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domingo, 2 de novembro de 2014

Sonho ou pesadelo? 'Jandira Feghali'

É grande a crise interna no PCdoB. Reeleita deputada federal, Jandira Feghali quer que os comunistas digam a presidente Dilma Rousseff não ser mais desejo do partido a continuidade do ministro Aldo Rebelo nos Esportes ou em qualquer outro ministério da Esplanada.

Jandira cismou de ser ministra da Cultura na vaga da senadora Marta Suplicy, e para concretizar seu intento trabalha abertamente pela demissão de Aldo Rebelo.

Essa atitude irritou Dilma Rousseff que gosta e respeita Aldo, além de ter pelo parlamentar do PCdoB muita gratidão. Assim, com esse jeito atabalhoado, dificilmente Jandira Feghali irá virar ministra da Cultura.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Enquadramento partidário 'Camilo Santana'

O petista governador eleito do Ceará, Camilo Santana, foi chamado pelo ex-presidente Lula para saber o espaço que o PT terá no seu secretariado.

Lula quer saber se os irmãos Cid e Ciro Gomes vão ter ingerência na escolha dos seus auxiliares. O ex-presidente vai propor a Camilo que preencha o seu governo com quadros do partido.

Principalmente em cargos de relevância. Camilo deve estar na saia justa, pois Cid Gomes do PROS foi quem proporcionou sua vitória. E deve muito à ele.

Para rezar na cartilha de Lula, Camilo terá usar de habilidade e dividir o governo, sem contrariar ninguém.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Para todos 'Armando Monteiro'

Se a regra vale para o partido da presidente Dilma Rousseff, o PT, o mesmo serve para o PTB.

O senador derrotado ao Governo de Pernambuco, Armando Monteiro, silencia sobre um movimento de seus aliados pernambucanos para levá-lo a ocupar o ministério das Minas e Energia, no posto do senador Edison Lobão, na cota trabalhista.

Monteiro diz que não foi convidado pela presidente Dilma, mas se houver a chance dele virar ministro, o sim será dado na hora. Ocorre, que Minas e Energia é um ministério do PMDB, e o PTB não tem tamanho para ficar com essa pasta. É bom Armando Monteiro ir se conformando em continuar senador.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Buriti: O poder nas mãos da família Rollemberg

O novo governador foi eleito com a ajuda de um sobrenome tradicional, que chegou a Brasília na inauguração e formou um clã com 110 membros. Mesmo sem cargos no governo, eles prometem apoiar, fiscalizar e cobrar resultados do futuro chefe do Executivo 

As reuniões da família Rollemberg geralmente são feitas na casa do Park Way, sede também de muitas festas famosas em Brasília.

Em 26 de outubro, o Partido Socialista Brasileiro (PSB) conquistou, pela primeira vez, o governo da capital federal.

A vitória, no entanto, não foi só de um projeto político. Com 15 filhos, 42 netos e 18 bisnetos — mais os agregados —, a família Rollemberg tem muitos laços com a história de Brasília e se tornou um dos clãs mais tradicionais da cidade, hoje com 110 membros. Durante a campanha, o oitavo filho de Armando e Teresa, Rodrigo, futuro governador, afirmava insistentemente que havia chegado a hora de a “geração Brasília” assumir o poder, em referência exatamente à trajetória da família no DF. Os parentes garantem que a população não precisa se preocupar: se ele não cumprir as promessas, as primeiras cobranças virão de dentro de casa.

Dos herdeiros de Armando Leite Rollemberg, ex-deputado federal, ex-ministro do antigo Superior Tribunal Federal, falecido em 1994, não só o vencedor do último pleito tem papel destacado no meio em que trabalha. Eles são advogados, empresários, servidores públicos, jornalistas, entre outras profissões, a maioria influente nas áreas de atuação, mas ninguém terá cargo comissionado no Executivo.

O jornalista Armando Rollemberg é um dos mais conhecidos na cidade. Um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT), o segundo mais velho, 62 anos, foi diretor do Sindicato dos Jornalistas do DF, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas por duas vezes e chefe da Organização Internacional dos Jornalistas.

Armando lembra que a família, além de ser grande no DF, é uma das mais tradicionais de Sergipe. O jornalista recorda que era impossível os Rollembergs não terem se enraizado na capital. “Meu pai era ministro e são muitos filhos e netos, todos trabalhadores e competentes. Chegamos no começo e fomos conhecendo muita gente”, comenta. Ele completou o ensino médio no Colégio Científico da UnB — que não existe mais. Lá, foi contemporâneo do ex-presidente Fernando Collor de Mello, dos empresários Luiz Estevão e Paulo Octávio, e do coordenador da equipe de transição do irmão, Hélio Doyle.

Apesar de nenhum dos familiares ter seguido o caminho de Rodrigo, o gosto pela política é geral. As discussões mais acaloradas ocorrem quando o assunto é a ideologia de cada um. A matriarca, Teresa, não gosta das brigas, mas fala que elas não chegam a ser motivo de discórdia. “No almoço, o clima é de guerra, mas até a hora da sobremesa eles já fizeram as pazes”, conta. Armando diz que, entre os familiares, tem de tudo: de extrema direita a esquerda radical. O futuro governador, ele classifica como um homem de “centro-esquerda”. 
 
Guto, o terceiro mais novo dos 15, enxergava a habilidade política do irmão desde pequeno. “Em meio a tantos pensamentos diferentes, ele é um dos únicos que consegue a unanimidade”, ressalta. Se ele fugir do que sempre defendeu e não cumprir as promessas, garante Guto, a família será a primeira a cobrar. Advogado e dono de um escritório situado no Lago Sul — que leva o sobrenome da família —, nem ele nem qualquer parente teve função na campanha ou cargo nos mandatos de Rodrigo. “Ele nos escuta, discute conosco, mas tem aliados e técnicos para ajudar diretamente”, diz.

A nova capital

Dona Teresa se lembra do primeiro dia em Brasília. Inicialmente, vieram ela e o marido para verificar se era possível trazer os filhos. Eles moravam no Rio de Janeiro, onde Armando exercia mandato de deputado federal, mas deixaram as crianças em Aracaju, na casa de familiares. “Nós chegamos aqui em março, participamos da inauguração da cidade com Juscelino Kubitschek. Ficamos um tempo para ver como seria a vida na nova capital”, recorda. As primeiras impressões foram as melhores. “Diferentemente do Rio, que era grande e conturbado, encontramos o ambiente ideal para criar os filhos, com muita segurança e colégios próximos à nossa residência”, lembra.

Naquela época, eram oito filhos. Depois, vieram outros sete. Um faleceu ainda bebê, com 10 meses, em 1961, devido a uma infecção não identificada. Outro morreu há dois anos, de leucemia, e hoje são 13 nas reuniões da família. Antes de se casar com Armando, a única exigência de Teresa era a quantidade de filhos. “Ele pensava em ter quatro. Eu avisei que queria muito mais e só casaria com essa condição. Em 20 anos, engravidei 15 vezes”.

Ativa, ela mora no mesmo apartamento desde 1960, na 206 Sul, e ajuda a criar os bisnetos. Teoricamente, mora sozinha. Mas são raros os dias em que acorda e há menos de 10 pessoas na sala de casa. “Tem um esconderijo que todos conhecem para deixar a chave. Quem mora mais longe fica com preguiça de voltar para casa e dorme aqui mesmo”, diz. Foi na casa de dona Teresa que Rodrigo acompanhou a apuração das eleições no último domingo.

O outro bunker da família fica no Park Way, na mansão Rollemberg, comprada ainda na década de 1960. Lá, o terreno é dividido em lotes e os irmãos são vizinhos. É o mesmo endereço em que eles promoviam festas nos anos 1980. As baladas ficaram conhecidas pela animação e eram das que mais enchiam da região.

Teresa lembra que ela e o marido apostaram no sucesso do DF desde o começo. “Muita gente falava mal. Achava que não iria para frente, que não tinha infraestrutura. Mas investimos e nos demos bem”, acredita. O terreno e o apartamento na Asa Sul eram muito baratos naqueles tempos. “Acertamos ao comprar esses imóveis. Imagina hoje, com 110 pessoas? Se não tivesse lugar para todo mundo, não seria a mesma coisa”, acredita. Reunir todos é um desafio. Agora, com a agenda mais cheia do que nunca, ficará mais difícil, mas a matriarca confia que os encontros ainda serão frequentes. “Rodrigo sempre tem tempo para a família. Assim como os outros, que também trabalham muito”.

O bisneto mais velho tem 14 anos. Dos netos, a maioria já é adulto e leva o sobrenome para todos os cantos e todas as profissões. Guto, inclusive, lembra de uma história que uma tia sempre contava. “Quando era apresentada para alguém, ela perguntava: qual dos Rollemberg você conhece?”. Para o início da carreira política de Rodrigo, o sobrenome conhecido ajudou. “No começo, todos fazíamos campanha e, com certeza, garantíamos muitos votos”, diz. A proximidade com a família permanecerá até por questão geográfica. O novo governador mora em uma casa de madeira, num lote do Park Way, dividido em frações com irmãos. De lá, não pretende se mudar. A rotina, no entanto, vai se transformar, com o entra e sai de seguranças e assessores do chefe do Executivo.

Para saber mais: Da Bahia para Sergipe

De origem holandesa, os Rollembergs desembarcaram na Bahia em meados de 1650. No século seguinte, os portugueses se incomodaram com o aumento de holandeses na região e os expulsaram de lá. Eles foram, então, para Sergipe. Por lá, se juntaram com outro sobrenome conhecido, os Leites, e, juntos, se tornaram uma as famílias mais tradicionais da região, com vários políticos influentes. Um dos hospitais da cidade chama-se Doutor Augusto Leite, que foi senador. A rodoviária leva o nome de outro senador da família, José Rollemberg Leite. Além do pai, vários antepassados de Rodrigo Rollemberg atuaram na política.

Fonte: Correio Braziliense por Matheus Teixeira.

sábado, 1 de novembro de 2014

Apesar da manipulação, petição pelo Impeachment de Dilma pode superar recorde recorde no Avaaz é de 1,6 milhão de assinaturas em petição contra Renan Calheiros

Apesar da manipulação, petição pelo Impeachment de Dilma pode superar recorde recorde no Avaaz é de 1,6 milhão de assinaturas em petição contra Renan Calheiros

Sábado, 01/11/2014 - 16:36

Dilma Rousseff

Aproximando-se de 1,5 milhão de adesões, a petição pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) no site Avaaz já superou o triplo das 450 mil assinaturas contra o deputado Pastor Marcos Feliciano (PSC/SP), acusado de homofobia, e pode superar o recorde do senador Renan Calheiros (PMDB/AL), cuja pretendida destituição da presidência do Senado atingiu a R$ 1,6 milhão de assinaturas.

O site Avaaz, que é dirigido no Brasil por um conhecido militante do PT, Pedro Abramovay, tem sido acusado de manipular a petição pelo Impeachment de Dilma. Ao contrário de todas as demais petições no próprio Avaaz, a do impeachment não exibe um contador em tempo real, registrando as adesões à medida em que são feitas pelo internauta.

O Avaaz alega “grande quantidade de tráfego” para curiosamente transferir a petição para “outro servidor”. Com isso, mantém a contagem “congelada” durante todo o tempo, com “atualizações” periódicas sem qualquer controle externo. Há indícios de que os números são mantidos artificialmente abaixo do ritmo real de adesões.

Apesar das evidências de manipulação, na madrugada deste sábado (1º) a petição pelo impeachment de Dilma somava 1.445.447 adesões.


Assine a Petição aqui: clique aqui.
 
Além do Avaaz, há petições em sites como o Petição Pública pelo impeachment de Dilma. Para aderir à petição do Avaaz,
clique aqui. O 'petista Abramovay', responsável pelo Avaaz, foi genro do ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos e assessor no Ministério da Justiça no governo Lula. No governo Dilma Rousseff, acabou demitido da secretaria nacional Antidrogas ao defender a “descriminalização de pequenos traficantes”.

Abramovay tem sido denunciado à sede na ONG, em Nova York, EUA, por supostamente manipular e “segurar” as adesões à petição pelo impeachment de Dilma, com possibilidade de esconder os números reais de assinaturas. No começo da semana havia 500 mil adesões à petição, que triplicaram em cinco dias. (Diário do Poder)
 


Leia também:

Avaaz acusada de fraudar contagem do pedido de Impeachment de Dilma - Câmara dos Deputados tem 14 pedidos de impeachment de Dilma Rousseff.

EI SAI FORA...NINGUÉM QUER VOCÊ!!! - Informando e Detonando - Raimundo Ribeiro 

Fonte: Facebook.

Roteiro disfarçado 'Polícia Federal'

 
A Polícia Federal monitora, com lupa, alguns personagens citados pelo ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, envolvidos no escândalo da Petrobras.
Os suspeitos alegaram cansaço durante o período eleitoral e descansam no exterior. Alguns deles, revelaram roteiros conhecidos, tais como Paris, Roma e Nova York.

Mas esconderam os reais destinos, paraísos fiscais. Pelo visto, o Petrolão fará muito mais estragos do que se imagina. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Salvando os tubarões 'Beatriz Catta Preta & Paulo Roberto Costa'

Especialista em delação premiada, a advogada Beatriz Catta Preta continua a desempenhar com virtuosismo seu papel no caso do Petrolão.

A estratégia é livrar os tubarões de sentenças pesadas com delação premiada. E, ainda, ainda obter o subterfúgio legal da leniência para as empresas envolvidas no esquema.

Ela defendeu e obteve delação premiada para todos seus clientes até agora, o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, o doleiro Alberto Youssef e por último Julio Camargo, executivo da Toyo-Setal. Este último deverá levar para dentro do Petrolão, o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, braço direito do mensaleiro José Dirceu.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Eleições: PSDB pede auditoria especial na eleição presidencial ao Tribunal Superior Eleitoral

Partido ressaltou que confia no sistema e só tomou a medida atendendo a dúvidas levantadas nas redes sociais

O PSDB pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) auditoria especial nas eleições deste ano. A solicitação foi protocolada nesta quinta-feira pelo deputado Carlos Sampaio (SP), coordenador jurídico da campanha presidencial de Aécio Neves. Embora diga ter confiança na Justiça Eleitoral, o partido afirma que manifestações em redes sociais questionam o processo e ressalta que a auditoria pode dar certeza ao cidadão sobre o sistema eleitoral. O TSE informou que não havia recebido a petição e, por isso, não se manifestaria.

A ideia é criar uma comissão de especialistas indicados pelos partidos políticos para o trabalho. O resultado proclamado pelo TSE foi de 51,64% dos votos válidos para Dilma Rousseff (PT) e 48,36% para o tucano, diferença inferior a 3,5 milhões de votos.

Essa comissão teria acesso a cópias dos boletins de urna e demais documentos gerados nas sessões eleitorais, dos arquivos eletrônicos com a memória dos resultados, além dos logs originais e completos das urnas eletrônicas e de transmissão e recebimento dos dados da apuração.

Pede-se ainda acesso a todas as ordens de serviço e registros técnicos sobre manutenção e atualização dos serviços técnicos relativos ao segundo turno, aos programas de totalização de votos e aos programas e arquivos de urnas usadas, que seriam escolhidas aleatoriamente em pelo menos dez cidades de cada estado.

O documento começa com elogios ao trabalho da Justiça Eleitoral “especialmente as ações voltadas à segurança dos eleitores e da garantia do sufrágio”. Frisa, porém, que, nos dias seguintes à divulgação do resultado, foram registradas manifestações em redes sociais com questionamentos sobre a confiabilidade da apuração e a infalibilidade da urna eletrônica, com petição até em defesa da recontagem dos votos. O PSDB argumenta que a credibilidade do sistema brasileiro precisa ser reafirmada.

“A legitimidade da representação popular, em qualquer país democrático, está diretamente relacionada com a confiança do povo brasileiro no processo eleitoral e nas instituições públicas. Neste momento, as manifestações de uma parte considerável da sociedade brasileira não estão em consonância com esta esperada confiança, o que exige dos órgãos responsáveis pelo processo eleitoral e dos agentes que participaram das eleições ações concretas para que quaisquer dúvidas sejam dissipadas”, diz a petição.

O ex-presidente do TSE, Carlos Velloso considerou “salutar” para a democracia uma auditoria das eleições. Ele presidiu o TSE entre 1994 e 1996, época em que a urna eletrônica foi instituída. Ele atesta a eficácia do equipamento:

— Uma auditoria não compromete a credibilidade das eleições. É um direito dos partidos políticos esclarecer todo o processo eleitoral. Esse sistema de apuração da Justiça Eleitoral é seguro e tem muitas garantias. Acho até muito bom, salutar, que haja auditoria. Mas não tem possibilidade de a auditoria acusar erro que pudesse mudar o resultado das eleições — afirmou.

Fonte: O Globo por Eduardo Bresciane.

Palavra de ex-presidente 'Henrique Eduardo Alves'

O presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves, derrotado nas eleições para o governo do Rio Grande do Norte, admite que a reforma política tem que ter a participação popular.

Mas dá a entender que a palavra do Congresso será a última. Henrique Alves propôs a votação do projeto de reforma política na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

Pelo andar da carruagem, a reforma política não evoluirá da vontade palaciana. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Ganância cultural 'Ministério da Cultura'

A disputa pelo comando do Ministério da Cultura (MinC) está acirrada. Com o retorno da ex-ministra Marta Suplicy ao Senado, o nome do seu substituto é motivo de polêmica.

Juca Ferreira, ex-ministro de Lula e preterido por Dilma Rousseff, no atual governo, quer de volta a cadeira após fazer o elo da presidente durante a campanha com a classe artística. Não será fácil.

Correndo por fora, vem o ator Antônio Grassi, ex-presidente da Funarte, no atual governo de Dilma e mentor da ex-ministra Ana de Holanda, que ocupou a cadeira do MinC nos dois primeiros anos desse governo a convite da própria presidente Dilma Rousseff. Grassi está apostando em seu relacionamento com a irmã de um dos mais célebres artistas brasileiros e que colocou a cara à tapa na campanha de Dilma: nada mais nada menos que Chico Buarque.

Nesse jogo de padrinhos - Juca afilhado de Lula e Grassi afilhado de Chico - a presidente Dilma ficou com senador e acadêmico José Sarney, criador da primeira lei de Incentivo a Cultura - a chamada Lei Sarney, que serviu de base para a atual 'Lei Rouanet'. Mas ele tenderá a declinar ao apelo de Dilma.

Com o Pró-Cultura batendo à porta do novo governo e sendo Sarney o relator do projeto no Senado, o velho cacique poderia fechar com chave de ouro a carreira política deixando como legado a nova Lei de Incentivo tão esperada pelos artistas e considerada mais democrática.

Enquanto os petistas autênticos Juca e Grassi brigam pela Cultura, nos bastidores comenta-se que o ator perdeu alguns pontos no último ano, quando esteve à frente do Centro de Arte Contemporânea de Inhotim, em Brumadinho/MG. Lá ele andou namorando o presidenciável Aécio Neves para ganhar o MinC numa eventual vitória do candidato.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Cacife em alta 'PSDB & DEM'

A oposição tem nomes de peso no Senado, na próxima legislatura, em 2015. Tasso Jereissatti (PSDB/CE), Aécio Neves (PSDB/MG), Antonio Anastasia (PSDB/MG), Aloysio Nunes (PSDB/SP) José Serra (PSDB/SP) Ronaldo Caiado (DEM/GO) e José Agripino (DEM/RN).

O atual presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), manifestou que não irá concorrer à recondução da mais alta cadeira da Casa. Entretanto, a presidente Dilma Rousseff, sabendo que terá ossos duros para roer, sabe que não terá outra alternativa a não ser trabalhar para que Renan continue no comando do Senado, prevendo tempos de turbulências.

Com isso, o peemedebista se cacifa mais ainda para manter as rédeas.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Petrolão: Polícia Federal abre apuração sobre ‘operador’ do PMDB

Força tarefa da Operação Lava Jato passou a investigar o envolvimento de peemedebistas nos esquemas 

A força-tarefa da Operação Lava Jato passou a investigar o envolvimento do suposto operador do PMDB nos esquemas de superfaturamento, desvios e propina na Petrobras, Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano. Ele foi citado pelo ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa e pelo doleiro Alberto Youssef, alvos principais da investigação.

Em depoimentos prestados no dia 8 de outubro, no âmbito do processo que apura irregularidades nas obras da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, Costa e Youssef citaram Fernando Baiano. “No PMDB, a ligação na Diretoria Internacional, o nome que fazia essa articulação toda, se chama Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano”, afirmou Costa.

A suspeita é que Fernando Baiano atuaria em parceria com o ex-diretor daquela unidade da Petrobrás, Nestor Cerveró, que em 2008 foi transferido para a BR Distribuidora, braço da estatal petrolífera.

Ele vive hoje em Madrid, na Espanha. No Brasil, Fernando Baiano representa duas grandes empresas espanholas.

Nas agendas, anotações e troca de e-mails de Costa a Polícia Federal já havia identificado a ligação do suposto “operador do PMDB” com os protagonistas da Lava Jato.

No depoimento à Justiça Federal, em Curitiba, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás afirmou que a Diretoria Internacional era controlada pelo PMDB e que a agremiação da base de apoio do governo tinha poderes para indicar seu diretor.

No PT, o suposto operador seria o tesoureiro nacional do partido, João Vaccari Neto, que nega todas as acusações.

Pelo PP, o controle era da Diretoria de Abastecimento, comandada por Costa e que tinha como operador o doleiro Alberto Youssef.

Costa fez delação premiada e apontou os nomes de 32 parlamentares, entre deputados e senadores, que teriam recebido propinas do esquema de corrupção na Petrobrás.
Youssef ainda está depondo. Seu relato segue praticamente a mesma linha das informações do ex-diretor da estatal.

Logo que o nome de Fernando Baiano surgiu pela primeira vez na Lava Jato, seu advogado, o criminalista Mário de Oliveira Filho, apresentou uma petição à Justiça Federal na qual informa que o empresário está à disposição das autoridades que investigam as denúncias de desvios e malfeitos na Petrobrás.

Oliveira Filho declarou que quer ter acesso aos termos da delação premiada de Paulo Roberto Costa. “Não temos acesso ao que ele declarou, ninguém sabe exatamente o que está dito lá (na delação). De modo que tudo aquilo que se falar agora será um exercício de futurologia e disso eu tenho receio porque pode criar uma questão de achismo.”.

“Eu não sei se ele (Costa) falou isso (que Fernando Baiano era operador do PMDB). Se falou, vai ter que provar”, observou o criminalista. “Eu preciso ter acesso à delação para saber efetivamente o que ele declarou, o que se entende por ‘operador’. Nesse momento, o que eu disser tenho medo de entrar no achismo e isso não é bom para o cliente. É muito delicado, envolve muitas pessoas, instituições. Uma palavra mal interpretada ou mal colocada eu arrasto comigo um monte de gente que pode não ter nada com o caso.”

Fonte: Blog do Fausto Macedo por Lilian Venturini.

Bye, bye Brasil 'Henrique Pizzolato'

Com a Polícia Federal indiciando o ex-presidente do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, por nove crimes de falsidade ideológica e ainda uso de documento falso, e a negativa da extradição da Itália, ele dá adeus ao Brasil.

A maioria dos petistas acredita que Pizzolato tomou a melhor atitude ao fugir. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Buscando estabilidade 'Michel Temer'

É forte a pressão para mudar os rumos da economia. Enquanto Dilma Rousseff descansa na Base Naval de Aratu, na Bahia, o PT comandado pelo ex-presidente Lula trabalha um nome para o ministério da Fazenda.

Com ele, o vice-presidente Michel Temer, tenta acalmar o mercado, sinalizando que a mudança será feita na próxima semana. Temer terá um papel fundamental nesse segundo mandato de Dilma. E pode sair daí, do PMDB, o nome para tocar a economia.

A demora provoca o aumento da sensação de azia, já crônica, de investidores e agentes econômicos. Menos os bancos, que continuam a ter tratamento diferenciado tanto no governo Lula quanto no próximo mandato de Dilma.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Cobiça pós-eleitoral 'Roberto Policarpo'

O presidente do PT/DF, Roberto Policarpo anda às turras com o primeiro suplente do senador e governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB). O motivo é que Hélio José (PSD) era petista e mudou de legenda nas eleições de 2010.

Ele foi excluído após denúncias que não se confirmaram. Agora, o presidente do PT Policarpo quer a vaga do primeiro suplente para a legenda. Hélio José comentou que a ação de Policarpo é despropositada. Para o senador Hélio José, o ainda presidente do PT, Roberto Policarpo, deveria estar preocupado em dar explicações à militância. Como o porquê do PT ter ficado em 3º lugar para governador. E, ainda, quais os motivos do acentuado e grave encolhimento da legenda nas Câmaras Federal e Distrital. Ao invés de ficar procurando piolho de cobra em cabeça de jegue. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Câmara Legislativa do DF: O próximo Presidente


O embate continua. Há deputados se mobilizando para impor a segunda derrota ao Rollemberg.


O futuro Governador, Rodrigo Rollemberg (PSB), pode amargar mais uma derrota na Câmara Legislativa, mesmo antes de assumir o governo.

Logo após as eleições do primeiro turno 2014, a Câmara Legislativa, aprovou em primeiro turno – para esse tipo de matéria são necessárias duas votações (primeiro e segundo turno) dando mais poderes aos deputados distritais no orçamento do executivo, ou seja, mais dinheiro para os deputados direcionar as suas bases eleitoral.

Agora, comentam-se, nos corredores da CLDF e entre assessores de deputados que foram derrotados nas urnas, deste ano, que há deputados se mobilizando para formarem um bloco (apenas figurativo) para eleger para o Presidente da Casa um deputado da antiga base de apoio do Governador Agnelo.

Por trás dessa intenção, além de “encurralar” Rollemberg: (a) inviabilizar o cumprimento de uma das promessas de campanha de Rollemberg, qual seja: eleições diretas para Administrador, quê se ocorrer, vai atingir, em cheio, os deputados distritais que enxergam nas indicações dos administradores uma oportunidade para agradar seus financiadores de campanha, cabos eleitorais e amigos; (b) tentar negociar com o futuro governador uma cadeira no Tribunal de Contas do DF, para o Wasny de Roure, abrindo assim uma vaga para o derrotado nas urnas desse ano, Claudio Abrantes, que por conta da coligação PP/PT ficou apenas como primeiro suplente.

Sem nenhum deputado eleito pelo PSB, Rollemberg vê na Celina Leão a pessoa ideal para assumir a presidência da Câmara Legislativa, além de ter acompanhado Rollemberg desde o primeiro momento (tem sido uma combatente as criticas de Chico Vigilante a Rollemberg), o seu partido, o PDT, que também se aliou a Rollemberg, com apoio de Cristovam Buarque e do Senador eleito, Antônio Reguffe, elegeu quatro deputados na coligação:

Celina Leão (PDT) - Professor Reginaldo (PDT) - Joe Valle (PDT) e Sandra Faraj (SD). Perdendo apenas para a coligação do PP/PT que elegeram cinco deputados:

Chico Leite (PT), ao que tudo indica deve embarcar no partido de Marina (REDE); Chico Vigilante (PT), promete ser opositor implacável ao Rollemberg; Ricardo Valle (PT), o novato que mesmo antes de ser eleito já coleciona desafeto dentro do partido; Wasny de Roure (PT), que sonha com uma cadeira no TCDF; por último Dr Michel (PP) – do partido do Maluf, mesmo sendo da base de apoio de Agnelo, no segundo turno correu para os “braços” de Rollemberg.

Rollemberg vai ter que suar a camisa para contornar essa situação emblemática, pelo visto não é apenas o caixa vazio (segundo o próprio, mais de R$ 2 bilhões negativos nos cofres do GDF), terá pela frente, alojar, ou não, mais um Petista no TCDF, além do Paulo Tadeu (PT), indicar o Wasny de Roure (PT) é suicídio político e para o emperramento de licitações – visto que os Tribunais de Contas só agem a posteriori, ou seja, analisa os Projetos Básicos e demais elementos de uma licitação só depois que o edital está nas ruas. Além da prestação de contas do governo em si, que muitos sabem que qualquer gestor público corre o risco de ter suas contas reprovadas, apenas por "uma vírgula fora do lugar".

Para fazer uma boa gestão não serão apenas o dinheiro e um parlamento dominado pelo executivo, é preciso muitos mais que isso para fazer um ótimo governo – bom governo não se reelege. É preciso se cercar de pessoas competentes e empenhadas no governo como um todo, não apenas cada um por si.

Agnelo tinha muito dinheiro para gastar no DF; tinha o parlamento dominado, porém isso não foi o suficiente para que ele conseguisse ser reeleito, se cercou de pelegos e, acima de tudo, de pessoas incompetentes; era quase semanal um de seus auxiliares – aliados, assessores sendo preso ou indiciado e/ou denuncias diárias de incompetência, erros e fraudes. Além é claro, colocar em sua base de apoio vários deputados aliados de Roriz e Arruda. Contrastando com a origem do PT.

Não mesmo importante do que os "abacaxis" de Rollemberg o fato de a Presidente do Brasil ser de partido oposicionista (PT) ao dele. E mais, não se pode esquecer que Rollemberg teve apenas 812.036 votos de um total de 1.897.677 (fonte TSE), ou seja, apenas 43% do eleitorado votou em Rollemberg, um resultado menor do que Agnelo obteve em 2010, ou seja, mesmo com um aumento na ordem de 8% do eleitorado do DF, Rollemberg teve menos votos do que Agnelo (875.612 mil votos) em 2010; contra 812.36 mil votos de Rollemberg. Ou seja, Agnelo, de certa forma, tinha mais apoio da população do que Rollemberg. No entanto, foi derrotado em suas pretensões para um segundo mandato.

Há outro detalhe muito importante: nos primeiros anos do governo Agnelo, as redes sociais eram apenas um lugar em que as pessoas tiravam fotos no banheiro e postavam no fecebook, agora 'NÃO', a sociedade enxergou nas redes uma ferramenta poderosa para cobrar dos políticos: Ética, Moral, Competência, Transparência e Honestidade.

Opinião é uma obra de arte, se chegou a ela depois de coletâneas de informações e transformada em conhecimento. Para um insano, uma obra de arte é apenas um rabisco, mas para o visionário, existe nela uma mensagem.

Fonte: Por J. Loival.

A Bem vinda Herança Maldita.


As eleições terminaram e a expressão da hora passou a ser Governo de Transição. Uma novela com personagens novos mas com capítulos antigos. A guerra de números tem sido o centro das atenções. Uma jogada que tá ficando manjada a cada mudança de governo.

Foi assim em 2010 na passagem de Rosso para Agnelo e agora a história se repete de Agnelo para Rollemberg. O domínio da pauta nas redações da grande mídia - TV e e jornais - não é mais do atual governo, mas do próximo. Dizer que as contas estão em déficit e que existe um rombo pra lá de gigante soa como música para justificar a demora em cumprir determinadas promessas.

Assim como na área federal cujos presentes pós eleição foram os aumentos na luz, na gasolina e nos juros, aqui no DF os primeiros dias de governo serão de arrocho. E nada como uma bem-vinda herança maldita para justificar a demora pra deslanchar.

Neste quadro pintado com tinta velha fica a pergunta: onde estava o Tribunal de Contas e o MPDF que não impediram o rombo. Certamente ocupados com temas pra lá de relevantes. Com o fôlego de uma herança maldita ganha-se tempo pro novo governo encontrar o seu novo caminho.

Fonte: A Voz da Verdade por Celson Bianchi.