhadores'


Jornais apócrifos é uma especialidade do Partido dos Trabalhadores. Faz e tem Know-how para distribuir e provocar um estrago na vida de quem circula por seu caminho político. Pois bem, cenas de políticos colocando dinheiro na cueca, fazendo orações de propinas, falando da prisão de um ex-governador de estado, podem aparecer de surpresa nas ruas com o intuito de mostrar à sociedade que a política do escândalo vai voltar.

O método usado pelo PT nacional com os filmetes publicitários sobre a política do medo e que segundo os petistas foi responsável pela recuperação de Dilma nas pesquisas de opinião deverá ser o mesmo a ser usado pelas executivas regionais do partido para continuar governando com o slogan: onde o PT governa dá certo".

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Baixando o fogo 'Copa do Mundo da FIFA'


Em véspera de Copa do Mundo da FIFA, o assunto inflamável Petrobras parece estar contido pelos bombeiros da base aliada do governo no Congresso. O que hoje poderia ser manchetes nas mídias estão sendo trocados por convocação popular para a Copa. Em tempos de futebol, carnaval e feriado, escândalo na política não fazem eco.

Tudo depende do resultado da seleção canarinho no torneio. Se o Brasil se sagrar campeão, o país vai ouvir o canarinho cantar, caso contrário, o governo será bombardeado com as cobranças do eleitorado.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Copa no Brasil: “O que tinha que ser gasto, roubado, já foi”

Texto publicado no Instagram de Joana Havelange, diretora do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo no Brasil.

 

Fonte: Blog do Juca Kfouri.

Guerra: A artilharia política no Facebook

Com quase 100 milhões de usuários no Brasil, a rede social ganha peso no jogo eleitoral e projeta novos protagonistas no debate. Mas, como em toda guerra real ou virtual, a verdade é a primeira vítima.

Se a internet serviu de palco para importantes batalhas nas eleições de 2010, poucos duvidam de um papel ainda mais decisivo na corrida presidencial deste ano. A quatro meses das eleições, a movimentação dos partidos políticos nas redes sociais é intensa. A candidata à reeleição Dilma Rousseff, do PT, e os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) começaram a montar seus bunkers digitais, com uma previsão de gastos superior a 30 milhões de reais. Não é um tiro no escuro. Atualmente, 105 milhões de brasileiros têm acesso à internet, atesta o Ibope Media. Desse universo, ao menos 76 milhões desfrutam de conexão doméstica. É o mesmo número de cidadãos com contas ativas no Facebook, segundo o último balanço da companhia, divulgado em setembro do ano passado.

A rede social criada por Mark Zuckerberg é, por sinal, a menina dos olhos dos marqueteiros digitais. Não apenas pela impressionante expansão no País em 2010, havia pouco mais de 8,8 milhões de brasileiros cadastrados no Facebook, mas pelo inestimável patamar alcançado por determinadas páginas a partir de investimentos relativamente modestos. O fenômeno da TV Revolta é emblemático. Notabilizada por um disfarce de niilismo político cujo objetivo, no fundo, é atacar o PT, a página tem mais de 3,5 milhões de seguidores e alcança mais de 27 milhões de internautas.

O número varia ao longo do dia e está estampado no índice “falando sobre isso” do Facebook. Tal indicador mede, na prática, a quantidade de usuários que compartilham, comentam, respondem ou interagem de alguma maneira com qualquer evento ou assunto relacionado ao conteúdo da página. Por esse quesito, a TV Revolta supera de longe perfis como o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (167 mil “falando sobre isso”), da presidenta Dilma Rousseff (215 mil) ou até do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama (715 mil). Além disso, um público de 27 milhões é superior àquele de muitos dos telejornais de maior audiência da tevê aberta.

De janeiro a abril deste ano, o Jornal Nacional, da Rede Globo, registrou média de 25,4 pontos no IBOPE. Cada ponto representa 217.460 domicílios e 641.286 indivíduos no Painel Nacional de Televisão (PNT), amostra que estima a audiência em todo o Brasil. Ou seja, o telejornal é visto, em média, por 16,2 milhões de brasileiros diariamente, bem abaixo do número de internautas que, de alguma forma, têm acesso ao conteúdo do TV Revolta.

“É verdade que a exposição na televisão é de outra natureza, os indivíduos param para assistir ao telejornal. Mas não é uma comparação absurda, pois o Facebook permite a interação entre os usuários, e tem muita gente dedicando seu tempo à TV Revolta, seja para compartilhar, curtir seus conteúdos, seja para criticar”, avalia Fábio Malini, coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura da Universidade Federal do Espírito Santo (Labic). A pedido de Carta Capital, o especialista mapeou o espectro conservador no Facebook. Identificou mais de 1,1 mil páginas, com 56,4 milhões de seguidores. Juntas, somavam mais de 42,5 milhões de usuários comentando seus posts na quinta-feira 22. E a TV Revolta correspondia a cerca de 60% dessa interação.

O canal desenvolve uma estratégia peculiar: combinar humor de gosto duvidoso com militância política. Ao mesmo tempo que reproduz piadas toscas e vídeos apelativos, compartilha supostas denúncias, muitas vezes apócrifas, e ataques contra políticos. Os alvos preferidos são o governo Dilma Rousseff e o PT. Na TV Revolta são veiculadas montagens simples, com frases curtas, contra, entre outros, o Bolsa Família e o Marco Civil da Internet, além de chacotas sobre a prisão de condenados no “mensalão”. O perfil também elegeu um ídolo, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa.

Não são poucos os exemplos de frases falsas atribuídas a autoridades, além de informações adulteradas ou incorretas. Uma das montagens traz a imagem de Barbosa com o dedo em riste, como se apontasse para o internauta, acompanhada da seguinte frase: “Eu mandei cassar mandatos, mandei prender mensaleiros e apliquei punições aos criminosos. Agora, se você votar nesses tipos de malandros de novo, o problema é seu”. Recentemente, atribuiu a Lula a declaração de que o Bolsa Família é uma ferramenta para “controlar o povo”. Basta uma rápida pesquisa no Google para perceber a fraude. A TV Revolta usou um vídeo antigo do ex-presidente no qual ele fala sobre a compra de votos no interior do País, em uma época em que ainda não existia o benefício.

Apesar de mentirosa, a publicação fez com que mais de 22 mil internautas recomendassem a “notícia” aos amigos. Sem contar os mais de 600 usuários que “curtiram” o conteúdo e os outros 195 comentários raivosos deixados na página contra o ex-presidente. Ninguém da comunidade da TV Revolta parece duvidar da informação, mas o próprio autor da página admite sua “criatividade” na hora de publicar. “Entretenimento e informação trabalham juntos desde a popularização do cinema.”

O responsável pelo canal é João Vitor Almeida Lima. Radialista de 32 anos, ex-sonoplasta da MTV e TV Bandeirantes, Lima mora em São Paulo. Apesar de aparecer sem máscara ou trajes diferentes nos vídeos compartilhados pelo Facebook, diz interpretar um personagem fictício criado em 2009: o João Revolta. Nos vídeos, opina sobre política ou problemas atuais, quase sempre contra o governo ou algum projeto petista. “A filosofia de João Revolta é usar a linguagem informal para atrair o telespectador”, disse Lima ao site youPix.

Personagem ou não, a repercussão e o tom das críticas do radialista chamaram a atenção do exército de militantes do PT na web. Insatisfeitos com as mensagens disseminadas na página, os petistas fizeram inúmeros comentários no perfil da TV Revolta. E passaram a denunciá-la. “É evidente que estamos fazendo uma campanha contra o PT, já que 99,9% do nosso público apoia e quer a derrota do PT nas próximas eleições”, escreveu Lima.



Fonte: Renan Truffi e Rodrigo Martins - Revista Carta Capital,

Reserva moral 'Olívio Dutra'


A antiga disputa pelo comando do Partido dos Trabalhadores, força o petistas tradicional, Olívio Dutra, a declarar que os ex-dirigentes do partido envolvidos no mensalão tem mesmo de permanecer ma cadeia, e disse que a história de militância dos companheiros não abona qualquer tipo de conduta ilícita.

Olívio Dutra ocupou uma cadeira de ministro no governo Lula e é voz ativa no PT gaúcho. Vale a pena lembrar que o candidato petista ao Palácio do Piratini, Tarso Genro, anda mal nas pesquisas e aponta o mensalão como motivo de desgaste, mas o partido parece não querer ouvir as reservas morais da legenda e já declarou que vai entrar no Supremo contra o Ministro Joaquim Barbosa.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Igualdade para todos 'Dias Toffolli'


A audiência publica no Supremo Tribunal Federal com o ministro Dias Toffolli foi tensa. Os especialistas na área de saúde pediram o apoio ao ministro para acabar com as diferenças de classes no SUS, ao fim da audiência os 14 expositores conseguiram convence-lo a levantar a bandeira que reivindicam melhorias no tipo de acomodação dos pacientes e a escolha do médico de sua preferência no atendimento, pagando a diferença.

O julgamento ainda não foi marcado, mas Toffolli promete trabalhar a convicção junto ao colegas de toga.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Forte com o rei, fraco no reinado 'Roberto Freire'


O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, acena para o partido sua estreita relação com o presidenciável Eduardo Campos. O problema é que o PSB não engole o PPS nos estados e está ficando impossível reproduzir a aliança Brasil a fora.

É sabido que a vice na chapa de Eduardo, Marina Silva, trabalha nos bastidores para não deixar o PPS crescer, mas o partido de Freire faz pressão e pleiteia espaço agora enquanto há tempo.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

A coroa do rei 'Marconi Perillo'


O governador de Goiás, Marconi Perillo, agora respira aliviado após a renuncia da candidatura de Junior da Friboi. Perillo sabia que o eleitorado do cacique do PMDB goiano, Iris Rezende, não ia montar no boi.

O candidato empresário percorreu o Estado fechando aliança com vários prefeitos que prometiam apoio em outubro, mas as pesquisas encomendadas pelo partido mostravam outra realidade.

A oposição de Marconi está convocando o velho Cacique para o embate e Junior Friboi diz que o partido vai para a eleição com fortes cicatrizes internas. O que pode fragilizar a disputa.

Fote: QuidNovi Por Mino Pedrosa.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Como humilhar uma Presidente CARA DE PAU em 45 segundos

Espetacular...Fantástico e objetivo em suas declarações!!! 'Dilma e CARA DE PAU do século'

Eleições 2014: Candidatos desafiam a Justiça

O que diz a lei: Os candidatos, os partidos e as coligações só podem fazer propaganda a partir de 6 de julho. Somente a partir dessa data será permitido o uso de alto-falantes ou de amplificadores de som, e também a realização de comícios. A lei, proíbe, no entanto, anúncios em outdoors e prevê multas que varia de R$ 5.320,50 a R$ 15.961,50 para quem descumprir a regra.

 
Data de início da propaganda para o pleito deveria ser 6 de julho, mas, pelas ruas e na internet, parlamentares ignoram a regra, e muitos ainda o fazem com o uso de dinheiro público. Apenas três deputados do DF foram multados até agora pela Justiça.


 A propaganda disfarçada está em diversas vias de cidades do Distrito Federal. Em Samambaia, pré-candidatos aparecem em outdoors publicitários relacionados a atividades profissionais fora da política. 

A seis semanas do início regulamentar da propaganda para as eleições de outubro, a veiculação de mensagens políticas por meio da internet, de outdoors, de banners e de cartazes corre solta nas ruas. Apesar do grande número de exemplos que demonstram a prática irregular, apenas os deputados distritais Cristiano Araújo (PTB) e Dr. Michel, e o federal Roberto Policarpo (PT) foram multados pela Justiça Eleitoral por anteciparem a disputa antes do prazo permitido. Em geral, a ilegalidade é disfarçada. Aparece em meio à publicidade relacionada a atividades fora da política. Tem até caso de distritais que, sob o pretexto de instituírem gabinetes itinerantes, queimam a largada e percorrem as cidades com vans adesivadas em plena campanha. Regalia paga com dinheiro público que desequilibra a competitividade entre candidatos e que pode ser questionada na Justiça.

Na internet e nas ruas, a campanha já começou. É comum ver, nas redes sociais, páginas dedicadas à exaltação de candidatos e seus projetos políticos. O contrário também é recorrente. Há inúmeras páginas produzidas apenas para manchar o passado de determinados gestores. Em ambos os casos, a Justiça tem decidido pela retirada dos conteúdos, mas apenas aqueles que chegam ao conhecimento da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) é que podem ser eliminados. “A lei deixa muitas brechas e, quando o assunto envolve trecho nebuloso da legislação, prefiro compartilhar o tema para que o tribunal decida. Na dúvida, a determinação é de abrir representação. Não serei eu o arquivador de denúncias”, avisa o procurador regional Eleitoral, Elton Ghersel.

Para ele, cada caso deve ser analisado pontualmente. Em regra geral, a menção às eleições, o pedido de votos e o anúncio da candidatura são exemplos de propaganda explícita, vedada antes de 6 de julho próximo. “Também há casos em que, implicitamente, o candidato procura convencer o eleitor de que suas qualidades são as mais desejáveis para determinado cargo, mas, infelizmente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem tomado posturas cada vez mais liberais com relação a esse tipo de prática”, avalia. Ghersel se refere a pronunciamentos do novo presidente do TSE, José Dias Toffoli, que considera apenas o pedido explícito de votos como caso de propaganda fora de época.

Mas se, por um lado, as propagandas extemporâneas podem gerar multas altas, de até R$ 25 mil, por outro, o risco de ser pego pode sair barato aos candidatos mais apressados. Isso porque a maior rede social do país conta com 67 milhões de usuários mensais e 56 milhões de pessoas que utilizam a plataforma diariamente. Um público-alvo que, para ser atingido pelos meios de comunicação convencionais, demandaria muito mais investimentos do que o valor de uma multa. A empresa não age espontaneamente sobre conteúdo que esteja de acordo com suas políticas, mas precisa da determinação de uma autoridade que tenha atribuição de avaliar se o conteúdo é ou não ilegal.

Jurisprudência

A mais nova jurisprudência que tem baseado a interpretação de promotores e juízes foi aberta pelo ministro do TSE Humberto Martins. Em março, no julgamento da Representação nº 12.304/2014, ele decidiu pela retirada de página de uma rede social que fazia propaganda do presidenciável Eduardo Campos (PSB). No caso, todo o conteúdo era público aos internautas. “Apesar de se tratar de página veiculada em sítio de relacionamento cujo acesso pode ser delimitado a ciclos de amizades específicos, a página não é restrita àqueles que se cadastram e são autorizados” frisou Martins.

Nessa linha de raciocínio, sites construídos por amigos de candidatos para exaltar as qualidades do político também podem ser questionadas, assim como quem cola adesivos em automóveis em clara propaganda a aspirantes ao poder. Na Paraíba, o Ministério Público Federal (MPF) iniciou campanha para alertar aqueles amigos mais solícitos que adesivam seus carros para fazerem propaganda fora de época. O mote da campanha não poderia ser mais direto: “A campanha é dele. A multa é sua. Adesive seu carro com campanha eleitoral antes de 6 de julho e leve para casa uma multa de R$ 5 mil”.

Contudo, conteúdos compartilhados em grupos estritamente fechados, como no 'WhatsApp', não seriam considerados irregulares. “Se determinado conteúdo pode ser compartilhado apenas pelos seguidores daquele grupo, então não haveria problemas. O cidadão tem direito de manifestar seu pensamento, mas devemos ficar alertas para que esse manifesto não ultrapasse as regras da lei”, avalia Ghersel.

Fonte: Arthur Paganini- Coreio Braziliense.

Constrangimento solene 'CLDF & CBMDF'


Na semana passada aconteceu no plenário da Câmara Distrital em Brasília, um fato inusitado. Os Bombeiros Militares foram a Câmara Legislativa para participar de sessão solene em homenagem aos 158 anos do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal.

O convite foi feito pelo deputado distrital, Ailton Gomes, oriundo da corporação, que deveria presidir a sessão mas devido a uma pressão política externa, Ailton foi impedido de presidir e tiveram que convocar as pressas a deputada Eliana Pedrosa que também não conseguiu levar adiante a homenagem por fazer oposição ao governo.

A sessão solene acabou cancelada.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Eleições: Campos vê 1º turno como semifinal contra Aécio

Eduardo Campos transformou o primeiro turno da disputa presidencial numa espécie de semifinal, na qual ele disputa com Aécio Neves o direito de travar contra Dilma Rousseff o jogo decisivo. O presidenciável do PSB concluiu que, para se manter vivo na competição, precisa tomar distância do amigo do PSDB. Sob pena de fazer o papel de “linha auxiliar” do tucanato.

Graças a esse entendimento, endossado por Marina Silva, Aécio tornou-se o principal alvo da primeira fase da disputa presidencial. Campos ainda não o chamou de “espectro fantasmagórico” ou de “fantasma do passado”, como fizeram Dilma Rousseff e o PT. Mas já chegou muito perto disso. Nas suas andanças pelo país, o presidenciável do PSB também se refere a Aécio como uma espécie de pretérito imperfeito.

Em recente viagem à cidade baiana de Vitória da Conquista, Eduardo Campos disse a uma plateia de estudantes que sua tarefa, hoje, é fazer “o Brasil enxergar na prateleira das escolhas presidenciais uma opção que seja capaz de, efetivamente, mudar o Brasil.” Ao enumerar as alternativas disponíveis na gôndola, ele resumiu o que pensa sobre cada candidatura.

A respeito de Dilma, declarou: “Quem quiser manter o Brasil na situação que está, com inflação em alta, crescimento em baixa, juros lá em cima, toda sorte de coisa errada, já tem em quem votar. É só manter o governo que está aí.”

Sobre Aécio, afirmou: “Quem tiver saudade do passado, de um tempo em que o povo brasileiro não era olhado como devia, um tempo em que o Nordeste não crescia como precisava crescer, que não tinha atenção, quem tiver saudade desse passado também já tem em quem votar.”

E sobre si mesmo: “Quem está indignado, quem deseja preservar as conquistas que tivemos nos últimos anos, da contenção da inflação à possibilidade de a gente cuidar das diferenças do Brasil, [...] aí a gente quer ser a opção.”

Ao levar Aécio à sua alça de mira, Campos tenta atingir um objetivo jamais alcançado. Desde a redemocratização, o Brasil já atravessou seis eleições presidenciais. Em cinco, PT e PSDB enfrentaram-se no segundo turno. O PSB quer romper essa polarização, que voltou a ser esboçada nas últimas pesquisas.

Mal comparando, Campos tenta transpor para a realidade brasileira um conceito de terceira via cunhado pelo sociólogo inglês Anthony Giddens para explicar a ação do ex-primeiro-ministro Tony Blair, de quem era conselheiro.

Na versão de Giddens, a terceira via era uma opção política situada entre a pura obediência aos ditames do mercado e o alinhamento automático com o Estado do bem-estar social. Campos tenta consolidar-se como alternativa situada entre o respeito a valores como a estabilidade monetária e a responsabilidade fiscal, de um lado, e, de outro, a fundação de um Estado social que vá além do Bolsa Família.

No essencial, não é nada muito diferente do que defende Aécio. Hoje, nem com uma lupa o eleitor distinguiria a segunda via oferecida pelo tucanato da terceira via em que o PSB tenta se converter. A dificuldade da plateia cresce à medida que os contendores se esforçam para explicar o conceito de mudança.

Dilma apresenta-se como a mudança de si mesma. Numa referência indireta à falta de estrutura de Campos, Aécio se autoproclama “a mudança segura”. E Campos afirma que é justamente a ausência de aliados “cheios de vícios” que faz dele o único ator político capaz de “mudar o Brasil para o futuro”, criando um país em que “raposas” como José Sarney virem “oposição”.

“Não vamos governar com os mesmos”, repete Campos à exaustão. A promessa já rendeu algumas manchetes de jornal. Mas o que ajuda a retardar sua apreensão é o personagem que Campos era antes de associar-se a Marina Silva: governou Pernambuco rodeado por uma megacoligação apinhada de “raposas”. Como ministro de Lula, coabitou a Esplanada com apadrinhados de Sarney.

O novo Eduardo Campos alveja Aécio sem descuidar de Dilma. Diz que “ela se entregou ao velho jogo da política, rendeu-se àqueles que estão roubando os nossos sonhos.” Mas não há no seu discurso nenhum vestígio de reparo à atuação de Lula, principal responsável pela manutenção das “raposas” no galinheiro que Dilma tem a ilusão de presidir desde janeiro de 2011.

Naquela viagem a Vitória da Conquista, Campos disse coisas assim: “Fomos nós, nordestinos, que elegemos a presidenta que está aí. Ela ganhou graças aos 10 milhões de votos que foram tirados aqui do Nordeste. E nós não vimos o Nordeste ser tratado como deveria.”

Ele prosseguiu: “Já vamos para três anos de seca e não vimos obra importante ser inaugurada para o enfrentamento da questão da estiagem. [...] Agora, às vésperas das eleições, quer levar os nossos votos. Não, os nordestinos vão ter em quem votar…”

Informado sobre o ataque, um auxiliar de Dilma pescou no computador notícia sobre uma visita que ela fizera, em março do ano passado, às obras de uma adutora na Paraíba, Estado governado pelo PSB de Campos. Integrava a comitiva de Dilma o então ministro da Integração Nacional, o pernambucano Fernando Bezerra, indicado por Campos.

Ao discursar, o afilhado político de Campos defendeu a transposição do rio São Francisco. A obra, de responsabilidade de sua pasta, fora prometida por Lula para 2010. Até hoje não foi inaugurada. Sócio do malogro, Bezerra transbordou-se em elogios: “Quem colocou o Nordeste pra frente foram os governos Lula e Dilma”, ele disse. “Nunca antes na história desse país se investiu tanto em água no Nordeste como no PAC.”

O assessor de Dilma ficou tentado a responder às “provocações” pronunciadas por Campos no interior da Bahia. Foi orientado, porém, a silenciar. Avaliou-se que não é hora de dar cartaz à terceira via. Interessa ao comitê reeleitoral da presidente açular a polarização com o PSDB, um adversário que o petismo já bateu três vezes.

Fonte: Blog do Josias de Souza.

Lava Jato: Collor nega ter qualquer relação, 'pessoal ou política' com Youssef

 O senador Fernando Collor de Mello (PTB/AL) negou nesta segunda-feira conhecer Alberto Youssef ou manter "qualquer relacionamento pessoal ou político" com o doleiro.

Na semana passada, a Polícia Federal encontrou no escritório do doleiro, em São Paulo, oito comprovantes de depósitos para o senador, que somam R$ 50 mil.

Em discurso no plenário do Senado, Fernando Collor de Mello não negou em nenhum momento ter recebido o dinheiro de Youssef. Apenas disse que não mantém relações com o doleiro ou com Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras preso pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal – que foi solto após determinação do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal.

A informação sobre os comprovantes de depósito de Yousseff para Collor consta de despacho enviado pelo juiz federal Sérgio Moro, do Paraná, ao ministro do STF. Nele, o magistrado comunica a remessa de todos os autos e material apreendido pela Operação Lava Jato ao Supremo, obedecendo a uma ordem do ministro.

Collor disse que vai fazer consulta à Polícia Federal, ao juiz Sérgio Moro e ao ministro Zavascki para ter acesso aos documentos da operação. O senador disse que quer apurar "como e por quem" foram vazados.

Em quase todo o discurso, Collor fez ataques à imprensa e disse ser vítima de uma campanha "difamatória" da mídia que não se "conforma" em vê-lo inocente das acusações que resultaram em seu impeachment da Presidência da República, em 1992.

"Se trata de mais uma desmesurada tentativa de criminalização de quem não cometeu a aludida ilegalidade. Mais uma vez, julgam de forma atabalhoada e, pior, querem condenar antecipadamente, aplicando de vez o temerário e chamado jornalismo declaratório", afirmou.

No discurso, Collor deu destaque ao trecho do despacho em que o juiz afirma não haver indícios do envolvimento do parlamentar nos crimes descobertos pela operação. "Observo que não há qualquer indicio do referido parlamentar nos crimes que já foram objetos aludidos das 8 ações penais propostas", afirmou Collor.

Entre os citados pela Lava Jato, Collor admitiu manter relações apenas com o empresário Pedro Paulo Leoni Ramos, que foi ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República em seu governo. "Mantenho com ele e a família relação há mais de 30 anos de amizade e de respeito. É isso o que eu tenho a dizer, por enquanto", afirmou.

Agentes da Polícia Federal encontraram indícios da atuação do empresário na aprovação recente de medidas provisórias e projetos de lei no Congresso. Os investigadores buscam provas da relação do ex-ministro com parlamentares em um lobby considerado "decisivo" para a aprovação de projetos na área de petróleo e energia elétrica.

Ao atacar diretamente a revista Veja, que publicou matéria vinculando o senador aos réus da Operação Lava Jato, Collor disse que os jornalistas "estão loucos", mas vão "levar uma tunda e se arrepender pelo resto da vida".

DENÚNCIAS

Segundo o despacho do juiz ao ministro Zavascki, os depósitos para Fernando Collor de Mello encontrados no escritório de Youssef, todos em dinheiro vivo, foram feitos nos dias 2 e 3 de maio do ano passado.

O juiz frisa no despacho que não investigou os depósitos a Collor nas oito ações penais que foram abertas com a Lava Jato: "Observo que não há qualquer indício de envolvimento do referido parlamentar nos crimes que já foram objeto das aludidas oito ações penais propostas".

Moro diz também que desconhecia a eventual relação de Collor com o doleiro e que os comprovantes de depósitos foram achados por acaso.

Zavascki determinou a remessa de todos os processos para o STF para averiguar se o juiz incluiu na apuração parlamentares, que têm foro privilegiado e só podem ser investigados pelo Supremo.

No último mês, Collor foi inocentado pelo Supremo, por falta de provas, das acusações de desvio de dinheiro durante o seu governo. Ele foi o primeiro presidente brasileiro a sofrer impeachment, em 1992, após uma série de suspeitas de corrupção.

O juiz afirma que também não há nas oito ações penais indícios de envolvimento dos deputados federais André Vargas (sem partido/PR), Luiz Argôlo (SDD/BA) e Cândido Vaccareza (PT/SP).

Fonte: Gabriela Guerreiro - Coluna Poder.

Traição anunciada 'Sergio Cabral e Eunício Oliveira'


Os caciques do PMDB 'Sergio Cabral e Eunício Oliveira' que almejam o apoio do PT e de Lula não vão ser enganados nas eleições de outubro.

Donos dos votos necessários para o sonhado apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff, só endossarão novamente a união do PMDB com o PT se antes Lula convocar entrevista coletiva anunciando estar fechado com a candidatura de Eunício no Ceará e resolver o imbróglio no Rio de Janeiro.

Sem isso, os 60 votos cearenses mudarão de lado e o vice-presidente Michel Temer já avisou a Lula e Dilma.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

André Vargas: Ao pedir mandato, PT não espera efeito prático

Vargas tem conversado pouco com o PT. 


Deputado Federal André Vargas, atualmente sem partido. 

Ao pedir na Justiça o mandato do deputado André Vargas (sem partido/PR), o PT pretende reforçar a imagem de que mantém uma postura disciplinar rígida diante do comportamento de seu ex-integrante. Mas o partido em momento algum espera um efeito prático dessa decisão.

Ao tratar deste assunto numa reunião recente, o alto comando do PT avaliou que um processo nesse sentido levará muito tempo para ser concluído. Provavelmente tempo suficiente para que Vargas cumpra o mandato até o fim.

Vargas tem conversado pouco com o PT. O diálogo tem sido feito indiretamente, por meio de alguns amigos. Mas não há mais interlocução direta com a direção partidária, de acordo com líderes da legenda.  Ainda assim, o partido enxerga a necessidade de monitorar de perto a movimentação do ex-petista, principalmente depois que ele apresentar sua defesa ao Conselho de Ética da Câmara.

Fonte: Portal iG.

Petrobras: Área comandada por Paulo Roberto assinou contratos firmados na informalidade

Navios responsáveis pelo transporte de produtos da estatal eram negociados sem pesquisa de preço ou análise de documentos. Dados constam em relatório elaborado por auditores, diz jornal.

Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras

Um relatório produzido por um grupo de auditores da Petrobras aponta que acordos milionários foram fechados durante a gestão de Paulo Roberto Costa sem obedecer a requisitos mínimos de controle estabelecidos pela estatal - alguns deles, baseados apenas em autorizações verbais. É o que informa reportagem desta segunda-feira do jornal Folha de S. Paulo, com base no relatório da auditoria. O relatório data de 2009 e aponta que o setor de abastecimento da estatal, comandado por Costa até 2012, fechou contratos de frete de maneira informal. O ex-diretor da estatal foi preso na operação Lava-Jato, da Polícia Federal. Investigado sob suspeita de corrupção, Costa foi liberado da cadeia na semana passada.

O documento mostra que operações feitas em 2008, e totalizando 278 milhões de dólares, não obedeceram aos critérios de controle. As irregularidades envolveram contratações de navios. Segundo a análise feita pelos auditores da Petrobras, os contratos analisados descumpriram "procedimentos previstos no manual de afretamento" e referem-se a irregularidades na contratação de navios, responsáveis pelo transporte de produtos.

Entre as falhas apontadas, há falta de autorização por escrito para iniciar processos de frete, autorização prévia para tomada de preços com aval de gerente e contratações informais que levaram até 390 dias para serem registradas no sistema. Alguns contratos sequer apontam registro de informações de histórico de negociação no sistema de conferência de compras da Petrobras e da empresa prestadora de serviço. Com a falta de registro e informações não detalhadas, auditores relatam que há impedimento para analisar como os negócios foram firmados e, portanto, dificuldades de apuração de irregularidades.

O relatório indica ainda a necessidade de rever o manual de afretamento, a contratação de terceirizados para o serviço. "Descontroles dessa magnitude podem ser resultado de falta de comando, falhas de comunicação, pressa. É uma situação inadmissível em uma empresa desse porte, e abre caminho para má fé", aformou ao jornal Fernando Filardi, pesquisador da área de administração do Ibmec-RJ.

Destino de 18% de todos os investimentos da Petrobras, a área de abastecimento é a segunda mais importante da empresa, atrás apenas de Exploração e Produção, alvo de 70% dos recursos. Além da comercialização de petróleo e derivados - atividade que demanda contratações de navios para movimentação de carga em todo o mundo-, estão sob sua responsabilidade a gestão das 13 refinarias no Brasil e a construção de outras quatro.

O uso de empresas terceirizadas para o transporte de produtos produzidos pela Petrobras foi algo de investigação durante a Operação Lava-Jato. A PF apura um suposto esquema de evasão de divisas e lavagem de dinheiro com recursos da petroleira e outras fontes. Entre os investigados da PF estão Costa, que ficou preso por dois meses por suspeita de destruir provas, e o doleiro Alberto Yousseff.

Procurada pela Folha, a Petrobras informou não ter constatado "irregularidades ou prejuízos" nas operações auditadas na diretoria de abastecimento. As falhas e irregularidades constatadas pela auditoria interna da empresa são "explicadas em parte pela dinâmica de mercado à época e pelo aumento das contratações de frete", informou. A Petrobras afirmou também que acatou as sugestões de melhorias em seus processos internos feitas pelo grupo de auditores. 

Fonte: Revista VEJA.

Lava Jato: Corrupção recheada com cocaína 'Fernando Collor de Mello'


Bastou aparecer o nome do senador Fernando Collor de Mello vinculado ao nome do doleiro Alberto Youssef, que se instalou o pânico na base do governo no Congresso.

Parlamentares que tem vinculo direto ou indireto com empreiteiras que operavam com a ajuda do doleiro esperam a qualquer momento o aparecimento do nome na 'Operação Bidone', que resultou na Operação Lava Jato. Já é sabido que vários parlamentares frequentavam o bunker do doleiro.

A operação Bidone nasceu em Santos para desvendar um esquema de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro. O nome do doleiro Alberto Youssef aparece e o juiz Sergio Moro mudou o nome da operação para Lava Jato, algumas interceptações telefônicas e telemáticas autorizada na operação Bidone aparece grandes empreiteiras e Paulo Roberto Costa.

O que assusta o Supremo Tribunal Federal é a mistura da política com a lavagem de dinheiro do tráfico de drogas e o crime organizado. O que se investigado a fundo pode ser encontrado políticos financiados pelo narcotráfico.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

PT pede ao TSE mandato de André Vargas na Câmara

O Partido dos Trabalhadores (PT) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para decretar a perda do cargo do deputado federal André Vargas (PR) após ele ter se desfiliado do partido, em abril. Desde que deixou o PT, Vargas está sem partido.

A defesa do parlamentar informou que não foi notificada sobre a ação e só vai se manifestar depois.

André Vargas é alvo de denúncias de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal (PF) na Operação Lava Jato. A operação investigou um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado R$ 10 bilhões. O parlamentar é suspeito de fazer tráfico de influência no Ministério da Saúde. Ele também admitiu ter viajado em um jatinho fretado pelo doleiro preso pela PF. Por conta das denúncias, no dia 25 de abril, Vargas se desfiliou do PT.


Ao TSE, o PT diz que a resolução do tribunal sobre fidelidade partidária só permite ao parlamentar que deixa o partido pelo qual foi eleito manter seu mandato no caso de incorporação ou fusão do partido; criação de novo partido; mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; e grave discriminação pessoal.

Para o PT, o deputado foi eleito pela legenda para exercer o mandato e o documento apresentado por André Vargas sobre a desfiliação "não expõe os motivos de sua iniciativa". "Resta caracterizado, a toda evidência, o desligamento voluntário da agremiação e exposição de motivos pessoais alheios ao programa partidário ou que denotem discriminação."

Nesta segunda, após reunião da Comissão Executiva Nacional da legenda, em Brasília, o presidente do partido, Rui Falcão, disse que a cadeira de André Vargas deve ser ocupada pelo suplente dele, o deputado Marcelo Almeida (PMDB/PR).“O que me perguntaram na reunião hoje e eu confirmei aos dirigentes é que nós estamos pleiteando o mandato do André Vargas”, disse Rui Falcão.

Retorno após licença

Na semana passada, André Vargas compareceu à sua primeira sessão no plenário da Câmara após o retorno da licença que havia anunciado em 7 de abril e deveria durar 60 dias. Ele é investigado pelo Conselho de Ética da Câmara por denúncias de suposto envolvimento com o doleiro Alberto Youssef.

Apesar de estar prevista para durar até 5 de junho, a licença temporária de Vargas teve o seu fim anunciado no último dia 14 pelo parlamentar ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN). Com o retorno, ele voltará a receber salário, verba de gabinete e o chamado "cotão", recursos destinados a pagar telefonemas, serviços postais e passagens aéreas.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

IBOPE FRAUDA FORMULÁRIO E PESQUISADOR É PRESO NA PARAÍBA

Negócios entre amigos 'Fernando Collor de Mello'


A CPI mista da Petrobras que será instalada amanhã no Congresso, vai receber denuncia pela frente de que Pedro Paulo Leoni Ramos, e o doleiro paranaense Alberto Youssef, visitaram diversas vezes o ex-presidente Fernando Collor durante seu exílio em Miami logo após o impeachment.

A primeira parceria publico privada (PPP) aconteceu em Alagoas quando Fernando Collor era governador e o intermediário beneficiado com a obra de aterro foi o velho amigo, Pedro Paulo Leoni Ramos, que acabou virando ministro quando Collor estava na Presidência da República. PP como é conhecido, tem negócios e estreita relações com Dílson Bolonha Funaro, operador financeiro e apadrinhado pelo líder peemedebista Eduardo Cunha.

Dílson Bolonha Funaro, Pedro Paulo Leoni Ramos e Fernando Collor de Mello, só são vistos entre quatro paredes. Agora, com o fio da meada de depósitos bancários feitos pelo doleiro na conta do senador, as paredes podem ruir, e podem ficar transparentes os encontros dos amigos.

É preciso ressaltar que Dílson Bolonha Funaro opera o fundo de previdência privada de Tocantins com preposto do doleiro Fayed Trabouse, preso na operação Miqueias e está envolvido até o pescoço na Operação Lava Jato da Polícia Federal.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Conselho de Ética 'Randolfe Rodrigues'


Primeiro foi o senador Fernando Collor (PTB) que viu suas relações com o doleiro Alberto Youssef com dinheiro sendo depositado em sua conta. Depois veio o senador Benedito Lira (PP) que indicou um apadrinhado de Youssef para a CBTU.

O presidente Renan Calheiros de olho na sua reeleição não quer nenhum senador no Conselho de Ética. Só que falta Renan combinar com o senador Randolfe Rodrigues, do PSOL.

Tanto Collor quanto Benedito Lira e o próprio Renan que disputa com Delcídio do Amaral o apadrinhamento de Paulo Roberto Costa, vão ter muita dor de cabeça para explicar suas relações perigosas com o doleiro.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Nem pensar nisso 'Armando Monteiro & Eduardo Campos'


O Planalto quer que o senador Armando Monteiro faça o trabalho sujo em Pernambuco e bata sem piedade no presidenciável Eduardo Campos. Ocorre que Campos não vai cair nessa armadilha.

Quem tem cumprido o papel de dar respostas a Monteiro, que é candidato ao Governo de Pernambuco, é o prefeito de Recife, Geraldo Julio, aliado de Campos.

Julio tem sido duro com Monteiro acusando de tentar levar para o Brasil mentiras com o objetivo de impedir o crescimento do candidato do PSB.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.