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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Eleições 2014: Eduardo Campos e seu antidoto


Na hipótese de o ex-presidente Lula querer minar o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, em sua terra natal, a resposta já está pronta.

Eduardo acusará o petista de querer evitar que um pernambucano chegue a presidente da República.

Para quem é de lá, esse argumento pesa. 

Fonte: Coluna Brasília DF / Correio Braziliense.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Caminhado para a Papuda 'José Genoino'

 

O mensaleiro e ex-presidente do Partido dos Trabalhadores, José Genoíno, voltará a conviver com os companheiros, José Dirceu e Delúbio Soares, no Complexo Penitenciário da Papuda. É o que indica os últimos movimentos do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa.

No prédio onde o mensaleiro está hospedado, no Guará, cidade satélite de Brasília, não foi visto durante as festas natalinas nenhum companheiro visitando o mensaleiro, mas já é sabido que nas hostes petistas tem muitos militantes inconformados com o abandono dos companheiros pela legenda, ainda mais após a filha de Genuíno, Miruna Genoíno, expressar o sentimento de revolta numa carta aberta sobre a prisão de seu pai.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Solução engavetada 'Eduardo Campos'


O pré-candidato ao Palácio do planalto em 2014, Eduardo Campos foi claro ao criticar o governo da presidente Dilma Rousseff sobre as tragédias provocadas pelas chuvas nos estados do Espírito Santo e Minas Gerais em sua pagina pessoal na internet.

Campos cobrou da presidente Dilma mais rapidez nos trabalhos para ajudar os atingidos pelas chuvas e lembrou que medidas de contenções das tragédias estavam engavetadas desde 2012 e só agora foram publicadas.

“Foi preciso que uma tragédia se abatesse sobre o Espírito Santo para que finalmente o processo avançasse. Ou seja, o governo não encontrou uma solução rapidamente; a solução estava na mesa, esperando para ser lida há dois anos. Este é o tipo de ineficiência administrativa que o brasileiro se cansou de ver, e que mostra que Brasília continua morando num Brasil bem diferente daquele que viu o povo ir às ruas no meio do ano”. Declarou Campos. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Herança maldita 'Aloísio Mercadante'

O poderoso ministro Aloísio Mercadante está de saída da Educação para a Casa Civil sem ter resolvido uma herança maldita deixada por seu antecessor, o hoje prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. A Polícia Federal tem indícios de que há vazamentos na distribuição das provas do Enem em alguns estados brasileiros.

A investigação é mantida sob sigilo para evitar desgaste ao ministro Mercadante e irritar a presidente Dilma que não foi informada dos detalhes desse problema que foi muito além do que foi divulgado em relação aos casos identificados em Minas Gerais.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Eleições 2014: Quem terá a cara do novo?


Os 100 milhões de eleitores e aqueles três candidatos que concorrem de verdade à Presidência da República em outubro de 2014 terão muitos encontros e desencontros antes que cada cidadão brasileiro tome o caminho das urnas. As mobilizações populares que surpreenderam o País em junho e as últimas pesquisas de opinião emitem um recado muito claro: o Brasil quer mudanças. Não necessariamente uma troca de comandante, mas um novo jeito de comandar e, sobretudo, um outro horizonte a perseguir. Portanto, sairá vencedor das urnas em 2014 aquele que se mostrar capaz de levar o País adiante com uma forma de governar que atenda às demandas cada vez mais concretas. 

Os números, inicialmente favoráveis à presidenta Dilma Rousseff, não significam muito nesse início de 2014. Seu governo conta com aprovação superior a 60%, a intenção de voto beira a casa dos 45%, mas 66% dos brasileiros esperam que as coisas não continuem como estão. E é esse último percentual que serve de combustível tanto para os opositores que já estão com o bloco na rua como para aqueles que não assumem uma eventual candidatura, embora não fechem as portas para essa alternativa, como é o caso do ministro presidente do STF, Joaquim Barbosa.

Para tentar convencer o eleitor de que é o melhor candidato, o senador mineiro Aécio Neves, do PSDB, se colocará como o “único” de oposição, lugar que ocupa desde o primeiro mandato de Lula, e lançará ao País um programa de governo que faça um claro contraponto às gestões petistas, principalmente no que se refere à gerência dos recursos públicos. Pesquisas encomendadas pelos tucanos mostram que o eleitor quer um governo eficiente. As enquetes disseram aos tucanos que não importa o matiz ideológico do candidato. Importa, segundo os dados coletados pelo partido, o gerenciamento do setor público. A leitura feita pelo PSDB diz que não se trata mais de prometer escolas, como nas últimas campanhas, mas de mostrar como fazer a escola já existente ter qualidade. O mesmo vale para a saúde e para a segurança pública.



Antes do Carnaval, Campos pretende consolidar a aliança com o PPS – partido que parece ter retirado da área de influência dos tucanos – e busca novos parceiros para tentar obter maior tempo no horário eleitoral de rádio e tevê. Ele ainda aposta que possa ter a seu lado setores que hoje estão na base de apoio do governo como o PDT e o PTB. Menos conhecido dos candidatos, a propaganda eleitoral tem, para o governador de Pernambuco, uma importância maior do que para seus oponentes. A mensagem será a de continuidade sem continuísmo. 

Já no QG governista, a maioria dos analistas acredita que haverá um retorno dos protestos, inclusive durante a Copa, mas aposta nas boas respostas que o governo tem a oferecer. O emprego e a renda continuam de pé como os trunfos mais vigorosos de Dilma Rousseff para manter a fidelidade de um eleitorado que Lula cultiva desde 2003. O salário mínimo será reajustado em 2014 com ganhos reais acima da inflação e os programas sociais mantêm seu inegável poder de atração. O programa Mais Médicos será apresentado como uma resposta bem aceita para populações que não possuem um único doutor para zelar por suas dores e doenças. Para o início do ano, a campanha petista está prestes a amarrar um acordo capaz de garantir quase a metade do tempo na tevê, uma vantagem sempre considerável. 

Há, no entanto, um fator que tem preocupado os articulistas de Dilma. Seus quatro anos de governo marcaram uma convivência difícil no Congresso, em especial com o maior aliado, o PMDB, com uma estrutura capilar para pedir votos na porta de casa do eleitor – desde que a máquina esteja com vontade de fazer, embaixo, aquilo que se acerta em cima. Tratado de modo que julga oportunista e interesseiro, o PMDB ameaça responder na mesma moeda. Pode apoiar Dilma quando considerar que vale a pena, mas não fará o menor sacrifício se considerar que o risco é maior que o benefício.

 
 

Segundo o comando petista, o julgamento sobre o mensalão do PSDB-MG e as investigações sobre o propinoduto do metrô paulistano são temas que poderão favorecer a candidatura de Dilma. “Em caso de emergência, poderemos usar esses casos e mostrar que, no que diz respeito à gestão e à ética, eles não diferem daquilo que nos acusam”, disse um líder nacional do PT na quinta-feira 26. No embate com Eduardo Campos, os petistas acham que será difícil ao governador de Pernambuco fazer oposição a um governo que lhe forneceu recursos necessários para se tornar um presidenciável com vida própria. Num país que assistiu à emergência do “novo”, os próximos dez meses irão mostrar se alguém é capaz de decifrar a mensagem que os brasileiros trazem dentro de si.

Fonte: Informações ISTOÉ / Guardian Notícias - redacao@guardiannototicias.com.br

Empresa estatal administrará o Mané Garrincha


estadio_manegarrinchaRevelação do chefe da Casa Civil, Swedenberger Barbosa: o Buriti já decidiu a criação de uma empresa para administrar o Estádio Nacional Mané Garrincha.

De acordo com Berger, é uma decorrência natural da forte demanda do estádio para receber não apenas jogos de futebol, mas uma grande série de eventos. “Já se mostrou que o Mané Garrincha não será um elefante branco e, aliás, ninguém mais insiste nisso”, comenta o secretário.

Ele prevê, inclusive, que depois da Copa do Mundo se intensificará ainda mais o aproveitamento do estádio.

Por isso mesmo julga necessária a profissionalização do processo de gestão do Mané Garrincha.

Fonte: Jornal de Brasília – Coluna do Alto da Torre – Eduardo Brito / Posted by Sandro Gianelli.

Principais itens ficam para 2014

Em 2013, a Câmara Legislativa aprovou mais de 350 projetos de lei, mas a pressão popular e a falta de clareza levaram os distritais a suspenderem a definição sobre o PPCub e a Luos, que tratam da ocupação do solo em todo o Distrito Federal 

O plenário da assembleia candanga votou e aprovou muitos projetos, mas recuou naqueles que seriam os mais impactantes para todo o DF
 
O ano da Câmara Legislativa do Distrito Federal ficou marcado mais pelo que não foi votado do que pelo que foi aprovado pelos distritais. O Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub) e a Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos), duas matérias de maior interesse do Poder Executivo e da cidade, não tramitaram na Casa. A polêmica entre especialistas e a sociedade em geral e o fato de um deles ter sido contestado judicialmente levaram os deputados a manter os assuntos fora da pauta, desobedecendo inclusive a uma orientação do Palácio do Buriti.
 
Audiência pública sobre o PPCuB: entidades se uniram para evitar a tramitação do projeto neste ano

Os parlamentares também reclamaram do pouco tempo disponível para a discussão dos temas. Os dois projetos de lei começaram a ser elaborados ainda no início do governo Agnelo Queiroz (PT), em 2011, pela Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab). Mas as propostas sobre o uso e ocupação do solo na maior parte da capital federal só foram enviadas ao Legislativo no fim de 2012. O PPCub já vinha sofrendo críticas do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) por prever alguns itens polêmicos, que mais tarde seriam pontos de discórdia junto a entidades de arquitetura, urbanismo e proteção do patrimônio.

Em março de 2013, a eleição da Comissão de Assuntos Fundiários da Câmara Legislativa provocou contrariedade no Palácio do Buriti. Insatisfeito com a escolha de Cristiano Araújo (PTB) para a presidência do colegiado temático, o GDF decidiu retirar o PPCub e a Luos da pauta. “Isso foi muito prejudicial. O trabalho que já tínhamos feito, como audiências públicas, foi jogado por terra, já que não sabíamos como os projetos voltariam para a Casa”, reclama um distrital. As propostas só foram enviadas de volta no fim de setembro, com orientação para serem votadas até dezembro. 

Reação negativa 

Nessa época, entidades, como o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) e o Instituto Histórico e Geográfico do DF (IHG/DF), já tinham se levantado contra a tramitação do PPCub. A arquiteta e urbanista Vera Ramos, integrante do IHG/DF, fez um estudo detalhado da proposta com base em itens apontados como preocupantes pelo MPDFT. Entre eles, estavam a previsão de parcelamento do canteiro central da porção oeste do Eixo Monumental, a criação de um novo setor habitacional ao lado da antiga Rodoferroviária, a liberação da Superquadra 500 do Sudoeste e a possibilidade de concessão de áreas públicas para a iniciativa privada no Plano Piloto e nas demais cidades da área tombada.

“A reação foi muito forte e não tínhamos como avançar na discussão para forçar uma votação ainda em 2013. Acabamos optando por adiar a apreciação”, explica o petista Cláudio Abrantes, relator do PPCub na Comissão de Assuntos Fundiários. Robério Negreiros (PMDB), relator das duas matérias na Comissão de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, diz que os distritais mandaram os dois casos para 2014 por causa da importância e da complexidade. “Não tínhamos conhecimento suficiente para votar rapidamente este ano. É o futuro da cidade que está em jogo. Sabemos que precisamos das leis, mas precisamos superar todas as dúvidas em torno delas”, ressalta.

"A reação foi muito forte e não tínhamos como avançar na discussão para forçar uma votação ainda em 2013. Acabamos optando por adiar a apreciação.”

Cláudio Abrantes, deputado distrital pelo PT

“Não tínhamos conhecimento suficiente para votar rapidamente este ano. É o futuro da cidade que está em jogo. Sabemos que precisamos das leis, mas precisamos superar todas as dúvidas.”

Robério Negreiros, deputado distrital pelo PMDB 

Aprovados em 2013 

» Projetos de lei  -  265
» Propostas de emendas à Lei Orgânica  -  10
» Projetos de leis complementares  -  17
» Projetos de decretos legislativos  -  51
» Requerimentos  -  135
» Moções  -  128
» Projetos de resolução  -  7

Fonte: Almiro Marcos - Correio Braziliense.

domingo, 29 de dezembro de 2013

QUEM REBAIXOU A PORTUGUESA??? por Raimundo Ribeiro

Tenho lido e ouvido muita coisa sobre o julgamento do STJD que envolve o jogador Héverton da Portuguesa, e lamentavelmente forçoso reconhecer que alguns profissionais do Jornalismo, cuja primeira atribuição é informar os fatos, tem sistematicamente utilizado espaços nos veículos de comunicação para fazer o contrário, isto é, desinformar o público. 

Vamos aos fatos: 

Há mais de dez anos, a CBF adotou pontos corridos para o campeonato brasileiro; 

Na última rodada, a CBF antecipou alguns jogos e manteve para domingo, no mesmo horário, as partidas que poderiam alterar a classificação final; 

A Portuguesa recebeu o Grêmio, precisando somar um ponto para afastar definitivamente o risco de rebaixamento, e o Grêmio por sua vez, precisava de um ponto para passar direto a fase de grupo da Libertadores, sem depender do resultado da partida Atlético-PR x Vasco; 

Ocorre que, a Portuguesa utilizou um jogador, no caso Héverton, irregularmente pois referido atleta tinha sido suspenso por dois jogos em razão de infração cometida no jogo contra o Bahia; 

Ao constatar a irregularidade, a CBF, como é sua obrigação, comunicou o fato ao STJD, que por sua vez, como é sua obrigação, após o devido processo legal, onde se garantiu amplo direito de defesa, aplicou o regulamento, que nesse caso, é de uma clareza solar, isto é, a equipe que relacionar um atleta sem condição de jogo, perde 03 pontos e mais os pontos que eventualmente tenha conquistado na partida que o atleta tenha jogado, no caso 01 ponto por força do empate; 

Estes são os fatos sobre os quais não pairam quaisquer dúvidas;

Vamos aos comentários: 

1. Houve virada de mesa? 

A virada de mesa ocorre quando não se aplica o regulamento da competição, alterando-se ilegalmente o resultado de campo, o que não aconteceu no presente caso, pois o regulamento foi aplicado corretamente.aliás, ocorreria virada de mesa se o STJD não aplicasse o que prevê o regulamento; 

2. A punição imposta a Portuguesa foi imoral? 

Não, pois a própria Portuguesa confessa ter relacionado um atleta de modo irregular, e essa irregularidade atrai uma sanção, que no caso, é a perda de 03 pontos e mais aqueles eventualmente conquistados. Qualquer equipe que participa de uma competição, concorda com o regulamento dessa competição, e a Portuguesa, como todos os outros clubes, concordou, não cabendo agora criticar o regulamento que ela mesma assinou; aliás, imoral é querer mudar o regulamento após a competição encerrada;

Daí, imperioso concluir que o STJD não rebaixou a Portuguesa, apenas aplicou o regulamento aceito por todos os participantes; 

Então, quem rebaixou a Portuguesa? 

Foram os erros da própria Portuguesa; o primeiro e principal, ter relacionado um atleta suspenso; depois querer culpar o próprio advogado do clube, depois tentar se vitimizar como se a incompetência pudesse transformar o autor de um ato relapso em "coitadinho" isento de pena, e finalmente tentar jogar a própria culpa nos outros clubes, no caso o Fluminense; 

Ora, o Fluminense já tem seus próprios erros e pelos quais deve ser penalizado, não precisando e nem podendo assumir as culpas de outros clubes; 

É verdade que o Fluminense será beneficiado nesse episódio, mas nada fez para que ele acontecesse, que como já comprovado acima, aconteceu por ato exclusivo da Portuguesa.Poderia ser o Vasco o beneficiário, caso tivesse empatado com o Atlético-PR;

Reposta a verdade dos fatos, cumpre lamentar que alguns jornalistas insistam em querer a virada de mesa, em querer culpar o Fluminense, e em querer culpar o STJD pelos erros da Portuguesa, prestando um desserviço à informação e a verdade; 

Alguns por desconhecerem o tema, e outros por estarem a serviço de interesses inconfessáveis, mas em nenhum dos casos é possível desculpá-los pois quando travestidos de jornalistas esportivos devem informar com isenção; 

Ao torcedor, não se pode exigir isenção, pois movido pela paixão legitima, mas ao profissional do Jornalismo, indesculpável tal conduta; 

Ao Fluminense, se injustas as criticas no presente caso, justas são as criticas à forma como o clube foi conduzido ao longo de 2013;


Um time que tinha acabado de ser campeão (2012), nunca se impôs como tal, conformando-se em ser mero participante do Carioca, da Libertadores, da Copa do Brasil e do Brasileirão.

Resumindo: a direção do Fluminense não está à altura da grandeza do clube.

Espero que tenham aprendido e em 2014 não envergonhem sua legião de Guerreiros torcedores. 

Fonte: Raimundo Ribeiro - Advogado

Presos do Mensalão: Joaquim Barbosa diz que é 'forte' a chance de Genoino voltar para a cadeia

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, afirmou neste sábado, 28, que a chance de o ex-presidente nacional do PT e ex-deputado José Genoino (SP) voltar para a cadeia é "forte".

Joaquim Barbosa disse ainda que "o preso não pode escolher" ao livre-arbítrio e conveniência onde cumprirá a pena que lhe foi definitivamente imposta. A conclusão consta da íntegra da decisão divulgada neste sábado, ao negar pedido de Genoino de ser transferido para São Paulo a fim de cumprir, provisoriamente, pena domiciliar.

Genoino: Defesa queria transferência para SP; apartamento da filha em Brasília seria 'modesto'.

Na decisão, que foi tomada nesta sexta-feira, 27, o relator do processo do mensalão deu prazo de 90 dias, contados desde 21 de novembro, para José Genoino ficar em prisão domiciliar em Brasília. Ele está na casa de um contra parente. Ao fim desse prazo, Barbosa decidirá, após reavaliação do estado de saúde, se o ex-presidente do PT voltará a cumprir pena na prisão em regime semiaberto pela condenação por corrupção ativa.

A defesa do petista tenta assegurar prisão domiciliar para ele, que passou por cirurgia cardíaca no meio do ano. A transferência dele, ainda que provisória para São Paulo, tinha por objetivo retornar para a cidade onde está sua única moradia e a família. A defesa argumentou que o apartamento da filha em Brasília é "muito modesta e de apenas um cômodo" sem "condições espaciais de abrigá-lo". A filha de Genoino, Mariana, mora em um apartamento duplex de 60 metros quadrados, em edifício com academia, churrasqueira, dois salões de festas e espaço gourmet.

Os advogados do ex-presidente do PT argumentaram também que, no dia 7, Genoino tem consulta e exames pré-agendados no Hospital Sírio-Libanês, sob a supervisão do médico Roberto Kalil Filho. No despacho, Barbosa afirmou que a prisão domiciliar do ex-presidente do PT é meramente provisória e que o quadro de saúde tem apresentado melhoras desde a detenção. "Como indica a própria defesa, seu estado de saúde está evoluindo e, mais do que isso, todas as informações existentes nos autos indicam que sua condição atual é compatível com o cumprimento da pena no regime semiaberto, dentro do sistema carcerário", disse.


O relator do mensalão acrescentou que, no dia 26 de novembro, o próprio José Genoino havia pedido a desistência dos pedidos para ser transferido para um presídio em São Paulo, tendo em vista que o condenado aceitava cumprir a pena no Distrito Federal. Barbosa destacou que é "firme" o entendimento do Supremo segundo o qual não existe direito do condenado "à transferência para estabelecimento penal de sua preferência, ainda que com fundamento em alegada proximidade de seus familiares".

"Noutras palavras: o preso não pode escolher, ao seu livre-alvedrio e conveniência, onde vai cumprir a pena que lhe foi definitivamente imposta", afirmou. Na decisão, Barbosa disse ainda que a transferência "fere o interesse público" porque a prisão domiciliar é provisória e é "forte a probabilidade do seu retorno ao regime semiaberto ao fim do prazo" de 90 dias.

Fonte: Portal Estadão.

Eleições 2014: Oposição com nomes indefinidos

A seis meses do início da próxima campanha, apenas as candidaturas do governador Agnelo Queiroz e do senador Rodrigo Rollemberg são dadas como certas 

Na véspera da virada para o ano de decisões políticas e a seis meses do início da próxima campanha, o cenário da corrida ao Palácio do Buriti ainda está bastante indefinido. Até o momento, apenas duas candidaturas estão praticamente consolidadas: a de reeleição do governador Agnelo Queiroz (PT) e a do senador Rodrigo Rollemberg (PSB). São políticos com apoio de seus partidos para o projeto de concorrer ao governo e representam palanques para os presidenciáveis Dilma Rousseff e Eduardo Campos, respectivamente, no Distrito Federal. No campo da oposição ao atual governo, no entanto, há muitas incertezas, o que amplia o suspense relacionado às próximas eleições.

Não faltam especulações sobre quem vai representar o antipetismo na capital do país. Os ex-governadores Joaquim Roriz (PRTB) e José Roberto Arruda (PR) aparecem em boas condições nas pesquisas de opinião realizadas pelos comitês de pré-campanha. Eles têm recebido aliados a fim de discutir planos para 2014, mas ainda há dúvidas sobre as reais pretensões. Roriz tem demonstrado intenção de concorrer novamente. Já declarou que está no páreo, mas precisa ainda vencer um obstáculo jurídico: a Lei da Ficha Limpa.

O texto estabelece literalmente que quem renunciou ao mandato, como ocorreu com Roriz em 2007, perde o direito de se candidatar pelo período de oito anos, a contar do fim do mandato. Para o ex-governador, essa data seria fevereiro de 2023. Os advogados de Roriz acreditam que o tema ainda não foi totalmente esgotado e pode ser derrubado na Justiça Eleitoral. O debate leva à constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa nesse ponto: a renúncia antes de a norma entrar em vigor. 

Impasse 

O tema é controverso. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Marco Aurélio Mello, por exemplo, acha que, nessa parte, a regra de inelegibilidade é inconstitucional. Em 2010, Roriz registrou a candidatura, mas foi substituído pela mulher, Weslian Roriz, pelo impasse estabelecido no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a possibilidade de concorrer. O julgamento ficou empatado e, com quórum de 10 ministros, não houve uma decisão. Mesmo assim, a candidata levou a disputa para o segundo turno. Por isso, aliados de Roriz acreditam na viabilidade do projeto. O Ministério Público Eleitoral e adversários, no entanto, vão impugnar o registro e certamente a batalha será longa na Justiça.

Arruda, por sua vez, está apto a concorrer. Em 19 de dezembro, a 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) absolveu o ex-governador da denúncia de dispensa ilegal de licitação para a reforma do ginásio Nilson Nelson. Ele havia sido condenado em primeira instância e uma confirmação da sentença por órgão colegiado acarretaria a inelegibilidade e uma impossibilidade de concorrer nas próximas eleições.

O ex-governador responde a outros processos e foi condenado por improbidade administrativa no caso do mensalão do DEM. O caso está em grau de recurso e dificilmente será apreciado a tempo do registro da candidatura de Arruda. “A chance de ele concorrer é grande, mas depende de uma questão de foro íntimo, da disposição de Arruda de entrar na campanha”, afirma um ex-secretário. Para ex-colaboradores, que participaram da gestão do ex-governador, abatida pelas denúncias do delator Durval Barbosa, eventual candidatura de Arruda seria uma oportunidade para uma defesa pública de todo o grupo.

Entre aliados de Agnelo, a expectativa é de que nenhum dos dois ex-governadores estará no páreo, embora o próprio petista sustente que não está preocupado com os concorrentes. “Não podemos escolher adversários. Temos que fazer a nossa parte, que é governar e esperar o momento da campanha,  quando nossas realizações serão avaliadas pelo eleitor”, afirma o governador do DF.

Para Rodrigo Rollemberg, que esteve com Agnelo na campanha de 2010, a candidatura no próximo ano é um caminho sem volta. Com mandato até fevereiro de 2015, ele tem sido incentivado pelo presidente nacional de seu partido, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, a concorrer. Uma das principais metas de Rollemberg para os próximos meses é fechar uma aliança eleitoral com o PDT, do deputado federal José Antônio Reguffe e do senador Cristovam Buarque. “Temos conversado e acredito nesse diálogo”, afirma Rollemberg.

Depois de firmar um acordo nacional que prevê a reedição da aliança no DF entre PT e PMDB, a meta de Agnelo é acertar a parceria com o PDT. O governador e Reguffe têm conversado, mas ainda há um longo caminho para um acordo político, que deve passar pelo presidente nacional do PDT, Carlos Lupi. Hoje, Reguffe é apontado como candidato dos pedetistas e representantes da Rede Sustentável, partido que a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva pretende criar. “Só tomarei uma decisão depois do carnaval. Não serei candidato contra os meus princípios”, sustenta. 

Os prováveis candidatos
 

José Roberto Arruda (PR) 

No círculo mais próximo, o ex-governador do DF tem discutido a possibilidade de concorrer ao Palácio do Buriti. Apesar dos problemas que enfrentou ao deixar o cargo em 2010, está apto a concorrer. A decisão será tomada até junho de 2014.
 

Toninho (PSol) 

Terceiro colocado nas eleições ao governo em 2010, Toninho é cotado como candidato novamente. A nova direção regional do PSol é contra alianças com legendas consideradas de centro-esquerda, como PDT e PSB. Por isso, cresce a chance de candidatura própria da sigla.
 

Luiz Pitiman (PSDB) 

Filiado ao PSDB, o deputado federal programa ser candidato, caso não vinguem as chances de Arruda e Roriz em disputar o Buriti. Para consagrar-se o nome tucano na corrida, ele tem se aproximado do senador Aécio Neves (MG), candidato à Presidência da República.
 

Joaquim Roriz (PRTB) 

Depois de governar o DF quatro vezes, Roriz tem dito que pretende concorrer a novo mandato, influenciado por pesquisas que indicam a manutenção de um eleitorado fiel. Precisará, no entanto, enfrentar uma impugnação pela Lei da Ficha Limpa.
 

Agnelo Queiroz (PT)
 

O governador do DF vai concorrer à reeleição, numa reedição da aliança de 2010, tendo novamente o presidente regional do PMDB, Tadeu Filippelli, como vice. O acordo foi costurado nacionalmente, numa repetição da dobradinha entre Dilma Rousseff e Michel Temer.
 

Reguffe (PDT) 

Lançado como pré-candidato ao governo pelo PDT pela Rede Sustentabilidade, Reguffe pretende tomar uma decisão sobre seu destino a partir de março. Não deve concorrer a novo mandato de deputado federal. Uma das opções é a candidatura ao Senado.
 

Eliana Pedrosa (PPS) 

A deputada distrital tem o comando regional do PPS, o que abre possibilidade para viabilizar a candidatura dela ao Palácio do Buriti. O partido, sob o controle nacional de Roberto Freire, pode, no entanto, optar pelo apoio a aliados do PSDB ou PR.
 

Rodrigo Rollemberg (PSB)
 

Com mandato no Senado até 2015, Rollemberg vai concorrer ao governo do DF como uma das apostas regionais do presidente nacional do PSB, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que concorrerá ao Palácio do Planalto e precisa de palanques nos estados.

Fonte: Ana Maria Campos - Correio Braziliense.

Morando em Alagoas 'Renan Calheiros'

Se a presidente Dilma Rousseff quer se livrar do senador Renan Calheiros vai ter que morar em Alagoas durante a campanha eleitoral de 2014. Esta a piada que o próprio Renan conta ao anunciar que se o PT e o Planalto querem realmente herdar sua cadeira de presidente do Senado precisam se empenhar muito para que ele venha a se eleger governador de Alagoas. Renan ainda não decidiu com quem irá se coligar no Estado.

Há o desejo de Lula de fazer a dobradinha dele com o senador Fernando Collor de Mello, mas há também a possibilidade de Renan se aliar ao governador Teotonio Vilela, que se desincompatibiliza em 02 de abril justamente para disputar o Senado.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Censura à vista

Ao bancar a indicação do conselheiro Igor Villas Boas para a Anatel, o senador Walter Pinheiro agradou ao PT e a Lula. Igor é um fervoroso defensor da regulação do conteúdo da internet, e por extensão quer o controle das outras mídias. O PT almeja controlar todos os meios de comunicação no segundo governo Dilma.

Tanto, Walter Pinheiro, quanto Ricardo Berzoini, são favoráveis a essa tese, e que só não vingou pela firme oposição da própria presidente Dilma e do ministro Paulo Bernardo, que de tanto apanhar dos petistas tem recuado e passado a defender com maior intensidade a regulação da mídia.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Plantão na banca 'Polícia Civil do DF'

Os petistas do alto escalão da legenda estão muito preocupados com o início das atividades judiciais em 2014. O motivo é que boatos espalhado pelos quatro cantos do governo local não transmitem boas notícias pra muita gente. O certo é que já houve até um racha em um determinado escritório de advocacia criminalista com sede no SCS em Brasília e que atende cinco de cada dez militantes do Partido dos Trabalhadores enrolados com a Justiça.

Um dos sócios foi aconselhado a se desfazer da sociedade existente há mais de 20 anos para abrir seu próprio escritório e se preparar para as demandas que vem pela frente. Isso porque a DECO e o Gaeco , sairão às ruas em novas operações. O advogado já contactado, por um renomado escritório famoso da cidade cujo proprietário é dono de um time de futebol tem que estar aposto de imediato com seu time para trabalhar na hora em que a polícia começar a cumprir mandados de prisão e busca e apreensão a fim de que não se "vaze" muita coisa pra imprensa.

O famoso criminalista já começou a receber farta documentação para se familiarizar com os processos e tomou algumas precauções quando se desloca para sua casa no Lago Norte. Nunca volta pra casa no mesmo horário e faz trajetos diferentes todos os dias.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

O convencimento palaciano 'Eunício Oliveira'

O líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira, espera que as pesquisas de opinião que mostram sua ampla vantagem na corrida ao Governo do Ceará sejam uma justificativa plausível para que a presidente Dilma convença o governador Cid Gomes a apoiá-lo. Eunício irá esperar até março por esse apoio. Se não houver acordo até lá, comunicará ao Planalto e ao próprio Cid que será candidato e construirá sua chapa em torno de seu nome numa ampla frente partidária.

O líder não descarta se aliar com o PSB do governador Eduardo Campos e o PSDB do senador Aécio Neves, no entanto está fechado com a presidente Dilma.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Celina representa contra GDF por improbidade e propaganda antecipada


A deputada Celina Leão (PDT) protocola nesta sexta-feira (27), no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e no Ministério Público Eleitoral, uma representação contra o GDF por improbidade administrativa e propaganda eleitoral antecipada. Os crimes, segundo a parlamentar, acontecem com a mudança da cor dos uniformes da rede pública de ensino para o ano letivo de 2014, que passa a ser vermelha, cor símbolo do Partido dos Trabalhadores (PT).

A nova camiseta terá detalhes de cor vermelha além de uma imagem do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. Segundo a Secretaria de Educação do DF, cerca de 100 mil unidades do novo uniforme já foram produzidas.

Para Celina em pleno ano eleitoral fica evidente a prática de crime. “Tiveram três anos para mudar os uniformes e não o fizeram, a mudança em ano eleitoral tem uma única intenção, o interesse e a promoção pessoal em explicito favorecimento à candidatura, o que não podemos tolerar”, pontua a deputada.

Fonte: Assessoria da Deputada Distrital Celina Leão.

Ex-senador Luiz Estevão volta à cena política


Apesar de ver o seu clube, o Brasiliense Futebol Clube, ser rebaixado para a Série D de 2014, o ex-senador Luiz Estevão, se prepara para ser um dos astros da política na capital brasileira. Presidente de fato do PRTB no DF, o ex-senador foi cassado pela justiça em junho de 2000 e teve seus direitos políticos suspensos até 2016, o que não lhe permitirá ser candidato no próximo ano.

Apesar dos pesares, o empresário prepara com muito cuidado uma nominata com 48 pré-candidatos à Câmara Legislativa no DF. Vai dar barulho! Apesar de a previsão ser de apenas 48 candidatos, 76 pessoas já procuraram a sede do PRTB e se inscreveram como pré-candidatos. Por falar em sede, trata-se de uma sofisticada mansão na Península dos Ministros no Lago Sul em Brasília, ao lado das residências dos presidentes da Câmara e do Senado. De segunda a sexta-feira, o ex-senador dá expediente por lá e recebe pré-candidatos da Ceilândia ao Sudoeste, de Brazlândia ao Gama, todos com sonho de fazer parte da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

O plano do empresário e político, é eleger pelo menos quatro deputados distritais, mas o seu partido poderá surpreender os brasilienses. Nos bastidores da política candanga, o nome mais comentado para disputar o Palácio do Buriti, é o do ex-governador Joaquim Roriz, filiado ao PRTB. A filha de Roriz, a deputada distrital Liliane, também filiada ao partido de Estevão, está muito bem nas pesquisas e, ao que tudo indica tem chances de obter votação expressiva para a reeleição, quando poderá ultrapassar a barreira dos 40 mil votos. Com o objetivo de ocupar o espaço das mulheres, outros nomes de peso se apresentaram na mansão do PRTB, presidido nacionalmente pelo paulista Levy Fidelix, são elas: A funcionária pública, Cláudia Neves de Souza; Patrícia Roriz, ex-esposa do ex-deputado Tadeu Roriz; a radialista Miriam Cristina; Adelía Frejat, sobrinha do ex-deputado Jofran Frejat; entre outras. Na ala masculina, destacam-se: O radialista e apresentador de televisão, Toninho Pop; o ex-deputado distrital Marcos Arruda; o atual prefeito de Água Fria-GO, no Entorno de Brasília, João de Deus; o líder comunitário Juarezão de Brazlândia; o ex-delegado Fernando Fernandes, conselheiro tutelar em Ceilândia; Rony Andrade de Samambaia; o jovem Ivan José, ligado nas redes sociais; Júnior carvalho, presidente da Associação Comercial de São Sebastião; o pastor Marco Nogueira do Gama; o Vilela, líder espiritual do Vale do Amanhecer, entre outros.Como se vê, diversos segmentos sociais estão representados no PRTB do ex-senador Luiz Estevão.

Entrevistamos a funcionária pública, Cláudia Neves Souza: “Sou baiana, mas moro em Brasília há 20 anos e sou funcionária comissionada da Secretaria de Trabalho. Aqui em Brasília, fiz uma legião de amigos nessas duas décadas que moro na cidade. Sou pré-candidata a deputada distrital, com o objetivo de incrementar o esporte, principalmente o esporte considerado de elite, como; o Jiu-Jitsu, o MMA, o voleibol e o basquete. Nessas modalidades, o jovem pobre não tem a menor chance. Portanto, faço um trabalho promovendo eventos esportivos em todo o DF, com o objetivo de tirar das ruas, os meninos e meninas carentes, na maioria com algum desajuste social. O PRTB é um partido muito charmoso em Brasília, que dá oportunidade ao negro, ao trabalhador na Zona Rural e variadas atividades que determinados partidos não valorizam. E mais, temos em nossos quadros, o maior líder político de Brasília, o Joaquim Roriz, o pai dos pobres”, finalizou.

Acredita-se que Roriz poderá disputar o Palácio do Buriti, tendo ao seu lado como vice, a apresentadora de TV, Flávia Arruda, esposa do ex-governador José Roberto Arruda. Na última semana do mês de janeiro de 2014, ocorrerá uma grande reunião do PRTB, com todos os seus pré-candidatos, oportunidade me que Roriz deverá ser aclamado como pré-candidato oficial ao GDF.

Certamente Luiz Estevão voltará à política em alto estilo, e com possibilidades reais de eleger o governador em 2014 e uma bancada forte para a Câmara Legislativa do DF. Quando estiver livre da justiça em 2018, Luiz Estevão, poderá realizar o sonho de se candidatar a governador do Distrito Federal.

Por: Walter Brito

Fonte: Blog da Cris - crisoliveralves.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Roriz lidera nova pesquisa e em segunda está…

Governo

Aos 77 anos, com diabetes e na fila de espera para transplante renal, em um hospital de São Paulo, o ex-governador de Brasília, Joaquim Roriz (PRTB) dispara na opinião popular no que se refere à disputa pelo Palácio do Buriti. Pesquisa feita pelo Instituto O Parlamento, entre os dias 20 e 24 de dezembro e registrada no TRE/DF, mostra de forma clara, o crescimento da pré-candidatura do velho guerreiro da política candanga. Vale lembrar, que no mês de setembro Joaquim Roriz tinha 21% de intenção de votos, contra Reguffe (PDT) que pontuou com 15,2%; 11% obtido por Arruda (PR), enquanto que o atual governador Agnelo Queiroz (PT) ficou com 8%. Em outubro, o Diário da Manhã publicou pesquisa do Instituto O Parlamento com 2.500 questionários, quando Roriz passou de 21% para 27% de intenção de votos. Na mesma pesquisa, Reguffe obteve 17,4%; Arruda 10,8% e Agnelo 9,64%. Na última pesquisa feita, em dezembro, com 2.200 questionários, quando foram ouvidos eleitores de todas as regiões administrativas do DF; Roriz obteve 31%, enquanto que 19,18% dos eleitores de Brasília opinou pelo nome de Reguffe; 11,59% ficou com Arruda e 7,31% disse que votará no atual governador Agnelo Queiroz.

Quando o Instituto sugere só quatro nomes para a pergunta estimulada, Roriz salta para 36,81% de intenção de votos, enquanto que seu principal concorrente, o deputado Antônio Reguffe pontuo com 19,18%; seguido pelo atual governador Agnelo Queiroz com 12,95%. O pré-candidato pelo PSol, Toninho, ficou com 6%. Vale lembrar ainda que, quando o nome de Roriz é substituído pelo da sua filha, a deputada distrital Liliane Roriz (PRTB), ela se destaca em primeiro lugar com 16,68%, enquanto que o ex-governador Cristovam Buarque (PDT) se posicionou em segundo lugar com 11,59%.

Senado

A disputa para o Senado está bastante acirrada, de acordo com a pesquisa de O Parlamento, cujo embate se dá entre Antônio Reguffe, com 22,22% e Gim Argello (PTB) com 14,62%. O terceiro colocado é Geraldo Magela do PT, com 10,18%. Caso Reguffe dispute o governo, o senador Gim Argello, vice-líder da presidenta Dilma no Senado, fica em primeiro lugar e em uma posição bem confortável para disputar a reeleição.

Câmara Federal

A grande novidade é a possível volta do ex-governador José Roberto Arruda, que poderá disputar uma vaga na Câmara Federal. Nesse sentido e de acordo com a pesquisa estimulada de O Parlamento, Arruda é o primeiro colocado, com 12,36% de intenção de votos, e, Jaqueline Roriz (PSC), também filha de Joaquim Roriz, se posiciona, em segundo lugar, com o percentual de 9,77%.

Câmara Legislativa do DF

A grande surpresa na disputa da Câmara Legislativa do DF, é a pontuação extraordinária do administrador de Samambaia, Risomar Carvalho (PT), que ficou em sexto lugar, com 2,09% entre os mais votados para aquela Casa. O primeiro lugar é da deputada Eliana Pedrosa (PPS), pré-candidata ao governo do DF; o segundo colocado é Chico Leite (PT), pré-candidato ao Senado; o terceiro colocado é o Agaciel Maia (PTC), pré-candidato à Câmara Federal; ficando em quarta e quinta colocações respectivamente, Chico Vigilante e Liliane Roriz. Lembrando ainda que, Liliane poderá também ser candidata ao governo do DF. Conclui-se que, Risomar é o segundo colocado real, na disputa por uma vaga na Câmara Legislativa do DF. É importante ressaltar, que Risomar Carvalho, foi considerado na mesma pesquisa de O Parlamento, como o melhor administrador das cidades satélites de Brasília, com 72,23% de aprovação popular. Coincidência ou não é lá em Samambaia, que o governador Agnelo tem a melhor aprovação de seu governo, bem como o melhor desempenho na disputa para o Palácio do Buriti.

Entrevistado pela reportagem, o ex-governador Joaquim Roriz, disse: “Estou orgulhoso e satisfeito de ter uma pontuação expressiva para o governo de Brasília. Estou cuidando de minha saúde, e certamente estarei preparado para disputar o pleito do ano que vem. Já conversei com diversas lideranças que me acompanharam nos quatro governos em que administrei Brasília. Tive boa receptividade, o que me anima! Acredito que vou conseguir unir o nosso grupo político, que sempre derrotamos o PT junto com seus aliados. Com ajuda de Deus e a vontade do povo, vamos vencer novamente”, concluiu.

A pesquisa O Parlamento identificou ainda o seguinte resultado para Presidência da República: Marina Silva em primeiro lugar, com 25%; Dilma Rousseff, 20,68%; Aécio Neves 17,27%; Joaquim Barbosa, 16,63% e Eduardo Campos com 5,86%.

Qual a avaliação você faz do governo Agnello?

Candidato Quantidade Percentual (%)

Ótimo 103 - 4,68%

Bom 296  - 13,45%

Péssimo 619  - 28,13%

Ruim 351 - 15,95%

Regular 729 - 33,13 %

Não responderam 102 - 4,63 %

TOTAL 2.200 - 100%

Metodologia

Pesquisa realizada nas seguintes localidades do DF: Águas Claras; Asa Sul; Asa Norte; Brazlândia; Ceilândia Norte e Sul; Cruzeiro Novo e Velho; Fercal; Guará I e II; Gama; Itápoã; Jardim Botânico; Núcleo Bandeirante e Candangolândia; Lago Sul; Lago Norte; Planaltina (Vale do Amanhecer); Paranoá; Park Way; Recanto das Emas; Riacho Fundo I e II; Samambaia; Santa Maria; São Sebastião; Setor de Indústrias; Sobradinho I e II; Sudoeste/Octogonal; Taguatinga Norte e Sul; Varjão; Vicente Pires; Vila Planalto e Vila Militar. Foram ouvidos 2.200 (dois mil e duzentos) eleitores.

Foram verificados os seguintes quesitos:

Sexo; Faixa etária; Escolaridade; Nível de renda; Avaliação Administrativa do GDF; Espontânea para Distrital; Estimulada para deputado federal; Estimulada para senador I e II; Espontânea para governador; Estimulada para governador I, II, III, IV, V, VI e VII; Rejeição/governador; Estimulada para presidente. Vale ressaltar que os questionários foram distribuídos em todas as regiões administrativas do Distrito Federal, de acordo com o peso eleitoral de cada uma. A coleta de dados foi feita entre os dias 20 e 24 de dezembro de 2013.

Uma pergunta fica no ar: E se Roriz e Arruda não puderem se candidatar por questões jurídicas, para onde irão essas intenções?

FONTE: Politicando & Criticando - Por Esdras Messias / Postado por Do Cafezinho.