Ênfase na coligação com o PMDB
Essa determinação, admite Policarpo, poderá ter implicações para o
Distrito Federal. Não se mexe com a cabeça de chapa. Ao defender a
aliança com o PMDB em todos os níveis, que considera essencial, Lula
referiu-se em especial a Brasília, onde considera a sucessão muito bem
encaminhada. Aposta não só na preservação da parceria — aliás,
considera-a certa — como na reeleição do governador Agnelo Queiroz.
Vaga para o Senado em jogo
Para o Senado, segundo o presidente do PT brasiliense, Lula defende
candidaturas próprias. Diz que os petistas devem compor uma grande
bancada para garantir respaldo parlamentar à presidente Dilma. Afinal,
hoje o PT só tem 12 senadores. No entanto, Lula insistiu — conta
Policarpo — no que chamou de “prudência”. Na prática, significa uma
política de alianças que favoreça a eleição presidencial. Quer dizer, em
função do objetivo maior, que a vaga de senador poderá ser empregada
para, sempre em sintonia com o comando nacional, para fortalecer a
recondução de Dilma.
Só em março
Ficou claro para Policarpo, ainda, que a definição das chapas não deve ocorrer antes de março.
Fonte: Jornal de Brasília – Coluna do Alto da Torre – Eduardo Brito /
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