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sexta-feira, 29 de março de 2013

Justiça tarda e a política não falha


A operação Caixa de Pandora foi determinante para o resultado da eleição de 2010. Simplesmente limpou o caminho para que o petista Agnelo Queiroz chegasse ao Palácio do Buriti. Até então imbatível, José Roberto Arruda teve que deixar a cena política. E a cidade.

Arruda mora hoje em São Paulo. Ele não deixa de acompanhar o que acontece em Brasília. Recebe políticos e ex-assessores. Faz contas, análises políticas e acredita que pode voltar em 2014. Mas é algo que não fala em público. Teme que isso possa acelerar os processos da Caixa de Pandora.

Se a operação da Polícia Federal ajudou Agnelo, desta vez a morosidade da justiça pode dar uma força para Arruda. Hoje ele pode ser candidato ao que bem quiser, basta se filiar a um partido. Sem condenação, Arruda é ficha limpa.

A denúncia do Ministério Público Federal contra Arruda e outros 36 acusados deve ser julgada ainda neste ano pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A questão é que não deve ficar por lá muito tempo.

A denúncia deve ser desmembrada. Além do conselheiro do Tribunal de Contas do DF, Domingos Lamoglia, afastado desde dezembro de 2009, ninguém mais no processo tem foro privilegiado. Se Lamoglia for afastado ou decidir deixar o TCDF, toda a ação desce para primeira instância. Isso significa tempo, muito tempo.

No STJ, quem está responsável pela denúncia é o ministro Arnaldo Lima. Ele garante que organizará no gabinete um “pequeno mutirão” para acelerar a análise da defesa dos acusados e elaborar o relatório.

Depois de levar o caso à Corte especial do STJ, será decidido sobre a abertura ou não de ação penal. O escândalo estourou em novembro de 2009, mas a denúncia só foi feita pela Procuradoria-Geral da República em outubro do ano passado.

Se a Corte especial do STJ, formada pelos 15 ministros mais antigos do tribunal, decidir aceitar a denúncia, os acusados se tornarão réus em uma ação penal. Com a saída estratégica de Lamoglia do TCDF, o caso reinicia no TJDFT.

Arruda ganha tempo para decidir se vai participar do jogo em 2014. Aos amigos mais próximos, o ex-governador explica sua situação. Ele considera que seu apoio é importante a qualquer candidato que venha disputar o Palácio do Buriti. Mas faz questionamentos. “O que é melhor, estar dentro do campo e ser o artilheiro do campeonato, ou assistir tudo da arquibancada?”, diz, fazendo referência a ele mesmo ser o candidato contra Agnelo Queiroz.

O processo na justiça caminha a passos lentos para não ser impedimento a uma candidatura de Arruda. No entanto, ele só virá se tiver essa e outras certezas. Ele é um dos planos (A, B e C) do grupo que está se formando para enfrentar o PT.

Mesmo com o escândalo, Arruda preserva um bom potencial de votos. Até agora o governo Agnelo não fez o povo esquecer Arruda. Pelo contrário, age como seu principal cabo eleitoral.

À medida em que Agnelo perde aliados, fortalece o antigo grupo político de Brasília. E, para completar, contribui para a formação de uma terceira via. O senador Rodrigo Rollemberg (PSB) vem costurando uma chapa ousada. E também que pode dar muito trabalho.

Rodrigo tenta atrair os deputados Chico Leite (PT) e Zé Reguffe (PDT) para sua coligação. O primeiro seria candidato a vice-governador, enquanto o segundo iria disputar o Senado. Os dois negam, é claro. Se conseguir, ainda fecha o apoio do senador Cristovam Buarque (PDT).

A situação de Chico é mais complicada. Ele teria que sair do PT. A Rede de Marina Silva o espera de braços abertos, mas a situação não é tão simples. Para levar o campeão de votos do PT, a Rede precisa existir de fato. E oferecer condições eleitorais. De ideologia, político nenhum vive.

Reguffe é disputado também pelo grupo de Agnelo. Seria o candidato ao Senado da coligação, que despacharia o senador Gim Argello (PTB) para a frente de oposição. Pode até levar Reguffe, mas não leva Cristovam. O PDT iria manco para os braços do PT.

A impressão que se dá é que o Palácio do Buriti não está fazendo as contas direito. A cada avanço em conseguir um apoio, perde dois ou três. Os estrategistas do governo não conseguem fazer o fácil e insistem no complicado.

Rodrigo aposta no novo e no leve. Na ética e na juventude. Arruda na força política e na tradição. Quer unir as principais lideranças políticas da cidade. Quem assiste a tudo é o vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB).

Se em 2010 o governo caiu no colo de Agnelo, em 2014 é Tadeu que espera sentado para ver o que vai acontecer.

Fonte: Blog do Callado

Protagonista ou coadjuvante? Qual o papel do PSDB/DF?


Indiscutivelmente o PSDB nacional deu a largada para o processo eleitoral de 2014. Aécio Neves ganha a cada dia a musculatura do candidato ideal do partido para disputar a sucessão da presidenta Dilma Roussef.

A imagem de garotão de Aécio perdeu o espaço para a figura de um político experiente, articulado, agregador e sobretudo de gestor eficiente. Minas Gerais é um dos principais colégios eleitorais brasileiros, cuja força é suficiente para sustentar as pretensões presidenciais de seu ex-governador por duas vezes.

Entretanto, Aécio  se vê obrigado a remar contra a permanente vontade de José Serra em ser protagonista do processo eleitoral, já que o mesmo ainda detém uma grande influência das decisões do PSDB, partido a que ambos pertencem.

O encontro da sintonia entre as principais lideranças pessedebistas será fator preponderante para que o candidato escolhido chegue inteiro ao pleito, evitando, portanto, o que historicamente aconteceu nas últimas três campanhas presidenciais, onde a unidade das principais lideranças deixou muito a desejar.

É fundamental também que PSDB não perca de vista o processo de composição das executivas regionais, sob pena de encontrar mais adiante, a sua estrutura partidária regional absolutamente distante do discurso de oposição.

Nesse contexto, cabe uma análise mais atenta sobre a movimentação do partido no Distrito Federal, já que as eleições internas das zonais ocorrerão no próximo domingo, 31/03, onde serão escolhidos os delegados que comporão o colégio eleitoral que elegerá a nova executiva local.

É importante relembrar que o PSDB/DF não é representado no parlamento local, ou seja, na Câmara Distrital e só agora, depois do reingresso de Izalci Lucas é que o partido dispõe de seu único deputado federal. Convenhamos que essa representação parlamentar é  muito pequena para o partido que enverga a chancela de maior partido de oposição.

A perda da representatividade do PSDB no cenário político do Distrito Federal é resultado de um acanhamento de postura política de seus dirigentes, em face ao quadro de inequívoca letargia da administração do petista Agnelo Queiroz. A estratégia de mergulhar opiniões e críticas ao governo local, nas águas profundas da passividade, contribuiu para a perda da identidade política e consequentemente para a perda de credibilidade.

O momento é oportuno para que o PSDB/DF amplie o debate interno, de forma que sejam identificados os nomes daqueles que estejam libertos de quaisquer amarras que venham a inibir o legítimo direito de fazer oposição, e de fato possam construir o ambiente partidário necessário para dar a sustentação ao palanque das eleições presidenciais. Entretanto, é fundamental que o partido encontre o seu caminho através do processo democrático das eleições internas.

Os integrantes do PSDB/DF devem buscar a compreensão de que a dimensão do partido lhe reserva o lugar de protagonista e não de coadjuvante num processo eleitoral. Caso contrário, estarão trilhando o caminho do ostracismo.

Fonte: Guardian Notícias - Por João Zisman

Secretaria de Comunicação muda?


Observa-se há bastante tempo às ações da Secretaria de Comunicação do Distrito Federal e sua forma de trabalhar, vimos também um governo sendo bombardeado por diversas denúncias pela mídia e partidos de oposição.

O objetivo aqui não é acusar ou absolver o Governo do Distrito Federal, mas questionar o funcionamento da Secretaria de Comunicação que tem como principal missão levar à mensagem e informações do governo a população do Distrito Federal.

Observamos a inércia e ineficiência desta Secretaria que deveria providenciar informações e difundi-las para toda mídia e Distrito Federal a fim de esclarecer os fatos.

Comprova-se esta inércia com o fato de que o deputado Chico Vigilante fez hoje a defesa do Governo e até o momento não se viu qualquer movimentação da Secretaria de Comunicação em relação ao bombardeio feito por Alberto Fraga, Presidente do Democratas.

O que nos dá a impressão é que temos hoje uma Secretária do Estádio Nacional do Mané Garrincha, que cobre com prioridade e detalhes a construção do estádio e a agenda do governador esquecendo os outros trabalhos realizados pelo Governo do Distrito Federal.

Não observa-se a divulgação dos trabalhos realizados pela Secretaria de Saúde, Obras dentre outras pastas merecedoras de atenção.

Oras se é para prestar informações em relação ao estádio e a agenda do governador questionamos para que uma estrutura de secretaria de estado?

Fonte: Blog do Cafezinho

Direitos Humanos: Irritada por ser tão xingada, Mãe de Marco Feliciano diz que ele não a representa

Dona Maria Elisabeth Feliciano, mãe de Marco Feliciano, está com sua foto sendo divulgada em todas as redes sociais depois que resolveu aderir ao movimento contra seu filho: “Não aguento mais, todo mundo xingando o Marquinho de filho disso, filho daquilo! Xinguem ele, mas esqueçam de mim, ele já é adulto e não me representa!”

Dona Maria relembra que cansou de ver seu filho expulso da igreja, reprovado na escola e chegou a pegá-lo fazendo meinha com coleguinhas. “Esse garoto sempre foi impossível. Sempre falei pra ele, larga disso de se meter com política e religião, vai trabalhar, meu filho!” Decepcionada, ela disse que preferia até que ele fosse motorista de ônibus ou árbitro de futebol: “nossa, acho que eu seria menos xingada”, declarou.
 

Fonte: Gama Livre

Caixa de Pandora: Enrolando a Pandora

Processo no STJ
Enquanto o ministro Arnaldo Esteves Lima fala em fazer um pequeno mutirão em seu gabinete para produzir, ainda em 2013, seu relatório sobre a denúncia da Operação Caixa de Pandora, os indiciados no processo fazem o possível para retardar a Justiça.

Um exemplo é o dos ex-deputados distritais Pedro do Ovo e Rogério Ulysses.

Ovo enviou defesa ao STJ, mas o advogado aparentemente esqueceu-se de apresentar à Corte a procuração que garante que ele é mesmo o seu defensor.

Ulysses nem mesmo defesa apresentou. Por isso o STJ terá que entrar em contato com a defensoria pública para que ceda um advogado ao ex-deputado.

Em meio ao rolo, uma prorrogação dos prazos para a defesa, sem dúvida, será pedida.

Não bastasse o caso dos deputados, há ainda o do antigo sub-secretário de Justiça de José Roberto Arruda, Luiz França.

Intimado a se defender no processo, França informou o STJ que não estava em Brasília.

O problema é que um advogado do PHS deu com a língua nos dentes e admitiu ao ministro Arnaldo Esteves que França estava, sim, na capital, no período que deveria ter entregue sua defesa.

Com tantas picuinhas para resolver, Arnaldo Esteves vai precisar mesmo de um mutirão em seu gabinete para poder se ater ao que interessa na Caixa de Pandora: o grande roubo de dinheiro público por Arruda e sua turma.

Fonte: Veja.com - Por Lauro Jardim

quinta-feira, 28 de março de 2013

Arruda, Paulo Octávio e Roney fora da Câmara Federal

Roney Nemer

Arruda, aquele cara que foi governador do DF (preso, inclusive), pode ser candidato a deputado distrital em 2014. Se isso acontecer, corre o risco de que ele eleja, com o volume de votos que pode obter, de cinco a dez distritais, tendo grande influência na Câmara Legislativa.

E por que Arruda não será candidato a deputado federal? Entre os denunciados na Operação Caixa de Pandora há três que podem sonhar com a Câmara Federal, mas dificilmente tentarão este rumo. Além de Arruda, estão nessa situação o empresário Paulo Octávio e o distrital do PMDB Roney Nemer.

Vale explicar bem isso. Se um dos três for eleito deputado federal, o processo da Caixa de Pandora, que hoje está no Superior Tribunal de Justiça, passa ao foro federal, de primeiro escalão, sendo todos os 37 reus julgados pelo Supremo Tribunal Federal.

Já pensaram o sucesso no plenário do STF quando forem projetados no Jornal Nacional os vídeos de Durval Barboza? Arruda e todos os que entraram na fria da Pandora têm grandes pesadelos quando pensam no ministro Joaquim Barboza analisando seus atos. O Mensalão do PT, sem vídeos nem gravações, já foi chocante. Imaginem, por exemplo, o filme da Oração da Propina passando em pleno Supremo Tribunal! Ou as meias do Leonardo Prudente!

Assim, reafirmo: Arruda, Paulo Octávio e Rôney não serão candidatos a deputado federal. Como candidatos a distrital, se forem julgados, enfrentarão o Tribunal de Justiça do DF, ficando restritos à repercussão local.  Sem dúvida, é um estrago bem menor.

Fonte: Blog do Riella

Na Varanda: A caixa preta da CABE.

 
Não é apenas uma simples briga pelo poder o que está em disputa entre os diretores da CABE - Caixa Beneficente da Polícia Militar do DF
 
As acusações são feitas de ambos os lados, mas segundo denúncia e documentos entregues recentemente ao Ministério Público do DF, há como comprovar os indícios de um rombo financeiro de aproximadamente R$ 20.000.000,00 na instituição.

Documentos a que o blog teve acesso demonstram que na tentativa de afugentar os que não aceitam, se opõem e denunciam os supostos desmandos cometidos por parte de um grupo de diretores, até empresas de assessoria foram contratadas.

Segundo um dos denunciantes em uma das relações de cheques emitidos chamou a atenção a subcontratação de "jornalistas" que coincidentemente teriam iniciado a divulgação de notícias negativas na imprensa contra o grupo de denunciantes.

"O assunto requer pela sua gravidade investigações isentas”, desabafou um dos denunciantes que pediu para não ser identificado, temos receio de retaliações mais graves, pois dentre os desmandos encontrados há fortes ligações de empresas de pessoas muito próximas a alguns oficiais superiores."

"Para encobrir as irregularidades existentes estão tentando desmoralizar-nos até no âmbito familiar, já encaminhamos parte da documentação das nossas denúncias para a Polícia Civil, recentemente até o nome do governador foi usado em matérias relacionadas à CABE, estão tentando politizar o assunto" finalizou um dos denunciantes.

Resta saber o que será feito para abrir a caixa preta da caixa, que pelo jeito de caixa beneficente para o policial militar não tem nada.

Fonte: Edson Sombra

Deputados recorrem ao plenário contra Deputado Marco Feliciano

Parlamentares ligados aos direitos humanos vão apresentar um recurso pedindo a saída de Marco Feliciano do comando da CDH. Intenção é que pedido seja votado na próxima semana. Outra estratégia é o esvaziamento da comissão 

Parlamentares traçam estratégia para tirar Feliciano da presidência da CDH
Parlamentares ligados a direitos humanos vão recorrer ao plenário da Câmara para forçar a saída do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC/SP) do comando da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDH). A intenção é apresentar um recurso questionando tanto a eleição quanto a forma de conduzir os trabalhos do colegiado. Além disso, querem diminuir o poder de Feliciano esvaziando a composição e os trabalhos da CDH.

“Na próxima semana oferecemos um recurso, porque se a Casa não tem como decidir através das suas instâncias, como o Colégio de Líderes, que este Plenário possa decidir”, disse a deputada Erika Kokay (PT/DF), que foi vice-presidenta da CDH no ano passado. Ela fez o anúncio hoje sobre a apresentação do recurso. O grupo de parlamentares, que formou a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos, acredita que a conversa de Feliciano com os líderes, marcada para terça-feira (2), não deve surtir efeito.

Por isso, a intenção de apresentar o recurso. Os mesmos deputados já tinham acionado o Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar a sessão que terminou com a eleição de Feliciano para presidente da CDH. Existem dúvidas regimentais sobre ela. Em especial, o fato de ter sido convocada pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN) sem ato oficial e com o pedido de portas fechadas.

Além disso, os deputados questionam os últimos incidentes envolvendo a comissão. Hoje, dois manifestantes foram detidos por protestos contra Feliciano. O primeiro, o antropológo Marcelo Pereira, participava de audiência pública na CDH. O outro durante manifestação em frente ao gabinete do deputado paulista. “O que aconteceu hoje na CDH é absolutamente repudiável. Tivemos o presidente oferecendo ordem de prisão a pessoas que ali estavam para exercer o direito da liberdade de expressão”, disparou.


Em plenário, o deputado Amauri Teixeira (PT/BA) disse que a “Casa da democracia” está sendo maculada pelas recentes atitudes de Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos. “Essa é a casa do povo, não podemos macular a Casa do povo com decisões repressivas. [A comissão não pode ser] palco para aqueles que querem se manter na mídia com atitudes totalmente descabidas”, disparou.


Esvaziamento

Uma das estratégias dos parlamentares que defendem a saída de Feliciano da presidência da CDH, é aumentar o número de parlamentares na comissão. Dessa forma, a bancada evangélica perderia a maioria no colegiado e não poderia garantir o quórum mínimo para votação. A possibilidade já havia sido aventada ontem (26) pelo líder do Psol na Câmara, Ivan Valente (SP). Hoje, a proposta ficou melhor definida.


De acordo com Valente, a mudança pode ser feita por projeto de resolução da Casa. Ele afirmou que ontem, cerca de 12 líderes que estiveram presentes na reunião com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN), concordaram com a estratégia e se comprometeram a, caso a proposta siga em frente, indicarem parlamentares comprometidos com causas dos direitos humanos. Ele afirmou que Henrique Alves também gostou da ideia.


Ordem

Líder do PSC na Câmara, André Moura (SE) usou a tribuna para defender Feliciano. Ele disse que a Comissão de Direitos Humanos não pode ser uma “verdadeira baderna” e justificou o pedido de prisão feito pelo deputado contra o antropólogo Marcelo Pereira. “O presidente foi enxovalhado, criticado. [O manifestante] subiu na mesa, queria tirar a palavra dele”, afirmou. Para ele, as manifestações devem ocorrer de forma ordeira.


No discurso, Moura atacou o PT. Assim como fez o vice-presidente nacional do PSC, Everaldo Pereira, ontem (26), ele disse que os petistas deveriam questionar a indicação de “dois mensaleiros condenados pelo Supremo Tribunal Fedaral” para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Foi uma referência aos deputados José Genoino (PT/SP) e João Paulo Cunha (PT/SP), ambos condenados pelo STF no processo do mensalão.


“Enquanto tivermos discursos falsos, moralistas, por membros do PT, que vêm criticar a indicação do PSC… Eles deveriam é criticar a indicação deles. O deputado Marco Feliciano vai cumprir seu mandato como o regimento determina”, finalizou Moura.

Fonte: Congresso em Foco - Por Mário Coelho e Mariana Haubert

Líder do PSC diz que Feliciano fica em comissão e ataca PT

Após mais um dia de tumulto na Comissão de Direitos Humanos, o líder do PSC na Câmara, André Moura (SE), reafirmou nesta quarta-feira na tribuna da Casa que o deputado Marco Feliciano (PSC/SP) será mantido no comando do colegiado. Moura, que até agora havia evitado o confronto com os críticos do colega de bancada, aproveitou para atacar diretamente o PT.

“A posição do PSC é em caráter irrevogável. O Marco Feliciano vai cumprir o seu mandato”, disse o líder, que ironizou a postura dos petistas: “Será que julgar a indicação do PSC do deputado pastor Marco Feliciano é correto para um partido como o PT, que indicou dois mensaleiros condenados pela mais alta corte do país para a Comissão de Constituição de Justiça?”. Ele fazia menção a José Genoino (PT/SP) e João Paulo Cunha (PT/SP).

Com o apoio incondicional do PSC, a situação não deve mudar. Feliciano não cogita renunciar ao posto e os partidos contrários à permanência do deputado à frente da comissão não têm alternativa regimental para destitui-lo.

Fonte: Veja.com - Coluna Maquiavel - Por Gabriel Castro

Na Varanda: Surpresinha!!!!!


Se ilude quem acreditar em certos políticos de Brasília, principalmente os que estão esperando setembro chegar.

Um certo distrital anda pregando aos quatro cantos que será candidato a deputado federal em 2014, mentira pura, ele já foi informado pela cúpula dos envolvidos na caixa de pandora que nenhum dos que tiveram seus nomes mencionados como suspeitos na operação se candidatará a cargo que não seja ao de distrital.

O veredicto foi dado em recente reunião no lago sul, na residência de um "figurão" da política brasiliense. O objetivo da determinação é forcar a barra para a ação 707 do STJ descer para a justiça local.

O mentiroso tenta arregimentar o máximo de pré-candidatos a distrital para seu partido com essa desculpazinha esfarrapada e só vai dar a notícia de sua desistência depois de passado o prazo de desfiliação, a essa altura Inês é morta.

A história vazou e logo ele será pego de surpresa pelos que sonhavam em herdar seus votos.

Fonte: Edson Sombra

quarta-feira, 27 de março de 2013

Confortável 'Celina Leão'

A deputada distrital Celina Leão (PSD) ficou mais confortável politicamente após o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, sinalizar que o partido não fará uma aproximação com o Governo Federal tão cedo quanto se imaginava.

Pela leitura da parlamentar, a aproximação seria positiva para o PT, pois levaria a uma separação da oposição local.

O recuo do PSD foi estratégico, sob o olhar da distrital. “Estou muito confortável agora. Apesar do presidente regional Rogério Rosso nunca ter confirmado que iria para o GDF”, sintetizou.

Celina chegou a receber um convite do PPS. Chamado muito apreciado pela parlamentar, especialmente pelo fato da sigla ter rompido com o governo Agnelo.

Fonte: Do Alto da Torre/Jornal de Brasília
Publicado por Donny Silva

STF nega pedidos de Dirceu e sócio de Valério

O ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF e relator do mensalão, indeferiu pedidos formulados por dois condenados. Num, os advogados de José Dirceu reivindicavam a divulgação dos votos dos ministros antes da publicação do acórdão (resumo das sentenças). Noutro, a defesa de Ramon Hollerbach, sócio de Marcos Valério à época do escândalo, requeria a dilatação do prazo para a apresentação de recursos em 30 dias. 

Em resposta a Dirceu, Barbosa anotou em seu despacho: “Os votos proferidos quando do julgamento da Ação Penal 470 foram amplamente divulgados e, inclusive, transmitidos pela TV Justiça”. Mais: “Todos os interessados no conteúdo das sessões públicas de julgamento, em especial os réus e seus advogados, puderam assisti-las pessoalmente no plenário desta Corte.” 

Quanto ao pedido de Hollerbach, Barbosa avaliou que a concessão de prazo adicional de 30 dias não se justifica porque o julgamento foi público e televisionado. “Disso decorre a inegável conclusão de que, embora o acórdão ainda não tenha sido publicado, o seu conteúdo já é do conhecimento de todos”, anotou o presidente do Supremo.

Barbosa foi ao ponto: “Noutras palavras, as partes que eventualmente pretendam opor embargos de declaração já poderiam tê-los preparado (ou iniciado a sua preparação) desde o final do ano passado, quando o julgamento se encerrou.” É, faz sentido. 

Vence na próxima segunda-feira (1º) o prazo para que o Supremo publique o resultado do julgamento do mensalão. Dá-se de barato que haverá atraso. Os recursos dos réus só podem ser protocolados depois que sair o acórdão. E as penas só poderão ser executadas depois que todos os recursos forem julgados. No mês passado, Barbosa estimara que tudo estaria definido até julho. Será? 

Fonte: Blog do Josias - UOL

CABE DF: Hds furtados armazenam registros de 96 câmeras desvendando até crimes de assédio sexual.


A Polícia Civil do Distrito Federal desvendou o mistério no roubo de HDs na Caixa Beneficente da Polícia Militar do DF (CABE).

O depoimento de um ex-funcionário de nome Fábio revelou que Hadib foi o autor do furto de HDs que incriminava o Tenente-coronel Luís Alexandre, nas próximas horas deve ser decretada a prisão de Hadib.

Com isso virá a tona todo um esquema comandado pelo ex-conselheiro, Tenente-coronel Luís Alexandre. O atual presidente da CABE, Coronel Gilberto Alves de Carvalho está realizando uma verdadeira faxina que vai permitir a execução de projetos que visam modernizar e facilitar a vida dos associados.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa

terça-feira, 26 de março de 2013

Lula discursa com a voz rouca

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou com a voz rouca nesta terça-feira (26) em um seminário do jornal Valor Econômico.

Ele admitiu que estava com dificuldade na fala, mas afastou a possibilidade de retorno do câncer na laringe. “Desculpa, estou com a garganta cansada. Não se preocupem que não é o câncer, o câncer não existe mais. Embora eu tenha deixado de ser presidente, eu não perdi o hábito de falar demais”, disse.

Fonte: Cláudio Humberto

Maria de Lourdes Abadia

Sondagens para que Maria de Lourdes Abadia seja a coordenadora de uma eventual campanha de Aécio Neves para a presidência da Republica no DF estão em curso. Sem poupar discrição, Maria de Lourdes vem conversando com tucanos de alta plumagem local e nacionalmente.

Nas eleições passadas, ela tentou o Senado e teve, aproximadamente, 348 mil votos. 

Fonte: Jornal de Brasília / Alto da Torre/ Francisco Dutra

Chico e a Unitrailers-DF: A guerra continua



A guerra entre o presidente da Unitrailers-DF, Luiz Ribeiro e o deputado distrital Chico Vigilante (PT) está a todo vapor. Na ultima sexta-feira, 22, foi protocolada uma representação no Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), contra o distrital.

Luiz acusa Vigilante de usar a verba indenizatória de seu gabinete para difamar a entidade. Na semana anterior a Unitrailers-DF, já havia entrado com uma outra representação na Câmara Legislativa pelo mesmo motivo.

Chico quando é perguntado sobre o assunto diz não temer as representações e que só Deus pode lhe cassar o seu mandato.

Lembrando que o parlamentar e o TCDF não falam a mesma língua. Mas essa questão não deve interferir no processo.

Fonte: Rádio Corredor por Odir Ribeiro

Tudo azul nas eleições de 2014 em Brasília.


Estão em festa os marqueteiros da velha raposa da política do DF, Joaquim Roriz.

O marqueteiro Duda Mendonça criou a marca azul quando Roriz foi governador do Distrito Federal. A política de Brasília é separada por cores, azul (Roriz), vermelho (PT) e verde (Arruda). O Partido dos Trabalhadores, à época, fazia oposição e conseguiu, na Justiça, impedir a cor azul nas obras realizadas pelo governador Roriz.

Agora, os marqueteiros de Agnelo Queiroz tiveram a brilhante ideia de iluminar os monumentos de Brasília com a cor Azul para chamar a atenção para o dia mundial da água.

A equipe de marqueteiros de Roriz gravou com qualidade de cinema o feito. E promete usar, na campanha ao governo de Brasília em 2014, as imagens reconhecidas mundialmente que ironicamente foram feitas pelo governo Agnelo.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa

Política: Ou Serra usa espaço no PSDB ou desocupa a moita

Um festivo encontro do congresso estadual do partido, nesta segunda-feira, 25, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o governador Geraldo Alckmin (PSDB/SP) lançaram a candidatura do senador Aécio Neves à Presidência da República. Ex-candidato à Presidência por duas vezes, pelo mesmo PSDB, José Serra não apareceu.  Está "em viagem aos Estados Unidos".
 
 
Pesquisa do Ibope mostrou Dilma Rousseff com 35% das intenções espontâneas de voto para a eleição de 2014. José Roberto Toledo e Daniel Bramatti, de O Estado de S. Paulo, dois jornalistas seríssimos e que conhecem essa numeralhada, constatam e dizem: Nunca houve uma candidata como Dilma.

Ninguém antes, nem Lula nem Fernando Henrique, chegou perto de 35% de intenção espontânea um ano e meio antes da eleição. Só seis meses antes da reeleição Lula chegou a 27%. E Fernando Henrique, a 25%.

Espontânea é pesquisa na qual o eleitor diz em quem pretende votar sem que o entrevistador lhe mostre ou diga quem são os candidatos.

A presidente Dilma Rousseff larga para a reeleição com um eleitorado três vezes maior do que a soma de todos os seus adversários. A eleição está decidida? Claro, óbvio que não. Como dissemos aqui outro dia, agora é apenas o tempo de colher números, ensaiar pré-candidaturas e plantar.

Eles, os pré-candidatos, ensaiam e plantam e nós todos comentamos e debatemos. Nesse vaivém costumam se consolidar os candidatos do jogo que será pra valer. Sim, porque com quase 30 partidos tem um jogo aí que é só pra vender tempo na TV e, também assim, ganhar dinheiro.

No encontro do PSDB em São Paulo, Aécio Neves e lideranças tucanas discutiram programas de governo, rumos para o país, etc… Mas todos sabem qual é, no momento, o problema interno do PSDB. O problema tem nome: José Serra.

Serra, claro, tem o direito de fazer o que quiser; ser ou deixar de ser candidato, ficar quieto, o que for. Mas sua opção, por enquanto, tem sido atrapalhar a candidatura de Aécio Neves. Até Serra sabe que Aécio é o candidato da vez no PSDB. Mas ele não sai da frente.

Serra atribui a Aécio, e não a seus erros e à vontade do eleitorado, a derrota na eleição em 2010.

Vejamos os números. Em 2010, no segundo turno, a mineira Dilma teve 58,55% dos votos em Minas e Serra, 41,55%. Em Belo Horizonte, Dilma teve 49,61% e perdeu para Serra, que obteve 50,39%.

E em 2006, o placar no 2º turno em São Paulo foi: Alckmin 52,2% x Lula 47,7%. Já em 2010, São Paulo deu 54% a Serra e 45,9 % para Dilma.

Nessa história, está claro, há questões que são também pessoais. E Serra segue agindo com a mesma fórmula que o empurrou para suas derrotas: construindo dissensos e não consensos.

Serra, se quiser, pode ser candidato a presidente, a vice, ao que for, seja no PSDB ou fora do partido. Mas, por ora, ele se dedica a infernizar a vida do mineiro. Ok, isso também é fazer política, mas costuma ter custos, como ele já deveria ter aprendido. A rejeição alta, por exemplo, é uma longa construção, muitas vezes feita pelo conjunto de pequenos gestos.

Há uma semana, a pedidos, Serra recebeu Aécio para uma conversa de três horas. Em público, não disse uma palavra sobre a candidatura Aécio. No movimento seguinte, recebeu o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do PSB, e elogiou sua hipotética candidatura.

Ao analisar o Ibope, Toledo e Bramatti informam que Aécio tem o mesmo potencial de votos que teve Serra. O que falta é o PSDB desobstruir o caminho. Ou seja, Serra decidir se fica na frente ou sai.

Ou o partido procurá-lo e, em linguagem bem popular, dizer: Deu, amigo. Ou você usa o espaço ou desocupa a moita.

Fonte: Terra - Por Bob Fernandes

PSC diz que Feliciano é "ficha limpa" e decide mantê-lo em comissão

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Marco Feliciano (PSC/SP), durante sessão no último dia 20
O vice-presidente nacional do PSC, Everaldo Pereira, afirmou na tarde desta terça-feira (26), que após conversar com a executiva da legenda e com a bancada do PSC na Câmara, decidiu manter o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC/SP) como presidente da CDH (Comissão de Direitos Humanos e Minorias).

"O PSC não abre mão da indicação feita pelo partido. Avaliza e repito: não abre mão da indicação feita. O deputado Marco Feliciano foi eleito por maioria dos membros da comissão. Se ele estivesse condenado pelo Supremo Tribunal Federal, nem indicado seria. Feliciano é um deputado 'ficha limpa', tendo então todas as prerrogativas de estar na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias", diz a nota oficial lida por Pereira.

"Nós do PSC entendemos que ele não é racista e nem homofóbico. O deputado Feliciano já se desculpou por colocações mal feitas. Qualquer um pode deslizar nas palavras, pode errar", diz Pereira na carta.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN), marcou nova reunião sobre o assunto para as 19h de hoje. "Não era esta a indicação da semana passada. Era de buscar uma solução que harmonizasse a Casa e a sua Comissão de Direitos Humanos. Mas o presidente tem que acatar e respeitar a decisão do partido", disse, reafirmando que não tem o poder de destituir Feliciano da comissão.

Marco Feliciano chegou por volta das 15h à reunião da bancada. Questionado sobre a possibilidade de renunciar, Feliciano desconversou e disse apenas "é só olhar para meu rosto". Ele chegou escoltado por seguranças.

Um grupo de cerca de 20 pastores de diversas denominações evangélicas acompanhou o anúncio feito pelo PSC e ovacionaram o vice-presidente da legenda. Eles seguem do gabinete até o plenário 13, onde esperam conversar com o pastor Feliciano.

Do lado de fora da sala onde ocorreu a reunião do PSC, uma faixa trazia os dizeres "E se Jesus renunciasse, o que seria do mundo? Marco Feliciano, não renuncie, estamos com você. Assinado: povo cristão". A autora da faixa, a pastora Edenilza Araújo, negou estar comparando o pastor a Jesus, "apenas a pressão que está havendo em cima dele", declarou.

Everaldo Pereira leu uma nota de três páginas na qual faz um histórico das coligações feitas pelo PSC nos últimos anos, lembrando que o partido apoiou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em meio a polêmicas sobre o fechamento de igrejas e também a deputada Benedita da Silva (PT/RJ), que é negra, em duas oportunidades em que ela foi candidata à prefeitura do Rio de Janeiro.

O vice-presidente do PSC disse ainda que o partido é de paz, mas cobrou que as lideranças dos partidos da Câmara respeitem a indicação do PSC e peçam aos seus militantes que protestem de maneira respeitosa. "Não fazemos ameaças, mas se for preciso convocar centenas de militantes que pensam como nós também vamos convocar", declarou.

Outra faixa dizia "Dilma, Aécio e Eduardo Campos: o que têm a dizer sobre Feliciano na CDHM?". A faixa era empunhada pela dona de casa Sônia Martins, que diz ser mãe de uma homossexual. Nos corredores, era possível ainda ouvir gritos de "direitos humanos sim, Feliciano não".

Acusações de homofobia e racismo 

Feliciano é criticado por afirmações de cunho racista e homofóbico que geraram manifestações contrárias por parte de deputados na Câmara e protestos nas ruas e em redes sociais. O presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN), chegou a dizer que a situação da CDH com Feliciano como presidente estava "insustentável".

Algumas das declarações do deputado motivaram denúncia do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, no STF (Supremo Tribunal Federal).

No início de março, depois de acordo entre os partidos políticos, o PSC ficou com o direito de indicar o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara e, em reunião fechada, Feliciano foi eleito.

Para um grupo de deputados dentro da própria Câmara, Feliciano não teria legitimidade para ocupar um cargo em uma comissão permanente que tem como função analisar leis em proteção aos direitos humanos e em proteção às minorias. Eles criaram, na semana passada, uma frente parlamentar paralela à CDH.

Em entrevista ao programa "Pânico na Band" veiculada no último domingo, Feliciano disse que só renunciaria se morresse. O pastor disse que a escolha dele frente à comissão foi colegiada e por meio de um acordo partidário, e acordo "não se quebra". "Estou aqui por um propósito, fui eleito por um colegiado. É um acordo partidário, acordo partidário não se quebra. Só se eu morrer", afirmou.

Além da denúncia de Gurgel sobre declarações polêmicas, Feliciano é réu em uma ação penal por estelionato. Segundo a denúncia, o parlamentar recebeu, mas não compareceu a um evento religioso no Rio Grande do Sul, em março de 2008.

O STF intimou Feliciano a comparecer a um interrogatório no dia próximo dia 5 de abril, às 14h30, para dar mais esclarecimentos sobre o caso a um juiz federal, designado pela Suprema Corte.

Fonte: UOL - Por Camila Campanerut

Salve Raad

Comenta-se por aí que não vai demorar muito para que um deputado distrital venha a fazer companhia a Raad Massouh no limbo da CLDF. 

Tudo indica que é por aí que começará a operação “Salve Raad”.

Fonte: Guardian Notícias

Nem a mãe

Comenta-se que um jovem dirigente de um grande partido de oposição no DF está envolto em questões policiais.

A se confirmar o caso, nem a própria mãe estará disposta a defendê-lo.

Fonte: Guardian Notícias

O roedor e o empresário

Conhecido empresário, com sonhos políticos ainda vivos, teve uma participação ativa na Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

Resolveu seus  problemas e ajudou um amigo, que constantemente faz viagem  internacional pela Europa.

Só que documentos vazaram e novo pesadelo voltou, e nem Coca-Cola resolve.

Questão de tempo…

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