Cachoeira foi conduzido ao cárcere pela Polícia Federal, uma
corporação que, sob Lula, estava submetida a Thomaz Bastos.
Acusa-o,
entre muitas outras coisas, de explorar jogos ilegais e transportar
delegados e policiais no bolso do colete.
O defensor ilustre de Cachoeira já havia tentado livrá-lo da cana
numa petição dirigida ao TRF-1. O tribunal indeferiu o pedido. Daí o
novo habeas corpus, agora dirigido ao STJ.
Thomaz Bastos alega que sete membros da quadrilha já ganharam o
meio-fio. Pede isonomia a Cachoeira. Queixa-se também da distância da
hospedaria, o presídio federal de Mossoró (RN).
Como ministro, o doutor esgrimia a tese segundo a qual bandido bom é
bandido preso longe de sua base de ação. Como advogado, preocupa-se com
os prejuízos que a distância causa às relações familiares de Cachoeira.
Se o STJ negar o pedido de relaxamento da prisão de Cachoeira, Thomaz
Bastos deve requerer a transferência dele para uma cadeia mais próxima
de Goiás, onde moram a família e o crime.
Fonte: Blog do Josias - UOL
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