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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Patrício vai apresentar candidatura avulsa


A escolha do Corregedor se tornou o centro das atenções na Câmara Legislativa. Inclusive é um dos motivos para o atraso das votações.
 
Quem almeja o posto é o ex-presidente da Casa, Patrício
 
Nesse caso há um obstáculo para que o distrital consiga o cargo é que o bloco PT/PRB não vai indicar o petista para a comissão.
 
Mas Patrício vai endurecer o jogo e vai apresentar a sua candidatura de forma avulsa.

De acordo com o presidente da CLDF, Wasny de Roure (PT), as comissões vão ser votadas em plenário nesta quarta-feira, 27.

Enquanto isso o deputado distrital Raad Massouh (PPL) acompanha tudo da varanda.

Fonte: Rádio Corredor por Odir Ribeiro

Tucanos bicudos


O maior incentivador da candidatura do deputado federal Izalci Lucas a sucessão do governador Agnelo Queiroz (PT) é o presidente do PSDB, Márcio Machado.
 
Agora só faltou combinar com o restante da militância do partido.
 
Aliás, a cúpula tucana parece que nunca está satisfeita com nada.

Fonte: Rádio Corredor por Odir Ribeiro

Araponga revela: O pagamento para arapongagem em Brasília era feito por agência de publicidade.

Pâmela Castro, segundo Dadá teria feito o pagamento da arapongagem

Depois da denúncia do esquema de arapongagem onde políticos, jornalistas e empresários de Brasília foram vítimas, o araponga Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, e seu comparsa Marcello Lopes de Oliveira, o Marcelão, podem sentar no banco de uma nova CPI da arapongagem a ser aberta na Câmara Distrital em Brasília. As assinaturas já começaram a ser colhidas.

Marcelão e Dadá foram flagrados pela Polícia Federal, na Operação Monte Carlo, cometendo crime de arapongagem. À época, a Polícia Civil de Brasília recebeu o relatório com escuta telefônica de toda operação criminosa.

O relatório citava também o então chefe de gabinete do governador Agnelo, Cláudio Monteiro, apontado por Dadá como o homem que contratava o serviço de arapongagem para beneficiar o governador Agnelo Queiroz.

A deputada distrital Celina Leão e o deputado Michel estão à frente do movimento para viabilizar uma CPI. A qual vai fazer chegar à tona todo um esquema criminoso, patrocinado com o dinheiro público com origem na agência de publicidade da família de Marcelão.

Segundo relatou Dadá, durante entrevista gravada ao jornal Folha de São Paulo, o pagamento foi feito através da publicitária Pamela Castro, esposa de Marcelão e proprietária da agência de publicidade, que atende o governo do Distrito Federal com a conta da estatal Terracap.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa

TRE/DF anuncia o início do cadastramento biométrico dos eleitores


urna-biometrica-cadastramentoQuem não se recadastrar até 31/3/2014 terá o título eleitoral cancelado.

Começa, nesta segunda-feira (25/2) o cadastramento biométrico dos eleitores no DF, já para as eleições gerais de 2014. A meta do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE/DF) é recadastrar biometricamente 100% dos eleitores entre 25/2 deste ano e 31/3/2014. Segundo o tribunal, o uso da biometria garantirá mais segurança e celeridade ao processo e eliminará possíveis fraudes. Em todo o DF, o tribunal contabiliza 1.861.622 eleitores.

O anúncio das medidas para implantar o novo sistema, que consiste na identificação por meio das impressões digitais, ocorre na manhã desta segunda-feira (25/2), na sede do TRE, em Brasília. Segundo o presidente do órgão, desembargador Mário Machado, o tempo aproximado necessário ao recadastramento será de 10 minutos. “O atendimento ao público será monitorado diariamente. À medida que percebermos um baixo comparecimento dos eleitores, poderemos lançar campanha de conscientização e mobilização”, disse em coletiva.

O eleitor que for se recadastrar tem que realizar o agendamento no site ou pelo telefone 3048-4000, de segunda a sexta-feira. Quem não se recadastrar terá o título eleitoral cancelado. Ao comparecer a um posto eleitoral no dia do recadastramento, o cidadão deverá levar o título de eleitor, um comprovante de residência e apresentar documento de identidade com fotografia.

Fonte: Correio Braziliense
Postado por Sandro Gianelli

"Não creio que em Cuba haja socialismo", diz Yoani Sánchez

Confira a íntegra da entrevista concedida pela blogueira cubana Yoani Sánchez a Cynara Menezes: 


A blogueira cubana, ao lado de líderes como Jair Bolsonaro, em sua visita à Câmara. Foto: Agência Brasil
CartaCapital – Você é de esquerda ou de direita?

Yoani Sánchez – Me considero uma pessoa pós-moderna, ou seja, considero que os limites e as fronteiras entre os fenômenos que vivemos não estejam tão claros. Quando alguém me pergunta se sou jornalista, digo que estou no meio do caminho entre o jornalismo, a literatura, o ativismo cívico, talvez algo de informática. Isso faz com que o produto final do meu trabalho seja um híbrido. O mesmo ocorre a respeito de temas que definem as posições ideológicas. Por exemplo: sou uma defensora da liberdade de expressão, sobretudo da liberdade de imprensa. Para muitas pessoas isso me colocaria ao lado dos liberais, do liberalismo. No entanto, também sou uma grande defensora desse setor que há em toda sociedade, mais desfavorecido. Nasci num solar de Havana, uma casa coletiva. Um solar é uma casa que foi linda, mas que com os anos foi dividida e vivem muitas famílias, com banheiros coletivos e cozinha coletiva. Leia mais

Fonte: Carta Capital
Blog do Edson Sombra

Mensalão: Vejam como Lewandowski pode atrasar até dezembro o capítulo final

PROTELAÇÃO -- Também relator do processo, o ministro Joaquim Barbosa quer concluir o julgamento do mensalão com a a execução da decisão condenatória aos mensaleiros ainda neste primeiro semestre. Para isso, porém, depende dos colegas - e o mais problemático é, uma vez mais, Lewandowski
Dois meses depois do julgamento, o presidente do Supremo pede aos ministros que lhe encaminhem o voto revisado para que ele possa finalmente encerrar o processo e decretar a prisão dos mensaleiros.

Os ministros Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski atuaram em trincheiras opostas no julgamento dos principais pontos do  processo do mensalão, numa dicotomia que transcendeu — e muito — o contraponto esperado entre o relator e o revisor.

Barbosa  acolheu a tese da acusação e afirmou que o PT montou, no primeiro mandato do ex-presidente Lula, um esquema de compra de votos  no Congresso custeado com recursos desviados dos cofres públicos. ...

Já Lewandowski, ecoando a defesa, alegou que essa denúncia não  foi comprovada nos autos. Barbosa condenou à cadeia a antiga cúpula petista, enquanto Lewandowski votou pela absolvição de José Dirceu e José Genoino, ex-presidentes do partido.

Barbosa também defendeu a cassação imediata dos deputados condenados, prevalecendo, como nos casos anteriores, à recomendação de Lewandowski para que a última palavra sobre a perda dos mandatos  fosse dada pela Câmara dos Deputados.

 
Ministro Ricardo Lewandowski: se depender dele, o fim do escândalo do mensalão pode ficar até para 2014
Tais sanções só serão aplicadas depois de vencidas duas etapas derradeiras do processo.

A primeira é a publicação do acórdão. A segunda, a análise dos recursos que serão apresentados pelos advogados de defesa.  Presidente do Supremo, Barbosa já pediu pelo menos duas vezes aos ministros que liberem rapidamente seus voto revisados, o que permitirá a divulgação do acórdão.

Na semana passada, o pedido constou de um ofício encaminhado formalmente aos colegas. No  início do mês, Barbosa fez o mesmo apelo numa conversa informal entabulada pouco antes do início de uma sessão plenária. O prazo para a publicação do acórdão, segundo o regimento, acaba em 1º de abril, mas Barbosa quer ganhar tempo.
 
ENQUANTO ISSO - O deputado José Genoino, condenado por corrupção e formação de quadrilha, e o ex-ministro José Dirceu, chefe da quadrilha do mensalão, continuarão soltos até o julgamento dos recursos
Se dependesse só dele, o  texto seria publicado ainda neste mês. O problema é que apenas três ministros liberaram os votos: Cezar Peluso e Carlos Ayres Britto, já aposentados, e Gilmar Mendes. Luiz Fux, Celso de Mello e Marco Aurélio Mello prometem fazer o mesmo até meados de março. Os  outros ainda não se pronunciaram.

Depois de publicado o acórdão, os réus têm cinco dias para recorrer da decisão. Não há limite de tempo para o julgamento dos chamados embargos. Por isso, apesar de tais recursos raramente resultarem na extinção das penas impostas, o fim do processo  depende do empenho dos próprios ministros.

Jogar com o tempo, prorrogando a tomada de decisões, foi uma estratégia urdida pelo  próprio Lula quando era travada a discussão sobre a data do início do julgamento do mensalão. O petista queria que o caso ficasse para  2013. Falou isso diretamente a ministros, mas não conseguiu convencer a maioria deles. O fato de o revisor prever o desfecho apenas  em novembro ou dezembro alimenta especulações nada edificantes.

Essa disputa pelo controle do andamento do processo interessa principalmente aos deputados condenados: José Genoino e João Paulo Cunha, do PT, além de Valdemar Costa Neto (PR) e Pedro Henry (PP). Se prevalecer o prazo idealizado por Barbosa, eles poderão  perder os mandatos ainda neste ano. Caso o ritmo imaginado por Lewandowski se imponha, a cassação ficará, na melhor das hipóteses,  para o próximo ano.

Como em 2014 haverá eleições gerais e os parlamentares praticamente não darão expediente em Brasília, na  Câmara há até quem aposte que os mensaleiros conseguirão concluir o mandato. É justamente isso que Barbosa quer evitar, sob pena  de desmoralizar a Justiça e tornar manca uma sentença histórica do STF.

Fonte: Veja.com - Reportagem de Daniel Pereira e Hugo Marques, publicada na edição de VEJA que está nas bancas

GOVERNO MENTE EM PROPAGANDA INSTITUCIONAL TELEVISIONADA

Núcleo Bandeirante

O Governo do Distrito Federal, divulgou em sua propaganda institucional televisionada, que o novo viaduto do Núcleo Bandeirante foi uma melhoria para a cidade, fazendo os moradores chegarem ate 30 minutos mais cedo em casa.
 
Isso tudo não passa de uma mentira, pois moradores da via NB/1 que da acesso ao viaduto, reclamam do engarrafamento que todos os dias e formado em frente suas casas, um dos moradores reclama, que aceitaria o engarrafamento, se o viaduto resolve-se algum problema, pois esta obra foi só para piorar o transito na EPNB e causar engarrafamento dentro do Núcleo bandeirante.
 
Constatamos que com a conclusão dar obra, foi constatado o erro de o projeto. 
 
 
Fonte: Movimento Cidade Livre

Na Varanda: Cidadão honorário é a pista por Edson Sombra

Edson Sombra
Breve, mas muito breve mesmo, conheceremos a amizade de um distrital bastante enrolado com um "poderoso" empresário avesso a holofotes, mas um exímio operador do submundo da política local.

Eles talvez tenham esquecido que papel aceita quase tudo, e quando guardado, pode servir como prova.

A desconhecida amizade ligará os dois personagens a grandes investigações policiais na cidade.

Fonte: Blog do Edson Sombra

Tempo e termos 'Chico Leite'

 
“Os peitistas que desejam que eu saia do PT e ficam espalhando isso vão ter que revisar os seus comportamentos políticos e ainda terão que suportar a minha independência por um bom tempo”, palavras do deputado distrital Chico Leite (PT/DF).

Etimologia 

A palavra peitista foi escrita corretamente. Neste caso, sua etimologia tem raízes nos bastidores da política local e pode ser empregada para denominar os filiados da principal sigla do GDF que, eventualmente, sejam aficionados nas benesses e sabores dos “seios” da máquina pública. 

Sujeitos e predicados 

Ao longo dos últimos meses, corria a informação de que o parlamentar poderia migrar para o novo partido em construção estrelado por Marina Silva: o Rede Sustentável, ou, resumidamente, Rede. As possibilidades da nova força política enchem os olhos de políticos empenhados no discurso pela ética e moralidade. No entanto, os laços de Chico Leite com a estrutura PT ainda estão bem amarrados, seja do ponto de vista de capacidade de realização quanto de fôlego eleitoral.

Fonte: Jornal de Brasília - Do Alto da Torre - Por Eduardo Brito

Um playboy sob intervenção 'Valmir Amaral'

Apaixonado pelo luxo, Valmir Amaral ganhou fortuna com a construção da capital. Dos carregamentos de areia, montou frotas de ônibus e empresa de táxi aéreo e chegou ao Senado Federal. Hoje, tem vários bens penhorados 

Valmir Amaral ostenta a paixão por carros de luxo: bens executados pela Justiça

Rico vidrado em baladas, empresário com amigos influentes, um político feijão com arroz. Foi transitando entre esses papéis que Valmir Amaral fermentou os negócios do pai, Dalmo Josué do Amaral, construiu um patrimônio milionário, chegou ao Senado Federal, tornou-se pivô de uma rede de intrigas familiar e de escândalos de corrupção que respondem pela recente dilapidação de seu império, no auge durante a parceria com o ex-governador Joaquim Roriz, mas agora em evidente decadência. Em maio de 2012, teve a coleção de carros de luxo, lanchas e apartamento penhorados pela Justiça. O mais recente golpe, ontem, foi a intervenção do governo em empresas de seu conglomerado.

Valmir Amaral experimentou uma rápida ascensão. Único filho homem de Dalmo e de Ana Amância do Amaral, foi ele quem tomou a dianteira da primeira empresa, a Santo Antônio, criada pelo pai em sociedade com três tios. Dalmo é de uma geração que cavou fortuna na nova capital. Em 1968, ele vendia caminhões de areia. Como Roriz e Nenê Constantino, que se tornou outro magnata do transporte, a família Amaral começou fazendo frete da matéria-prima do concreto. Numa época em que o Distrito Federal ainda era um rincão, o mineral valia ouro.

Brasília ficou pronta. Roriz largou as carretas de areia e entrou para a política. Dalmo Amaral seguiu no transporte, mas trocou os caminhões por uma modesta frota de ônibus que atendeu às primeiras rotas da Santo Antônio no Entorno. Já nesta época, a família Amaral cruzou, pela primeira vez, o caminho com Luiz Estevão de Oliveira Neto, outro personagem que mais tarde seria determinante na trajetória de Valmir. Com a ajuda do tio Lino, Luiz Estevão começou em Brasília vendendo pneus. Dalmo, hoje com 82 anos, era um de seus clientes mais assíduos.

A cidade projetada para abrigar o poder seguiu crescendo, com Roriz mais poderoso a cada mandato e Dalmo, mais rico. Com o tempo, as empresas de transporte terrestre se multiplicaram, com as permissionárias Rápido Veneza, Rápido Brasília, Viva Brasília, além das demais operadoras de linha intermunicipais Esa e Transprogresso. Mas o chão ficou limitado para os Amaral. Começaram, então, a explorar os ares. Tornaram-se donos de helicópteros e de aviões. Abriram uma empresa de táxi aéreo, a Esat, com sete aeronaves.

Como riqueza e campanha política sempre andam próximas, a relação da família Amaral com Roriz só cresceu. Dalmo e o filho, Valmir, tornaram-se conhecidos financiadores de campanhas na cidade. Não apenas pelas posses, como os aparatos aéreos que colocavam à disposição de seus escolhidos, mas pelo estilo folclórico com que atuavam no processo eleitoral. “O volume de notas era enorme, bolão mesmo, mas tudo trocado de catraca de ônibus”, debocha um aliado de Roriz, ao descrever o perfil de generoso, mas nem tanto.

Foi assim que, em 1998, a amizade entre Dalmo e Roriz uniu Valmir e Luiz Estevão. Roriz disputaria o governo contra Cristovam Buarque. Valmir foi o indicado de Roriz para a suplência de Luiz Estevão na vaga de senador da República. Venceram todos. Mas quem mais usufruiu da vitória foi Valmir, que sem nunca ter levado um voto ocupou o mandato por seis anos e seis meses. Três vezes mais do que o titular, envolvido no escândalo de superfaturamento das obras do TRT de São Paulo e cassado em 2000. Sete anos depois, envolvido em outra crise, a da Bezerra de Ouro, era a vez de Roriz deixar prematuramente o tapete azul com menos de um ano de mandato.

Apesar de abatido por denúncias de que suas empresas teriam se valido de empréstimos ilegais do Banco de Brasília (BRB), Valmir Amaral se segurou no mandato, feijão com arroz, segundo um empresário que o acompanhou de perto: “Ele não levava jeito para a política”. Foi até o fim do mandato e, embora filiado primeiro no PMDB e depois no PTB de Gim Argello, nunca mais disputou um cargo eletivo. A falta de traquejo para a política, no entanto, não o impediu de fazer bons amigos no Senado. Um deles, o agora presidente Renan Calheiros (PMDB-AL). A relação ficou tão próxima que Valmir comprou propriedades em Alagoas e chegou a desfilar com Renan pelos ares alagoanos em época de campanha. 

Sertanejos 

Se Valmir ostentou poucos atributos políticos, descontou na vida social. Aprecia cavalos, joga tênis e adora lanchas. Morador da QL 08 do Lago Sul, uma ponta de picolé que invade área de proteção ambiental, o empresário ficou conhecido pelas festas embaladas por cantores da moda. Já soltaram a voz na residência do ex-senador gente como Ivete Sangalo, Leonardo, Chitãozinho e Xororó, dupla que animou as bodas de ouro dos pais, em 2010.

Na festa milionária onde circularam mil convidados, uma socialite descreve a simplicidade de Valmir. “No dia a dia, ele recebe a gente é com carne de porco, comidinha caseira”. Cardápio caseiro no forno, mas carro de luxo na garagem. Entre os bens pendurados pela Justiça em meio a uma briga pela dissolução da sociedade familiar, há uma Lamborghini Gallardo, uma Ferrari, um Porsche. Desde 2012, os possantes estão em poder da Justiça. Desde ontem, o governo se apoderou das sucatas que o Grupo Amaral dispunha para atender às concessões do transporte público no DF. 

Os rolos do ex-senador 

Valmir Amaral entrou para a política em 2000 na vaga aberta pelo senador cassado Luiz Estevão. Ganhou sete anos de mandato sem ter de passar pelo teste das urnas. Como o antecessor, Amaral também é alvo de uma série de acusações de negócios considerados irregulares e fraudulentos. 

Empréstimos irregulares 

Pouco após estrear como senador, surgiram denúncias de empréstimos irregulares envolvendo as empresas dele e o Banco de Brasília (BRB). O Grupo Amaral tinha uma dívida de R$ 6 milhões com o banco estatal, que já era cobrada na Justiça, e mesmo assim arrancou um novo empréstimo, de R$ 4,6 milhões. 

Sem concorrência 

Já na vaga de suplente de senador, Amaral ganhou 88% de 218 novas linhas de ônibus abertas em Brasília, sem licitação. Entre elas, as mais rentáveis da TCB, como a GranCircular, o que levou a estatal a quase extinção. Tudo graças a decreto assinado pelo aliado político Joaquim Roriz, então governador, em 2001. Amaral financiou as campanhas de Roriz e Estevão. 

Escândalo sexual 

Em 2005, um barco de Amaral naufragou no Rio São Francisco, no norte de Minas Gerais, e matou três dos seus empregados. Além dos mortos, na embarcação, estavam duas meninas, e mais seis funcionários do político. Todos participavam de uma festa, que teria sido organizada por ele, às margens do rio, onde ficou ancorado um luxuoso barco do então senador. Havia suspeita de exploração sexual de menores, mas o Senado e a Polícia Civil mineira não levaram as investigações adiante.
 


Invasão no Lago Sul 

Em 2006, Valmir Amaral trocou a casa de classe média em Sobradinho por uma mansão no Lago Sul. Em nome do pai dele, Dalmo Amaral, a propriedade virou caso de polícia. A Justiça do DF aceitou uma denúncia do MP contra ele, em janeiro de 2007, por acusação de ocupar irregularmente área verde. O empresário ergueu — na área pública entre a margem do lago e o que deveria ser o limite da propriedade — garagens, heliporto, campo de futebol com arquibancadas e quadra de tênis. Além disso, construiu três píeres, avançando sobre as águas. 

Briga em família 

Tia de Valmir Amaral, Dalva Rosa do Amaral o acusa de ter invadido as linhas de ônibus de sua pequena empresa de transporte coletivo em Planaltina de Goiás. Mas nem mesmo com a decisão judicial que obteve em seu favor, ela conseguiu retirar os ônibus de Valmir de sua área de atuação. 

Bens penhorados 

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) mandou penhorar os bens de empresas do ex-senador Valmir Amaral, no valor de R$ 38,5 milhões, em maio do ano passado. A quantia se refere à participação de Dorival Josué do Amaral e Luzia Domingos Caixeta do Amaral, tios do ex-parlamentar, na dissolução societária de 11 empresas do Grupo Amaral.

Fonte: Correio Braziliense - Por Lilian Tahan, colaborou Renato Alves

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

A década da Corrupção por Raimundo Ribeiro


Por Raimundo Ribeiro - Ao completar 10 anos à frente do Palácio do Planalto, o PT resolveu comemorar. Certamente eles tem muito a comemorar, pois parece que seus objetivos foram atingidos, mas a pergunta que deve ser feita é: será que os brasileiros tem o que comemorar?

Depende da ótica que se analisa a questão, o que vi nos últimos 10 anos não é prá comemorar, mas para lamentar, senão vejamos:

Ao assumir a presidência, Lula propõe mudar as regras de aposentadoria. conseguiu, prejudicando inúmeros trabalhadores e o tempo mostrou que o problema da previdência não foi resolvido; nesse meio tempo, surgem denúncias que Valdomiro Diniz, alto funcionário da Casa Civil na época chefiada por José Dirceu, extorquia empresários.

Finalmente em 2005, o Brasil descobre que o governo do PT institucionalizou e sistematizou a corrupção no modo de fazer política no Brasil. Antes que os fanáticos e quadrilheiros digam que a corrupção sempre existiu, digo que é verdade, mas só o PT teve a coragem de institucionalizá-la como método de governar;

Claro que antes existiam pessoas filiadas a diversos partidos que praticavam atos de corrupção, 'mas nunca antes na história deste país', nenhum delinqüente teve a coragem de se organizar, aparelhar a máquina do Estado e sistematizar a corrupção na atividade política como o PT fez.

Imperioso destacar que a grande diferença reside aí, ou seja, diferentemente de outros casos de corrupção, onde pessoas filiadas a partidos se locupletavam, o PT colocou a sua estrutura partidária como instrumento para institucionalizar a corrupção no governo Lula;

Após longos 07 anos, a suprema Corte reconhece a corrupção no governo Lula e condena os dirigentes do PT por corrupção, peculato, formação de quadrilha e outros crimes contra a Administração Pública, colocando-lhe uma marca que já está registrada na história da política do Brasil, qual seja, o PT é o único partido político declarado corrupto pelo Poder Judiciário.

Nenhuma melhoria, se é que aconteceu, pode superar a marca da corrupção que caracterizou o governo Lula.

Como se vê, a sociedade brasileira não tem nada a comemorar, mas ao contrário, precisa lutar muito para expulsar da vida pública aqueles que há 10 anos saqueiam os cofres públicos e ainda comemoram, debochando de toda sociedade brasileira.

*Raimundo Ribeiro é advogado e vice-presidente do PSDB/DF

Fonte: Guardian Notícias 
Blog Rádio Corredor por Odir Ribeiro

Araponga do grupo de Carlinhos Cachoeira sofre atentado.


O domingo parecia estar tranquilo, quando o araponga Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, foi surpreendido por um tiro de arma de fogo. O disparo atingiu o cachorro que guardava a casa. Dadá levou o animal para o veterinário e fez ocorrência policial para apurar quem fez o disparo.

Há duas semanas, o araponga confidenciou a um amigo que estava preocupado com uma motocicleta que vinha lhe seguindo.

Dadá, como é conhecido o araponga, tornou-se o braço direito do esquema comandado pelo bicheiro Carlos Cachoeira. Funcionário da Delta, empresa responsável pela coleta do lixo no Distrito Federal, Dadá fazia a intermediação do governo do Distrito Federal e a empreiteira.

O contato com o governador Agnelo Queiroz era feito através do policial civil, Marcello Lopes, o Marcelão, o secretário de Saúde, Rafael Barbosa, e o então chefe de gabinete do governador, Cláudio Monteiro. 

Na última semana, o araponga Dadá concedeu uma entrevista ao jornal Folha de São Paulo, quebrando o silêncio e envolvendo a cúpula do GDF no esquema de corrupção comandado por Carlinhos Cachoeira. 

O governador do DF, Agnelo Queiroz, contratou, nos últimos meses, serviços de jornalistas para montar uma estratégia de comunicação, afastando os escândalos que prometiam vir à tona a partir da campanha à reeleição do governo de Brasília.

Fakes foram criados nas redes sociais na tentativa de desqualificar os fatos. Mas, como diz o ditado, os fatos falam por si e mais cedo ou mais tarde emergirá todo o esquema de corrupção envolvendo o bicheiro Carlos Cachoeira. 

Dadá atribui o atentado à retaliação, após a entrevista concedida ao jornal Folha de São Paulo.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa

O efeito dominó: Grupo de Cachoeira denuncia cúpula do GDF nas próximas horas.


A entrevista de Idalberto Matias de Araújo, o araponga Dadá, foi na verdade um aviso para o comando do GDF.

Agora, já que Cláudio Monteiro e Agnelo Queiroz exigem as provas, deve acontecer um efeito dominó, passando por Cláudio Monteiro, Agnelo Queiroz, Cavendish e a Delta.

Esta semana o grupo do bicheiro Carlinhos Cachoeira vai abrir a caixinha de maldades.

Deve aparecer vídeos e documentos que não chegaram à CPMI do Cachoeira.

Pode ser o início de uma bomba que vai mexer com as eleições de 2014.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa

Araponga de Cachoeira aponta governador Agnelo Queiroz como braço do crime.


Uma mulher religiosa esteve, na Penitenciária da Papuda, em Brasília, oferecendo paz de espírito ao bicheiro Carlinhos Cachoeira e ao agente secreto da Aeronáutica, Idalberto Matias de Araújo, o "Dada". Entre uma oração e outra, a missionária dava os recados que o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, fazia chegar aos ouvidos do bicheiro e do araponga.

O agente da Polícia Civil de Brasília, Marcello Lopes de Oliveira, o Marcelão, que fazia a intemediação entre o governo do Distrito Federal e o grupo do bicheiro também mandava recados pela missionária. O braço político do esquema de Carlinhos Cachoeira, que atuava em Brasília, tinha sede no Palácio do Buriti.


A Polícia Civil de Brasília, subordinada ao governador Agnelo Queiroz, investigou o esquema do contraventor e as relações políticas, que faziam chegar ao governador Agnelo Queiroz.

Pelo visto, o diretor de polícia Jorge Xavier e sua equipe, escalada de última hora para investigar o esquema do bicheiro, brincaram, na verdade, de cobra cega e não quiseram enxergar. Ou não poderiam enxergar, porque o comando do GDF estava totalmente envolvido com o esquema corrupto, que chegou ao Congresso Nacional via CPMI do Cachoeira.

Agnelo recebeu ajuda do esquema do contraventor Carlinhos Cachoeira. O QUIDNOVI apurou o esquema criminoso de arapongagem, instalada no eixo Brasília/São Paulo, onde as vidas de empresários políticos e jornalistas eram devassadas, sem o menor escrúpulo para atender um comando político instalado na capital da República.


Edilson Gomes das Neves foi descoberto, com exclusividade pelo QUIDNOVI, trabalhando como araponga. Abastecia o grupo do bicheiro Carlinhos Cachoeira e o policial Civil, Marcello Lopes de Oliveira. Este último, conhecido como Marcelão da Agência Plá de Comunicação e Publicidade, que possui contratos em estatais do governo do Distrito Federal.

Agnelo Queiroz contratou os serviços de arapongagem por meio de Marcelão, que representava o GDF, e o "Dada", conhecido agente de espionagem do serviço de inteligência da Aeronáutica. O Diretor da Polícia Civil, Jorge Xavier, montou uma comissão especial de delegados para cuidar dos casos de espionagem em Brasília. Na verdade, a gaveta do diretor deve estar cheia de dados que, só agora, por intermédio do desabafo do araponga Dada, começa a vir à tona o verdadeiro braço político da arapongagem, que, inclusive, chegou até a bisbilhotar a vida da presidente Dilma Rousseff.


O araponga, descoberto pelo QUIDNOVI interceptava e-mails e quebrou o sigilo das contas telefônicas do governo do Distrito FederaL. Em uma entrevista ao jornal Folha de São Paulo, o araponga Idalberto Matias de Araújo faz revelações bombásticas e denuncia o governador Agnelo, o chefe de gabinete Claúdio Monteiro e o agente de polícia civil, Marcello Lopes, o Marcelão de ter monitorado, com quebra de sigilo, jornalistas e o site QUIDNOVI que trabalhavam na divulgação das mazelas do governador Agnelo Queiroz. 

Dadá, como é chamado o araponga, tem provas contundentes da ligação entre o braço político do GDF e a quadrilha do bicheiro Carlinhos Cachoeira. A imprensa de Brasília, com laços estreitos com a publicidade do Distrito Federal, através de Marcelão, não repercute fielmente o fato, assim como a Polícia Civil também não responsabiliza o comando político do esquema podre que sobrevive de bisbilhotara vida alheia.

A matéria jornalística, publicada no jornal Folha de São Paulo, está sendo analisada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que faz relatórios periódicos entregues diariamente à presidente Dilma Rousseff. 

A Polícia Federal e o Ministério Público estão intimando, hoje, o araponga Dadá para entregar as provas que selam de vez o braço político envolvido com o crime em Brasília. Chega, basta. É hora de tomar providências.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa

Grupo Amaral: Em outros tempos, Grupo Amaral tinha poder econômico e político no DF

Apresentação de Ivete Sangalo (foto), de Leonardo e da dupla Bruno e Marrone só para convidados vips. Assim foi a comemoração dos 70 anos do empresário Dalmo Amaral, pai do então senador Valmir Amaral (PTB/DF), em julho de 2004.

Foi uma festa que chamou a atenção da vizinhança pelo som alto e a ostentação na casa no Lago Sul que entrava pela área pública sem muito incômodo da fiscalização.

Eram outros tempos. Tempos em que o Grupo Amaral tinha poder econômico e político. O senador e seus familiares eram recebidos pelo então governador Joaquim Roriz a qualquer hora. Eram aliados. Foram eleitos na mesma chapa em 1998.

Amaral era suplente de Luiz Estevão. Com a cassação do titular, em 2000, ganhou sete anos de mandato e voto no Senado.

Com a vitória de Roriz nas urnas, as empresas de Amaral cresceram.

Em 1999, antes mesmo de se tornar senador, Valmir Amaral já mandava muito. Indicou um preposto, Leonardo Ribeiro, para a direção-geral do Departamento Metropolitano de Transportes Urbanos (DMTU), hoje o DFTrans, o órgão responsável pela fiscalização do sistema de transporte público. Fez crescer a participação do grupo Amaral na divisão do mercado.

Gerente-geral do Grupo Amaral, Leonardo Ribeiro foi quem recebeu nesta manhã (25) técnicos e analistas do DFTrans e da TCB que entraram para intervir, assumir a gestão e o controle da operação das empresas Viva Brasília, Rápido Brasília e Rápido Veneza.

A família de Valmir Amaral sabia que algo seria feito pelo governo do DF. Há mais de um ano, compromissos e obrigações vêm sendo descumpridos sistematicamente. As empresas do ex-senador são campeãs de reclamações de passageiros.

Em reuniões com o secretário de Transportes, José Valter Vazquez, e com o diretor do DFTrans, Marco Antônio Campanella, Dalmo Amaral, pai do ex-senador, exibiu imagens das festas que costumava dar na mansão do Lago Sul.

Numa delas, Valmir Amaral aparece recebendo em casa o senador Renan Calheiros (PMDB/AL), hoje presidente do Senado. Outros influentes frequentavam as festas da família Amaral.

No meio de uma briga familiar, no entanto, com disputa pelo patrimônio do conglomerado, sem mandato no Congresso e sem voto, Valmir Amaral já não é mais o mesmo. 

Fonte: Blog da Ana Maria Campos

Verdades e mentiras da política


1 - O GDF decretou uma intervenção no Grupo Amaral, que integra o sistema de transporte público do DF. A medida sinaliza que o governo não vai mais suportar abusos das empresas de transporte coletivo. O Grupo Amaral estaria levando seus ônibus para a região do Entorno e prejudicando algumas cidades do DF.

2 - Governistas contam que a intervenção no Grupo Amaral e a licitação das linhas de ônibus do DF mostra uma nova postura do GDF em relação ao sistema de transporte público do DF. Pode render muitos votos. 

3 - Graduados petistas garantem que a vaga ao Senado deverá ser usada para negociação visando à eleição de 2014. Assim, o secretário Geraldo Magela deverá disputar à reeleição para deputado federal pelo PT. 

4 - Caso tal fato seja verdadeiro, as chances do senador Gim Argelo (PTB) conseguir entrar na chapa de Agnelo/Tadeu Filippelli crescem. O problema todo é o chamado “fogo amigo”. 

5 - Já outros petistas dizem em alto e bom som que ficar discutindo chapa paras eleições de 2014 é um “grande erro”. E arrematam: “o momento é de governar”. 

6 - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa perdeu parte de seu status de poder depois que passou a ser a última comissão por onde tramitam os projetos apresentados ao Legislativo. Com caráter terminativo quanto ao futuro das propostas, a comissão era a primeira a avaliar todas as proposições. 

7 - O mesmo aconteceu com a Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF). Desde o ano passado, o governo, por meio de projeto aprovado pelos parlamentares, deu ao Executivo a prerrogativa de remanejar até 25 % de seu orçamento sem a interferência imediata do Legislativo. 

8 - Já a desejada Comissão de Assuntos Fundiários terá papel importante na apreciação de projetos como o PPCUB e o LUOS, fundamentais para definir o futuro das terras de Brasília e do DF. 

9 - O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), resolveu mudar a sua equipe de comunicação. O primeiro a sair foi o presidente da Agecom, José Luiz Bittencourt Filho, que já vinha com um grande contencioso com os veículos de comunicação. Quem assume interinamente a Agecom é o diretor administrativo-financeiro Luís Siqueira. 

10 - Adversários de deputado federal Luiz Pitiman (PMDB) garantem que ele é o candidato preferido de muitos empreiteiros para a eleição de 2014. Resta saber por qual partido já que o PMDB está na coligação de Agnelo Queiroz com o vice Tadeu Filippelli. 

11 - O deputado Raad Massouh (PPL) está em maus lençóis. Até agora não conseguiu qualquer deputado aliado que queira se comprometer a analisar o processo disciplinar que tramitará contra ele na Câmara Legislativa. Alguns de seus pares acham que Raad não conseguiu consolidar uma boa relação com seus pares. 

12 - Tem gente apostando em uma possível coligação com PSDB/PSD/PPS/DEM e PMDB para 2014.  Caso tal fato aconteça, o PT poderia enfrentar dificuldades nas próximas eleições. 

13 - Pensando bem, o problema do governador Agnelo Queiroz na Câmara Legislativa piorou muito. 

14 - Antes, Agnelo Queiroz teve dificuldade, mas conseguiu eleger o deputado Wasny de Roure (PT) para a presidência da Câmara Legislativa por unanimidade. 

15 – O curioso agora é que tem dificuldade de reunir três votos para eleger os presidentes das comissões. 

16 - Um novo embate promete esquentar as diferenças entre os distritais Chico Vigilante (PT) e Celina Leão (PSD). Os dois estão de olho na Comissão de Assuntos Sociais da Câmara Legislativa. O petista, que não é bobo, já arrebanhou votos dos colegas governistas. A votação deve acontecer na sessão desta terça-feira. 

17 – Depois de uma longa conversa com o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, Márcio Machado recebeu a missão de comandar o processo eleitoral do partido no DF. 

18 – Tem muitos aliados do deputado federal Luiz Pitiman (PMDB) se filiando ao PSDB. Será que ele sonha em mudar de partido para disputar o Buriti? 

19 - O ex-presidente da Câmara Legislativa, deputado Patrício (PT), pouco tem aparecido nas sessões da Casa. Para algumas pessoas próximas, o petista garante que quer uma reaproximação com seu eleitorado após os dois anos no comando do Legislativo local. 

20 - O governo trabalha pelo adiamento das votações das comissões da Câmara Legislativa. A versão que circula é que o Buriti não deseja que a presidência da CAF seja ocupada pelo deputado distrital Cristiano Araújo. 

21 - A maior dor de cabeça do governo na Câmara Legislativa é o ex-presidente Patrício. Tudo porque ele deseja ser o corregedor da Câmara para investigar o deputado Raad Massouh (PPL). Vai levar o caso para o plenário. 

22 - O PPS-DF, que já dava como certa a filiação da distrital Celina Leão, não sabe o que fazer. Depois que a parlamentar assumiu a liderança do PSD, como ficará a legenda que perdeu todos os seus distritais para o PEN? 

23 - Ainda nas negociações para o comando das comissões da Câmara Legislativa, a deputada distrital Liliane Roriz (PSD) deve assumir a presidência da Comissão de Educação e Saúde. Roney Nemer ficará com a de Orçamento e Finanças. 

24 – Tem governista jurando que a performance do governador Agnelo Queiroz melhorou muitos nas últimas pesquisas internas do governo. 

25 – Rola um comentário muito curioso na cidade. O sargento e araponga do esquema Cachoeira, Idalberto Matias, estaria pronto para fazer revelações com vazamento de fitas que poderiam provocar desconforto em muita gente graduada no DF.

Fonte: Estação da Notícia - Por Carlos Honorato

Na varanda: Dadá, a arapongagem, a Câmara Legislativa e a verdade que todos querem saber

O mundo político do Distrito Federal calou diante das revelações feitas por Idalberto Matias em entrevista ao "jornal Folha de São Paulo” na edição da última sexta- feira 

Após ler e reler por  inúmeras vezes o conteúdo da entrevista, constatamos algumas inverdades reveladas pelo hoje réu confesso, conhecido como Dadá,  já condenado pela Justiça   Federal a 19 anos e seis meses de cadeia pelo envolvimento com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira na Operação Monte Carlo.

Diante das respostas dadas por Idalberto ao repórter Rubens Valente lhe fizemos um desafio, e hoje  voltamos a reiterá-lo, que Dadá exponha toda a verdade, mas  o faça com provas, caso contrário, passará a impressão de que há a tentativa de extorquir alguém que  protegeu durante o tempo que esteve preso.

Que ele foi pago pra quebrar os sigilos do titular deste blog, isso não é novidade,  está provado nas gravações realizadas pela Policia Federal, isso está muito bem explicado.

Muitos comentaram a postura do blog diante das revelações do réu confesso na entrevista à Folha, alguns com posicionamentos contrários, outros com elogios.

Na entrevista, Dadá faz algumas acusações ao secretário Claudio Monteiro, outras revelações são sabidamente inverídicas. Sem provas, não há verdade, isso diz a lei.

O blog adotou a postura que há muito norteia a prática de nossa conduta "o que vale para nós, também deve valer para os outros", por esse motivo não entendemos quais os critérios que adotaram alguns integrantes do GDF para diante do nosso posicionamento postado publicamente, fazerem juízo de valor tentando diminuir a importância do conteúdo da matéria da Folha de São Paulo.

Tentar induzir, como se estivéssemos condenando o já condenado, que agora confessou outros crimes que cometeu Idalberto Matias, e absolver das acusações feitas por Dadá o secretario Cláudio Monteiro não nos cabe. Se Dadá tem provas da verdade, que as apresente, não cabe aqui acreditar em suas palavras lançadas ao vento, pois delas o titular deste blog já foi vítima.

Este blog não se vale, e muito menos dá o direito  a qualquer pessoa de forma imprópria e leviana, se socorrer de nossas postagens para com isso tentar constranger a quem quer que seja, e muito menos traduzir a seu bel prazer o nosso pensamento.

Durante esses anos praticamos a máxima de que nem tudo que se sabe se fala. Se falado, tem que ser provado, e o que não é provado torna-se crime, é a Lei, e ela é dura com os caluniadores e difamadores.

E para os que gostam de se aproveitar por conveniência, principalmente pelo momento político que passa o Distrito Federal, onde segundo algumas pesquisas dão conta que a maioria da população se mostra insatisfeita com a forma como todos estamos sendo governados, faço um alerta, que antes de qualquer ilação pejorativa ao nosso posicionamento profissional, criem coragem, disposição e pesquisem, leiam e ouçam os conteúdos da Operação Monte Carlo, para que  saibam tudo o que a bisbilhotice criminosa causou patrocinada pelo crime, e o que é mais estarrecedor, com insinuações, difamações e mentiras envolvendo o  titular do blog,  tudo registrado na voz dos próprios criminosos, capitadas em grampos realizados pela Policia Federal, com autorização da Justiça Federal.

E aqui fazemos um outro apelo público: já que Idalberto Matias, o Dadá, está disposto e seguro de contar e provar tudo que fala na entrevista a Folha de São Paulo; já que o secretario Cláudio Monteiro diz-se seguro e desmente as acusações de Dada; já que é dado como certa a quebra de sigilos telefônicos de diversas autoridades do GDF, e conforme o Jornal Folha de São Paulo publicou, a deputada distrital Celina Leão está disposta a reapresentar o pedido de instalação de uma CPI com a finalidade de descobrir tudo sobre o tema arapongagem, e confirmou a este blog que conta com o número suficiente de assinaturas para apresentar o requerimento;  porque não unir forças, Executivo e Legislativo, ambos deixando de fora as paixões políticas para pedir auxílio a Policia Federal, Ministério Publico Federal, Policia Civil do Distrito Federal e Ministério Público do Distrito Federal  e instalar a CPI trazendo a verdade à tona, limpa e cristalina?

Só assim nos livraremos dessa indústria criminosa que torna também toda sociedade alvo de bandidos sem cara, financiados pelo dinheiro publico?

Se isso não acontecer, os bandidos continuarão livres para nos roubar a privacidade, caluniando, difamando, financiados por empresários e servidores públicos inescrupulosos ávidos pelo poder.

É sabido que o material coletado na Operação Monte Carlo tem muito ainda a ser divulgado, e que com suporte das Policias Civil, Federal e Ministérios Públicos já seria suficiente para colocar na cadeia financiadores, operadores, arapongas e quem se privilegia desse esgoto criminoso que é a arapongagem.

Que se faça isso sem as emoções dos holofotes.

Está fácil, é só querer...

Fonte: Blog do Edson Sombra

Congresso: Protestos contra Renan Calheiros pelo país

Manifestantes pediram a destituição do presidente do Senado em pelo menos 43 municípios brasileiros. Mobilização também foi realizada em cinco cidades do exterior: Dublin, Paris, Lisboa, Melbourne e Auckland 


Os brasileiros foram às ruas para prostestar contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB/AL), em pelo menos 43 cidades do país e outras cinco no exterior, durante o fim de semana. Ao todo, as manifestações, organizadas nas redes sociais, mobilizaram pelo menos 2 mil pessoas que pediram a destituição do senador do cargo mais alto do Congresso. Adversários do senador alagoano já se organizam para tentar abrir novo processo contra o peemedebista no Conselho de Ética da Casa, aguardando apenas posição do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre denúncias feitas contra Renan.

Os primeiros protestos ocorreram no sábado, em oito cidades. No domingo, um grupo de 10 amigos sem ligação com movimentos sociais ou partidos conseguiu mobilizar manifestantes em 43 cidades do Brasil e cinco fora do país — Dublin (Irlanda), Paris (França), Lisboa (Portugal), Melbourne (Austrália) e Auckland (Nova Zelândia). Em terras brasileiras, Florianópolis foi a cidade que levou o maior número de pessoas às ruas: 500, de acordo com os organizadores, seguida do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte, com 300 cada. Nos atos internacionais, o mais expressivo ocorreu na capital irlandesa, com 150 manifestantes. Em Brasília, 60 pessoas se reuniram ontem de manhã na Esplanada.

Um dos idealizadores da mobilização de ontem, o empresário Carlos Rua, de São Carlos (SP), comenta que o grupo se inspirou nos caras-pintadas, que pressionaram o Congresso em 1992 a provocar o impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello, hoje senador pelo PTB de Alagoas. “Se naquela época conseguiram derrubar o presidente do país, por que não conseguiremos a cassação do Renan? Queremos chegar a um número de pessoas juntas tão alto quanto eles e fazer os brasileiros mostrarem de novo a cara contra a corrupção”, comenta Rua. Segundo ele, já há outra manifestação simultânea marcada para 19 de abril, com 70 cidades confirmadas. Pela internet, outros grupos se organizam para um outro manifesto, em 9 de março.

Na última quarta-feira, representantes de movimentos sociais fizeram um ato contra Renan em frente ao Congresso e entregaram simbolicamente a sete parlamentares a lista de 1,6 milhão de assinaturas coletadas na internet pedindo a saída do presidente do cargo. Dias antes, Renan havia divulgado uma nota comentando a mobilização virtual contra ele. “A mobilização na internet é lícita e saudável, principalmente, entre os jovens”, afirmou.

O senador Randolfe Rodrigues (PSol/AP), que recebeu o grupo de manifestantes, destaca que as manifestações ajudam a sensibilizar os parlamentares, mas na prática qualquer ação contra Renan depende de o STF receber a denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra o presidente do Senado, em que o acusa de peculato, falsidade ideológica e falsificação de documento por ter desviado verba de gabinete para pagar pensão a um filho. “O que há, por enquanto, já estava nas ações arquivadas em 2007, mas, caso o Supremo acate a representação, existirão fatos novos para levarmos o caso ao Conselho de Ética”, ressalta Randolfe. 

Nas ruas

Segundo os organizadores, cerca de 2 mil pessoas em todo o país defenderam a saída de Renan da presidência do Senado. Florianópolis teve a maior quantidade de manifestantes: 500


   

Brasília

 
 
Rio de Janeiro
 
 

Florianópolis

 

Salvador

 

São Paulo

 

Belo Horizonte

Fonte: Correio Braziliense - Por Adriana Caitano