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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

STF: Cármem Lúcia acompanha o relator e condena mensaleiros

A ministra Cármem Lúcia, do STF, decidiu nesta segunda-feira (27) acompanhar o relator do processo do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, e condenou o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato por lavagem de dinheiro, corrupção ativa e peculato.

Ela condenou também, por corrupção ativa e peculato em relação ao desvio de dinheiro na Câmara dos Deputados, Marcos Valério, Ramon Hollerbach e Cristiano Paz – que formavam o que a denúncia denominou de núcleo operacional ou publicitário.

Ao concordar com o relator, Cármem Lúcia entendeu que houve corrupção passiva e lavagem de dinheiro por parte do ex-presidente da Câmara dos Deputados João Paulo Cunha. 

“Não houve apenas a oferta ou a solicitação, mas o recebimento de R$ 50 mil (por João Paulo Cunha) e sabia-se que era vantagem indevida", justificou a ministra.

Em seguida, o presidente do Supremo, encerrou a sessão.

O STF volta a se reunir na quarta-feira (29), às 14h.

Fonte: Cláudio Humberto

STF: ministro que foi advogado do PT absolve João Paulo e Marcos Valério

MINISTRO DIAS TOFFOLI NÃO CONSEGUIU VER PROVAS CONTRA O RÉU

Como até as pedras da calçada do Supremo Tribunal Federal previam, o ministro José Antônio Dias Toffoli, ex-advogado do PT, não apenas deixou de alegar suspeição como votou pela absolvição do deputado João Paulo Cunha (PT/SP), ex-presidente da Câmara e um dos principais réus no processo do mensalão do governo Lula.

Dias Toffoli inocentou o figurão petista do crime de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Ele é o quinto a votar durante o julgamento do mensalão no tribunal. "Nenhuma prova foi produzida determinando que o réu tivesse conhecimento que os R$ 50 mil vinham da SMP&B e não do PT", afirmou o ministro.

Toffoli também absolveu parcialmente Marcos Valério e seus sócios e condenou Henrique Pizzolatto, ex-diretor do Bando do Brasil.

Fonte: Cláudio Humberto

Wellington Luiz deixa GDF e retorna a Câmara Legislativa


Quem já prepara as gavetas para retornar ao Legislativo local é o deputado distrital Wellington Luiz (PPL).

Insatisfeito com a falta de espaço dado pelo GDF à pasta que tem comandado, a de Condomínios, Wellington já comunicou ao Buriti que voltará para o cargo para o qual foi eleito. Leia mais 

Fonte: Blog do Edson Sombra - 27/08/2012
 

Desmandado 'CARLOS ALBERTO LAJES'


O administrador de Taguatinga, Carlos Alberto Jales, foi responsável por um mal-estar completamente desnecessário no fim de semana que envolveu o movimento LGBT e o Governo do Distrito Federal. Isso porque Jales negou licença aos organizadores da Parada Gay de Taguatinga, que chega em sua sétima edição.

Foi a primeira vez que o movimento de lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e simpatizantes foi vetado no Brasil. 

A negativa teve repercussão nacional e deixou o GDF em maus lençóis. Rapidamente, o governador em exercício, Tadeu Filippelli, comunicou ao deputado distrital Chico Vigilante (PT) – o primeiro a tomar conhecimento da situação e buscar solução para o impasse – que a Parada Gay iria acontecer sim. Resultado? Jales teve que engolir o desmando. Leia mais
 
Fonte: Jornal Alô Brasília - Coluna ONs e OFFs - 27/08/2012
Blog do Edson Sombra

Destaque da revista VEJA na semana: Inacreditável!

Fonte: Revista Veja - Edição Nº 2284 - 27/08/2012
Blog do Edson Sombra

Para ministro do STF, favor a ex-mulher incrimina José Dirceu


Joaquim Barbosa, relator do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), deverá apontar os favores prestados pelos operadores do esquema a uma ex-mulher do ex-ministro José Dirceu como uma prova decisiva do seu envolvimento com o mensalão

O ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), deverá apontar os favores prestados pelos operadores do esquema a uma ex-mulher do ex-ministro José Dirceu como uma prova decisiva do seu envolvimento com o mensalão.

Na fase de instrução do processo, Barbosa e seus assessores fizeram vários questionamentos à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República para esclarecer detalhes sobre os favores prestados à ex-mulher de Dirceu. Leia mais
 
Fonte: Congresso em Foco com Folha de S. Paulo - 27/08/2012
Blog do Edson Sombra

Mensalão: Relator vai rebater teses de Lewandowski nesta segunda

Joaquim Barbosa anunciou que fará 'ponderações' sobre o voto do revisor; Lewandowski defendeu na última semana a absolvição de João Paulo Cunha

O relator do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, pretende utilizar a sessão plenária desta segunda-feira para rebater as teses que foram utilizadas pelo revisor, Ricardo Lewandowski, para absolver o ex-presidente da Câmara dos Deputados João Paulo Cunha (PT).

Joaquim Barbosa vai levar aos demais ministros a argumentação de que tanto João Paulo quanto o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato se valeram do mesmo mecanismo para receber propina do valerioduto.

Ricardo Lewandowski votou pela condenação de Pizzolato por corrupção passiva, mas defendeu a absolvição do deputado petista, acusado pelo mesmo crime, por falta de prova. Leia mais
 
Fonte: Veja.com - 27/08/2012
Blog do Edson Sombra

Nem o PT mostra interesse em livrar a pele de Agnelo


A cúpula do PT nacional emite sinais de que está ficando complicado limpar a área do governador Agnelo Queiroz

Desde o episódio da famigerada videoteca de Durval Barbosa, ainda na campanha para chegar ao Buriti quando Agnelo assistiu parte da coleção do delator, as cabeças pensantes do petismo nacional tem socorrido Agnelo. “Ele tem sido uma tremenda dor de cabeça e pode comprometer a estratégia do PT em 2014, ano crucial para ampliarmos nossa base política, principalmente no Distrito Federal, uma das sedes mais importantes da Copa do Mundo no Brasil”, confidencia uma fonte próxima ao Palácio do Planalto. 

Comenta-se que a presidente Dilma Rousseff jogou a toalha e entregou o destino de Agnelo para o diretório nacional do PT administrar. Leia mais
 
Fonte: Jornal Opção - 27/08/2012
Blog do Edson Sombra

domingo, 26 de agosto de 2012

Agnelo Queiroz: Operação Paraguai.


No Dia 10 de fevereiro de 2012, o soldado João Dias Ferreira postou em sua pagina na internet um recado direto para o governador do Distrito federal, Agnelo Queiroz. João Dias pergunta o que o carro Honda Civic preto placa JHA 9455 esta fazendo nas mãos de Luiz Carlos de Coelho Medeiros e vai além. Disse que Geraldo Nascimento e Eduardo Pereira Tomás haviam transportado R$ 256 mil reais neste carro. Quem recebeu esse dinheiro? O carro hoje está estacionado no pátio de um laboratório de medicamentos no interior de São Paulo.

Luiz Carlos de Coelho Medeiros foi o responsável pelas montagens da ONGs para Agnelo e João Dias no programa Segundo Tempo, no Ministério dos Esportes. Eduardo Pereira Tomás foi apontado por João Dias como o contato que teria repassado dinheiro na garagem do Ministério dos Esportes para o ex-ministro Orlando Silva. A denúncia do soldado culminou na queda de Orlando no ministério.

Agora Agnelo Queiroz monta uma operação “Paraguai” para camuflar um presente que o soldado João Dias havia entregue para ele. A CPMI do Cachoeira identificou pelo menos três depósitos do governador para João Dias. A assessoria do GDF diz agora em nota oficial que o carro teria sido comprado com o pagamento de dez cheques, mas desfeito o negócio dois meses depois. Mentira. Agnelo ficou quase cinco meses com o carro.

Os três pagamentos que Agnelo diz ter recebido de volta em dinheiro, também não é verdade. Segundo João o governador teria passado o carro para terceiros e nunca teve essa historia de dez cheques, tão pouco devolução do dinheiro e acrescenta “a preocupação de Agnelo é com o dinheiro que foi transportado por Geraldo Nascimento e Eduardo Pereira, é isso que preocupa o Governador”.

João Dias disse estar pronto para falar na CPMI do Cachoeira. Será uma boa oportunidade para o soldado contar sobre a origem do dinheiro que o então secretário de Governo, Paulo Tadeu, tentou pagar pelo silêncio do escândalo Daniel Tavares. 

Em entrevista exclusiva concedida no final de 2011 para a Revista QUIDNOVI gravada em áudio e vídeo, João Dias disse que os R$200 mil reais deixado em sua casa pelo irmão de Paulo Tadeu e pelo chefe da Casa Militar, Tenente Coronel Rogério Leão, a mando de Agnelo, teria saído de Carlos Cachoeira, antes do escândalo da Operação Monte Carlo.

O soldado disse também não conhecer Carlos Cachoeira, e mostrou durante a entrevista extratos bancários com depósitos para Agnelo.

Disse ainda que o escândalo “Sudoeste Caboclo” revelado pelo QUIDNOVI, teria dinheiro de caixa 2 da campanha de Agnelo, para pagamentos da compra de testemunhas que comprovavam o desvio de dinheiro no programa Segundo Tempo do Ministério dos Esportes.

A testemunha corrompida foi a tia de Michael Alexandre Vieira da Silva, a sargento da policia militar do DF, Marlene Silva.

O Líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias vai pedir a convocação imediata do soldado na CPMI do Cachoeira.

Agnelo teme que seu ex-secretário de governo, o deputado federal, Paulo Tadeu, seja responsabilizado pelo pagamento de R$200 mil reais devolvidos no gabinete no Palácio do Buriti.

A origem do dinheiro chegará com certeza no esquema de jogo do bicho comandado por Carlos Cachoeira.

 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa

O passado bate a porta: Extrato bancário compromete Agnelo Queiroz


A comissão Parlamentar de Inquérito do que investiga as  ligações do bicheiro  Carlos Cachoeira como mundo politico e empresarial,  recebeu do  Banco Central documentação bancária que comprova negócios com dinheiro.

A Revista Eletrônica QuidNovi entrevistou com exclusividade o soldado da policia militar do DF, João Dias, onde ele revelou que tem em mãos documentos, vídeos e extratos bancários que comprometem o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, secretários de seu governo e pessoas envolvidas no escândalo do programa 2 Tempo do Ministério dos Esportes.

João Dias quando foi revelado com exclusividade pela revista QuidNovi estava envolvido no escândalo batizado de “Sudoeste Caboclo”. A CPMI já encontrou pelo menos duas transferências bancárias no valor de R$ 5 mil reais em 2008, na ocasião o governador Agnelo Queiroz disse conhecer João Dias apenas como membro do PC do B e que teve poucos encontros em eventos partidários, aproveitou e disse não ter nenhuma relação de amizade com o soldado, agora já admite ser amigo.

João foi candidato a deputado distrital pelo PC do B em 2006, na ocasião o mesmo partido de Agnelo, e acabou preso em abril de 2010 pela Policia Civil durante as investigações da operação Shaolin, em que foi acusado de desviar  para campanha eleitoral pelo menos R$ 2 milhões  dos R$ 40 milhões repassado pelo Ministério dos Esportes para suas ONGs .

Agnelo responde vários processos na justiça ligados a João Dias, agora o QuidNovi revela com exclusividade parte da entrevista que o soldado mostra vários extratos bancários com depósitos de propina para Agnelo. Este colunista também conseguiu que João falasse sobre o pagamento de propina do ex-funcionário da União Química, Daniel Tavares, para Agnelo quando este estava à frente da ANVISA, e também tentativa de suborno agora no governo do Distrito Federal.

Como nosso leitor pode perceber o cordão umbilical que une Agnelo e o soldado general 4 estrelas, João Dias, esta mais firme do que nunca, e a linha do novelo que esta sendo puxada mostra que governador possui relações com varias partes do mundo do crime, desde o desvio de verbas publicas do Ministério dos Esportes ate o envolvimento com bicheiro.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa

sábado, 25 de agosto de 2012

AGNELO QUEIROZ VEÍCULOS USADOS




Além dos 7 500 reais pagos por Agnelo Queiroz ao policial militar João Dias Ferreira (segundo consta, fruto da compra de um carro), os integrantes da CPI mista do Cachoeira estão curiosos para descobrir os detalhes de outra movimentação financeira do petista.

Os dados bancários de Agnelo revelam que ele recebeu, em dezembro de 2008, um depósito de 18 000 reais de Ismael Lopes Araújo, um militante do PC do B que foi assessor do petista na Câmara, até 2007.

Que tipo de transação financeira teria feito Agnelo com seu ex-funcionário? Outro carro? Pois o próprio Ismael diz que sim: Agnelo vendeu ao então assessor um gol 2006.

Por Lauro Jardim

Fonte: Veja Online
Blog Rádio Corredor por Odir Ribeiro

Agnelo Queiroz embolsou doação de R$ 24 mil ao partido em 2005

Dinheiro de campanha aparece na conta de Agnelo

Agnelo Queiroz (PT) governador do Distrito Federal
 
De acordo com os repórteres Felipe Coutinho e Breno Costa, da Folha, três doadores ouvidos, entre eles amigos do então comunista, dizem que deram o dinheiro para o partido ou para campanhas, e não para o então ministro do Esporte. Leia mais
 
Fonte: Jornal Folha de S. Paulo / Redação - 25/08/2012
Blog do Edson Sombra

Anvisa beneficiou empresa na gestão Agnelo, diz auditoria

Apuração interna aberta após reportagens do 'Estado' indica que houve favorecimento ao grupo que controla Hipolabor

 
Suspeito de fazer pagamentos ao governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), o laboratório Hipolabor e empresas de seu grupo foram favorecidos em procedimentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na gestão do petista.

Auditoria do órgão, aberta após reportagens do Estado, mostra que a farmacêutica obteve licenças irregulares, escapou de multas e deixou de sofrer ações para retirar do mercado medicamentos que ofereciam risco à saúde. Leia mais
 
Fonte: Jornal Estado de São Paulo - 25/08/2012
Blog do Edson Sombra

Destaque da revista VEJA na semana: A verdade punida

 
Fonte: Revista Veja - Edição Nº 2284 - 25/08/2012
Blog do Edson Sombra

Ricardo Lewandowski ignorou laudo da PF ao absolver João Paulo Cunha


Ministro usou apenas auditoria do TCU que não viu irregularidades

Entre os documentos usados para absolver o deputado João Paulo Cunha (PT/SP) no julgamento do mensalão, o revisor Ricardo Lewandowski citou um acórdão do Tribunal de Contas da União e um laudo da Polícia Federal.

Os dois são, em sua maior parte, favoráveis à atuação de João Paulo à frente da Câmara, mas apresentam diferenças em um ponto: a subcontratação da empresa IFT pela agência SMP&B, de Marcos Valério, responsável pelo contrato de publicidade da casa.

O TCU diz que não houve irregularidades, mas o laudo da PF, produzido após o julgamento da Corte de contas, afirma o contrário.

Entre a auditoria e o laudo, Lewandowski ficou com a auditoria. Leia mais
 
Fonte: Jornal O Globo - 25/08/2012
Blog do Edson Sombra

Destaque da revista ÉPOCA na semana: As provas contra o BMG

Uma denúncia inédita do Ministério Público Federal, a que ÉPOCA teve acesso, acusa dirigentes do banco de cometer crimes para abastecer o mensalão

ASCENSÃO
A sede do BMG, em Belo Horizonte (MG). Depois da aproximação com o PT, o lucro do BMG subiu de R$ 85 milhões em 2002 para R$ 583 milhões no ano passado (Foto: Beto Novaes/Estado de Minas )

Em março de 2006, o então procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, enviou ao Supremo Tribunal Federal a denúncia do mensalão.

Nela constavam 40 acusados de participar do esquema. Dois bancos haviam abastecido o mensalão, mas apenas os dirigentes de um, o Rural, haviam sido denunciados.

A cúpula do BMG não fora incluída entre os réus porque o Ministério Público queria investigar melhor as relações do banco com o governo petista.

Apesar disso, Antonio Fernando apontou como o BMG participara do mensalão: “Buscando o recebimento de ganhos indevidos do governo federal, o que de fato ocorreu, os dirigentes do BMG injetaram recursos milionários na empreitada delituosa, mediante empréstimos simulados”. 

Pelo menos um ganho, segundo Antonio Fernando, ficara comprovado: “O BMG foi flagrantemente beneficiado por ações do núcleo político-partidário, que lhe garantiram lucros bilionários na operacionalização de empréstimos consignados de servidores públicos, pensionistas e aposentados do INSS, a partir do ano de 2003”. Leia mais
 
Fonte: Revista ÉPOCA - Edição 745 - 25/08/2012
Blog do Edson Sombra

Assaltada em Brasília, Eliane Cantanhêde relata seus instantes de pânico

Em coluna publicada nesta sexta-feira, a jornalista Eliane Cantanhêde relata seus instantes de pânico, ao sofrer uma perseguição na noite de Brasília e ter seu carro roubado. Leia:

Colunista da Folha teve o carro roubado e avisa: “a capital da República está perigosíssima”

Se manda!
 
Saí do trabalho pouco depois das 21h para jantar com uma "fonte" (no jargão dos jornalistas, pessoa que tem informações importantes), e estava voltando para casa já no início da madrugada, sozinha, dirigindo, quando percebi que um carro me seguia. Leia mais
 
Fonte: Brasília 247 - 25/08/2012
Blog do Edson Sombra

Lewandowski diz que previa críticas ao absolver João Paulo 'O MINISTRO PERIGOSO'

Nesta quinta, ministro revisor disse não haver provas de que o deputado praticou os crimes de peculato, lavagem de dinheiro e corrupção passiva

O ministro Ricardo Lewandowski, revisor do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF)

O ministro revisor do processo do mensalão, Ricardo Lewandowski, disse nesta sexta-feira que já esperava “críticas” e “incompreensões” pelo fato de ele ter votado pela absolvição do deputado João Paulo Cunha e do publicitário Marcos Valério nas acusações a que ambos respondem por peculato e corrupção.

O juiz ainda livrou Cunha do crime de lavagem de dinheiro. Leia mais
 
Fonte: Veja.com - 24/08/2012
Blog do Edson Sombra

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Champanhes, Vinhos e Charutos



Por João Zisman e Odir Ribeiro - Logo após a divulgação do extrato bancário do governador Agnelo Queiroz, onde apareciam vários depósitos na conta do policial militar, professor de artes marciais e ongueiro Joao Dias Ferreira, um grupo de amigos próximos ao Vice Tadeu Fillipelli se reuniu na residência de um deles ... Leia Mais

Fonte: Blog Rádio Corredor por Odir Ribeiro

A Elba do Collor, os Panetones do Arruda e o Carro Usado do Agnelo 'EXATAMENTE'


Por João Zisman - Como ex-integrante do Partido Comunista do Brasil, o governador Agnelo Queiroz deveria ter aprendido com os ensinamentos do fundador da doutrina comunista moderna, Karl Marx, que assim escreveu: “A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda vez como farsa.” O fato que consumou o impeachment, e, conseq... Leia Mais

Fonte: Blog Rádio Corredor por Odir Ribeiro

Durval: "A organização criminosa não vai parar nunca"


Que Durval entregou meia população de políticos e de empresários do DF é sabido.

A notícia do depoimento do qual o delator participou hoje (23/08) na 2ª Vara de Fazenda Pública é que Durval Barbosa recarregou a metralhadora giratória e apontou para o governo e a Câmara. Atuais.

Diante do juiz Álvaro Ciarlini, que conduziu o depoimento do ex-distrital Rogério Ulysses sobre a ação a que ele responde por improbidade administrativa, Durval disse: "A organização criminosa investigada pela Caixa de Pandora foi instalada em 2003, funcionou em 2009 e continua agora. Não vai parar nunca". Sem mais detalhes.

Ex-secretário de Relações Institucionais do GDF e réu confesso, sobre o qual recaem várias ações judiciais, Durval já foi condenado por fraude em licitação, peculato e corrupção.

Do alto de sua vivência, Durval afirmou em juízo que a propina paga a deputados distritais na gestão passada "tinha o objetivo de comprar apoio político, fazer caixa de campanha e manter interesses pessoais."

Embora tenha admitido que não tinha "intimidade" com Rogério Ulysses e que nunca entregou dinheiro a ele, Durval acusa o ex-distrital de ter recebido propina como os demais colegas da legislatura passada e que em um só mês Rogério levado entre R$ 50 e R$ 60 mil por meio de "operadores do esquema".

Rogério negou durante a audiência que tenha se valido de quantia que não fosse o salário e a verba indenizatória que recebia como deputado. "Sou de origem humilde, arrimo de família, tudo o que gastei na campanha está devidamente declarado à Justiça", defendeu-se.

Rogério foi questionado sobre a situação financeira de seus pais, que são aposentados e retificou sua condição de arrimo. "Meus pais se mantêm sozinhos, não me expressei bem. É que sustento meus quatro filhos".

A condição de paternidade, aliás, é recente. Rogério virou pai há três anos, quase na mesma época em que surgiu a Caixa de Pandora. "Depois que deixei a política, tinha que fazer alguma coisa. Fui fazer filho. Do contrário, pirava", disse ao blog.

Durante a audiência, Rogério disse que há dois meses foi cedido da secretária de Educação, onde é professor de ensino fundamental, para a Câmara dos Deputados. Ele está assessorando o deputado federal Wellington Fagundes (PR/MT).

Rogério responde a ação de improbidade por participação no esquema da Pandora. Também foi denunciado pelo PGR pelo mesmo escândalo.

Na ação de improbidade, o Núcleo de Combate às Organizações Criminosas (NCOC) do Ministério Público do DF cobra do distrital R$ 5.909.820, soma do desvio atribuído a ele e dos danos morais à sociedade que o elegeu como representante.

Se Rogério volta para a política?

"Talvez. Estou pensando".

Sobre a experiência de encontrar o algoz pela primeira vez desde as denúncias...

"Eu nunca tinha encontrado Durval pessoalmente. Não conhecia ele. Parece até cantor de forró com esses cabelos e esses trejeitos", disse Rogério Ulysses, que em matéria de cabelo é primo de primeiro grau do cantor Frank Aguiar. 

Fonte: Blog da Lilian Tahan

Divergência entre relator e revisor é salutar

 
Num órgão colegiado de administração de Justiça, que é o caso do Supremo Tribunal, a divergência no julgamento entre o relator e o revisor é algo muito salutar.
 
No caso conhecido como “Mensalão”  se precipita aquele que toma, sem conhecer a prova em profundidade e nem os votos que serão proferidos pelos dos demais ministros supremos, partido do relator Joaquim Barbosa ou do revisor Ricardo Lewandowski. Leia mais
 
Fonte: Terra - 24/08/2012
Blog do Edson Sombra